Foram encontradas 16.320 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Acerca do chamado Padrão Oficio, típico da Redação Oficial, julgue cada uma das assertivas abaixo e em seguida responda ao que se pede
I- O ofício, o aviso e o memorando mais se distinguem pela finalidade do que pela forma.
II- A concisão é antes uma qualidade do que uma característica do texto oficial. Assim, é conciso o texto que possibilita imediata compreensão pelo leitor, enquanto claro é aquele texto através do qual se consegue transmitir um máximo de informações com um mínimo de palavras.
III- Na redação dos documentos oficiais, o uso da linguagem técnica deve ocorrer sempre como regra, já que o tecnicismo e a preciosidade devem fazer parte da Redação Oficial.
IV- A diagramação dos documentos que são regidos pelo chamado Padrão Ofício determina que tais documentos deve obedecer à seguinte forma de apresentação: a) deve ser utilizada fonte do tipo Times New Roman de corpo 14 no texto em geral, 12 nas citações, e 11 nas notas de rodapé. Para os símbolos não existentes na fonte Times New Roman pode-se utilizar as fontes Symbol e Wingdings.
V- O memorando é uma forma de comunicação eminentemente externa.
É CORRETO o que se afirma em:
Analise a situação hipotética II exposta abaixo com atenção para o comportamento profissional dos envolvidos.
Artêmis trabalha na PROFIN/UEPB, é extremamente competente, solidário com os colegas e de um carisma incomparável. É bastante amigo de Cícero, que é alcoólatra inveterado. Em uma segunda-feira, Cícero, acometido de uma grande ressaca e com bastante sono, envia errada e inadvertidamente um oficio para uma instituição, fato que gera bastante constrangimento e dissabor à PROFIN, uma vez que se tratava de questão delicada que envolvia sigilo. Artêmis descobre a falha imediatamente e resolve, em nome de sua grande amizade com o colega que estava em apuros, “abafar o caso,” embora desconsiderando os apelos de Cícero que desejava assumir o erro.
Sobre o comportamento de Artêmis, sua atitude se caracteriza
Atente para a situação hipotética abaixo transcrita e responda ao que se pede:
Luiz trabalha na PROGEP/UEPB há 3 anos na função de Secretário Executivo. Tem curso superior distinto do de Secretário Executivo, mas tem bom domínio de Inglês e Espanhol. No ato de sua contratação, em 2014, comprovou pelo menos 42 meses de experiência profissional na função de Secretário Executivo em outra instituição.
Diante da situação hipotética, e levando-se em conta o que dispõem as Leis Federais 7.377/85 e 9.261/96, que tratam da regulamentação das profissões de Secretário Executivo e Técnico em Secretariado, julgue os itens abaixo e responda o que se pede.
I- A situação profissional de Luiz na UEPB está irregular já que, para a sua contratação na função de Secretário Executivo, seria exigido apenas de diploma de Curso Superior em Secretariado Executivo.
II- A situação de Luiz é absolutamente regular, uma vez que, segundo a lei, basta a comprovação, para a função pleiteada, de pelo menos 36 meses, junto a exigência de qualquer curso superior.
III- A situação profissional de Luiz na UEPB está irregular já que, para a sua contratação na função de Secretário Executivo, seriam necessários o diploma de Curso Superior em Secretariado Executivo, além de pelo menos 1 ano de experiência comprovada em outra instituição.
IV- O fato de Luiz ser bilíngue para a função de Secretário Executivo é condição primeira e essencial à sua contratação. Razão de sua situação ser absolutamente regular.
É VERDADE o que se afirma:
O sistema de classificação biofarmacêutica (SCB) categoriza os fármacos em quatro classes (1, 2, 3 e 4), de acordo com as suas características e permeabilidade e solubilidade. Esse sistema baseia-se nos ensaios de dissolução e estabelece os padrões de dissolução que podem ser usados como base para solicitar a isenção dos estudos de bioequivalência in vivo, dando ênfase à avaliação in vitro para os produtos, desde o ponto de vista mecanístico, mais do que empiricamente ou in vivo. Silvia Storpirtis, José Eduardo Gonçalves, Chang Chiam, María Nella Gai. Ciências Farmacêuticas – Biofarmacotécnica. Capítulo 18 – O Sistema de Classificação Biofarmacêutica e as Bioisenções. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
Tendo como base o SCB, as classes de fármacos que são eliminados, predominantemente, inalterado pela via renal ou biliar estão indicadas na alternativa:
Devido à necessidade de se quantificar os mais diversos insumos farmacêuticos ativos, muitas metodologias foram desenvolvidas com essa finalidade. Avalie como verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma acerca dos métodos instrumentais de análise.
( ) A cromatografia líquida de alta eficiência é utilizada para sólidos e líquidos solúveis na fase móvel, enquanto a cromatografia gasosa é utilizada apenas para gases e sólidos, cuja amostra é volátil e termicamente estável nas condições de operação.
( ) A capacidade analítica da cromatografia de alta eficiência é menor do que a capacidade analítica da cromatografia gasosa, sendo este com a separação de amostras com cerca de 200 componentes, enquanto aquele com até 50 componentes.
( ) A cromatografia líquida de alta eficiência apresenta alta resolução e boa sensibilidade, com baixo custo de instrumentação e operação.
( ) Ao sistema de cromatografia líquida pode ser acoplado um detector de fluorescência, o que aumenta a sua sensibilidade da análise.
A sequência CORRETA é:
Com relação aos problemas apresentados durante o processo de transposição de escala (scaling up) em uma indústria farmacêutica, julgue as afirmativas abaixo.
I- Como a transposição de escala entre os malaxadores não é problemática, pois apresentam grande capacidade tanto em escala piloto como em escala industrial, é desnecessário se preocupar quanto ao escalonamento do tempo de malaxagem.
II- Durante a transposição de escala em uma indústria de injetáveis, não é necessário se preocupar com o fechamento das ampolas por fusão a quente, mesmo utilizando substâncias sensíveis ao calor na preparação, pois o tempo de exposição ao calor é mínimo, o que impede a degradação das substâncias.
III- É necessário manter uma agitação constante durante a produção de uma solução em escala industrial para evitar problemas indesejáveis de solubilidade que não ocorre em escala piloto.
IV- Durante a transposição de escala em uma suspensão, é necessário ajustar a quantidade de agente suspensor, pois a agitação apresentada em escala industrial é diferente da escala piloto.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas:
O conhecimento dos modelos matemáticos de cinética de liberação e fármacos é utilizado para o conhecimento da forma como os fármacos são liberados das suas formas farmacêuticas.
Entre os diversos modelos matemáticos utilizados, dá-se destaque, principalmente, aos modelos de ordem zero, de primeira ordem, Higuchi e o Korsmeyer-Peppas. Sobre esses modelos, NÃO é possível afirmar que:
O estudo de estabilidade descrito pela RE Nº 1/2005 da ANVISA possui como principal aplicabilidade a determinação do prazo de validade dos produtos farmacêuticos. Porém, também determina a quantificação dos produtos de degradação e o seu método analítico correspondente, o que resultou na publicação de um Informe Técnico Nº 1/2008 da ANVISA, com o objetivo de esclarecer procedimentos nos casos em que a impureza ou o padrão do produto de degradação não estão disponíveis. Estes procedimentos envolvem a realização de testes de estresse sob condições variadas. Avalie as asserções abaixo, que versam sobre os procedimentos acima referidos.
I- Entre as condições de estresse para a realização do estudo de degradação forçada estão a temperatura de 60 ºC e umidade relativa do ar de 75% ou maior.
II- O objetivo dos testes realizados através deste procedimento, é degradar totalmente o fármaco em estudo para se analisar o seu produto de degradação.
III- Sendo observada a ausência total de degradação do composto após 10 dias, o fármaco deve ser considerado estável.
IV- Se a degradação pela condição empregada for inferior a 10%, deve-se aumentar as condições de estresse.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas expostas em:
Segundo a RDC ANVISA Nº 17/2010, o pessoal chave de uma indústria farmacêutica inclui os responsáveis pela produção, garantia da qualidade, controle de qualidade e o responsável técnico. Os cargos chaves devem ser ocupados por pessoas que trabalham em tempo integral e os responsáveis pela produção e controle de qualidade devem ser independentes entre si.
Sobre as responsabilidades de cada setor, julgue as afirmativas a seguir.
I- É responsabilidade do pessoal do controle de qualidade assegurar que sejam realizados todos os ensaios necessários para garantir a qualidade de um lote a ser dispensado para a comercialização.
II- Quando há desvios inerentes e durante a produção de um medicamento, o responsável técnico coordena as atividades relacionadas à investigação e adota meditas preventivas e corretivas.
III- O responsável técnico não é responsável pelo cumprimento das exigências regulatórias relativas à qualidade dos produtos terminados, essa responsabilidade é do setor de garantia da qualidade.
IV- Cabe ao pessoal da garantia da qualidade assegurar a execução de um programa contínuo de treinamento, que envolve toda a produção dos medicamentos da indústria desde o chão de fábrica ao pessoal chave.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas:
Com relação ao desabafo de Caetano Veloso, na página anterior, acerca da “derrapagem linguística” de sua equipe redatora: “O ‘a’ é apenas a preposição nesse caso. Bituca não é uma mulher, nem um nome em que você pode usar o artigo feminino antes”, julgue cada uma das afirmativas abaixo.
I- Embora no Sudeste não seja percebido, em usos linguísticos de algumas regiões do Brasil, mais precisamente no Norte, é comum, sim, o uso de artigos, femininos ou masculinos, antecedendo nomes próprios, tais como: O Luiz..., A Luiza, etc. Portanto, na sua admoestação - do ponto de vista do reconhecimento do chamado regionalismo linguístico no Brasil - o nobre poeta Caetano pode ter cometido um preconceito linguístico de natureza regional.
II- Seguindo a mesma lógica sintática acima de Caetano Veloso, no período “Devo a você a minha vida. O meu desabafo a outros não convém, mas a ti, sim.”, há dois casos de objeto indireto que exigem, necessariamente, acento marcador de crase.
III- O desabafo de Caetano Veloso é impertinente, improcedente e demonstra certo desconhecimento do poeta acerca do normativismo gramatical.
É CORRETO o que se afirma em:
Os princípios orçamentários visam estabelecer diretrizes norteadoras básicas, a fim de conferir racionalidade, eficiência e transparência para os processos de elaboração, execução e controle do orçamento público. Assim, o princípio previsto no § 8° do art. 165 da Constituição Federal, que estabelece que a LOA não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, é
De acordo com a Lei das Licitações e Contratos da Administração Pública, as obras e os serviços somente poderão ser licitados quando, EXCETO:
São etapas da Receita Orçamentária, EXCETO:
Julgue os itens a seguir como V (verdadeiro) ou F (falso) e marque a alternativa que corresponde à ordem CORRETA:
( ) Os planos plurianuais são leis de iniciativa do poder legislativo.
( ) Alei orçamentária anual (LOA) tem como função estabelecer parâmetros necessários à alocação dos recursos no orçamento anual, de forma a garantir, dentro do possível, a realização das metas e objetivos contemplados no PPA.
( ) Orçamentos Fiscal e da Seguridade fazem parte da lei orçamentária anual.
( ) O PPA, com vigência de três anos, tem como função estabelecer as diretrizes, objetivos e metas de médio prazo da administração pública. Cabe à LDO, anualmente, enunciar as políticas públicas e respectivas prioridades para o exercício seguinte.
TEXTO 01
01 As prisões
02 Diariamente, nossos lares (e mentes) são invadidos por imagens – às vezes – grotescas, do cenário
03 de muitas prisões espalhadas pelo Brasil. Nelas, vidas são trancafiadas; a liberdade parece pequena
04 demais. Mas, onde estão as verdadeiras prisões? Não raro, elas se encontram dentro de nós mesmos.
05 É no interior de cada um que as grades carcerárias da liberdade vão sendo erguidas, em formas de
06 sentimentos negativos, atitudes autodepreciativas e vícios acorrentadores. Portanto, somos
07 responsáveis tanto pela nossa liberdade como por sua privação.
08 Quem armazena ódio no coração e permite-se, ao longo dos anos, a companhia do ressentimento,
09 da amargura, da vingança, e da inveja, apenas está construindo muros dentro de si mesmo; na
10 verdade, muralhas. Não existe sistema penitenciário mais complexo e hermético do que o coração
11 humano, alimentado pelo veneno dos sentimentos mesquinhos, que aprisionam a liberdade e
12 oprimem a existência.
13 Existem pessoas que vivem se autodepreciando. Elas não se amam, deixam-se dominar pelos
14 outros, não se valorizam e têm uma péssima imagem de si mesmas. Alguns chegam até a mendigar
15 amor e atenção. Negociam a dignidade e, o que é pior, tornam-se reféns de quem procuram. Viver
16 assim é fechar-se atrás das grades opressoras da inferioridade, do aniquilamento e da autoflagelação
17 [...].
FERNANDES, Estevam. Quando vem a brisa... Rio de Janeiro: Editora Central, 2008, p. 183
A respeito de “Existem pessoas que vivem se autodepreciando” (linha 13), pode-se afirmar:
I- Aflexão verbal “Existem” pode ser substituída por “Há” sem sofrer nenhuma alteração na função sintática dos termos da oração.
II- O termo “que” introduz uma oração subordinada, ampliando a significação de seu referente.
III- Em “se autodepreciando” temos um caso de pronome enclítico, tendo em vista que a oração foi iniciada por verbo.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. Está(ão) CORRETA(s), apenas
TEXTO 01
01 As prisões
02 Diariamente, nossos lares (e mentes) são invadidos por imagens – às vezes – grotescas, do cenário
03 de muitas prisões espalhadas pelo Brasil. Nelas, vidas são trancafiadas; a liberdade parece pequena
04 demais. Mas, onde estão as verdadeiras prisões? Não raro, elas se encontram dentro de nós mesmos.
05 É no interior de cada um que as grades carcerárias da liberdade vão sendo erguidas, em formas de
06 sentimentos negativos, atitudes autodepreciativas e vícios acorrentadores. Portanto, somos
07 responsáveis tanto pela nossa liberdade como por sua privação.
08 Quem armazena ódio no coração e permite-se, ao longo dos anos, a companhia do ressentimento,
09 da amargura, da vingança, e da inveja, apenas está construindo muros dentro de si mesmo; na
10 verdade, muralhas. Não existe sistema penitenciário mais complexo e hermético do que o coração
11 humano, alimentado pelo veneno dos sentimentos mesquinhos, que aprisionam a liberdade e
12 oprimem a existência.
13 Existem pessoas que vivem se autodepreciando. Elas não se amam, deixam-se dominar pelos
14 outros, não se valorizam e têm uma péssima imagem de si mesmas. Alguns chegam até a mendigar
15 amor e atenção. Negociam a dignidade e, o que é pior, tornam-se reféns de quem procuram. Viver
16 assim é fechar-se atrás das grades opressoras da inferioridade, do aniquilamento e da autoflagelação
17 [...].
FERNANDES, Estevam. Quando vem a brisa... Rio de Janeiro: Editora Central, 2008, p. 183
Em “Quem armazena ódio no coração e permite-se, ao longo dos anos, a companhia do ressentimento, da amargura, da vingança, e da inveja, apenas está construindo muros dentro de si mesmo” (linhas 08 e 09), Pode-se afirmar que
I- o termo “Quem” exerce a função sintática de sujeito, equivalendo a “aquele que”.
II- a expressão “a companhia do ressentimento, da amargura, da vingança, e da inveja” configura um caso de pleonasmo.
III- o enunciado “está construindo muros dentro de si mesmo” foi construído numa linguagem figurada.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. Está(ão) CORRETA(s)
TEXTO 01
01 As prisões
02 Diariamente, nossos lares (e mentes) são invadidos por imagens – às vezes – grotescas, do cenário
03 de muitas prisões espalhadas pelo Brasil. Nelas, vidas são trancafiadas; a liberdade parece pequena
04 demais. Mas, onde estão as verdadeiras prisões? Não raro, elas se encontram dentro de nós mesmos.
05 É no interior de cada um que as grades carcerárias da liberdade vão sendo erguidas, em formas de
06 sentimentos negativos, atitudes autodepreciativas e vícios acorrentadores. Portanto, somos
07 responsáveis tanto pela nossa liberdade como por sua privação.
08 Quem armazena ódio no coração e permite-se, ao longo dos anos, a companhia do ressentimento,
09 da amargura, da vingança, e da inveja, apenas está construindo muros dentro de si mesmo; na
10 verdade, muralhas. Não existe sistema penitenciário mais complexo e hermético do que o coração
11 humano, alimentado pelo veneno dos sentimentos mesquinhos, que aprisionam a liberdade e
12 oprimem a existência.
13 Existem pessoas que vivem se autodepreciando. Elas não se amam, deixam-se dominar pelos
14 outros, não se valorizam e têm uma péssima imagem de si mesmas. Alguns chegam até a mendigar
15 amor e atenção. Negociam a dignidade e, o que é pior, tornam-se reféns de quem procuram. Viver
16 assim é fechar-se atrás das grades opressoras da inferioridade, do aniquilamento e da autoflagelação
17 [...].
FERNANDES, Estevam. Quando vem a brisa... Rio de Janeiro: Editora Central, 2008, p. 183
Em “Portanto, somos responsáveis tanto pela nossa liberdade como por sua privação” (linhas 06 e 07), pode-se afirmar que
( ) a termo “Portanto” expressa conclusão e pode ser substituído por “por conseguinte” sem alterar o seu sentido.
( ) a expressão “tanto pela nossa liberdade como pela nossa privação” indica uma concessão que permite a realização de um fato expresso.
( ) a expressão “somos responsáveis” apresenta um caso de locução verbal.
Analise as proposições e coloque V para Verdadeira e F para Falsa. Está CORRETA a sequência