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Q2274153 Atualidades
O texto abaixo trata do crescente uso da internet entre os brasileiros:

“Foi somente no ano de 1990 que a internet começou a alcançar a população geral. Hoje é o meio de comunicação que mais cresce entre os brasileiros.”
(Disponível em: https://www.comuniquetres.com.br/single-post/2017/05/11/a-internet-como-meio-de-comunica%C3%A7%C3%A3o. Acesso em: 14/06/2023)

A respeito desse meio de comunicação, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2274152 Atualidades

Observe a charge a seguir, que conduz à reflexão sobre a inflação e as taxas de juros no Brasil:


Imagem associada para resolução da questão


(Disponível em: https://www.google.com.br/search?q=charges+sobre+os+juros+no+Brasil. Acesso em 12/06/2023).



Considerando as discussões em torno desse tema, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2274150 Atualidades
No ano de 2024, teremos eleições municipais em todo o Brasil, para eleger Prefeitos e Vereadores. Refletindo sobre esse tema, e considerando os aspectos políticos e administrativos que envolvem os municípios brasileiros, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q2274149 Atualidades
O texto a seguir trata do grave problema da pobreza no Brasil, como mostrou os dados referentes à proporção de pobres em alguns estados brasileiros:

“A taxa de pobreza caiu no Brasil e nas 27 unidades da federação no ano passado. Mesmo assim, permaneceu acima de 50% em nove estados, distribuídos nas regiões Nordeste e Norte eram 14 em 2021. (...) Os nove estados que ainda tiveram taxas de pobreza acima de 50%, mesmo com a redução frente a 2021, foram os seguintes: Maranhão (58,9%), Amazonas (56,7%), Alagoas (56,2%), Paraíba (54,6%), Ceará (53,4%), Pernambuco (53,2%), Acre (52,9%), Bahia (51,6%) e Piauí (50,4%).“
(Disponível em: https://suetonisoutomaior.com.br/paraiba-ocupa-grupo-de-nove-estados. Acesso em 09/06/2023).

Analisando o texto, sobre as causas e consequências da pobreza no Brasil, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q2274143 Matemática
Um determinado restaurante oferece três opções de marmitas, nos tamanhos P, M e G, que variam de acordo com a quantidade de porções de carne contida em cada uma delas. A tabela abaixo apresenta o preço e as porções de carne referentes a cada um dos tamanhos:

Imagem associada para resolução da questão


Certo dia, foram vendidas 80 marmitas, totalizando 150 porções de carne. Sabendo-se que destas, 25 porções estavam contidas nas marmitas de tamanho P, é afirmar que o valor arrecadado com a venda de marmitas nesse dia foi de:
Alternativas
Q2274141 Matemática
Na figura abaixo, a circunferência contém os vértices do quadrado ABCD, sendo o diâmetro AC correspondente a 6 cm. É CORRETO afirmar que a razão entre a área do círculo e a do quadrado é:

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q2274139 Matemática
Resolvendo a equação   Imagem associada para resolução da questão   obtém-se que o valor de é igual a:
Alternativas
Q2274126 Português
Após a leitura do texto narrativo abaixo, responda à questão.

TEXTO 2

Ovo de óleo

   O que havia de errado com a receita das rosquinhas de coco, que não ficavam iguais às de Bernadete? A menina de 10 anos, tomada de frustração, tentava decifrar o enigma. Durante suas férias no campo, ela observara atentamente, do degrau entre a cozinha e a sala, a mulher que preparava as rosquinhas mais macias e gostosas que ela já provara. De volta a sua casa, tentava reproduzir o feito. Sem sucesso.
    Seria a falta do “ovo caipira”? As marcas de farinha disponíveis em Campinas seriam diferentes das de lá? Seria, talvez, a falta da mão confiante e experiente de Bernadete? Ou teria a mulher passado a mágica receita erradamente? Não, ela era atenciosa e bondosa demais para fazer algo do tipo.
    É, talvez fosse mesmo a falta daquele ingrediente que ela não conseguia entender... “Cinco meias cascas de ovo de óleo.” O que seria um “ovo de óleo”? Na dúvida, pegava apenas cinco ovos “normais” e, um a um, ia acrescentando à massa somente o que cabia na metade da casca de cada um. E a massa ficava sempre ressecada, rígida, que droga!
    Depois de duas tentativas fracassadas, a pequena, finalmente, venceu a vergonha de sua possível ignorância e perguntou à mãe o que seria o “ovo de óleo”. A mãe, ocupada e sem dar muita atenção à estranheza da questão — “coisas de crianças...” —, apenas disse que não existia animal algum chamado “óleo”, portanto, não teria como existir tal ovo.
     Ao longo daquele ano, a menina tentou acertar a receita duas, três, cinco vezes. Desistiu. Resolveu que, nas próximas férias, pediria a Bernadete que preparasse novamente as rosquinhas, explicando-lhe detalhadamente o processo. Aí, sim, essa receita danada não mais lhe escaparia às mãos!
     Passaram-se os meses e, depois de ela controlar, com muito custo, a enorme ansiedade, enfim, as férias! Foi então que veio a grande decepção: chegando à fazenda, a pequena aspirante a mestre-cuca perguntou pela “professora” e recebeu a trágica notícia de que ela havia deixado o emprego para trabalhar em outra cidade. Que tristeza, quanta falta de sorte... Parecia que aquelas rosquinhas queriam pertencer apenas a sua mestra criadora, e a mais ninguém!
      Tal frustração fez com que a menina decidisse encerrar suas atividades culinárias. E “para sempre”! Era quase um sentimento de humilhação aquilo que a invadia, ao fim de tantas tentativas fracassadas. Não queria mais sentir aquilo. Mesmo sabendo da existência de outras milhares de receitas possíveis de serem executadas, o medo de não acertar e, então, sentir algo parecido a paralisava. 
     Anos se passaram e a pequena deixou de ser pequena. No alto de seus 17 anos, ela concluía, agora, o último ano de colégio. Pensando nas férias que se aproximavam, lembrou-se daquele sonho de menina interrompido por si diante da primeira dificuldade. Que bobagem! Resolveu, então, remexer um pouco nesse passado. Comprou um livro de receitas!
     No ônibus escolar, na volta para casa, a jovem abriu o livro, folheou, folheou, folheou, escolheu encarar uma receita de bolo de coco. Na terceira linha de descrição dos ingredientes, ela leu “meia xícara (de chá) de açúcar”... E, depois, “uma colher (de sopa) de fermento”... E sorriu.


LEAH, Sandy. Ovo de óleo. Disponível em . Acesso em 19 de junho de 2023.
 O efeito de humor suscitado na narrativa é provocado:
Alternativas
Q2274125 Português
Após a leitura do texto narrativo abaixo, responda à questão.

TEXTO 2

Ovo de óleo

   O que havia de errado com a receita das rosquinhas de coco, que não ficavam iguais às de Bernadete? A menina de 10 anos, tomada de frustração, tentava decifrar o enigma. Durante suas férias no campo, ela observara atentamente, do degrau entre a cozinha e a sala, a mulher que preparava as rosquinhas mais macias e gostosas que ela já provara. De volta a sua casa, tentava reproduzir o feito. Sem sucesso.
    Seria a falta do “ovo caipira”? As marcas de farinha disponíveis em Campinas seriam diferentes das de lá? Seria, talvez, a falta da mão confiante e experiente de Bernadete? Ou teria a mulher passado a mágica receita erradamente? Não, ela era atenciosa e bondosa demais para fazer algo do tipo.
    É, talvez fosse mesmo a falta daquele ingrediente que ela não conseguia entender... “Cinco meias cascas de ovo de óleo.” O que seria um “ovo de óleo”? Na dúvida, pegava apenas cinco ovos “normais” e, um a um, ia acrescentando à massa somente o que cabia na metade da casca de cada um. E a massa ficava sempre ressecada, rígida, que droga!
    Depois de duas tentativas fracassadas, a pequena, finalmente, venceu a vergonha de sua possível ignorância e perguntou à mãe o que seria o “ovo de óleo”. A mãe, ocupada e sem dar muita atenção à estranheza da questão — “coisas de crianças...” —, apenas disse que não existia animal algum chamado “óleo”, portanto, não teria como existir tal ovo.
     Ao longo daquele ano, a menina tentou acertar a receita duas, três, cinco vezes. Desistiu. Resolveu que, nas próximas férias, pediria a Bernadete que preparasse novamente as rosquinhas, explicando-lhe detalhadamente o processo. Aí, sim, essa receita danada não mais lhe escaparia às mãos!
     Passaram-se os meses e, depois de ela controlar, com muito custo, a enorme ansiedade, enfim, as férias! Foi então que veio a grande decepção: chegando à fazenda, a pequena aspirante a mestre-cuca perguntou pela “professora” e recebeu a trágica notícia de que ela havia deixado o emprego para trabalhar em outra cidade. Que tristeza, quanta falta de sorte... Parecia que aquelas rosquinhas queriam pertencer apenas a sua mestra criadora, e a mais ninguém!
      Tal frustração fez com que a menina decidisse encerrar suas atividades culinárias. E “para sempre”! Era quase um sentimento de humilhação aquilo que a invadia, ao fim de tantas tentativas fracassadas. Não queria mais sentir aquilo. Mesmo sabendo da existência de outras milhares de receitas possíveis de serem executadas, o medo de não acertar e, então, sentir algo parecido a paralisava. 
     Anos se passaram e a pequena deixou de ser pequena. No alto de seus 17 anos, ela concluía, agora, o último ano de colégio. Pensando nas férias que se aproximavam, lembrou-se daquele sonho de menina interrompido por si diante da primeira dificuldade. Que bobagem! Resolveu, então, remexer um pouco nesse passado. Comprou um livro de receitas!
     No ônibus escolar, na volta para casa, a jovem abriu o livro, folheou, folheou, folheou, escolheu encarar uma receita de bolo de coco. Na terceira linha de descrição dos ingredientes, ela leu “meia xícara (de chá) de açúcar”... E, depois, “uma colher (de sopa) de fermento”... E sorriu.


LEAH, Sandy. Ovo de óleo. Disponível em . Acesso em 19 de junho de 2023.
Em uma narrativa, a atividade verbal é essencial para situar o leitor do tempo e modo em que acontece o relato. Considerando a utilização dos verbos no Texto 2, que predomina é:
Alternativas
Q2274123 Português
Após a leitura do texto narrativo abaixo, responda à questão.

TEXTO 2

Ovo de óleo

   O que havia de errado com a receita das rosquinhas de coco, que não ficavam iguais às de Bernadete? A menina de 10 anos, tomada de frustração, tentava decifrar o enigma. Durante suas férias no campo, ela observara atentamente, do degrau entre a cozinha e a sala, a mulher que preparava as rosquinhas mais macias e gostosas que ela já provara. De volta a sua casa, tentava reproduzir o feito. Sem sucesso.
    Seria a falta do “ovo caipira”? As marcas de farinha disponíveis em Campinas seriam diferentes das de lá? Seria, talvez, a falta da mão confiante e experiente de Bernadete? Ou teria a mulher passado a mágica receita erradamente? Não, ela era atenciosa e bondosa demais para fazer algo do tipo.
    É, talvez fosse mesmo a falta daquele ingrediente que ela não conseguia entender... “Cinco meias cascas de ovo de óleo.” O que seria um “ovo de óleo”? Na dúvida, pegava apenas cinco ovos “normais” e, um a um, ia acrescentando à massa somente o que cabia na metade da casca de cada um. E a massa ficava sempre ressecada, rígida, que droga!
    Depois de duas tentativas fracassadas, a pequena, finalmente, venceu a vergonha de sua possível ignorância e perguntou à mãe o que seria o “ovo de óleo”. A mãe, ocupada e sem dar muita atenção à estranheza da questão — “coisas de crianças...” —, apenas disse que não existia animal algum chamado “óleo”, portanto, não teria como existir tal ovo.
     Ao longo daquele ano, a menina tentou acertar a receita duas, três, cinco vezes. Desistiu. Resolveu que, nas próximas férias, pediria a Bernadete que preparasse novamente as rosquinhas, explicando-lhe detalhadamente o processo. Aí, sim, essa receita danada não mais lhe escaparia às mãos!
     Passaram-se os meses e, depois de ela controlar, com muito custo, a enorme ansiedade, enfim, as férias! Foi então que veio a grande decepção: chegando à fazenda, a pequena aspirante a mestre-cuca perguntou pela “professora” e recebeu a trágica notícia de que ela havia deixado o emprego para trabalhar em outra cidade. Que tristeza, quanta falta de sorte... Parecia que aquelas rosquinhas queriam pertencer apenas a sua mestra criadora, e a mais ninguém!
      Tal frustração fez com que a menina decidisse encerrar suas atividades culinárias. E “para sempre”! Era quase um sentimento de humilhação aquilo que a invadia, ao fim de tantas tentativas fracassadas. Não queria mais sentir aquilo. Mesmo sabendo da existência de outras milhares de receitas possíveis de serem executadas, o medo de não acertar e, então, sentir algo parecido a paralisava. 
     Anos se passaram e a pequena deixou de ser pequena. No alto de seus 17 anos, ela concluía, agora, o último ano de colégio. Pensando nas férias que se aproximavam, lembrou-se daquele sonho de menina interrompido por si diante da primeira dificuldade. Que bobagem! Resolveu, então, remexer um pouco nesse passado. Comprou um livro de receitas!
     No ônibus escolar, na volta para casa, a jovem abriu o livro, folheou, folheou, folheou, escolheu encarar uma receita de bolo de coco. Na terceira linha de descrição dos ingredientes, ela leu “meia xícara (de chá) de açúcar”... E, depois, “uma colher (de sopa) de fermento”... E sorriu.


LEAH, Sandy. Ovo de óleo. Disponível em . Acesso em 19 de junho de 2023.
Sobre o foco narrativo do Texto 2, é CORRETO afirmar que o relato é feito:
Alternativas
Q2273488 Pedagogia
Vani Kenski problematiza a inserção das tecnologias digitais na educação, pontuando alguns desafios, dentre eles: uso meramente instrumental de internet, softwares e jogos; existência de laboratórios de informática com poucas máquinas, sucateados ou subutilizados; ambientes virtuais de aprendizagem utilizados como repositório de textos enxutos; excesso de uso de slides/vídeos para ilustrar conteúdos, além da falta de tempo para formação adequada dos docentes. Nossas escolas e nossa sociedade exigem mais do que isso. Considerando as problematizações postas por Kenski, vivenciadas em muitas escolas em diferentes regiões do país, analise as assertivas a seguir:

I- Até aqui, computadores, smartphones e a internet têm sido vistos, sobretudo como fonte de informação, comunicação e entretenimento. Esse caráter instrumental é restritivo e não possibilita o alargamento de horizontes da escola e de sua comunidade. A escola em rede deve ser espaço de formar estudantes e docentes produtores e desenvolvedores de tecnologias digitais, que aprendam a interagir, colaborar, criar conexões em escala muito mais alargadas, com ética e respeito ao humano. Ainda mais em tempos de explosão de inteligências artificiais em todas as áreas da vida humana.

PORQUE

II- “A sociedade e as tecnologias não seguem um rumo determinista. O rumo depende muito dos seres humanos e, sobretudo, da capacidade de discernimento coletivo. O problema com que nos defrontamos não é o simples domínio instrumental da técnica para continuarmos a fazer as mesmas coisas, com os mesmos propósitos e objetivos, apenas de uma forma um pouco diferente. Não é tornar a escola mais eficaz para alcançar os objetivos do passado. O problema é levar a escola a contribuir para uma nova forma de humanidade, onde a tecnologia esteja fortemente presente e faça parte do cotidiano, sem que isso signifique submissão à tecnologia”.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2273487 Pedagogia
Delizoicov, Angotti e Pernambuco (2011) apresentam fundamentos e métodos para o ensino de Ciências, que se aplicam ao trabalho docente em diversas outras áreas do conhecimento. Um de seus questionamentos reflete sobre o uso do livro didático na escola como fonte de conteúdo/conhecimento. Considerando essa problemática, considere as asserções a seguir e pontue a relação entre elas.

I- O livro didático (LD) continua a ser, fonte principal do trabalho docente, prevalecente como instrumento de referência de conteúdo que permeia os processos de ensino da educação básica.

PORQUE

II- Livros, revistas, filmes [...] rede web e também visitas a museus, cinemas, exposições, feiras e eventos científicos podem envolver contribuições paradidáticas, como fontes de conhecimentos inseridos nos processos de ensino e de aprendizagem de forma planejada, sistemática e articulada. A escola deve ofertar situações em que essas outras fontes possam ser consultadas, vivenciadas, no desenvolvimento de habilidades de pesquisa e estudo necessárias em um mundo, no qual a informação está cada vez mais acessível na palma da mão. A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Q2273485 Pedagogia
O professor do 5º ano está organizando uma aula sobre frações. Ele leva para a sala de aula algumas pizzas em tamanho pequeno, depois de ter angariado fundos para essa atividade, iniciando o conceito do todo e das partes. Então, cada grupo de 8 estudantes recebe uma pizza, para dividi-la em 8 partes. O professor, solicita aos alunos para separarem 3 pedaços da guloseima. Depois, orienta que registrem em desenho e em fração, solicitando que um integrante de cada grupo busque explicar como ficam representados esses pedaços em fração. O professor então, faz uma série de perguntas para toda a turma, discutindo sobre o tema e também lança desafios para discutirem nos grupos. Os alunos, posteriormente, produzem perguntas para outros grupos.
Quais das seguintes teorias da aprendizagem melhor explica essa sequência de atividades descritas?
Alternativas
Q2273484 Pedagogia
A ludicidade é um recurso essencial para o desenvolvimento afetivo, cognitivo, psíquico, motor e social das crianças. No entanto, o brincar como um tipo de atividade lúdica tem espaço garantido mais na educação infantil, quando se pensa que a criança está nas fases iniciais de seu desenvolvimento e na aquisição do domínio de habilidades básicas que compõem a socialização e a formação de sua pessoalidade. Quando chega ao ensino fundamental, à estrutura das escolas não contempla o brincar e poucos são os momentos e espaços destinados a atividade lúdica, como os jogos. Os tempos e o currículo não garantem muitas experiências e vivências lúdicas que permitam a continuidade do brincar livre e espontâneo e de momentos de socialização permeados por jogos. Pensando nessa ruptura, analise as proposições a seguir, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2273483 Pedagogia
O Technological Pedagogical Content Knowledge  (TPACK), ou Conhecimento Tecnológico Pedagógico de Conteúdo, é um modelo teórico-prático, que tem a preocupação em elencar uma base de conhecimentos que um docente precisa dominar para integrar as tecnologias digitais em sala de aula. (SIMONE; BILESSIMO; MACHADO, 2021)
Analise as proposições a seguir:

I- A proposta considera que o conhecimento sobre as tecnologias digitais também precisa ser um corpo de conhecimento trabalhado na formação docente, no mesmo nível do conhecimento do universo pedagógico (do como ensinar) e do conteúdo (do que ensinar).
II- O modelo TPACk enfatiza um domínio teórico prático do uso das tecnologias digitais, no qual é proposto um modelo de formação inicial que instrumentalize tecnicamente o futuro professor para usar ferramentas digitais em suas aulas, em qualquer atividade/conteúdo.
III- Os autores criaram esse modelo técnico educacional, inspirados nas proposições de Lombard, que cunhou o termo tetraedro pedagógico, o qual analisa as relações entre professor, aluno, conteúdo e tecnologias digitais.
IV- TPACK é uma proposta que detalha a intersecção entre conhecimento de conteúdo, que diz respeito ao saberes conceituais da disciplina; o conhecimento pedagógico, relacionado à definição de objetivos e estratégias para o ensino, bem como a utilização de didáticas e metodologias variadas, assim como instrumentos de avaliação e o conhecimento tecnológico, que envolve tanto o domínio de recursos digitais específicos para trabalhar aquele conteúdo com determinada metodologia.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q2273482 Pedagogia
Julio Groppa Aquino (1996), em sua clássica obra, na qual aborda a indisciplina na escola, reflete sobre a relação professor-aluno como um recorte importante para encaminhar a problemática disciplinar, apontando que esta é a relação concreta entre os protagonistas do ato educativo, na qual constituem-se vínculos cotidianos. E, então, problematiza: é um trabalho incessante de indagação, que requer mais do aluno do que um comportamento calado, obediente, estático. O autor propõe um novo olhar e um novo lugar para a indisciplina na escola. Sobre esta visão, analise as asserções a seguir e a relação entre elas.

I- Disciplina é vista como um vetor de rebeldia para consigo mesmo e de estranhamento para com o mundo, busca essencial no trabalho humano de conhecer. Deste modo, pode significar movimento, força afirmativa, vontade de transpor obstáculos.

PORQUE

II- A indisciplina é desejável: o barulho, a agitação, a movimentação são atos catalisadores de conhecimento, e o professor deve ter uma conduta de negociação constante. A respeito dessas asserções, assinala a opção CORRETA:
Alternativas
Q2273479 Pedagogia
Magda Soares é uma pesquisadora que trata dos conceitos de alfabetização e de letramento, defendendo que devem permear práticas pedagógicas que explorem vivências e habilidades respectivas de formas simultâneas e associadas na escola. Ela define esse processo como "alfaletrar" e escreveu livros sobre o tema, um dos quais lhe rendeu o Prêmio Jabuti em 2017. Considerando estes dois conceitos, analise as seguintes asserções:

I- O letramento é o processo que envolve ensinar e aprender a ler e escrever.

 PORQUE

II- Uma pessoa pode ser alfabetizada, mas não letrada.

A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Q2273478 Pedagogia
Um grupo de docentes que atuam no 2º ano do Ensino Fundamental está planejando um projeto que envolve diferentes áreas do conhecimento e considera encaminhar esse trabalho pelo viés das metodologias ativas, que envolvem e engajam os estudantes no desenvolvimento de projetos e/ou atividades práticas e significativas. Considerando tal direcionamento, avalie as proposições a seguir:

I- As metodologias ativas são vinculadas ao uso de tecnologias digitais, visto que facilitam a interação e a comunicação entre estudantes e com seus docentes, criando um ambiente colaborativo essencial às metodologias ativas.
II- Metodologias ativas envolvem estratégias, técnicas, abordagens e perspectivas de aprendizagem individual e colaborativa.
III- Metodologias ativas são proposições de ensino para encaminhar a aprendizagem focada na atuação participativa do aluno e passa a ser discutida em nosso país em meados dos anos 2000, quando a Internet começa a se popularizar por aqui.
IV- As metodologias ativas podem ser adaptadas e aplicadas em diferentes contextos educativos, tanto nas escolas da educação básica, quanto nas universidades, além da educação corporativa.

A partir de sua avaliação, é CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q2273475 Pedagogia
Para Libâneo (2018), existem três níveis de planejamento, materializados em documentos diferentes: o plano da escola, o plano de ensino e o plano de aula. Cada um destinado a um intuito, normalmente pensados e criados em determinados momentos do ano letivo, como a primeira semana de reuniões do ano letivo, na qual se reúne o corpo docente de uma escola. Assim, analise as seguintes assertivas:

I- O plano de ensino deve ser reformulado anualmente por cada docente. Idealmente, nessa semana inicial de planejamento, aproveitando a experiência vivenciada em anos anteriores e inserindo novas possibilidades em sua atuação, no entanto, sem partir do zero.
II- O plano de aula prevê a realização de projetos organizados em sequências didáticas ou aulas voltadas para o trabalho de um conteúdo específico e, por isso, nem sempre está interligado ao plano da escola, podendo ser realizado semanalmente ou diariamente.
III- O plano de escola contempla as diretrizes pedagógicas, administrativas e organizacionais, baseadas em teorias da aprendizagem e concepções sócio-políticas e pode ser elaborado e discutido por um ou por mais membros do corpo docente e apresentado no início do ano letivo.

A partir da ideia apresentada, é CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q2273474 Pedagogia
Existe um ritual escolar que se repete, há séculos em muitas salas de aula e redes de ensino, ainda nos dias de hoje, seguindo uma concepção de ensino que mede quantitativamente se o conteúdo exposto pelo professor foi memorizado pelo estudante, por meio de uma situação comumente chamada de avaliação. Luckesi (2011) assegura que o ato de avaliar a aprendizagem é o meio para averiguar se o estudante aprendeu o que foi ensinado e, se não aprendeu, vai ser ensinado novamente, até que aprenda. Mas esse ato que, assim descrito, parece simples de ser executado, não tem sido viável. Qual alternativa explica melhor essa inviabilidade?
Alternativas
Respostas
10561: B
10562: B
10563: C
10564: A
10565: C
10566: E
10567: A
10568: E
10569: A
10570: A
10571: E
10572: A
10573: A
10574: A
10575: D
10576: C
10577: C
10578: C
10579: D
10580: E