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Questões de Concurso Comentadas para covest-copset

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Q1375757 Pedagogia
O Projeto Político-Pedagógico traz oportunidades de mudanças e inovações para a escola. É correto afirmar que o Projeto Político-pedagógico com base nas concepções emancipatórias:
1) apresenta um caráter regulador e normativo da ciência; 2) tem unicidade e coerência ao processo educativo; 3) tem origem em prescrições externas à escola; 4) deslegitima as formas instituídas; 5) visa à eficácia.
Estão corretas, apenas:
Alternativas
Q1375756 Pedagogia
A abordagem do Projeto Político-Pedagógico, como organização do trabalho da escola como um todo, está fundada nos princípios que deverão nortear a escola democrática, pública e gratuita. Portanto, os princípios dos PPP são:
Alternativas
Q1375755 Pedagogia
O currículo sancionado pela administração central e adaptado por uma estrutura organizacional escolar é denominado de
Alternativas
Q1375754 Pedagogia
Alguns “efeitos” da avaliação podem explicar as divergências que tornam o ato de avaliar uma ação subjetiva. Quando, num lote de testes para correção, os primeiros testes apresentam uma tendência de serem sobreavaliados e, nos últimos, a tendência é serem subavaliados, o “efeito” é de
Alternativas
Q1375753 Pedagogia
A avaliação não pode se dar fora, à parte do tempo curricular. A função da avaliação depende da intencionalidade e do momento do trabalho pedagógico que estamos realizando, como também do projeto de sociedade que queremos efetivar. Logo, a avaliação formativa:
Alternativas
Q1375752 Pedagogia
A maneira como arrumamos as bancas na sala de aula (em círculo ou alinhadas); as visões de família que ainda se encontram em certos livros didáticos (restritas ou não à família tradicional de classe média) são exemplos do currículo
Alternativas
Q1375751 Pedagogia
O currículo pressupõe no seu desenvolvimento processos de elaboração, gestão e avaliação que assumem propósitos específicos e que se situam nos diferentes níveis do sistema educativo, onde são tomadas as decisões curriculares. É correto afirmar que é no nível meso que:
Alternativas
Q1375750 Noções de Informática

Considere as seguintes afirmações relacionadas à Internet.


1) A Intranet é uma rede de computadores privada, que oferece, essencialmente, os mesmos serviços da Internet, mas restrita a uma corporação, que pode englobar até filiais em diferentes países. Se houver alguma conexão dessa rede com a Internet, ela deixa de ser considerada Intranet, passando, então, a ser mais uma parte da Internet.

2) Um exemplo de programa-cliente para gerenciar as correspondências no correio eletrônico é o Microsoft Outlook Express. Mas é comum utilizarem-se os próprios navegadores para se acessar a “caixa postal”, com o chamado serviço de “Webmail”. A diferença é que, no caso deste último, a comunicação é online, ou seja, a comunicação só ocorre quando os dois clientes que se comunicam estão conectados simultaneamente.

3) Hyperlinks são componentes de uma página (textos ou imagens) tais que, quando o usuário clica o mouse sobre eles, o navegador apresenta outra região do documento ou carrega outra página.


Está(ão) correta(s), apenas:

Alternativas
Q1375749 Noções de Informática
Uma página visualizada num navegador da World Wide Web é uma apresentação de textos, imagens, vídeos, áudios etc., estruturada esteticamente de forma a atrair e manter a atenção do usuário. Os arquivos que descrevem as instruções para a construção de uma página contêm os endereços e referências para que os componentes da página possam ser encontrados, além das especificações de formatação, layout e dinâmica. Indique qual alternativa apresenta a linguagem básica mais empregada para esses arquivos:
Alternativas
Q1375748 Noções de Informática
Das opções a seguir, indique a única que nomeia um serviço de internet que possibilita a um usuário, numa dada máquina, acessar uma outra máquina remota que esteja ligada à internet, podendo, assim, o usuário emitir comandos ao sistema operacional da máquina remota:
Alternativas
Q1375747 Noções de Informática
No Microsoft Office, existe uma ferramenta que permite gerenciar uma grande quantidade de dados, possivelmente heterogêneos, como planilhas, tabelas, documentos, relatórios, e fazer consultas para extrair um subconjunto de informações estruturadas. Esta ferramenta é o:
Alternativas
Q1375746 Noções de Informática
O OpenOffice Impress é uma ferramenta poderosa que auxilia a produção de apresentações multimídias. Considere as seguintes afirmações sobre esta ferramenta.
1) Esta ferramenta permite a sobreposição de textos e imagens. 2) A transição de slides é uma função presente no Microsoft Office PowerPoint, que permite a definição da transformação de um slide no momento de mudança para o próximo slide, no modo de apresentação. Esta função não está presente no Impress. 3) No Impress, quando se cria uma apresentação nova, pode-se acessar a barra de tarefas para definir de forma independente o layout do slide e o padrão de fundo nas “Páginas mestre”.
Está(ão) correta(s), apenas:
Alternativas
Q1375745 Noções de Informática

Considere o OpenOffice Calc, com uma planilha parcialmente mostrada na figura a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Dentre as alternativas apresentadas, indique a única que apresenta uma fórmula compatível com a célula D7.

Alternativas
Q1375743 Noções de Informática
O sistema de arquivos do Linux é um de seus grandes componentes. Os arquivos são conjuntos de informações codificadas, associadas a um nome, que são armazenadas no disco ou em periféricos de armazenamento. Arquivos podem conter textos de editores, imagens, vídeos, áudios, códigos executáveis, dentre muitos outros tipos. O sistema Linux e suas distribuições aceitam especificação de nomes com caracteres alfanuméricos e muitos caracteres de símbolos especiais. Mas, devido à sintaxe de nomes de diretórios e arquivos, o seguinte caractere não pode compor o nome do arquivo:
Alternativas
Q1375742 Noções de Informática
O sistema operacional Microsoft Windows 10, apesar de sua interface com o usuário ser essencialmente gráfica, mantém de suas versões anteriores seus comandos podendo ser ativados através do teclado, não apenas pelo mouse. A tecla Windows (Win), por exemplo, combinada com outras teclas, permite abrir a ferramenta ‘Executar’, o ‘Windows Explorer’ ou as ‘Propriedades do Sistema’, dentre outros. Para a maioria dos programas que utilizam janelas do sistema, para os aplicativos do sistema e programas do Microsoft Office, o acesso à barra de ferramenta pode ser habilitado (ou desabilitado) por uma tecla especial. Após essa habilitação, o usuário pode utilizar outras teclas para ativar os comandos específicos da barra. A tecla especial a que se refere o texto acima é
Alternativas
Q1375741 Noções de Informática
No ‘Windows Explorer’, do sistema operacional Microsoft Windows 10, na configuração padrão, ao se clicar com o botão direito do mouse sobre o nome de um arquivo, aparece um menu a partir do qual se pode clicar em “Propriedades”, que então oferece um novo menu onde, por sua vez, se pode indicar com qual aplicativo o arquivo deverá ser aberto. Se o usuário, com todas as permissões adequadas, trocar o aplicativo na opção “Alterar”, o sistema em seu comportamento padrão associará o aplicativo não apenas ao aludido arquivo, mas também a todos os arquivos:
Alternativas
Q1375728 Português

TEXTO 1


(1) Até a Independência, as referências à língua europeia no Brasil se faziam, sem titubeio, pelas expressões português ou língua portuguesa. Já no século XVI, encontramos o Padre Anchieta, em seu “Breve informação do Brasil”, mencionando os meninos índios que eram entregues aos jesuítas “para que fossem ensinados, dos quais se ajuntou muitos e os batizou, ensinando-os a falar português, ler e escrever”.

(2) No início do século XIX, frei Caneca, herói da revolução de 1817, escreveu seu “Breve compêndio de grammatica portuguesa” (publicado em 1875), entendida a gramática como “a arte que ensina a falar, ler e escrever correctamente a Língua Portugueza”.

(3) Contudo, com a Independência, passou-se a viver um longo período de incertezas, titubeios e ambiguidades, sendo a língua ora designada de língua brasileira, ora de língua nacional, ora de português e língua portuguesa.

(4) Em 1826, na Câmara dos Deputados, José Clemente Pereira apresentou um projeto propondo que os diplomas dos médicos cirurgiões fossem redigidos “em língua brasileira, que é a mais própria”. 

(5) Mas a expressão língua brasileira não fez, de fato, história no século XIX. Em 15 de outubro de 1827 foi aprovada a lei que “manda criar escolas de primeiras letras em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos do Império”. Nela, se introduziu a expressão que faria história no país: língua nacional, muitas vezes utilizada na legislação posterior até praticamente a Constituição de 1988.

(6) No contexto escolar, porém, língua nacional conviveu com português e língua portuguesa. A disciplina escolar era, em geral, referida por estas duas últimas expressões, e as gramáticas escolares brasileiras tinham, em geral, essa qualificação em seu título. Já nos textos analíticos, nos debates e polêmicas do século XIX, em que se procurava dar conta das especificidades da língua no Brasil, predominou uma grande oscilação terminológica, que perdurou no século XX. 

(7) No âmbito constitucional, a questão do nome da nossa língua só se pacificará com a Constituição de 1988 que, em seu art. 13, diz: “A língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil”. E no seu art. 210, 2, estipula: “O ensino fundamental regular será ministrado em língua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas também a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem.”

(8) Apesar disso tudo, a questão da língua está de volta, pelo menos nos meios universitários de Brasil e Portugal. São outros os tempos e outros os argumentos, mas retorna à cena saber se os dois países têm ou não a mesma língua. 

FARACO, Carlos Alberto. História sociopolítica da língua portuguesa. São Paulo: Parábola, 2016, p.161-171. Adaptado.

No que se refere às questões ortográficas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1375727 Português

TEXTO 1


(1) Até a Independência, as referências à língua europeia no Brasil se faziam, sem titubeio, pelas expressões português ou língua portuguesa. Já no século XVI, encontramos o Padre Anchieta, em seu “Breve informação do Brasil”, mencionando os meninos índios que eram entregues aos jesuítas “para que fossem ensinados, dos quais se ajuntou muitos e os batizou, ensinando-os a falar português, ler e escrever”.

(2) No início do século XIX, frei Caneca, herói da revolução de 1817, escreveu seu “Breve compêndio de grammatica portuguesa” (publicado em 1875), entendida a gramática como “a arte que ensina a falar, ler e escrever correctamente a Língua Portugueza”.

(3) Contudo, com a Independência, passou-se a viver um longo período de incertezas, titubeios e ambiguidades, sendo a língua ora designada de língua brasileira, ora de língua nacional, ora de português e língua portuguesa.

(4) Em 1826, na Câmara dos Deputados, José Clemente Pereira apresentou um projeto propondo que os diplomas dos médicos cirurgiões fossem redigidos “em língua brasileira, que é a mais própria”. 

(5) Mas a expressão língua brasileira não fez, de fato, história no século XIX. Em 15 de outubro de 1827 foi aprovada a lei que “manda criar escolas de primeiras letras em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos do Império”. Nela, se introduziu a expressão que faria história no país: língua nacional, muitas vezes utilizada na legislação posterior até praticamente a Constituição de 1988.

(6) No contexto escolar, porém, língua nacional conviveu com português e língua portuguesa. A disciplina escolar era, em geral, referida por estas duas últimas expressões, e as gramáticas escolares brasileiras tinham, em geral, essa qualificação em seu título. Já nos textos analíticos, nos debates e polêmicas do século XIX, em que se procurava dar conta das especificidades da língua no Brasil, predominou uma grande oscilação terminológica, que perdurou no século XX. 

(7) No âmbito constitucional, a questão do nome da nossa língua só se pacificará com a Constituição de 1988 que, em seu art. 13, diz: “A língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil”. E no seu art. 210, 2, estipula: “O ensino fundamental regular será ministrado em língua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas também a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem.”

(8) Apesar disso tudo, a questão da língua está de volta, pelo menos nos meios universitários de Brasil e Portugal. São outros os tempos e outros os argumentos, mas retorna à cena saber se os dois países têm ou não a mesma língua. 

FARACO, Carlos Alberto. História sociopolítica da língua portuguesa. São Paulo: Parábola, 2016, p.161-171. Adaptado.

Assinale a alterantiva em que as formas verbais estão corretamente conjugadas.
Alternativas
Q1375726 Português

TEXTO 1


(1) Até a Independência, as referências à língua europeia no Brasil se faziam, sem titubeio, pelas expressões português ou língua portuguesa. Já no século XVI, encontramos o Padre Anchieta, em seu “Breve informação do Brasil”, mencionando os meninos índios que eram entregues aos jesuítas “para que fossem ensinados, dos quais se ajuntou muitos e os batizou, ensinando-os a falar português, ler e escrever”.

(2) No início do século XIX, frei Caneca, herói da revolução de 1817, escreveu seu “Breve compêndio de grammatica portuguesa” (publicado em 1875), entendida a gramática como “a arte que ensina a falar, ler e escrever correctamente a Língua Portugueza”.

(3) Contudo, com a Independência, passou-se a viver um longo período de incertezas, titubeios e ambiguidades, sendo a língua ora designada de língua brasileira, ora de língua nacional, ora de português e língua portuguesa.

(4) Em 1826, na Câmara dos Deputados, José Clemente Pereira apresentou um projeto propondo que os diplomas dos médicos cirurgiões fossem redigidos “em língua brasileira, que é a mais própria”. 

(5) Mas a expressão língua brasileira não fez, de fato, história no século XIX. Em 15 de outubro de 1827 foi aprovada a lei que “manda criar escolas de primeiras letras em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos do Império”. Nela, se introduziu a expressão que faria história no país: língua nacional, muitas vezes utilizada na legislação posterior até praticamente a Constituição de 1988.

(6) No contexto escolar, porém, língua nacional conviveu com português e língua portuguesa. A disciplina escolar era, em geral, referida por estas duas últimas expressões, e as gramáticas escolares brasileiras tinham, em geral, essa qualificação em seu título. Já nos textos analíticos, nos debates e polêmicas do século XIX, em que se procurava dar conta das especificidades da língua no Brasil, predominou uma grande oscilação terminológica, que perdurou no século XX. 

(7) No âmbito constitucional, a questão do nome da nossa língua só se pacificará com a Constituição de 1988 que, em seu art. 13, diz: “A língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil”. E no seu art. 210, 2, estipula: “O ensino fundamental regular será ministrado em língua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas também a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem.”

(8) Apesar disso tudo, a questão da língua está de volta, pelo menos nos meios universitários de Brasil e Portugal. São outros os tempos e outros os argumentos, mas retorna à cena saber se os dois países têm ou não a mesma língua. 

FARACO, Carlos Alberto. História sociopolítica da língua portuguesa. São Paulo: Parábola, 2016, p.161-171. Adaptado.

Analise o emprego do sinal indicativo de crase nos enunciados a seguir.


1) No texto se faz clara alusão à história da língua que se fala no Brasil.

2) Parece que o Padre Anchieta era um homem à frente de seu tempo.

3) No que tange à questões linguísticas, nada se pode prever.

4) Da Independência à Constituição de 1988, muitas polêmicas sobre a língua surgiram.


Está(ão) correto(s):

Alternativas
Q1375725 Português

TEXTO 1


(1) Até a Independência, as referências à língua europeia no Brasil se faziam, sem titubeio, pelas expressões português ou língua portuguesa. Já no século XVI, encontramos o Padre Anchieta, em seu “Breve informação do Brasil”, mencionando os meninos índios que eram entregues aos jesuítas “para que fossem ensinados, dos quais se ajuntou muitos e os batizou, ensinando-os a falar português, ler e escrever”.

(2) No início do século XIX, frei Caneca, herói da revolução de 1817, escreveu seu “Breve compêndio de grammatica portuguesa” (publicado em 1875), entendida a gramática como “a arte que ensina a falar, ler e escrever correctamente a Língua Portugueza”.

(3) Contudo, com a Independência, passou-se a viver um longo período de incertezas, titubeios e ambiguidades, sendo a língua ora designada de língua brasileira, ora de língua nacional, ora de português e língua portuguesa.

(4) Em 1826, na Câmara dos Deputados, José Clemente Pereira apresentou um projeto propondo que os diplomas dos médicos cirurgiões fossem redigidos “em língua brasileira, que é a mais própria”. 

(5) Mas a expressão língua brasileira não fez, de fato, história no século XIX. Em 15 de outubro de 1827 foi aprovada a lei que “manda criar escolas de primeiras letras em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos do Império”. Nela, se introduziu a expressão que faria história no país: língua nacional, muitas vezes utilizada na legislação posterior até praticamente a Constituição de 1988.

(6) No contexto escolar, porém, língua nacional conviveu com português e língua portuguesa. A disciplina escolar era, em geral, referida por estas duas últimas expressões, e as gramáticas escolares brasileiras tinham, em geral, essa qualificação em seu título. Já nos textos analíticos, nos debates e polêmicas do século XIX, em que se procurava dar conta das especificidades da língua no Brasil, predominou uma grande oscilação terminológica, que perdurou no século XX. 

(7) No âmbito constitucional, a questão do nome da nossa língua só se pacificará com a Constituição de 1988 que, em seu art. 13, diz: “A língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil”. E no seu art. 210, 2, estipula: “O ensino fundamental regular será ministrado em língua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas também a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem.”

(8) Apesar disso tudo, a questão da língua está de volta, pelo menos nos meios universitários de Brasil e Portugal. São outros os tempos e outros os argumentos, mas retorna à cena saber se os dois países têm ou não a mesma língua. 

FARACO, Carlos Alberto. História sociopolítica da língua portuguesa. São Paulo: Parábola, 2016, p.161-171. Adaptado.

Em língua portuguesa, há regras de concordância (verbal e nominal) que geralmente são seguidas pelos falantes mais escolarizados, quando estão em situações mais formais de comunicação. Assinale a alternativa em que as regras de concordância foram seguidas.
Alternativas
Respostas
181: C
182: A
183: D
184: D
185: E
186: B
187: E
188: E
189: A
190: D
191: D
192: A
193: C
194: D
195: B
196: B
197: B
198: D
199: A
200: C