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Sobre o licenciamento dos veículos, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
I - Os veículos novos não estão sujeitos ao licenciamento e terão sua circulação regulada pelo CONTRAN durante o trajeto entre a fábrica e o Município de destino.
II - O primeiro licenciamento será feito simultaneamente ao registro.
De acordo com o CONTRAN, para circular em vias públicas, os veículos deverão estar dotados dos equipamentos obrigatórios. Analise as afirmativas a seguir e marque a opção correta.
I – O velocímetro, a buzina e cinto de segurança para todos os ocupantes do veículo são itens obrigatórios.
II – São itens não obrigatórios (optativos), a chave de roda, chave de fenda ou outra ferramenta apropriada para a remoção de calotas e lanterna de iluminação da placa traseira, de cor branca.
Assinale a alternativa CORRETA.
Em relação ao agronegócio, o Estado de Santa Catarina é líder nacional na produção de:
Leia a frase abaixo:
"O bonito carro vermelho parou na rua."
Na frase, a palavra bonito é usada para dar uma característica ao carro.Que tipo de palavra usamos para dar características a algo ou alguém?
Leia o trecho da poesia "Meus Oito Anos", de Casimiro de Abreu e responda a seguir:
"No fim de tarde, o céu era um manto azul e dourado, que cobria a cidade com sua calma."
Na frase, a palavra manto foi usada para:
Texto II para responder à questão.
O Sabor da Infância em Cada Doce
A cozinha da Vovó Isa era um lugar mágico, onde as panelas contavam histórias e os aromas traziam lembranças. De todos os tesouros que ela preparava, o Doce de Abóbora com Coco era, sem dúvida, o mais especial. Não apenas por ser delicioso, mas porque cada etapa de seu preparo era um ritual de carinho.
Primeiro, era preciso escolher a abóbora perfeita, madura e doce. Depois, cortá-la em cubinhos e cozinhála com pouca água até ficar macia.
Aí vinha o segredo: amassar a abóbora com um garfo e adicionar o coco ralado fresco, açúcar e cravos-da-índia. Em fogo baixo, mexíamos sem parar, sentindo o cheiro que invadia a casa. O ponto ideal era quando o doce desgrudava do fundo da panela, brilhante e cremoso. Vovó sempre dizia que a pressa era inimiga da doçura. E, para finalizar, uma pitadinha de canela para realçar o sabor.
Esse doce não era apenas uma sobremesa; era a memória viva de domingos ensolarados e abraços apertados, passada de geração em geração. Ele nos ensinava que as melhores coisas da vida são feitas com tempo, amor e um toque de tradição.
(Autor desconhecido)
Texto II para responder à questão.
O Sabor da Infância em Cada Doce
A cozinha da Vovó Isa era um lugar mágico, onde as panelas contavam histórias e os aromas traziam lembranças. De todos os tesouros que ela preparava, o Doce de Abóbora com Coco era, sem dúvida, o mais especial. Não apenas por ser delicioso, mas porque cada etapa de seu preparo era um ritual de carinho.
Primeiro, era preciso escolher a abóbora perfeita, madura e doce. Depois, cortá-la em cubinhos e cozinhála com pouca água até ficar macia.
Aí vinha o segredo: amassar a abóbora com um garfo e adicionar o coco ralado fresco, açúcar e cravos-da-índia. Em fogo baixo, mexíamos sem parar, sentindo o cheiro que invadia a casa. O ponto ideal era quando o doce desgrudava do fundo da panela, brilhante e cremoso. Vovó sempre dizia que a pressa era inimiga da doçura. E, para finalizar, uma pitadinha de canela para realçar o sabor.
Esse doce não era apenas uma sobremesa; era a memória viva de domingos ensolarados e abraços apertados, passada de geração em geração. Ele nos ensinava que as melhores coisas da vida são feitas com tempo, amor e um toque de tradição.
(Autor desconhecido)
Texto II para responder à questão.
O Sabor da Infância em Cada Doce
A cozinha da Vovó Isa era um lugar mágico, onde as panelas contavam histórias e os aromas traziam lembranças. De todos os tesouros que ela preparava, o Doce de Abóbora com Coco era, sem dúvida, o mais especial. Não apenas por ser delicioso, mas porque cada etapa de seu preparo era um ritual de carinho.
Primeiro, era preciso escolher a abóbora perfeita, madura e doce. Depois, cortá-la em cubinhos e cozinhála com pouca água até ficar macia.
Aí vinha o segredo: amassar a abóbora com um garfo e adicionar o coco ralado fresco, açúcar e cravos-da-índia. Em fogo baixo, mexíamos sem parar, sentindo o cheiro que invadia a casa. O ponto ideal era quando o doce desgrudava do fundo da panela, brilhante e cremoso. Vovó sempre dizia que a pressa era inimiga da doçura. E, para finalizar, uma pitadinha de canela para realçar o sabor.
Esse doce não era apenas uma sobremesa; era a memória viva de domingos ensolarados e abraços apertados, passada de geração em geração. Ele nos ensinava que as melhores coisas da vida são feitas com tempo, amor e um toque de tradição.
(Autor desconhecido)
Leia o trecho da conversa entre os amigos Pedro e Sofia:
Pedro: — Sofia, você já sabe (I) ______ será a nossa gincana de fim de ano? Estou muito animado!
Sofia: — Sim, Pedro! A professora já nos contou! Vai ser no parque, (II) ______ sempre fazemos nossas festas. Mas precisamos descobrir (III) ______ vamos depois da gincana, para o lanche.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem.