Questões de Concurso Para nd

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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154224 Literatura
Ao afirmar que suas extravagantes memórias foram escritas com a pena da galhofa e a tinta da melancolia, Brás Cubas, o mais inventivo narrador machadiano,
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154223 Literatura
Dois aspectos expressivos do movimento romântico no Brasil marcam a prosa de José de Alencar e a poesia de Gonçalves Dias:
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154222 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo. 


[Luxo e escassez]


    “O luxo é de fato possível no futuro”, proclamou o crítico de arte inglês John Ruskin em 1860, “luxo para todos, e por meio da ajuda de todos”, insistia ele. A bandeira, contudo, não se sustenta: pois o luxo, no seu componente oligárquico, não só deixa de sê-lo a partir do momento em que se difunde por um maior número de consumidores e se converte, assim, numa “necessidade”, como – o que ainda é pior – deflagra uma nova rodada de diferenciação, capaz de garantir a exclusão dos mortais comuns do acesso a ele. A regra de ouro do luxo é contar com a escassez perpétua.

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 101-102)

Está adequado o emprego do elemento sublinhado na frase:
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154221 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo. 


[Luxo e escassez]


    “O luxo é de fato possível no futuro”, proclamou o crítico de arte inglês John Ruskin em 1860, “luxo para todos, e por meio da ajuda de todos”, insistia ele. A bandeira, contudo, não se sustenta: pois o luxo, no seu componente oligárquico, não só deixa de sê-lo a partir do momento em que se difunde por um maior número de consumidores e se converte, assim, numa “necessidade”, como – o que ainda é pior – deflagra uma nova rodada de diferenciação, capaz de garantir a exclusão dos mortais comuns do acesso a ele. A regra de ouro do luxo é contar com a escassez perpétua.

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 101-102)

Atente para estas orações:


O luxo está mal distribuído.

Essa má distribuição é a sua garantia.

O luxo nunca incluirá a todos.


Em nova redação clara e coerente, as afirmações acima integram-se no seguinte período:

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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154220 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo. 


[Luxo e escassez]


    “O luxo é de fato possível no futuro”, proclamou o crítico de arte inglês John Ruskin em 1860, “luxo para todos, e por meio da ajuda de todos”, insistia ele. A bandeira, contudo, não se sustenta: pois o luxo, no seu componente oligárquico, não só deixa de sê-lo a partir do momento em que se difunde por um maior número de consumidores e se converte, assim, numa “necessidade”, como – o que ainda é pior – deflagra uma nova rodada de diferenciação, capaz de garantir a exclusão dos mortais comuns do acesso a ele. A regra de ouro do luxo é contar com a escassez perpétua.

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 101-102)

Diante da convicção de John Ruskin, citada entre aspas no texto, o autor deixa claro que não concorda com ela pelo fato de que
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154219 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


    Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?

    Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.

    Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.

(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim) 

Há exemplo de expressão com sentido conotativo na seguinte frase:
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154218 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


    Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?

    Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.

    Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.

(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim) 

Está plenamente clara, correta e coerente a redação deste livre comentário sobre o texto:
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154217 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


    Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?

    Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.

    Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.

(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim) 

Estão plenamente observadas as normas de concordância verbal na frase:
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154216 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


    Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?

    Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.

    Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.

(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim) 

A pergunta formulada no final do 1º parágrafo encontra no 3º parágrafo uma resposta
Alternativas
Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154215 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


    Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?

    Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.

    Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.

(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim) 

A frase decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais (2º parágrafo) exprime uma
Alternativas
Q2319501 Sistemas Operacionais
A construção de sistemas operacionais (SO) requer considerar aspectos de segurança. Por exemplo, no projeto de um SO deve ser contemplada a definição do controle de acesso aos arquivos do sistema. Os arquivos em UNIX são protegidos por meio de um código de proteção de 9 bits que lhes é atribuído. Seja o código de proteção extraído de um arquivo do sistema UNIX: rw-rx-r--. Com base neste dado, analise as assertivas a seguir.

I-A presença do traço indica ausência de determinada permissão de acesso ao arquivo.
II-Pelo código atribuído, qualquer usuário do sistema pode realizar a leitura do arquivo.
III-Para um diretório, a presença do x no código de proteção indica permissão de busca.

Indique a única opção verdadeira: 
Alternativas
Q2319500 Sistemas Operacionais
Nos últimos anos, o sistema operacional Linux tem sido cada vez mais adotado tanto para uso pessoal quanto para uso corporativo. Com relação ao sistema operacional Linux, indique a alternativa correta: 
Alternativas
Q2319499 Sistemas Operacionais
Considera-se que o mecanismo básico de paginação por demanda é baseado no mecanismo de paginação simples. Cada processo possui uma memória lógica contígua. Essa página lógica é dividida em páginas lógicas de mesmo tamanho. A memória física é dividida em páginas físicas do mesmo tamanho das páginas lógicas. Cada página lógica é carregada em uma página física e uma tabela de páginas é construída. Com esse conceito, selecione a resposta correta: 
Alternativas
Q2319498 Sistemas Operacionais
O matemático holandês E. W. Dijkstra criou em 1965 um mecanismo de sincronização, um tipo abstrato de dado composto por um valor inteiro e uma fila de processos. Selecione a resposta que identifica esse mecanismo:
Alternativas
Q2319497 Redes de Computadores
A lei de Amdahl permite a afirmar que não é possível aumentar o desempenho de uma aplicação com o aumento linear de nós em um sistema computacional paralelo. Das opções abaixo, selecione a que mostre outros fatores que são impeditivos de melhorar o desempenho de uma aplicação paralela. 
Alternativas
Q2319496 Redes de Computadores
Em Ciência da Computação, o erro de um cálculo numérico é importante na avaliação da precisão necessária à computação de um código que realize operações matemáticas. Nesse contexto, selecione a resposta correta: 
Alternativas
Q2319495 Redes de Computadores
Um sistema de equações lineares é definido como um conjunto finito de equações lineares aplicadas a um mesmo conjunto finito de variáveis. Selecione nas alternativas abaixo a que apresenta métodos conhecidos de resolução de sistemas lineares: 
Alternativas
Q2319494 Arquitetura de Computadores
Os modelos de programação paralela são implementados com diversas tecnologias. Também podem ser caracterizados em dois tipos de sistemas considerando o tipo de memória. Nesse contexto, selecione a resposta correta: 
Alternativas
Q2319493 Arquitetura de Computadores
Uma barreira é uma construção comum encontrada em várias bibliotecas de programação paralela, seja de memória compartilhada ou memória distribuída. Assinale a alternativa INCORRETA sobre este tipo de estrutura.
Alternativas
Q2319492 Arquitetura de Computadores
Suponha que você deseje repartir uma matriz NxN entre M processos paralelos. Se você escolher um método de particionamento em tiras (strip partitioning) por linhas, onde cada processo terá pelo menos uma linha inteira da matriz, qual será o valor máximo de M?
Alternativas
Respostas
41: B
42: A
43: A
44: B
45: C
46: E
47: B
48: A
49: D
50: C
51: E
52: D
53: B
54: D
55: D
56: A
57: A
58: E
59: B
60: B