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Q3688843 Português
Todas as palavras a seguir são oxítonas, exceto:
Alternativas
Q3688842 Português
Considere a seguinte sentença: “Hoje é a comemoração do 89º aniversário da minha avó.” O numeral ordinal apresentado na sentença é escrito por extenso como:
Alternativas
Q3688841 Português
Há falta de concordância nominal em:
Alternativas
Q3688840 Português
Considere as seguintes sentenças, apresentadas a seguir:

I. Nós estamos felizes por recebê-la em casa.
II. Não há nenhum problema entre nós.
III. Pediu a nós que fizéssemos tudo por ele.

Tendo em vista as funções desempenhadas pela palavra “nós”, nas sentenças dadas, conclui-se que esse pronome pessoal é reto, e não oblíquo, apenas em:
Alternativas
Q3688839 Português
Maioridade


    Aos dez anos descobri o primeiro dos objetivos de minha vida: fazer 14 anos. 14 anos são calças compridas, colégio pela manhã, álgebra, certas penugens, centímetros a mais em minha altura, ver Folias de Chicago, deixar de fazer a preliminar nos jogos de futebol de praia; 14 anos, principalmente, era uma idade maior — só poderia ser melhor — que dez anos.

    Aos 14 anos descobri que o mundo é das pessoas de 18 anos. Ter 18 anos é rever Folias de Chicago, tomar cuba-libre com um sorriso de quem tem 19 anos, mandar adaptar o smoking do pai para a festa de formatura, tirar carteira de motorista, ficar na rua até o sol nascer, comprar gravatas amarelas, jogar fora uma coleção inteira do Suplemento Juvenil (1941-1945). 18 anos são quase 21.

    Aos 21 anos tem-se os documentos todos e uma vontade enorme de se perder. Deixar crescer o bigode, rever Folias de Chicago, falar um pouco depressa (um pouco alto) demais, apaixonar-se por uma mulher casada, rasgar alguns papéis, deixar crescer a barba, começar a escrever o nome com formalidade, raspar o bigode, descobrir bares, orgulhar-se dentro do corpo, raspar a barba, perceber tons intermediários, deixar crescer novamente o bigode: leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.

    Às vezes eu pensava em coisas: achava que estava traçando o futuro. Não estava, era do passado que eu me lembrava, sem saber. Depois dos 21 anos não há mais idades, todo ano é ano, cada idade é legal. A não ser fazer 30 anos. 30 anos é tempo. Sofrer é tão diferente do que eu pensava que fosse.

    Mas nesse tempo — não sei direito onde nem quando — houve um tempo de terrível lucidez. Não dava para durar. Sobrevivi por muito tempo a mim mesmo. Sei que era um tempo com hora, minuto e ponteiro (como se fosse uma lança: a ferir e apontar), uma soma de relógios não o reviveria. Era de uma luminosidade palpável; palpável polpa — de fruta madura, pronta: úmida e à mostra, estourando de dentro da casca. Fruta que, olhando-se de fora, dizia-se ter semente ou não. Não dava para plantar ou pôr na boca. Era fruta de se deixar em cima das mesas e outros móveis. Fruta de se levar por aí, de se mostrar. De cera, não. Não cabia num prato, mas enchia a mão. E não alimentava: iluminava. Uma luminosidade que de mim se usava, eu não tinha nada com ela, eu era parte de um tempo — acidente feito gente.

    Eu sou quase uma coisa. Como é que é? Me perguntam. Mais ou menos, vou respondendo. Para tudo.


LESSA, I. Diário Carioca, 1965. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12761/maiorida
de>. 
A palavra “quase”, que ocorre no excerto “Eu sou quase uma coisa.”, é um:
Alternativas
Q3688838 Português
Maioridade


    Aos dez anos descobri o primeiro dos objetivos de minha vida: fazer 14 anos. 14 anos são calças compridas, colégio pela manhã, álgebra, certas penugens, centímetros a mais em minha altura, ver Folias de Chicago, deixar de fazer a preliminar nos jogos de futebol de praia; 14 anos, principalmente, era uma idade maior — só poderia ser melhor — que dez anos.

    Aos 14 anos descobri que o mundo é das pessoas de 18 anos. Ter 18 anos é rever Folias de Chicago, tomar cuba-libre com um sorriso de quem tem 19 anos, mandar adaptar o smoking do pai para a festa de formatura, tirar carteira de motorista, ficar na rua até o sol nascer, comprar gravatas amarelas, jogar fora uma coleção inteira do Suplemento Juvenil (1941-1945). 18 anos são quase 21.

    Aos 21 anos tem-se os documentos todos e uma vontade enorme de se perder. Deixar crescer o bigode, rever Folias de Chicago, falar um pouco depressa (um pouco alto) demais, apaixonar-se por uma mulher casada, rasgar alguns papéis, deixar crescer a barba, começar a escrever o nome com formalidade, raspar o bigode, descobrir bares, orgulhar-se dentro do corpo, raspar a barba, perceber tons intermediários, deixar crescer novamente o bigode: leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.

    Às vezes eu pensava em coisas: achava que estava traçando o futuro. Não estava, era do passado que eu me lembrava, sem saber. Depois dos 21 anos não há mais idades, todo ano é ano, cada idade é legal. A não ser fazer 30 anos. 30 anos é tempo. Sofrer é tão diferente do que eu pensava que fosse.

    Mas nesse tempo — não sei direito onde nem quando — houve um tempo de terrível lucidez. Não dava para durar. Sobrevivi por muito tempo a mim mesmo. Sei que era um tempo com hora, minuto e ponteiro (como se fosse uma lança: a ferir e apontar), uma soma de relógios não o reviveria. Era de uma luminosidade palpável; palpável polpa — de fruta madura, pronta: úmida e à mostra, estourando de dentro da casca. Fruta que, olhando-se de fora, dizia-se ter semente ou não. Não dava para plantar ou pôr na boca. Era fruta de se deixar em cima das mesas e outros móveis. Fruta de se levar por aí, de se mostrar. De cera, não. Não cabia num prato, mas enchia a mão. E não alimentava: iluminava. Uma luminosidade que de mim se usava, eu não tinha nada com ela, eu era parte de um tempo — acidente feito gente.

    Eu sou quase uma coisa. Como é que é? Me perguntam. Mais ou menos, vou respondendo. Para tudo.


LESSA, I. Diário Carioca, 1965. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12761/maiorida
de>. 
As colocações pronominais em “[...] leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.” correspondem, respectivamente, a:
Alternativas
Q3688837 Português
Maioridade


    Aos dez anos descobri o primeiro dos objetivos de minha vida: fazer 14 anos. 14 anos são calças compridas, colégio pela manhã, álgebra, certas penugens, centímetros a mais em minha altura, ver Folias de Chicago, deixar de fazer a preliminar nos jogos de futebol de praia; 14 anos, principalmente, era uma idade maior — só poderia ser melhor — que dez anos.

    Aos 14 anos descobri que o mundo é das pessoas de 18 anos. Ter 18 anos é rever Folias de Chicago, tomar cuba-libre com um sorriso de quem tem 19 anos, mandar adaptar o smoking do pai para a festa de formatura, tirar carteira de motorista, ficar na rua até o sol nascer, comprar gravatas amarelas, jogar fora uma coleção inteira do Suplemento Juvenil (1941-1945). 18 anos são quase 21.

    Aos 21 anos tem-se os documentos todos e uma vontade enorme de se perder. Deixar crescer o bigode, rever Folias de Chicago, falar um pouco depressa (um pouco alto) demais, apaixonar-se por uma mulher casada, rasgar alguns papéis, deixar crescer a barba, começar a escrever o nome com formalidade, raspar o bigode, descobrir bares, orgulhar-se dentro do corpo, raspar a barba, perceber tons intermediários, deixar crescer novamente o bigode: leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.

    Às vezes eu pensava em coisas: achava que estava traçando o futuro. Não estava, era do passado que eu me lembrava, sem saber. Depois dos 21 anos não há mais idades, todo ano é ano, cada idade é legal. A não ser fazer 30 anos. 30 anos é tempo. Sofrer é tão diferente do que eu pensava que fosse.

    Mas nesse tempo — não sei direito onde nem quando — houve um tempo de terrível lucidez. Não dava para durar. Sobrevivi por muito tempo a mim mesmo. Sei que era um tempo com hora, minuto e ponteiro (como se fosse uma lança: a ferir e apontar), uma soma de relógios não o reviveria. Era de uma luminosidade palpável; palpável polpa — de fruta madura, pronta: úmida e à mostra, estourando de dentro da casca. Fruta que, olhando-se de fora, dizia-se ter semente ou não. Não dava para plantar ou pôr na boca. Era fruta de se deixar em cima das mesas e outros móveis. Fruta de se levar por aí, de se mostrar. De cera, não. Não cabia num prato, mas enchia a mão. E não alimentava: iluminava. Uma luminosidade que de mim se usava, eu não tinha nada com ela, eu era parte de um tempo — acidente feito gente.

    Eu sou quase uma coisa. Como é que é? Me perguntam. Mais ou menos, vou respondendo. Para tudo.


LESSA, I. Diário Carioca, 1965. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12761/maiorida
de>. 
As formas verbais “cabia” e “enchia”, em “Não cabia num prato, mas enchia a mão.”, estão conjugadas no pretérito imperfeito do modo indicativo. Caso estivessem conjugadas no pretérito perfeito do mesmo modo, a reescrita correta da sentença dada seria:
Alternativas
Q3688836 Português
Maioridade


    Aos dez anos descobri o primeiro dos objetivos de minha vida: fazer 14 anos. 14 anos são calças compridas, colégio pela manhã, álgebra, certas penugens, centímetros a mais em minha altura, ver Folias de Chicago, deixar de fazer a preliminar nos jogos de futebol de praia; 14 anos, principalmente, era uma idade maior — só poderia ser melhor — que dez anos.

    Aos 14 anos descobri que o mundo é das pessoas de 18 anos. Ter 18 anos é rever Folias de Chicago, tomar cuba-libre com um sorriso de quem tem 19 anos, mandar adaptar o smoking do pai para a festa de formatura, tirar carteira de motorista, ficar na rua até o sol nascer, comprar gravatas amarelas, jogar fora uma coleção inteira do Suplemento Juvenil (1941-1945). 18 anos são quase 21.

    Aos 21 anos tem-se os documentos todos e uma vontade enorme de se perder. Deixar crescer o bigode, rever Folias de Chicago, falar um pouco depressa (um pouco alto) demais, apaixonar-se por uma mulher casada, rasgar alguns papéis, deixar crescer a barba, começar a escrever o nome com formalidade, raspar o bigode, descobrir bares, orgulhar-se dentro do corpo, raspar a barba, perceber tons intermediários, deixar crescer novamente o bigode: leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.

    Às vezes eu pensava em coisas: achava que estava traçando o futuro. Não estava, era do passado que eu me lembrava, sem saber. Depois dos 21 anos não há mais idades, todo ano é ano, cada idade é legal. A não ser fazer 30 anos. 30 anos é tempo. Sofrer é tão diferente do que eu pensava que fosse.

    Mas nesse tempo — não sei direito onde nem quando — houve um tempo de terrível lucidez. Não dava para durar. Sobrevivi por muito tempo a mim mesmo. Sei que era um tempo com hora, minuto e ponteiro (como se fosse uma lança: a ferir e apontar), uma soma de relógios não o reviveria. Era de uma luminosidade palpável; palpável polpa — de fruta madura, pronta: úmida e à mostra, estourando de dentro da casca. Fruta que, olhando-se de fora, dizia-se ter semente ou não. Não dava para plantar ou pôr na boca. Era fruta de se deixar em cima das mesas e outros móveis. Fruta de se levar por aí, de se mostrar. De cera, não. Não cabia num prato, mas enchia a mão. E não alimentava: iluminava. Uma luminosidade que de mim se usava, eu não tinha nada com ela, eu era parte de um tempo — acidente feito gente.

    Eu sou quase uma coisa. Como é que é? Me perguntam. Mais ou menos, vou respondendo. Para tudo.


LESSA, I. Diário Carioca, 1965. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12761/maiorida
de>. 
Analise as sentenças a seguir, retiradas do texto, e assinale aquela em que ocorre pronome indefinido.
Alternativas
Q3688835 Português
Maioridade


    Aos dez anos descobri o primeiro dos objetivos de minha vida: fazer 14 anos. 14 anos são calças compridas, colégio pela manhã, álgebra, certas penugens, centímetros a mais em minha altura, ver Folias de Chicago, deixar de fazer a preliminar nos jogos de futebol de praia; 14 anos, principalmente, era uma idade maior — só poderia ser melhor — que dez anos.

    Aos 14 anos descobri que o mundo é das pessoas de 18 anos. Ter 18 anos é rever Folias de Chicago, tomar cuba-libre com um sorriso de quem tem 19 anos, mandar adaptar o smoking do pai para a festa de formatura, tirar carteira de motorista, ficar na rua até o sol nascer, comprar gravatas amarelas, jogar fora uma coleção inteira do Suplemento Juvenil (1941-1945). 18 anos são quase 21.

    Aos 21 anos tem-se os documentos todos e uma vontade enorme de se perder. Deixar crescer o bigode, rever Folias de Chicago, falar um pouco depressa (um pouco alto) demais, apaixonar-se por uma mulher casada, rasgar alguns papéis, deixar crescer a barba, começar a escrever o nome com formalidade, raspar o bigode, descobrir bares, orgulhar-se dentro do corpo, raspar a barba, perceber tons intermediários, deixar crescer novamente o bigode: leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.

    Às vezes eu pensava em coisas: achava que estava traçando o futuro. Não estava, era do passado que eu me lembrava, sem saber. Depois dos 21 anos não há mais idades, todo ano é ano, cada idade é legal. A não ser fazer 30 anos. 30 anos é tempo. Sofrer é tão diferente do que eu pensava que fosse.

    Mas nesse tempo — não sei direito onde nem quando — houve um tempo de terrível lucidez. Não dava para durar. Sobrevivi por muito tempo a mim mesmo. Sei que era um tempo com hora, minuto e ponteiro (como se fosse uma lança: a ferir e apontar), uma soma de relógios não o reviveria. Era de uma luminosidade palpável; palpável polpa — de fruta madura, pronta: úmida e à mostra, estourando de dentro da casca. Fruta que, olhando-se de fora, dizia-se ter semente ou não. Não dava para plantar ou pôr na boca. Era fruta de se deixar em cima das mesas e outros móveis. Fruta de se levar por aí, de se mostrar. De cera, não. Não cabia num prato, mas enchia a mão. E não alimentava: iluminava. Uma luminosidade que de mim se usava, eu não tinha nada com ela, eu era parte de um tempo — acidente feito gente.

    Eu sou quase uma coisa. Como é que é? Me perguntam. Mais ou menos, vou respondendo. Para tudo.


LESSA, I. Diário Carioca, 1965. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12761/maiorida
de>. 
Após a leitura do texto, verifica-se que o que há em comum ao fazer 14, 18 e 21 anos, segundo o ponto de vista do narrador, é:
Alternativas
Q3688579 Medicina
Analise os itens abaixo e assinale a alternativa correta sobre Asma.

I. A asma tende a ser mais grave nas crianças de baixa condição socioeconômica, pois a exposição aos fatores ambientais predisponentes é maior e, por outro lado, o acesso ao manejo adequado é bem mais difícil.
II. Muitas crianças com episódios recorrentes de asma apresentam remissão completa da doença
III. A infecção pelo vírus sincicial respiratório (VSR) e pelo rinovírus (RV) pode ampliar e manter o processo inflamatório. Da mesma forma, a exposição precoce e prolongada aos alérgenos, especialmente aos ácaros, que resulta em sensibilização pode prejudicar a função pulmonar na idade escolar. 
Alternativas
Q3688578 Medicina
Em relação ao diagnóstico de tuberculose latente em crianças, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3688577 Medicina
Um paciente apresenta dor de cabeça intensa localizada no seio da face acometido, caracterizada por sensação de pressão ou pontadas. Ele também relata obstrução nasal com secreção amarelada ou esverdeada, dificultando a respiração, além de febre, cansaço, coriza, tosse, dores musculares e perda de apetite. Qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3688576 Medicina
Crianças com tuberculose pulmonar podem apresentar manifestações clínicas variadas, o que pode dificultar o diagnóstico precoce. O quadro clínico pode simular outras doenças respiratórias, como pneumonias bacterianas, exigindo atenção especial por parte do profissional de saúde.

Assinale a alternativa correta em relação às manifestações clínicas mais comuns da tuberculose pulmonar na infância:
Alternativas
Q3688575 Medicina
Assinale a alternativa correta sobre os sintomas mais característicos da bronquiolite viral:
Alternativas
Q3688574 Medicina

Analise os itens abaixo e assinale a alternativa correta sobre Fibrose Cística (FC).


I. Entre os sintomas mais comuns da fibrose cística estão a tosse persistente, muitas vezes com catarro; o crescimento abaixo do esperado ou ganho de peso insuficiente, mesmo com bom apetite; e infecções pulmonares frequentes, como pneumonia e bronquite.


II. A FC pode ser identificada no Teste do Pezinho e diagnosticada através de exames genéticos ou do Teste do Suor.


III. Quando a pessoa com FC também tem problemas pancreáticos, torna-se ainda mais fácil absorver as gorduras e nutrientes necessários para o crescimento.




Alternativas
Q3688573 Medicina
As bronquiectasias podem apresentar diferentes padrões de acordo com a aparência histológica.
Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:

I. A bronquiectasia cilíndrica apresenta dilatação uniforme e suave.
II. A bronquiectasia varicosa é caracterizada por dilatações focais entre segmentos estreitados.
III. A bronquiectasia sacular ou cística se apresenta com dilatação uniforme, sem rompimento do parênquima pulmonar.
Alternativas
Q3688572 Medicina
A bronquiectasia é caracterizada pela dilatação anormal dos brônquios e está associada a diversos fatores fisiopatológicos que contribuem para sua instalação e progressão. Analise as afirmativas a seguir, indique “V” para verdadeiro e “F” para falso.

( ) A imunodeficiência comum variável é um dos fatores que podem contribuir para a fisiopatologia da bronquiectasia.
( ) A deficiência de vitamina D é um dos fatores que podem contribuir para a fisiopatologia da bronquiectasia.
( ) A bronquiectasia é causada exclusivamente por distúrbios neuromusculares que afetam o diafragma, sem relação com processos infecciosos ou imunológicos.
Alternativas
Q3688571 Medicina
As doenças pulmonares intersticiais (DPI) representam um grupo de condições respiratórias crônicas que compartilham certas características clínicas e diagnósticas.

Assinale a alternativa correta sobre as DPI:
Alternativas
Q3688570 Medicina
A asma é a doença inflamatória crônica mais prevalente na infância. Seu diagnóstico é clínico e se baseia em manifestações típicas que resultam da hiper-reatividade brônquica diante de estímulos diversos, como infecções virais e exposição a agentes irritantes.
Assinale a alternativa correta sobre as características clínicas e fatores associados à asma infantil:
Alternativas
Q3688569 Medicina
A tuberculose é uma doença de alta relevância epidemiológica e de transmissão respiratória. Considerando os mecanismos de transmissão e infecção, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
13901: B
13902: A
13903: B
13904: A
13905: B
13906: E
13907: C
13908: B
13909: B
13910: E
13911: E
13912: C
13913: A
13914: B
13915: B
13916: B
13917: E
13918: C
13919: B
13920: A