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(MATOS, Maurílio Castro. Assessoria e consultoria: reflexões para o Serviço Social. In: BRAVO, Maria Inês Souza; MATOS, Maurílio Castro (Orgs.). Assessoria, consultoria e Serviço Social. Rio de Janeiro: 7 Letras; FAPERJ, 2006.)
A partir dessa premissa, considere o seguinte estudo de caso: a equipe de serviço social de um hospital universitário solicita apoio a um grupo de docentes dessa área para lidar com impasses na organização de seus fluxos de trabalho. Em resposta, os docentes propõem um processo de assessoria coletiva. Durante as primeiras reuniões, no entanto, os profissionais da equipe esperam que os docentes acompanhem diretamente os atendimentos, realizem pareceres sociais e supervisionem tecnicamente as intervenções junto aos pacientes. Com base no caso apresentado e nas concepções teóricas sobre assessoria, consultoria e supervisão, assinale a alternativa que distingue adequadamente o processo de assessoria/consultoria das demais formas de atuação profissional no serviço social.
I. No princípio da economia política, o trabalho tem duas dimensões – a dimensão do trabalho concreto, relação historicamente determinada pelo modo de produção capitalista, e a dimensão do trabalho abstrato, condição inerente à atividade humana.
II. Na ontologia marxiana, o ser social é formado por determinismo, ou seja, momentos de estrutura, e liberdade – momentos de ação dos sujeitos sociais.
III. São nos fundamentos históricos e teórico-metodológicos que se apreende como a “questão social” é indissociável das novas configurações que assumem o trabalho no atual contexto do modo de produção capitalista.
IV. No contexto da sociabilidade do capital, a realidade exige a dissociação teoria/prática na apreensão necessária das contradições que perpassam sempre o trabalho profissional.
Está correto o que se afirma apenas em
Observe-a atentamente.

(Storpirts et al. Farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.)
Observe-a atentamente.

(Storpirts et al. Farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.)
( ) O farmacêutico pode transformar uma especialidade em uma forma farmacêutica adequada às necessidades terapêuticas do paciente indicadas em uma prescrição, como, por exemplo, dose e via de administração.
( ) Conforme Resolução específica do Conselho Federal de Farmácia, o farmacêutico está sujeito às penas previstas pela legislação em vigor quando não aplicar corretamente cálculos farmacêuticos para adequações necessárias nas formulações.
( ) É de responsabilidade do farmacêutico avaliar a prescrição quanto ao tipo e quantidade dos insumos incluídos na prescrição, bem como a compatibilidade físico-química entre os diferentes insumos farmacêuticos ativos, mas não entre estes e os excipientes.
( ) Em casos nos quais as farmácias magistrais terceirizam ensaios de controle de qualidade de um medicamento manipulado, o farmacêutico não será responsabilizado por eventuais erros em resultados que comprometam a qualidade, a eficácia e a segurança do produto.
( ) É de competência do farmacêutico realizar ou supervisionar o controle de qualidade das preparações magistrais, mas não das preparações oficinais inscritas no Formulário Nacional da Farmacopeia Brasileira, tendo em vista que são isentas de controle de qualidade.
A sequência está correta em
