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Q3400469 Legislação dos Municípios do Estado da Bahia
No que se refere a Lei Municipal n° 1.722 de 2010, analise a afirmativa abaixo:
Art. 6º As normas complementares de funcionamento do Conselho Municipal de Saúde serão definidas no Regimento Interno, que será elaborado e aprovado em Plenário pelos ____________ e homologado pelo ____________.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima: 
Alternativas
Q3400468 Saúde Pública
O cadastramento das famílias é essencial para a organização do trabalho na Atenção Primária à Saúde (APS).
Fonte:https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/geoprocessamento _cadastramento_territorializacao.pdf

Nesse contexto, registre V, para verdadeiro, e F, para falso, nas afirmativas abaixo:

(__)O cadastramento consiste na vinculação da população à Unidade Básica de Saúde (UBS) através do mapeamento da região com registro dos dados individuais, sociais, demográficos e de saúde dos indivíduos.

(__)A territorialização compreende a demarcação geográfica do território de atuação das equipes de saúde através do reconhecimento da área, das características populacionais, da dinâmica social, cultural e econômica e das relações de acesso aos cuidados e serviços de saúde.

(__)Os mapas constituem ferramentas de consolidação, processamento e compreensão do território. Permitem visualizar a distribuição espacial dos dados que caracterizam o território, sugerindo os determinantes, os condicionantes locais e as áreas de risco; e apontar associações entre um evento e seus determinantes.


Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3400467 Saúde Pública
No que se refere a esquistossomose, analise a afirmativa abaixo:
A esquistossomose é uma doença ____________, veiculada pela água e causada pelo ____________ Schistosoma mansoni, tendo como hospedeiro intermediário molusco da família Planorbidae e o homem como hospedeiro definitivo.
Fonte: https://www.cpqam.fiocruz.br/bibpdf/2005silva-dcg.pdf

Assinale alternativa que preenche corretamente as lacunas acima.
Alternativas
Q3400449 Noções de Informática
 É possível que surja na célula uma série de caracteres, que indicam que a largura da coluna é insuficiente para mostrar o número. Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao caracteres que são exibidos no caso descrito.
Alternativas
Q3400447 Arquitetura de Computadores
 É um conjunto de circuito eletrônicos montados num tablete de silício, sendo construídos com tecnologia VLSI (Very Large Scale Integration), maioria dos chipsets segue o projeto tradicional, em que as funções são divididas em dois chips, chamados de porte norte (north bridge) e ponte sul (south bridge). Marque a alternativa CORRETA que corresponde a um recurso na Placa Mãe.
Alternativas
Q3400443 Raciocínio Lógico

Observe as premissas a seguir.

p: O cão é manso.

q: O cão morde.

Em qual das alternativas abaixo está a proposição que corresponde à disjunção (p v q)? 

Alternativas
Q3400432 Português
A inteligência artificial vai acabar com os testes em animais?


Dos amantes da causa animal aos técnicos de laboratório, ninguém gosta de submeter os animais a testes científicos.

Mas isso acaba sendo feito para ajudar a garantir que os medicamentos e outras substâncias sejam seguros para eventual uso humano.

Os pesquisadores há muito tempo buscam alternativas que não envolvam os animais. Os sistemas de inteligência artificial (IA) agora estão acelerando o trabalho nessa área.

Uma aplicação da IA neste campo pode ser considerada simples e especialistas acreditam que ela está se revelando eficaz. Isso porque a tecnologia utiliza todos os resultados globais de testes em animais existentes e disponíveis e evita a necessidade de novos testes desnecessários.

Isso é útil porque pode ser difícil para os cientistas examinarem décadas de dados para encontrar e analisar exatamente o que procuram, diz Joseph Manuppello, analista de investigação sênior do Comitê de Medicina Responsável, uma organização sem fins lucrativos dos EUA.

"Estou muito entusiasmado com a aplicação de modelos de IA como o ChatGPT para extrair e sintetizar todos esses dados disponíveis e tirar o máximo proveito deles", diz.

Thomas Hartung é professor de Toxicologia na Universidade Johns Hopkins, nos EUA, e também diretor do Centro de Alternativas aos Testes em Animais. Ele diz: "A IA é tão boa quanto um ser humano, ou melhor, na extração de informações de artigos científicos".

Quando se trata dos atuais testes em animais, Hartung diz que a necessidade de testar novos produtos químicos é uma das principais razões. E com mais de 1.000 desses novos compostos entrando no mercado todos os anos, há muito a ser testado.

O professor Hartung diz que sistemas de IA treinados estão começando a ser capazes de determinar a toxicidade de um novo produto químico.

"Ter ferramentas disponíveis onde podemos pressionar um botão e obter uma avaliação preliminar, que nos dá alguns sinais de 'aqui está um problema'... será extremamente útil."

Hartung acrescenta que, embora os sistemas de software sejam usados há muito tempo na Toxicologia, a IA está proporcionando um "enorme salto em frente" tanto em potência quanto em precisão.

"Isso está subitamente criando oportunidades que não existiam antes", diz ele, acrescentando que a IA está agora envolvida em todas as fases dos testes de toxicidade.

A inteligência artificial está sendo usada até mesmo para criar novos medicamentos.

É claro que os sistemas de IA não são perfeitos para determinar a segurança química. Um problema é o fenômeno conhecido como viés de dados.

Um exemplo disso é se um sistema de IA e o seu algoritmo tiverem sido treinados utilizando dados de saúde predominantemente de um grupo étnico.

O risco é que os seus cálculos ou conclusões não sejam inteiramente adequados para pessoas de outra origem étnica.

Mas, como salienta o professor Hartung, testar medicamentos humanos em animais pode, por vezes, ser de pouca utilidade também.

Por exemplo, o medicamento para artrite Vioxx passou pela fase de testes em animais, mas depois foi retirado da venda após estudos terem demonstrado que o uso a longo prazo por seres humanos levou a um risco aumentado de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.

Por outro lado, alguns medicamentos amplamente utilizados teriam falhado em testes em animais, como o analgésico aspirina, que é tóxico para embriões de ratos.

Hartung conclui que, em vários casos, a IA já tem se revelado mais precisa do que os testes em animais.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nnp21 zxe4o fragmento)
Em: IA está proporcionando um enorme salto em frente tanto em potência quanto em precisão.
O vocábulo destacado tem vários significados, de acordo com o dicionário Michaelis. Identifique qual é o mais apropriado de acordo com o contexto inserido:
Alternativas
Q3400431 Português
A inteligência artificial vai acabar com os testes em animais?


Dos amantes da causa animal aos técnicos de laboratório, ninguém gosta de submeter os animais a testes científicos.

Mas isso acaba sendo feito para ajudar a garantir que os medicamentos e outras substâncias sejam seguros para eventual uso humano.

Os pesquisadores há muito tempo buscam alternativas que não envolvam os animais. Os sistemas de inteligência artificial (IA) agora estão acelerando o trabalho nessa área.

Uma aplicação da IA neste campo pode ser considerada simples e especialistas acreditam que ela está se revelando eficaz. Isso porque a tecnologia utiliza todos os resultados globais de testes em animais existentes e disponíveis e evita a necessidade de novos testes desnecessários.

Isso é útil porque pode ser difícil para os cientistas examinarem décadas de dados para encontrar e analisar exatamente o que procuram, diz Joseph Manuppello, analista de investigação sênior do Comitê de Medicina Responsável, uma organização sem fins lucrativos dos EUA.

"Estou muito entusiasmado com a aplicação de modelos de IA como o ChatGPT para extrair e sintetizar todos esses dados disponíveis e tirar o máximo proveito deles", diz.

Thomas Hartung é professor de Toxicologia na Universidade Johns Hopkins, nos EUA, e também diretor do Centro de Alternativas aos Testes em Animais. Ele diz: "A IA é tão boa quanto um ser humano, ou melhor, na extração de informações de artigos científicos".

Quando se trata dos atuais testes em animais, Hartung diz que a necessidade de testar novos produtos químicos é uma das principais razões. E com mais de 1.000 desses novos compostos entrando no mercado todos os anos, há muito a ser testado.

O professor Hartung diz que sistemas de IA treinados estão começando a ser capazes de determinar a toxicidade de um novo produto químico.

"Ter ferramentas disponíveis onde podemos pressionar um botão e obter uma avaliação preliminar, que nos dá alguns sinais de 'aqui está um problema'... será extremamente útil."

Hartung acrescenta que, embora os sistemas de software sejam usados há muito tempo na Toxicologia, a IA está proporcionando um "enorme salto em frente" tanto em potência quanto em precisão.

"Isso está subitamente criando oportunidades que não existiam antes", diz ele, acrescentando que a IA está agora envolvida em todas as fases dos testes de toxicidade.

A inteligência artificial está sendo usada até mesmo para criar novos medicamentos.

É claro que os sistemas de IA não são perfeitos para determinar a segurança química. Um problema é o fenômeno conhecido como viés de dados.

Um exemplo disso é se um sistema de IA e o seu algoritmo tiverem sido treinados utilizando dados de saúde predominantemente de um grupo étnico.

O risco é que os seus cálculos ou conclusões não sejam inteiramente adequados para pessoas de outra origem étnica.

Mas, como salienta o professor Hartung, testar medicamentos humanos em animais pode, por vezes, ser de pouca utilidade também.

Por exemplo, o medicamento para artrite Vioxx passou pela fase de testes em animais, mas depois foi retirado da venda após estudos terem demonstrado que o uso a longo prazo por seres humanos levou a um risco aumentado de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.

Por outro lado, alguns medicamentos amplamente utilizados teriam falhado em testes em animais, como o analgésico aspirina, que é tóxico para embriões de ratos.

Hartung conclui que, em vários casos, a IA já tem se revelado mais precisa do que os testes em animais.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nnp21 zxe4o fragmento)
Em: Mas, como salienta o professor Hartung, testar medicamentos humanos em animais pode, por vezes, ser de pouca utilidade também.
A palavra destacada pode ser substituída sem alteração de sentido por:
Alternativas
Q3400427 Português
A inteligência artificial vai acabar com os testes em animais?


Dos amantes da causa animal aos técnicos de laboratório, ninguém gosta de submeter os animais a testes científicos.

Mas isso acaba sendo feito para ajudar a garantir que os medicamentos e outras substâncias sejam seguros para eventual uso humano.

Os pesquisadores há muito tempo buscam alternativas que não envolvam os animais. Os sistemas de inteligência artificial (IA) agora estão acelerando o trabalho nessa área.

Uma aplicação da IA neste campo pode ser considerada simples e especialistas acreditam que ela está se revelando eficaz. Isso porque a tecnologia utiliza todos os resultados globais de testes em animais existentes e disponíveis e evita a necessidade de novos testes desnecessários.

Isso é útil porque pode ser difícil para os cientistas examinarem décadas de dados para encontrar e analisar exatamente o que procuram, diz Joseph Manuppello, analista de investigação sênior do Comitê de Medicina Responsável, uma organização sem fins lucrativos dos EUA.

"Estou muito entusiasmado com a aplicação de modelos de IA como o ChatGPT para extrair e sintetizar todos esses dados disponíveis e tirar o máximo proveito deles", diz.

Thomas Hartung é professor de Toxicologia na Universidade Johns Hopkins, nos EUA, e também diretor do Centro de Alternativas aos Testes em Animais. Ele diz: "A IA é tão boa quanto um ser humano, ou melhor, na extração de informações de artigos científicos".

Quando se trata dos atuais testes em animais, Hartung diz que a necessidade de testar novos produtos químicos é uma das principais razões. E com mais de 1.000 desses novos compostos entrando no mercado todos os anos, há muito a ser testado.

O professor Hartung diz que sistemas de IA treinados estão começando a ser capazes de determinar a toxicidade de um novo produto químico.

"Ter ferramentas disponíveis onde podemos pressionar um botão e obter uma avaliação preliminar, que nos dá alguns sinais de 'aqui está um problema'... será extremamente útil."

Hartung acrescenta que, embora os sistemas de software sejam usados há muito tempo na Toxicologia, a IA está proporcionando um "enorme salto em frente" tanto em potência quanto em precisão.

"Isso está subitamente criando oportunidades que não existiam antes", diz ele, acrescentando que a IA está agora envolvida em todas as fases dos testes de toxicidade.

A inteligência artificial está sendo usada até mesmo para criar novos medicamentos.

É claro que os sistemas de IA não são perfeitos para determinar a segurança química. Um problema é o fenômeno conhecido como viés de dados.

Um exemplo disso é se um sistema de IA e o seu algoritmo tiverem sido treinados utilizando dados de saúde predominantemente de um grupo étnico.

O risco é que os seus cálculos ou conclusões não sejam inteiramente adequados para pessoas de outra origem étnica.

Mas, como salienta o professor Hartung, testar medicamentos humanos em animais pode, por vezes, ser de pouca utilidade também.

Por exemplo, o medicamento para artrite Vioxx passou pela fase de testes em animais, mas depois foi retirado da venda após estudos terem demonstrado que o uso a longo prazo por seres humanos levou a um risco aumentado de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.

Por outro lado, alguns medicamentos amplamente utilizados teriam falhado em testes em animais, como o analgésico aspirina, que é tóxico para embriões de ratos.

Hartung conclui que, em vários casos, a IA já tem se revelado mais precisa do que os testes em animais.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nnp21 zxe4o fragmento)
De acordo com o texto é INCORRETO afirmar: 
Alternativas
Q3399217 Saúde Pública
O Programa Nacional de Controle da Dengue (PNCD) foi implementado em 2002 e procurou incorporar as lições das experiências nacionais e internacionais de controle da dengue. Sobre o PNCD, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3399216 Saúde Pública
Acerca do controle de roedores em áreas urbanas, julgue as afirmativas abaixo:
I.A forma mais adequada de combater roedores é a realização de campanhas de desratização em períodos críticos, só pela aplicação de raticidas.
II.Um programa de controle de roedores deve ter como base o diagnóstico do município ou parte dele quanto à prevalência das espécies existentes, grau de incidência de doenças por eles transmitidas, assim como as condições socioeconômicas e sanitárias da cidade em questão.
III.As ações estratégicas para o controle de roedores podem envolver somente as instituições governamentais e particulares, que atuam direta ou indiretamente na área de zoonoses e meio ambiente, excluindo da participação a comunidade e a população.
É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3399214 Saúde Pública
O Aedes aegypti é uma espécie tropical e subtropical, encontrada em todo mundo. Sobre a biologia do Aedes aegypti , marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3399213 Saúde Pública
A raiva é uma doença infecciosa aguda grave, que acomete mamíferos, inclusive o homem. Sobre a raiva, marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3399212 Patologia
 A malária é uma doença infecciosa também é conhecida como impaludismo, paludismo, febre palustre, febre intermitente, febre terçã benigna, febre terçã maligna, além de nomes populares como maleita, sezão, tremedeira ou batedeira. Sobre a malária, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3399211 Saúde Pública
O Agente de Combate às Endemias tem como atribuição o exercício de atividades de vigilância, prevenção e controle de doenças e promoção da saúde, desenvolvidas em conformidade com as diretrizes do SUS e sob supervisão do gestor de cada ente federado. Todas as alternativas apresentam atividades típicas do Agente de Combate às Endemias, em sua área geográfica de atuação, EXCETO:
Alternativas
Q3399210 Noções de Primeiros Socorros
"Apesar de muitos considerarem esses termos como sinônimos, existem distinções conceituais entre animais peçonhentos e venenosos. Ambos produzem toxinas em glândulas ou tecidos, mas os animais venenosos armazenam essas substâncias para defesa contra predadores, enquanto os peçonhentos têm a capacidade adicional de injetá-las ativamente, seja em presas para predar ou em predadores para se defender".
(Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br)
Sobre as noções básicas de prevenção de acidentes e primeiros socorros com animais peçonhentos, julgue as alternativas abaixo:
I.O tratamento específico para envenenamento por escorpião é feito com o Soro Antiescorpiônico, de preferência ou, na falta deste, com o Soro Antiaracnídico (Loxosceles, Phoneutria e Tityus). Os soros devem ser administrados em ambiente hospitalar e sob supervisão médica.
 II.O Brasil não é produtor do Soro Antilonômico (SALon), específico para o tratamento dos envenenamentos moderados e graves causados por lagartas do Gênero Lonomia.
III.Com relação a picadas de abelha, o quadro de intoxicação varia pela quantidade de veneno aplicado e pela susceptibilidade do indivíduo em relação a uma reação alérgica ao veneno.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3399209 Patologia
A doença de Chagas (ou Tripanossomíase americana) é a infecção que presenta uma fase aguda (doença de Chagas aguda − DCA) que pode ser sintomática ou não, e uma fase crônica, que pode se manifestar nas formas indeterminada (assintomática), cardíaca, digestiva ou cardiodigestiva. Sobre a doença de chagas, marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3399208 Saúde Pública
A febre maculosa é uma doença infecciosa, febril aguda e de gravidade variável. Ela pode variar desde as formas clínicas leves e atípicas até formas graves, com elevada taxa de letalidade. Acerca da febre maculosa, marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3399207 Saúde Pública
 A Zika Vírus é uma arbovirose causada pelo vírus Zika (ZIKV). Sobre a doença Zika Vírus, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3399206 Saúde Pública
No segundo semestre de 2014, o Brasil confirmou, por métodos laboratoriais, a presença da Chikunguya nos estados do Amapá e Bahia. Atualmente, todas os Estados registram transmissão da arbovirose. Sobre a Chikunguya, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
14801: B
14802: E
14803: C
14804: E
14805: X
14806: B
14807: B
14808: D
14809: X
14810: B
14811: E
14812: B
14813: E
14814: A
14815: B
14816: X
14817: E
14818: E
14819: D
14820: X