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Em relação às anomalias, variações e condições/alterações patológicas que acometem as estruturas dentoalveolares e o complexo maxilomandibular, analise as proposições a seguir.
I- Imagem radiolúcida caracterizada por uma expansão relativamente simétrica de forma oval e de contornos regulares presentes no contorno dos limites pulpares dos dentes.
II- Radiograficamente caracterizada pelo aumento no volume das raízes do dente envolvido sem definição do espaço pericementário, parecendo estar unido com o osso adjacente.
III- Imagem radiopaca de forma oval ou arredondada observada tanto na câmera pulpar quanto no canal radicular dos dentes.
IV- Alteração dentária caracterizada radiograficamente por dois canais e duas raízes, dois canais e uma raiz ou apenas um canal e uma raiz.
As proposições tratam respectivamente, de/da:
No contexto descrito, é CORRETO afirmar que o material a ser utilizado para instalação do cuidado trata-se de um(a):
Com base no Protocolos de Intervenção para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (2016), analise as afirmações a seguir.
Fonte: Brasil. Protocolos de Intervenção para o SAMU 192 - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
I- Deve-se comunicar aos familiares e/ou responsáveis, sobre a contenção física, registrando o consentimento por escrito.
II- Deve-se iniciar a técnica quando o número mínimo de profissionais necessários estiver disponível (cinco pessoas).
III- Deve-se evitar informar continuamente o paciente sobre o procedimento que está sendo realizado, para que ele não fique mais ansioso e agitado.
IV- Deve-se dividir o procedimento em duas fases: imobilização (restrição dos movimentos e da locomoção) e contenção mecânica (uso de faixas).
V- Deve-se manter o paciente sob observação contínua, com registro a cada hora, durante o período em que permanecer contido.
Sobre a contenção física a ser realizada no paciente em questão, é CORRETO o que se afirma apenas em:
Sobre este assunto, e considerando as orientações do Manual de Rede de Frio do Programa Nacional de Imunizações (2017), é CORRETO afirmar:
Fonte: Brasil. Manual de Rede de Frio do Programa Nacional de Imunizações 5. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2017.
I- Incentivar e apoiar a participação dos profissionais de Enfermagem no desempenho de atividades em organizações da categoria.
II- Recusar-se a executar atividades que não sejam de sua competência técnica, científica, ética e legal ou que não ofereçam segurança ao profissional, à pessoa, à família e à coletividade.
III- Abster-se de revelar informações confidenciais de que tenha conhecimento em razão de seu exercício profissional.
É CORRETO o que se afirma em:
I- A categoria profissional que exerce atividade de nível médio, envolvendo orientação e acompanhamento do trabalho de enfermagem em grau auxiliar, e participação no planejamento da assistência de enfermagem.
II- O titular de certificado de Enfermeiro Prático ou Prático de Enfermagem, expedido até 1964 pelo Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina e Farmácia, do Ministério da Saúde, ou por órgão congênere da Secretaria de Saúde nas Unidades da Federação.
III- Responsável por assistir o enfermeiro na execução dos seguintes programas: assistência integral à saúde individual e de grupos específicos, particularmente daqueles prioritários e de alto risco; higiene e segurança do trabalho e de prevenção de acidentes e de doenças profissionais e do trabalho.
É CORRETO o que se afirma em:
Acerca dessas informações, é CORRETO afirmar que:
A partir deste contexto, é CORRETO afirmar que Tânia é:
A partir deste contexto, e, sabendo que a concentração da desloratadina xarope é de 0,5 mg por ml, é CORRETO afirmar que Priscila deverá administrar:
A partir deste contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I- Os sinais apresentados pela paciente são considerados de presunção e/ou de probabilidade da gestação, e não sinais de certeza.
PORQUE
II- Sinais de certeza são dados pela existência do concepto, anunciada pelos batimentos cardiofetais (BCF) e pela sua movimentação ativa; a ultrassonografia é capaz de rastreá-los com 7 a 8 semanas.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Em um hospital de referência em doenças infectocontagiosas no Estado de Alagoas, a equipe de Terapia Intensiva recebeu Antônio de 43 anos, diagnosticado com tuberculose em estado avançado. O paciente encontra-se traqueostomizado e com sinais clínicos de disfagia. A equipe multiprofissional, seguindo diretrizes da Política Nacional de Humanização (PNH), conta com atuação ativa do fonoaudiólogo e de acordo com Silva et al. (2016), no Brasil, embora a presença da fonoaudiologia em UTIs seja relativamente recente, essa atuação tem se mostrado essencial, sobretudo em casos de desordens neurológicas, infecciosas e após intubação prolongada.
Fonte: SILVA, D.L.R.; LIRA, F.O.Q.; OLIVEIRA, J.C.C.; CANUTO, M.S.B.. Atuação da fonoaudiologia em unidade de terapia intensiva de um hospital de doenças infecciosas de Alagoas. CEFAC, São Paulo, v. 18, n. 1, p. 174-183, jan./fev. 2016
Com base na atuação fonoaudiológica hospitalar, visando oferecer segurança e eficiência no tratamento deste paciente, assinale a alternativa CORRETA.
Uma fonoaudióloga resolveu estruturar uma campanha escolar a partir do atendimento de Rafael, hoje com 7 anos, mas que desde os 3 anos e meio apresenta sinais de gagueira e disfluência, interferindo em sua comunicação e no desempenho escolar. Até então, Rafael não havia recebido nenhum tipo de acompanhamento pelo fato de a família entender a gagueira como uma característica comum entre seus parentes. Na montagem dessa campanha, a profissional chegou ao estudo realizado por Avilla et al. (2022) a respeito das alterações de fluência na fala caracterizada por repetições, prolongamentos e bloqueios em um outro município. A pesquisa demonstrou que a Secretaria de Saúde do local identificou que aproximadamente 5% das crianças em idade pré-escolar apresentam sinais de alterações na fluência da fala, embora apenas uma pequena parte tenha recebido avaliação fonoaudiológica formal.
Fonte: ÁVILA, N.S.F.; JUSTE, F.; COSTA, J.B.; ANDRADE, C.R.F.. Ensaio clínico de tratamento – em três modalidades – para crianças com distúrbios da fluência e gagueira. CoDAS, São Paulo, v. 34, n. 2, e20200264, 2022.
Considerando-se as evidências científicas mais atuais sobre a Gagueira Crônica do Desenvolvimento (GCD), assinale a alternativa CORRETA sobre os aspectos clínicos que podem guiar o alerta da campanha a ser levada para as escolas acerca da GCD na infância.
Dona Silvia, de 68 anos, tem histórico de tontura e episódios frequentes de instabilidade. Ao passar pela consulta médica, foi encaminhada ao serviço de fonoaudiologia para avaliação otoneurológica. Durante a anamnese, a paciente relatou quedas ocasionais, principalmente ao caminhar em superfícies irregulares. Ela também se queixa de uma sensação de desequilíbrio, que piora quando realiza movimentos bruscos com a cabeça. O fonoaudiólogo, levando em consideração os critérios fundamentados pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia (2020), solicitou diversos testes otoneurológicos para avaliar a função vestibular e o risco de quedas desta idosa.
Com base no contexto clínico apresentado e no raciocínio clínico que o profissional fonoaudiólogo deve seguir para montar a avaliação de Dona Silvia, analise as assertivas a seguir:
I- O Dizziness Handicap Inventory (DHI) é um questionário utilizado para avaliar a percepção do paciente sobre os efeitos incapacitantes da tontura, sendo um importante instrumento na escolha do tratamento adequado e na evolução clínica desta paciente.
PORQUE
II- A Escala de Equilíbrio de Berg (EEB) não é adequada para a paciente, já que tem a limitação de ser recomendada apenas para pacientes de até 50 anos, pois o risco de queda em idosos é algo comum e tem relação exclusiva com o déficit motor e muscular.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
Em um município do interior do Brasil, a equipe de saúde auditiva da rede municipal está em processo de atualização dos protocolos clínicos para avaliação audiológica, conforme os parâmetros estabelecidos pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia (2020). Afim de alinhar os procedimentos às diretrizes científicas e normativas mais recentes, nesta campanha, Marcos de 45 anos, trabalhador da construção civil, relatou dificuldade progressiva para compreender fala em ambientes ruidosos. Ao realizar a avaliação audiológica completa, foi identificado: condutos auditivos livres de obliterações, limiares auditivos de via aérea maiores que 25 dB NA, via óssea com limiares maiores que 15 dB NA, com gap aéreo-ósseo de até 10 dB em todas as frequências pesquisadas; configuração audiométrica descendente acentuada; média quadritonal de 500 Hz, 1 kHz, 2 kHz e 4kHz em 66,25 dB NA em ambas as orelhas; e Índice Percentual de Reconhecimento de Fala (IPRF) de 64%.
Com base nos achados audiológicos e nos critérios técnicos reconhecidos a respeito da Avaliação Auditiva realizada em Marcos, assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com Altmann (2019), a Afasia é uma disfunção da linguagem que pode comprometer a comunicação verbal ou escrita. Esta clareza é importante para analisar o caso de Maria, de 58 anos, que sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico há 6 meses e foi diagnosticada com afasia de Broca. Ela apresenta dificuldades significativas em expressar-se verbalmente, mas a sua compreensão de linguagem está preservada. Após uma avaliação fonoaudiológica detalhada, foi iniciado um tratamento terapêutico voltado para a recuperação das suas habilidades linguísticas. O fonoaudiólogo que acompanha Maria optou por uma abordagem que visa a estimulação intensiva da linguagem por meio de exercícios de nomeação, linguagem automática e uso de pistas facilitadoras.
Fonte ALTMANN, R.F.; SILVEIRA, A.B.; PAGLIARIN, K.C.. Intervenção fonoaudiológica na afasia expressiva: revisão integrativa. Audiology – Communication Research, São Paulo, v. 24, e2100, 2019.
Com base no quadro clínico apresentado e no contexto da afasia de Broca, assinale a alternativa CORRETA sobre os conceitos e abordagens no tratamento fonoaudiológico.
No Brasil, dados da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (2024) indicam que a população idosa crescerá 10 vezes mais que a de jovens até 2050. O envelhecimento populacional traz desafios à saúde pública, especialmente em relação aos distúrbios do sono e às alterações funcionais do sistema estomatognático. Esta situação é o que vem trazendo angústia à família do senhor Maurício de 75 anos, que recebeu diagnóstico de Apneia Obstrutiva do Sono (AOS) moderada, IMC de 28,3 kg/m², hipertenso e em uso de medicação, relatava sonolência excessiva diurna, roncos intensos (confirmados pela esposa), dificuldade de concentração e fadiga ao acordar. Sem sucesso na adaptação ao CPAP, iniciou tratamento fonoaudiológico com foco miofuncional orofacial.
Considerando a atuação fonoaudiológica dentro do processo de envelhecimento e das disfunções associadas à AOS para dar suporte a esse paciente, assinale a alternativa CORRETA.
O estudo de Silva et al. (2021) correlaciona a oferta do trabalho do fonoaudiólogo no Sistema Único de Saúde (SUS) com a melhora dos indicadores sociais nas últimas décadas e a reflexão desse cenário foi levantada a partir do caso de Maria, uma criança de 6 anos residente em um município do Norte do Brasil, a qual apresenta dificuldades persistentes de articulação da fala e atraso no desenvolvimento da linguagem. Após avaliação na Unidade Básica de Saúde (UBS), a equipe da Estratégia Saúde da Família (ESF) indica a necessidade de acompanhamento fonoaudiológico. No entanto, a UBS informa que não há fonoaudiólogo disponível no território, sendo necessário encaminhamento para outro município, distante 120 km. Esse cenário se repete em outras localidades da região, afetando o acesso de crianças, idosos e adultos com diferentes necessidades de reabilitação fonoaudiológica. Diante disso, a população resolveu se mobilizar para elaborar um pedido formal de providências, destacando a necessidade das pessoas com diversas dificuldades que estão deixando de ser atendidas pela ausência de profissionais na localidade.
Fonte: SILVA, R.P.M.; NASCIMENTO, C.M.B.; MIRANDA, G.M.D.; SILVAV.L.; LIMA, M.L.L.T.; VILELA, M.B.R.. Evolução da oferta de fonoaudiólogos no SUS: um estudo sobre a correlação com os indicadores sociais no Brasil na última década. CoDAS, São Paulo, v. 33, n. 2, e20190243, 2021.
Considerando a situação descrita e os princípios organizativos do Sistema Único de Saúde (SUS) para solicitar o apoio do município, assinale a alternativa CORRETA que representa um argumento sobre a atuação do fonoaudiólogo.
Em um hospital de um município do interior do Brasil, havia um paciente idoso com dificuldades de deglutição e a família sentiu dificuldade de compreender por que uma fonoaudióloga foi chamada, já que eles associavam a Fonoaudiologia exclusivamente ao tratamento de Gagueira e Atraso de Linguagem. Ao ser informada do questionamento, a equipe chegou a um estudo, o qual demonstrou um aumento de 35% nos atendimentos fonoaudiológicos nos últimos dois anos, especialmente voltados às funções orofaciais. Este aumento foi atribuído à prevalência de disfagia, dificuldades de mastigação, alterações de fala e padrões respiratórios inadequados em pacientes com condições neurológicas e uso prolongado de próteses mal adaptadas (PEREIRA, et. al, 2024).
Fonte: PEREIRA, A.S.M.; GATTI, M.; RIBEIRO, V.V.; TAVEIRA, K.V.M.; BERRETIN-FELIX, G.. Intervenções da Fonoaudiologia nas áreas de respiração, mastigação, deglutição e fala: uma revisão de escopo. CoDAS, São Paulo, v. 36, n. 2, e20220339, 2024.
Considerando a atuação do fonoaudiólogo nas funções orofaciais, assinale a alternativa CORRETA para levar clareza à família com relação destas funções da fala.
João é um menino de 5 anos, encaminhado para avaliação fonoaudiológica pela sua professora da educação infantil e pelos seus pais. Eles relatam preocupações com o desenvolvimento da linguagem oral do menino desde os primeiros anos, pois João demorou a começar a falar as primeiras palavras (por volta dos 2 anos e meio) e, mesmo agora, seu vocabulário é considerado limitado para a idade. Ele frequentemente usa gestos para se comunicar e tem dificuldade em construir frases mais complexas. Na avaliação fonoaudiológica, a discrepância entre o desenvolvimento da linguagem e outras áreas (como a inteligência não verbal) e a ausência de outras condições que justifiquem o quadro apontou para a hipótese diagnóstica inicial de Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem (TDL), o qual, de acordo com Cáceres-Assenço et al. (2020) é caracterizado por dificuldades significativas e persistentes de comunicação em crianças.
Fonte: CÁCERES-ASSENÇO, A. M.; GIUSTI, E.; GÂNDARA, J. P.; PUGLISI, M. L.; TAKIUCHI, Why we need to talk about developmental language disorder. Audiology. Communication Research, v. 25, e2342, 2020.
Considerando a evolução do conhecimento científico e as discussões recentes na área sobre o TDL, analise as assertivas a seguir:
I- O atraso no início da fala de João, bem como o vocabulário limitado para a idade, o uso frequente de gestos e a dificuldade em construir frases mais complexas, são características consideradas compatíveis com quadros de Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem.
PORQUE
II- O transtorno indicado no diagnóstico de João, é caracterizado por dificuldades significativas de linguagem sem outras condições clínicas que justificam o quadro, baseando-se na exclusão diagnóstica.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA: