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Q3426743 Português
Leia o Texto I e responda à questão.

Texto I

OS INVISÍVEIS DO BRASIL

A falta de registro civil continua a ser um obstáculo à cidadania e ao acesso a direitos fundamentais para quase três milhões de brasileiros que vivem à margem da sociedade


     Em um País que se orgulha de sua democracia e diversidade, é alarmante saber que, em pleno século XXI, milhões de brasileiros permanecem invisíveis. Sem uma certidão de nascimento, uma pessoa não possui nome, sobrenome ou nacionalidade, tornando-se um espectro na sociedade. Esse documento, que deveria ser um direito básico, é a chave para a cidadania, permitindo o acesso à educação, saúde, casamento civil e programas sociais. No entanto, dados do Censo 2022 revelam que mais de 2,7 milhões de pessoas não possuem nenhum tipo de documento de identificação civil, evidenciando que a cidadania no Brasil é um privilégio reservado a poucos.

     Esse cenário é especialmente preocupante entre as populações mais vulneráveis. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022 havia mais de 87 mil crianças de até cinco anos sem registro civil. Embora tenha havido uma queda em relação a 2010, a subnotificação ainda é alarmante, especialmente entre povos indígenas na Amazônia Legal. A região Norte tem a maior proporção de casos sem registro, com mais de 86% da população com até cinco anos sem registro. Em plena era globalizada, o Brasil ainda enfrenta uma questão que deveria ter sido superada: a inclusão de todos os cidadãos no sistema civil. As desigualdades regionais são alarmantes; enquanto no Sul apenas 0,28% da população geral está sem registro, no Norte esse número salta para 7,5%. A importância deste se torna ainda mais evidente em contextos críticos, como a pandemia de COVID-19, em que a ausência de identificação dificultou o acesso à vacinação, expondo essa população a riscos ainda maiores.


Fonte: OS INVISÍVEIS. Isto É, Comportamento/saúde, 22 ago. 2024. Disponível em: <https://www.pressreader.com/brazil/isto-e/20240822/page/38/textview>.Acesso em: 24 out. 2024.Adaptado.  
Leia o fragmento: “Em plena era globalizada, o Brasil ainda enfrenta uma questão que deveria ter sido superada”.

Assinale a alternativa CORRETA que indica o sujeito do fragmento:
Alternativas
Q3426742 Português
Leia o Texto I e responda à questão.

Texto I

OS INVISÍVEIS DO BRASIL

A falta de registro civil continua a ser um obstáculo à cidadania e ao acesso a direitos fundamentais para quase três milhões de brasileiros que vivem à margem da sociedade


     Em um País que se orgulha de sua democracia e diversidade, é alarmante saber que, em pleno século XXI, milhões de brasileiros permanecem invisíveis. Sem uma certidão de nascimento, uma pessoa não possui nome, sobrenome ou nacionalidade, tornando-se um espectro na sociedade. Esse documento, que deveria ser um direito básico, é a chave para a cidadania, permitindo o acesso à educação, saúde, casamento civil e programas sociais. No entanto, dados do Censo 2022 revelam que mais de 2,7 milhões de pessoas não possuem nenhum tipo de documento de identificação civil, evidenciando que a cidadania no Brasil é um privilégio reservado a poucos.

     Esse cenário é especialmente preocupante entre as populações mais vulneráveis. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022 havia mais de 87 mil crianças de até cinco anos sem registro civil. Embora tenha havido uma queda em relação a 2010, a subnotificação ainda é alarmante, especialmente entre povos indígenas na Amazônia Legal. A região Norte tem a maior proporção de casos sem registro, com mais de 86% da população com até cinco anos sem registro. Em plena era globalizada, o Brasil ainda enfrenta uma questão que deveria ter sido superada: a inclusão de todos os cidadãos no sistema civil. As desigualdades regionais são alarmantes; enquanto no Sul apenas 0,28% da população geral está sem registro, no Norte esse número salta para 7,5%. A importância deste se torna ainda mais evidente em contextos críticos, como a pandemia de COVID-19, em que a ausência de identificação dificultou o acesso à vacinação, expondo essa população a riscos ainda maiores.


Fonte: OS INVISÍVEIS. Isto É, Comportamento/saúde, 22 ago. 2024. Disponível em: <https://www.pressreader.com/brazil/isto-e/20240822/page/38/textview>.Acesso em: 24 out. 2024.Adaptado.  
Leia o fragmento: “De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022 havia mais de 87 mil crianças de até cinco anos sem registro civil”.

Marque a alternativa CORRETA que indica a classe gramatical do termo civil no fragmento:
Alternativas
Q3426741 Português
Leia o Texto I e responda à questão.

Texto I

OS INVISÍVEIS DO BRASIL

A falta de registro civil continua a ser um obstáculo à cidadania e ao acesso a direitos fundamentais para quase três milhões de brasileiros que vivem à margem da sociedade


     Em um País que se orgulha de sua democracia e diversidade, é alarmante saber que, em pleno século XXI, milhões de brasileiros permanecem invisíveis. Sem uma certidão de nascimento, uma pessoa não possui nome, sobrenome ou nacionalidade, tornando-se um espectro na sociedade. Esse documento, que deveria ser um direito básico, é a chave para a cidadania, permitindo o acesso à educação, saúde, casamento civil e programas sociais. No entanto, dados do Censo 2022 revelam que mais de 2,7 milhões de pessoas não possuem nenhum tipo de documento de identificação civil, evidenciando que a cidadania no Brasil é um privilégio reservado a poucos.

     Esse cenário é especialmente preocupante entre as populações mais vulneráveis. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022 havia mais de 87 mil crianças de até cinco anos sem registro civil. Embora tenha havido uma queda em relação a 2010, a subnotificação ainda é alarmante, especialmente entre povos indígenas na Amazônia Legal. A região Norte tem a maior proporção de casos sem registro, com mais de 86% da população com até cinco anos sem registro. Em plena era globalizada, o Brasil ainda enfrenta uma questão que deveria ter sido superada: a inclusão de todos os cidadãos no sistema civil. As desigualdades regionais são alarmantes; enquanto no Sul apenas 0,28% da população geral está sem registro, no Norte esse número salta para 7,5%. A importância deste se torna ainda mais evidente em contextos críticos, como a pandemia de COVID-19, em que a ausência de identificação dificultou o acesso à vacinação, expondo essa população a riscos ainda maiores.


Fonte: OS INVISÍVEIS. Isto É, Comportamento/saúde, 22 ago. 2024. Disponível em: <https://www.pressreader.com/brazil/isto-e/20240822/page/38/textview>.Acesso em: 24 out. 2024.Adaptado.  
Considere o fragmento “Esse documento, que deveria ser um direito básico, é a chave para a cidadania, permitindo o acesso à educação, saúde, casamento civil e programas sociais” (1º§) para avaliar as assertivas que seguem.

I- A expressão “esse documento” retoma “certidão de nascimento”.
II- A expressão “esse documento” poderia ser substituída sem alteração de sentido pela expressão “aquele documento”.
III- O termo “esse” é um pronome demonstrativo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3426740 Português
Leia o Texto I e responda à questão.

Texto I

OS INVISÍVEIS DO BRASIL

A falta de registro civil continua a ser um obstáculo à cidadania e ao acesso a direitos fundamentais para quase três milhões de brasileiros que vivem à margem da sociedade


     Em um País que se orgulha de sua democracia e diversidade, é alarmante saber que, em pleno século XXI, milhões de brasileiros permanecem invisíveis. Sem uma certidão de nascimento, uma pessoa não possui nome, sobrenome ou nacionalidade, tornando-se um espectro na sociedade. Esse documento, que deveria ser um direito básico, é a chave para a cidadania, permitindo o acesso à educação, saúde, casamento civil e programas sociais. No entanto, dados do Censo 2022 revelam que mais de 2,7 milhões de pessoas não possuem nenhum tipo de documento de identificação civil, evidenciando que a cidadania no Brasil é um privilégio reservado a poucos.

     Esse cenário é especialmente preocupante entre as populações mais vulneráveis. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022 havia mais de 87 mil crianças de até cinco anos sem registro civil. Embora tenha havido uma queda em relação a 2010, a subnotificação ainda é alarmante, especialmente entre povos indígenas na Amazônia Legal. A região Norte tem a maior proporção de casos sem registro, com mais de 86% da população com até cinco anos sem registro. Em plena era globalizada, o Brasil ainda enfrenta uma questão que deveria ter sido superada: a inclusão de todos os cidadãos no sistema civil. As desigualdades regionais são alarmantes; enquanto no Sul apenas 0,28% da população geral está sem registro, no Norte esse número salta para 7,5%. A importância deste se torna ainda mais evidente em contextos críticos, como a pandemia de COVID-19, em que a ausência de identificação dificultou o acesso à vacinação, expondo essa população a riscos ainda maiores.


Fonte: OS INVISÍVEIS. Isto É, Comportamento/saúde, 22 ago. 2024. Disponível em: <https://www.pressreader.com/brazil/isto-e/20240822/page/38/textview>.Acesso em: 24 out. 2024.Adaptado.  
No fragmento “Embora tenha havido uma queda em relação a 2010, a subnotificação ainda é alarmante, especialmente entre povos indígenas na Amazônia Legal”, o termo subnotificação, indica:
Alternativas
Q3426739 Português
Leia o Texto I e responda à questão.

Texto I

OS INVISÍVEIS DO BRASIL

A falta de registro civil continua a ser um obstáculo à cidadania e ao acesso a direitos fundamentais para quase três milhões de brasileiros que vivem à margem da sociedade


     Em um País que se orgulha de sua democracia e diversidade, é alarmante saber que, em pleno século XXI, milhões de brasileiros permanecem invisíveis. Sem uma certidão de nascimento, uma pessoa não possui nome, sobrenome ou nacionalidade, tornando-se um espectro na sociedade. Esse documento, que deveria ser um direito básico, é a chave para a cidadania, permitindo o acesso à educação, saúde, casamento civil e programas sociais. No entanto, dados do Censo 2022 revelam que mais de 2,7 milhões de pessoas não possuem nenhum tipo de documento de identificação civil, evidenciando que a cidadania no Brasil é um privilégio reservado a poucos.

     Esse cenário é especialmente preocupante entre as populações mais vulneráveis. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022 havia mais de 87 mil crianças de até cinco anos sem registro civil. Embora tenha havido uma queda em relação a 2010, a subnotificação ainda é alarmante, especialmente entre povos indígenas na Amazônia Legal. A região Norte tem a maior proporção de casos sem registro, com mais de 86% da população com até cinco anos sem registro. Em plena era globalizada, o Brasil ainda enfrenta uma questão que deveria ter sido superada: a inclusão de todos os cidadãos no sistema civil. As desigualdades regionais são alarmantes; enquanto no Sul apenas 0,28% da população geral está sem registro, no Norte esse número salta para 7,5%. A importância deste se torna ainda mais evidente em contextos críticos, como a pandemia de COVID-19, em que a ausência de identificação dificultou o acesso à vacinação, expondo essa população a riscos ainda maiores.


Fonte: OS INVISÍVEIS. Isto É, Comportamento/saúde, 22 ago. 2024. Disponível em: <https://www.pressreader.com/brazil/isto-e/20240822/page/38/textview>.Acesso em: 24 out. 2024.Adaptado.  
No fragmento “Em um País que se orgulha de sua democracia e diversidade, é alarmante saber que, em pleno século XXI, milhões de brasileiros permanecem invisíveis”, o termo invisíveis remete ao sentido:
Alternativas
Q3426738 Português
Leia o Texto I e responda à questão.

Texto I

OS INVISÍVEIS DO BRASIL

A falta de registro civil continua a ser um obstáculo à cidadania e ao acesso a direitos fundamentais para quase três milhões de brasileiros que vivem à margem da sociedade


     Em um País que se orgulha de sua democracia e diversidade, é alarmante saber que, em pleno século XXI, milhões de brasileiros permanecem invisíveis. Sem uma certidão de nascimento, uma pessoa não possui nome, sobrenome ou nacionalidade, tornando-se um espectro na sociedade. Esse documento, que deveria ser um direito básico, é a chave para a cidadania, permitindo o acesso à educação, saúde, casamento civil e programas sociais. No entanto, dados do Censo 2022 revelam que mais de 2,7 milhões de pessoas não possuem nenhum tipo de documento de identificação civil, evidenciando que a cidadania no Brasil é um privilégio reservado a poucos.

     Esse cenário é especialmente preocupante entre as populações mais vulneráveis. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022 havia mais de 87 mil crianças de até cinco anos sem registro civil. Embora tenha havido uma queda em relação a 2010, a subnotificação ainda é alarmante, especialmente entre povos indígenas na Amazônia Legal. A região Norte tem a maior proporção de casos sem registro, com mais de 86% da população com até cinco anos sem registro. Em plena era globalizada, o Brasil ainda enfrenta uma questão que deveria ter sido superada: a inclusão de todos os cidadãos no sistema civil. As desigualdades regionais são alarmantes; enquanto no Sul apenas 0,28% da população geral está sem registro, no Norte esse número salta para 7,5%. A importância deste se torna ainda mais evidente em contextos críticos, como a pandemia de COVID-19, em que a ausência de identificação dificultou o acesso à vacinação, expondo essa população a riscos ainda maiores.


Fonte: OS INVISÍVEIS. Isto É, Comportamento/saúde, 22 ago. 2024. Disponível em: <https://www.pressreader.com/brazil/isto-e/20240822/page/38/textview>.Acesso em: 24 out. 2024.Adaptado.  
Assinale a alternativa CORRETA de acordo com as ideias apresentadas no Texto I.
Alternativas
Q3426737 Português
Leia o Texto I e responda à questão.

Texto I

OS INVISÍVEIS DO BRASIL

A falta de registro civil continua a ser um obstáculo à cidadania e ao acesso a direitos fundamentais para quase três milhões de brasileiros que vivem à margem da sociedade


     Em um País que se orgulha de sua democracia e diversidade, é alarmante saber que, em pleno século XXI, milhões de brasileiros permanecem invisíveis. Sem uma certidão de nascimento, uma pessoa não possui nome, sobrenome ou nacionalidade, tornando-se um espectro na sociedade. Esse documento, que deveria ser um direito básico, é a chave para a cidadania, permitindo o acesso à educação, saúde, casamento civil e programas sociais. No entanto, dados do Censo 2022 revelam que mais de 2,7 milhões de pessoas não possuem nenhum tipo de documento de identificação civil, evidenciando que a cidadania no Brasil é um privilégio reservado a poucos.

     Esse cenário é especialmente preocupante entre as populações mais vulneráveis. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022 havia mais de 87 mil crianças de até cinco anos sem registro civil. Embora tenha havido uma queda em relação a 2010, a subnotificação ainda é alarmante, especialmente entre povos indígenas na Amazônia Legal. A região Norte tem a maior proporção de casos sem registro, com mais de 86% da população com até cinco anos sem registro. Em plena era globalizada, o Brasil ainda enfrenta uma questão que deveria ter sido superada: a inclusão de todos os cidadãos no sistema civil. As desigualdades regionais são alarmantes; enquanto no Sul apenas 0,28% da população geral está sem registro, no Norte esse número salta para 7,5%. A importância deste se torna ainda mais evidente em contextos críticos, como a pandemia de COVID-19, em que a ausência de identificação dificultou o acesso à vacinação, expondo essa população a riscos ainda maiores.


Fonte: OS INVISÍVEIS. Isto É, Comportamento/saúde, 22 ago. 2024. Disponível em: <https://www.pressreader.com/brazil/isto-e/20240822/page/38/textview>.Acesso em: 24 out. 2024.Adaptado.  
Considerando as ideias apresentadas no Texto I, analise as assertivas que seguem.

I- O texto destaca que a falta de registro civil afeta o acesso a programas sociais, casamento civil e à educação.
II- O texto indica que o número de pessoas sem registro civil no Brasil é insignificante e a situação está sob controle.
III- O texto destaca que, mesmo havendo uma redução na subnotificação de crianças sem registro civil, o problema ainda persiste de forma alarmante entre populações indígenas.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3426636 Enfermagem
De acordo com a Lei N° 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem e dá outras providências, o Técnico de Enfermagem exerce atividade de nível médio, cabendo-lhe especialmente:
Alternativas
Q3426635 Enfermagem
Durante uma visita domiciliar, o técnico de enfermagem foi chamado para atender uma criança de 4 anos que apresentava episódios de diarreia desde o dia anterior. Acriança estava ativa, brincando com os pais. O técnico fez uma avaliação cuidadosa, observando que não havia alteração nos olhos, lágrimas estavam presentes e a boca estava úmida. Ao sinal da prega abdominal, esta desaparecia imediatamente, o pulso estava cheio e não houve perda de peso nem queixa de sede. O profissional explicou que, apesar de a criança não apresentar sinais de desidratação naquele momento, era essencial continuar monitorando sua condição e tomar algumas medidas para prevenir a desidratação em seu domicílio.

Entre as orientações fornecidas, estavam:
I- Manter a alimentação habitual para prevenir a desnutrição.
II- Administrar zinco 1 vez ao dia, durante o período de 10 a 14 dias.
III- Reconhecer sinais de alerta: piora da diarreia (ex.: aumento da frequência ou do volume), vômitos repetidos, sangue nas fezes, diminuição da diurese, muita sede e recusa de alimentos.
IV- Esperar 7 dias e, se o paciente não melhorar, levá-lo imediatamente ao estabelecimento de saúde.
V- Oferecer de 100 a 200 mL de líquido após cada evacuação diarreica. Opções: líquidos caseiros, como água, chá e suco preferencialmente adoçados, água de coco, sopas e refrigerantes; ou solução de sais de reidratação oral (SRO).

De acordo com o protocolo do Ministério da Saúde (2023) para manejo do paciente com diarreia, é CORRETO o que se afirma em:

Fonte: Manejo do paciente com diarreia. Mistério da Saúde (2023). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/dtha/publicacoes/manejo-do-paciente-com-diarreia-cartaz/view. 
Alternativas
Q3426634 Enfermagem
Após registros recorde de dengue no ano de 2024, o Brasil inicia 2025 em estado de atenção para a possibilidade de novo crescimento da doença. Nas primeiras semanas do ano, já foram registrados mais de 90 mil casos prováveis e o número de mortes por suspeita de dengue passa de 100 em todo o território nacional, sendo urgente ampliar o monitoramento do avanço da doença.

Sobre o espectro clínico da dengue e, de acordo com o Manual do Ministério da Saúde (2024) “Dengue: diagnóstico e manejo clínico - Adulto e criança”, é CORRETO afirmar que:

Fonte: Brasil. Dengue: diagnóstico e manejo clínico: adulto e criança. 6. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2024. 
Alternativas
Q3426633 Enfermagem
João, 55 anos, foi atendido em emergência com quadro de náusea, vômito, desidratação, respiração de Kussmaul (profunda e rápida) e hálito cetônico. Ele tem histórico familiar de diabetes e apresenta sobrepeso e hipertensão não controlada. Glicemia de jejum de 260 mg/dl; pH arterial <7,3; cetonas séricas e urinarias presentes. Ao exame físico, observa-se diminuição dos reflexos tendinosos profundos e na sensação vibratória. O médico iniciou o tratamento com insulina e orientações sobre mudanças no estilo de vida para controlar os fatores de risco e prevenir o agravamento da doença. Considerando o caso em questão, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3426632 Enfermagem
Daniela, técnica de enfermagem com 5 anos de experiência, estava atendendo um paciente masculino de 68 anos que apresentava quadro de insuficiência renal aguda. O paciente necessitava de monitoramento constante e sua diurese estava reduzida. Durante a noite, o médico plantonista indicou a inserção de cateter vesical de demora. Contra a vontade de Daniela e sob coação e intimidação da enfermeira responsável pelo setor, que estava repousando, Daniela realizou a execução do cateterismo vesical. Apesar de não haver danos ao paciente, Daniela foi punida com advertência verbal e multa, além de ter sido exigida sua participação em um curso de atualização sobre ética e atuação profissional. Sobre o caso, de acordo com a Resolução COFEN nº 564/2017, que aprova o novo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, analise as afirmativas abaixo.

I- Realizar atos sob coação e intimidação são consideradas circunstâncias atenuantes.
II- Sob o ponto de vista legal, somente o Enfermeiro está apto, privativamente, para a execução do cateterismo vesical de demora.
III- A infração cometida por Daniela foi considerada gravíssima.
IV- Daniela cometeu a infração dolosamente, o que é considerado uma circunstância agravante.
V- A pena de Multa não pode ser aplicável nos casos em que o profissional executa atividades que não sejam de sua competência técnico-científica.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3426631 Enfermagem
A identificação e a avaliação do risco suicida são competências que dizem respeito a toda a rede de saúde, sendo fundamental que todos estejam capacitados para realizá-la, por se tratar de uma grande questão de saúde pública mundial.
Sobre o suicídio analise as afirmativas abaixo.

I- Faz parte do que habitualmente chamamos de comportamento suicida: os pensamentos, os planos e a tentativa de suicídio.
II- A ambivalência, a impulsividade e a rigidez são características psicopatológicas comuns no estado mental dos suicidas.
III- O suicídio é um comportamento com determinantes multifatoriais e resultado de uma complexa interação de fatores psicológicos e biológicos, inclusive genéticos, culturais e socioambientais.
IV- Os suicidas estão passando quase invariavelmente por uma doença mental e a principal doença associada ao comportamento suicida é a esquizofrenia.
V- Falar sobre o suicídio pode aumentar o risco, por isso, a mídia não deve abordar o tema.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3426630 Enfermagem
A troca dos equipos e dispositivos complementares é baseada em alguns fatores, como tipo de solução utilizada, frequência da infusão (contínuo ou intermitente), suspeita de contaminação ou quando a integridade do produto ou do sistema estiver comprometida.

Considerando as medidas de prevenção de infecção relacionadas à assistência à saúde (ANVISA, 2017), é CORRETO afirmar:
Fonte: Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde. Brasília: Anvisa, 2017.
Alternativas
Q3426629 Enfermagem
Ao atender um paciente com diagnóstico de esquizofrenia, que apresenta quadro de agitação psicomotora, agressividade, delírios e comportamento hostil, qual deve ser a conduta da equipe de enfermagem? 
Alternativas
Q3426628 Enfermagem
De acordo com as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria (2022) para Reanimação do recém-nascido ≥ 34 semanas em sala de parto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3426627 Enfermagem
De acordo com a Instrução Normativa do Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde (2024), qual vacina é ofertada de forma gratuita e rotineira pelo SUS para o público alvo especificado?
Alternativas
Q3426626 Enfermagem
F.S.D., 29 anos, primigesta de 32 semanas, procurou a emergência obstétrica relatando cefaleia, distúrbios visuais e dor epigástrica. Sinais vitais na admissão: Pressão arterial: 180/120 mmHg; Frequência cardíaca: 92 bpm; Temperatura: 36,8°C. A paciente foi diagnosticada com pré-eclâmpsia com sinais de gravidade. Prescrição médica: Sulfato de Magnésio em dose inicial de 4 g IV, a ser administrado em 10 minutos. Dose de manutenção (4 ciclos) - Para cada ciclo: 6 g de Sulfato de Magnésio diluído em 500 ml de SF 0,9%, para infundir em 6 horas, em bomba de infusão. Roseane, técnica de enfermagem, ao chegar no plantão, verifica que a dose inicial de sulfato de magnésio já havia sido administrada e que estava no horário do primeiro ciclo da dose de manutenção. Deste modo, dirige-se ao posto de enfermagem para preparar a medicação.

Sabendo que a apresentação do medicamento, disponível no serviço, é em ampola de 10 ml de Sulfato de Magnésio a 50%, quanto de Sulfato de Magnésio deve ser colocado na solução de SF 0,9% para este primeiro ciclo da medicação?
Alternativas
Q3426625 Enfermagem
Um adulto de 35 anos ingeriu acidentalmente cloro ao confundi-lo com água, em uma garrafa reutilizada. Ele apresentou queimação na garganta, obstrução das vias respiratórias e dor abdominal intensa, sendo rapidamente encaminhado a um pronto-socorro. Durante o tratamento emergencial para este caso, analise as condutas abaixo:

I- O vômito não deve ser induzido.
II- Administrar catárticos associado com o carvão ativado tem eficácia comprovada em reduzir o efeito do cloro.
III- Oferecer leite ou água para diluir e neutralizar a substância ingerida.
IV- Alavagem gástrica é sempre útil, segura e rotineiramente recomendada como primeira escolha, por meio de uma sonda gástrica de grossos calibre.
V- O xarope de ipeca é recomendado no caso de envenenamento por agente cáustico.

Está CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3426624 Enfermagem
Leia o caso e responda o que se pede:

J.S., 30 anos, Gesta 3, chega ao serviço de saúde em pleno trabalho de parto. A paciente possui histórico de duas cesáreas anteriores, útero retrovertido e incompatibilidade Rh. Durante ultrassom realizado à beira do leito, foi constatado que o bebê está em apresentação córmica e com circular de cordão.

Qual das condições apresentadas no caso acima constitui uma indicação absoluta de cesárea?
Alternativas
Respostas
6181: B
6182: E
6183: D
6184: C
6185: C
6186: C
6187: B
6188: C
6189: B
6190: B
6191: B
6192: C
6193: C
6194: E
6195: D
6196: A
6197: E
6198: A
6199: E
6200: A