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Leia os dois textos abaixo e atenda ao solicitado.
Texto 1
A construção de uma marca forte é um processo estratégico que envolve mais do que a criação de um logotipo ou de um nome conhecido. Trata-se de transmitir valores, propósito e uma promessa consistente. Em geral as marcas bem-sucedidas compreendem que os consumidores não escolhem produtos apenas com base em características técnicas ou preços, mas sim pela identificação com os princípios e a história que aquela marca representa. Assim, o gerenciamento eficiente da marca é essencial para alcançar relevância e fidelização no mercado.
Texto 2
Um fator relevante na gestão de marca é a consistência. Empresas que conseguem manter uma comunicação uniforme em todos os pontos de contato com o cliente, como redes sociais, embalagens, publicidade e atendimento, fortalecem sua identidade e geram mais confiança no público. Além disso, a compreensão profunda sobre o que torna a marca única permite o desenvolvimento de campanhas mais assertivas, que reforçam o posicionamento da organização no mercado e impulsionam o reconhecimento no longo prazo.
A respeito dos dois textos acima, analise as afirmativas e assinale a alternativa correta:
A estrutura de uma notícia jornalística segue padrões específicos para facilitar a compreensão do leitor. A linguagem e a organização do texto têm como objetivo informar de maneira clara e acessível.
Com base no texto apresentado, analise as afirmativas abaixo e atenda ao solicitado.
I.O lide tem a função de apresentar os principais fatos da notícia de maneira concisa.
II.A linguagem jornalística busca sempre uma abordagem informal e subjetiva para atrair o leitor.
III.A leitura de uma notícia em um jornal pode ser seletiva, pois o leitor não precisa necessariamente ler o texto inteiro para se informar.
É correto o que se afirma em:
Leia os textos a seguir e atenda ao solicitado.
Texto 1
O marketing 3.0 representou uma mudança significativa, em que o consumidor passou a se reconhecer como um ser humano completo, com mente, coração e espírito. Essa abordagem trouxe a necessidade das empresas criarem conexões emocionais com os consumidores que buscam mais que meramente um produto.
Texto 2
Essa conexão emocional ocorre quando os consumidores percebem que a marca compartilha dos mesmos valores e preocupações que eles. Assim, o processo de decisão de compra passa a considerar não apenas os atributos técnicos do produto, mas também os valores intangíveis associados à marca.
A respeito dos dois textos acima e do tema marketing, assinale a alternativa correta:
As ouvidorias públicas desempenham um papel fundamental na mediação entre o cidadão e os órgãos públicos, buscando melhorar a qualidade dos serviços prestados. A atuação das ouvidorias inclui a análise de manifestações e a proposição de melhorias, com base em relatórios de gestão que identificam falhas e sugerem ajustes.
Considerando as informações do texto acima, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I.As ouvidorias públicas têm, entre suas atribuições, o dever de acompanhar a prestação dos serviços públicos, visando garantir sua efetividade.
Porque
II.O relatório de gestão das ouvidorias deve indicar os motivos das manifestações, analisar pontos recorrentes e apontar as providências adotadas na busca pela melhoria contínua dos serviços.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:

Mother Goose and Grimm cartoon, by Mike Peters

Mother Goose and Grimm cartoon, by Mike Peters

Mother Goose and Grimm cartoon, by Mike Peters
Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land

Lakes and connecting streams in the northeastern part of the National Petroleum Reserve in Alaska, June 2014.
Four days before President Joe Biden is set to leave office, his administration recommended that about 3 million more acres in Alaska's western Arctic be protected from development and issued a guideline, effective immediately, requiring additional protections for traditional Native subsistence harvests of fish, caribou and other resources.
The new recommendations and guidance, which apply to the 23-million-acre National Petroleum Reserve in Alaska, run counter to President-elect Donald Trump's expressed plans to expand oil drilling in the Arctic and elsewhere and to overturn Biden administration environmental policies more broadly.
The recommendations for additional land to be protected as part of what are termed "special areas" and the guidance for elevating the importance of subsistence and tribal consultation could be ignored or scrapped by the incoming Trump administration.
The northeastern part of the reserve is the area considered most likely to hold oil and where development has spread in recent years. There is already production in that area, and the most notable production expected in the future is from ConocoPhillips' Willow project. Willow won Biden administration approval in 2023. Production is expected to start by the end of the decade and peak at 180,000 barrels per day; current production from all North Slope fields amounts to less than 470,000 barrels per day.
Like the existing Teshekpuk special area, which holds important habitat for caribou, fish and migratory birds, the village of Nuiqsut is in the general area of the reserve's northeastern corner, where new oil development has occurred. Nuiqsut is so close that oilfield infrastructure can be seen from the village.

Pipelines extend across the landscape outside Nuiqsut, Alaska, May 2019.
"But at the same time, I think we and our partners have also made it abundantly clear that we're going to keep fighting, and keep fighting for protections in the Western Arctic," she said.
(From ROSEN, Yereth. Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land, Alaska Beacon, January 17, 2025. In alaskabeacon.com/2025/01/17/biden-administration-in-its-last-days-proposes-new-protections-for-arctic-alaska-land/, accessed on February 19th, 2025)
Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land

Lakes and connecting streams in the northeastern part of the National Petroleum Reserve in Alaska, June 2014.
Four days before President Joe Biden is set to leave office, his administration recommended that about 3 million more acres in Alaska's western Arctic be protected from development and issued a guideline, effective immediately, requiring additional protections for traditional Native subsistence harvests of fish, caribou and other resources.
The new recommendations and guidance, which apply to the 23-million-acre National Petroleum Reserve in Alaska, run counter to President-elect Donald Trump's expressed plans to expand oil drilling in the Arctic and elsewhere and to overturn Biden administration environmental policies more broadly.
The recommendations for additional land to be protected as part of what are termed "special areas" and the guidance for elevating the importance of subsistence and tribal consultation could be ignored or scrapped by the incoming Trump administration.
The northeastern part of the reserve is the area considered most likely to hold oil and where development has spread in recent years. There is already production in that area, and the most notable production expected in the future is from ConocoPhillips' Willow project. Willow won Biden administration approval in 2023. Production is expected to start by the end of the decade and peak at 180,000 barrels per day; current production from all North Slope fields amounts to less than 470,000 barrels per day.
Like the existing Teshekpuk special area, which holds important habitat for caribou, fish and migratory birds, the village of Nuiqsut is in the general area of the reserve's northeastern corner, where new oil development has occurred. Nuiqsut is so close that oilfield infrastructure can be seen from the village.

Pipelines extend across the landscape outside Nuiqsut, Alaska, May 2019.
"But at the same time, I think we and our partners have also made it abundantly clear that we're going to keep fighting, and keep fighting for protections in the Western Arctic," she said.
(From ROSEN, Yereth. Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land, Alaska Beacon, January 17, 2025. In alaskabeacon.com/2025/01/17/biden-administration-in-its-last-days-proposes-new-protections-for-arctic-alaska-land/, accessed on February 19th, 2025)
Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land

Lakes and connecting streams in the northeastern part of the National Petroleum Reserve in Alaska, June 2014.
Four days before President Joe Biden is set to leave office, his administration recommended that about 3 million more acres in Alaska's western Arctic be protected from development and issued a guideline, effective immediately, requiring additional protections for traditional Native subsistence harvests of fish, caribou and other resources.
The new recommendations and guidance, which apply to the 23-million-acre National Petroleum Reserve in Alaska, run counter to President-elect Donald Trump's expressed plans to expand oil drilling in the Arctic and elsewhere and to overturn Biden administration environmental policies more broadly.
The recommendations for additional land to be protected as part of what are termed "special areas" and the guidance for elevating the importance of subsistence and tribal consultation could be ignored or scrapped by the incoming Trump administration.
The northeastern part of the reserve is the area considered most likely to hold oil and where development has spread in recent years. There is already production in that area, and the most notable production expected in the future is from ConocoPhillips' Willow project. Willow won Biden administration approval in 2023. Production is expected to start by the end of the decade and peak at 180,000 barrels per day; current production from all North Slope fields amounts to less than 470,000 barrels per day.
Like the existing Teshekpuk special area, which holds important habitat for caribou, fish and migratory birds, the village of Nuiqsut is in the general area of the reserve's northeastern corner, where new oil development has occurred. Nuiqsut is so close that oilfield infrastructure can be seen from the village.

Pipelines extend across the landscape outside Nuiqsut, Alaska, May 2019.
"But at the same time, I think we and our partners have also made it abundantly clear that we're going to keep fighting, and keep fighting for protections in the Western Arctic," she said.
(From ROSEN, Yereth. Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land, Alaska Beacon, January 17, 2025. In alaskabeacon.com/2025/01/17/biden-administration-in-its-last-days-proposes-new-protections-for-arctic-alaska-land/, accessed on February 19th, 2025)
Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land

Lakes and connecting streams in the northeastern part of the National Petroleum Reserve in Alaska, June 2014.
Four days before President Joe Biden is set to leave office, his administration recommended that about 3 million more acres in Alaska's western Arctic be protected from development and issued a guideline, effective immediately, requiring additional protections for traditional Native subsistence harvests of fish, caribou and other resources.
The new recommendations and guidance, which apply to the 23-million-acre National Petroleum Reserve in Alaska, run counter to President-elect Donald Trump's expressed plans to expand oil drilling in the Arctic and elsewhere and to overturn Biden administration environmental policies more broadly.
The recommendations for additional land to be protected as part of what are termed "special areas" and the guidance for elevating the importance of subsistence and tribal consultation could be ignored or scrapped by the incoming Trump administration.
The northeastern part of the reserve is the area considered most likely to hold oil and where development has spread in recent years. There is already production in that area, and the most notable production expected in the future is from ConocoPhillips' Willow project. Willow won Biden administration approval in 2023. Production is expected to start by the end of the decade and peak at 180,000 barrels per day; current production from all North Slope fields amounts to less than 470,000 barrels per day.
Like the existing Teshekpuk special area, which holds important habitat for caribou, fish and migratory birds, the village of Nuiqsut is in the general area of the reserve's northeastern corner, where new oil development has occurred. Nuiqsut is so close that oilfield infrastructure can be seen from the village.

Pipelines extend across the landscape outside Nuiqsut, Alaska, May 2019.
"But at the same time, I think we and our partners have also made it abundantly clear that we're going to keep fighting, and keep fighting for protections in the Western Arctic," she said.
(From ROSEN, Yereth. Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land, Alaska Beacon, January 17, 2025. In alaskabeacon.com/2025/01/17/biden-administration-in-its-last-days-proposes-new-protections-for-arctic-alaska-land/, accessed on February 19th, 2025)
Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land

Lakes and connecting streams in the northeastern part of the National Petroleum Reserve in Alaska, June 2014.
Four days before President Joe Biden is set to leave office, his administration recommended that about 3 million more acres in Alaska's western Arctic be protected from development and issued a guideline, effective immediately, requiring additional protections for traditional Native subsistence harvests of fish, caribou and other resources.
The new recommendations and guidance, which apply to the 23-million-acre National Petroleum Reserve in Alaska, run counter to President-elect Donald Trump's expressed plans to expand oil drilling in the Arctic and elsewhere and to overturn Biden administration environmental policies more broadly.
The recommendations for additional land to be protected as part of what are termed "special areas" and the guidance for elevating the importance of subsistence and tribal consultation could be ignored or scrapped by the incoming Trump administration.
The northeastern part of the reserve is the area considered most likely to hold oil and where development has spread in recent years. There is already production in that area, and the most notable production expected in the future is from ConocoPhillips' Willow project. Willow won Biden administration approval in 2023. Production is expected to start by the end of the decade and peak at 180,000 barrels per day; current production from all North Slope fields amounts to less than 470,000 barrels per day.
Like the existing Teshekpuk special area, which holds important habitat for caribou, fish and migratory birds, the village of Nuiqsut is in the general area of the reserve's northeastern corner, where new oil development has occurred. Nuiqsut is so close that oilfield infrastructure can be seen from the village.

Pipelines extend across the landscape outside Nuiqsut, Alaska, May 2019.
"But at the same time, I think we and our partners have also made it abundantly clear that we're going to keep fighting, and keep fighting for protections in the Western Arctic," she said.
(From ROSEN, Yereth. Biden administration, in its last days, proposes new protections for Arctic Alaska land, Alaska Beacon, January 17, 2025. In alaskabeacon.com/2025/01/17/biden-administration-in-its-last-days-proposes-new-protections-for-arctic-alaska-land/, accessed on February 19th, 2025)
Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas
Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.
A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.
À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.
Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.
Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.
A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.
Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.
O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?
A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.
Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.
Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.
Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.
Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.
Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.
Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?
A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.
A solução "está" em uma abordagem multifacetada, que "combina" mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.
Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo e no pretérito imperfeito do subjuntivo, respectivamente, tem-se: (considere as alterações se necessário)
Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas
Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.
A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.
À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.
Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.
Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.
A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.
Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.
O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?
A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.
Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.
Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.
Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.
Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.
Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.
Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?
A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.
"Piscar" menos e manter o foco próximo "desencadeia" uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.
Os verbos destacados, nesta frase, comportam-se, respectivamente, como verbos:
Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas
Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.
A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.
À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.
Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.
Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.
A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.
Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.
O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?
A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.
Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.
Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.
Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.
Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.
Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.
Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?
A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.
A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-"se" um grande problema de saúde pública.
De acordo com as regras de colocação pronominal, é correto afirmar que, morfologicamente, o vocábulo destacado trata-se de:
Os Primeiros Socorros consistem em ações imediatas prestadas a vítimas de acidentes ou mal súbito, com a finalidade de preservar a vida e evitar o agravamento do quadro até a chegada de atendimento especializado. Em situações de urgência, qualquer pessoa capacitada pode intervir, desde que mantenha a calma e atue dentro dos limites de seus conhecimentos.
Diante do exposto, assinale V, para verdadeiro, e F, para falso, nas afirmativas a seguir:
(__)A principal função de quem presta os primeiros socorros é realizar procedimentos médicos complexos.
(__)A pessoa que está prestando os primeiros socorros deve administrar medicamentos para aliviar a dor da vítima.
(__)A pessoa que está prestando os primeiros socorros deve mover a vítima imediatamente, mesmo sem riscos aparentes, para acelerar o socorro.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Crimes de tortura são práticas ilegais que envolvem o uso de violência física ou psicológica grave contra uma pessoa, com o objetivo de causar sofrimento, dor ou humilhação. De acordo com a Lei nº 9.455, de 7 de abril de 1997, que define os crimes de tortura, constitui crime de tortura constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental:
I.Com o fim de obter informação, declaração ou confissão da vítima ou de terceira pessoa.
II.Para provocar ação ou omissão de natureza criminosa.
III.Em razão de discriminação racial ou religiosa.
É CORRETO o que se afirma em:
Instituído pela Lei nº 8.242, de 1991, o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA) é um órgão colegiado permanente, de natureza deliberativa e composição paritária, conforme previsto no artigo 88 do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90).
Fonte: https://www.gov.br/mdh/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselho-nacional-dos-direitos-da-crianca-e-do-adolescente-conanda/conanda
Entre as atribuições do CONANDA, estão:
I.Fiscalizar as ações de promoção dos direitos da infância e adolescência executadas por organismos governamentais e não-governamentais.
II.Definir as diretrizes para a criação e o funcionamento dos Conselhos Estaduais, Distrital e Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente e dos Conselhos Tutelares.
III.Gerir o Fundo Nacional para a Criança e o Adolescente (FNCA).
É CORRETO o que se afirma em: