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Q3491293 Pedagogia

Um importante teórico da educação destacou o papel das interações sociais no processo de aprendizagem. Para ele, o conhecimento se constrói a partir da relação entre o sujeito e o meio social, sendo a mediação com o outro primordial nesse processo.



Assinale a alternativa que apresenta esse pensador:

Alternativas
Q3491292 Pedagogia
Sobre o planejamento no contexto educacional, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3491282 Matemática

Eduarda, professora de matemática, explicava aos alunos o conceito de Progressão Aritmética (P.A.) e apresentou a fórmula de recorrência para encontrar qualquer termo dessa sequência:


an = a1 + (n - 1) . r


Onde r é a razão da P.A, a1 é o primeiro termo da série numérica e n é o número do elemento que se deseja obter. Para ilustrar, Eduarda apresenta um exemplo baseado na tabuada do 7, que também forma uma P.A. com razão 7 e contém os seguintes elementos:


7 14 21 28 35 __ 49 56 63 70

77 84 91 98 __ 112 119 126 133 140


Você é aluno de Eduarda e deverá responder qual é o 6º e o 15º termo dessa sequência numérica. Escolha a alternativa correta: 

Alternativas
Q3491276 Português
  1. Leia a charge a seguir para responder a próxima duas questão.


https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/133873/T02.png


CAZO. 1 em cada 5 brasileiros admite usar o celular ao dirigir. Blog do AFTM. 07 jul. 2019. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge1-em-cada-5-brasileiros-admite-usar-o-celular-ao-dirigir/>.

A expressão verbal “estava dirigindo e mexendo” indica duas ações que:
Alternativas
Q3491275 Português
  1. Leia a charge a seguir para responder a próxima duas questão.


https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/133873/T02.png


CAZO. 1 em cada 5 brasileiros admite usar o celular ao dirigir. Blog do AFTM. 07 jul. 2019. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge1-em-cada-5-brasileiros-admite-usar-o-celular-ao-dirigir/>.

A expressão “dei por mim”, no contexto da charge acima, possui o sentido de alguém que: 

Alternativas
Q3491270 Português

Laia o texto a seguir para responder a questão.



Meu celular, minha vida



Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.


O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.


(...)


Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!


Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.


Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.


O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.


O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.


O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.


(...)


Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.


FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em <https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>.

Assinale a alternativa que apresenta um trecho em que predomina o emprego das palavras em seu sentido figurado.
Alternativas
Q3491269 Português

Laia o texto a seguir para responder a questão.



Meu celular, minha vida



Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.


O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.


(...)


Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!


Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.


Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.


O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.


O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.


O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.


(...)


Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.


FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em <https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>.

“A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso.” 


Assinale a alternativa em que os elementos completam corretamente as lacunas do período seguinte, na mesma ordem, em relação à palavra destacada no trecho acima.


A palavra “para” pode ser substituída por “__________” e possui o sentido de __________.  

Alternativas
Q3491268 Português

Laia o texto a seguir para responder a questão.



Meu celular, minha vida



Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.


O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.


(...)


Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!


Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.


Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.


O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.


O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.


O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.


(...)


Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.


FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em <https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>.

Assinale a alternativa que apresenta uma sequência de palavras sinônimas para a destacada no trecho correspondente.
Alternativas
Q3491267 Português

Laia o texto a seguir para responder a questão.



Meu celular, minha vida



Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.


O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.


(...)


Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!


Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.


Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.


O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.


O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.


O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.


(...)


Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.


FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em <https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>.

Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação que está de acordo com as ideias apresentadas no texto “Meu celular, minha vida”.
Alternativas
Q3490616 Medicina
Epilepsia é caracterizada pela ocorrência de crises epilépticas, que se repetem a intervalos variáveis. Essas crises são as manifestações clínicas de uma descarga anormal de neurônios, que são as células que compõem o cérebro. Analise os itens a seguir e assinale a alternativa correta sobre epilepsia.

I - As crises epilépticas podem se manifestar de diferentes maneiras, sendo a crise convulsiva a forma mais conhecida pelas pessoas e é identificada como “ataque epiléptico”. Durante o ataque epiléptico a pessoa fica com o olhar fixo, perde contato com o meio por alguns segundos. Por ser de curtíssima duração, muitas vezes não é percebida pelas pessoas que estão próximas.
II - A causa da epilepsia pode ser uma lesão no cérebro, decorrente de uma forte pancada na cabeça, uma infecção (meningite, por exemplo), neurocisticercose (“ovos de solitária” no cérebro), abuso de bebidas alcoólicas, de drogas, etc. 
Alternativas
Q3490615 Saúde Pública
A vacina BCG é uma importante estratégia de saúde pública para prevenir formas graves de tuberculose. De acordo com o Calendário Nacional de Vacinação, assinale a alternativa correta quanto ao momento recomendado para a administração da vacina BCG:
Alternativas
Q3490614 Medicina
Em casos de acidentes botrópicos, a administração de antiveneno é essencial para o manejo clínico. Qual é a conduta correta em relação à classificação clínica e ao número de ampolas recomendadas para um quadro leve?
Alternativas
Q3490613 Medicina
Júlia, 7 anos, apresenta intensa coceira no couro cabeludo, principalmente na parte de trás da cabeça, que às vezes se estende até o pescoço e tronco. Ao exame, são observados pequenos piolhos caminhando no couro cabeludo e lêndeas (ovos esbranquiçados) firmemente grudados aos fios de cabelo. Também há áreas avermelhadas semelhantes a picadas de mosquito. A mãe relata que Júlia compartilha frequentemente pentes e bonés com as colegas da escola. Qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3490612 Medicina
Joana, 15 anos, procurou atendimento médico devido a cansaço generalizado, falta de apetite, palidez de pele e mucosas (parte interna do olho, gengivas). Após avaliação clínica e exames laboratoriais, foi constatado que seus níveis de hemoglobina estavam abaixo do normal.

Considerando o quadro clínico apresentado, e apenas as alternativas abaixo, qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3490611 Medicina
Jerusa, 52 anos, percebeu recentemente o aparecimento de um nódulo na mama direita, que é duro, irregular e indolor. Além disso, notou inversão do mamilo, áreas avermelhadas (hiperemia) e descamação na região do mamilo. Considerando esses sinais e sintomas, qual é o tipo de câncer mais provável?
Alternativas
Q3490610 Medicina
Júlio, 4 anos, com esquema vacinal incompleto, apresentou quadro inicial de febre, dor de garganta, vômitos, diarreia, espasmos musculares e rigidez de nuca. Após alguns dias, desenvolveu paralisia flácida de surgimento agudo, com diminuição ou abolição de reflexos tendinosos. O exame laboratorial detectou a presença de poliovírus nas fezes da criança. Considerando o quadro clínico apresentado, e apenas as alternativas abaixo, qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3490609 Medicina
Sobre o tratamento da asma, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta, considerando V (Verdadeiro) ou F (Falso):

( ) O tratamento da asma inclui medidas educativas, controle dos fatores desencadeantes e medicamentos.
( ) O tratamento da asma tem como base, em regra, o uso de anti-inflamatórios, sendo corticosteroides inalatórios os principais deles, associados a medicamentos de alívio com efeito broncodilatador.
( ) A base do tratamento da asma persistente é o uso de antibiótico.
Alternativas
Q3490608 Medicina
Pedro, 28 anos, relata episódios súbitos de medo intenso e mal-estar, sem motivo aparente. Durante esses episódios, ele sente aceleração dos batimentos cardíacos, falta de ar, pressão no peito, suor frio, tontura, náusea, tremores, formigamento nas mãos e sensação de estar “fora do corpo”. Pedro também relata um medo intenso de morrer ou perder o controle. Esses episódios têm causado intenso sofrimento psíquico, e ele teme que voltem a acontecer. Considerando o quadro clínico apresentado, e apenas as alternativas abaixo, qual é o diagnóstico mais provável? 
Alternativas
Q3490607 Direito Sanitário
Leia o enunciado abaixo e assinale a alternativa que apresenta o termo correspondente para completar a lacuna:

À luz do Decreto Federal nº 7.508/2011, a integralidade da assistência à saúde se inicia e se completa na Rede de Atenção à Saúde, mediante referenciamento do usuário na rede_______________, conforme pactuado nas Comissões Intergestores. 
Alternativas
Q3490606 Saúde Pública
A articulação das políticas e programas, a cargo das comissões intersetoriais, abrangerá, em especial, as seguintes atividades, EXCETO:
Alternativas
Respostas
17161: C
17162: C
17163: A
17164: D
17165: B
17166: E
17167: E
17168: A
17169: C
17170: A
17171: C
17172: B
17173: C
17174: D
17175: B
17176: E
17177: C
17178: E
17179: B
17180: E