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“A palavra
fracasso significa falhar, ter mau êxito,
em algum empreendimento. A palavra,
no âmbito escolar, serve para classificar
o aluno que não atende à expectativa de
aprendizagem de professores, pais,
dirigentes escolares e/ou sistemas
governamentais de avaliação. O
significado de fracasso é, então,
socialmente construído em razão das
expectativas gerais da sociedade” (VOSS,
2014). O pensamento destacado remete
ao tema do fracasso escolar. Para avaliar
o desempenho das escolas brasileiras, o
INEP (Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais) criou o IDEB
(Índice de Desenvolvimento da Educação
Básica). Em relação ao
desempenho/fracasso escolar dos
estudantes do ensino básico, é correto
afirmar que:
I- A prática de ensino é intencional, logo precisa ser organizada previamente; II- O planejamento é como um guia de orientação, estabelecendo os rumos do trabalho pedagógico; III- A ação de planejar se traduz como o preenchimento de formulários para controle administrativo; IV- Os elementos do planejamento escolar são: objetivos, conteúdos, metodologia, recursos e avaliação. Eles são articulados e neutros; V- No planejamento, o objetivo é horizonte e alicerce, fundamento e guia da ação didática que se articula dialeticamente com os demais elementos do plano.
Estão corretas:
O planejamento escolar tem as seguintes funções, exceto:
I. Em um mundo interligado as pessoas têm que ter acesso à internet, mas nas escolas, isso não é viável, posto que interfere negativamente nos processos de ensino e de aprendizagem, dispersando os alunos/as. II. O ensino com tecnologia envolve quatro componentes principais: alunos, professores, conteúdos e ferramentas tecnológicas, dentre esses, o que produz a mediação do ensino, que é indispensável, é o conteúdo extraído do currículo escolar. III. Os jovens precisam de currículos que lhes ajudem a avaliar os custos e as vantagens e a fazer escolhas sensatas sobre o papel que os novos meios de informação exercem em suas vidas no trabalho, em casa e em outros locais. IV. A integração das TICs aos processos educacionais transcende as questões puramente técnicas para se situar no nível da definição das grandes finalidades sociais da educação.
MANSUTTI, Maria Amábile. Carta Educação. Reportagens. Disponível em :http://www.cartaeducacao.com.br/artigo/acomplicada-questao-da-disciplina. Acesso em 09.06.2018.
As formas de violência contidas no pequeno trecho da reportagem anteriormente citada levam a um fenômeno antigo e ainda atual na educação, identificado como “fracasso escolar”. São formas de intervir para a superação desse fenômeno, exceto:
I – É garantido o direito de propriedade. II – A propriedade atenderá a sua função social. III - O Estado promoverá, na forma da lei, a defesa do consumidor.
As afirmativas I, II e III são respectivamente:
TEXTO I
Quartetos
Como nos tempos d’antanho já dis: merci beaucoup
obrigado a ti, Poesia, mil vezes obrigado
porque posso carregar fantasmas a tiracolo
E dizer: eu tenho o mundo.
Na verdade, o tempo e a miséria eu tenho
e a mágoa de ter nascido ó minha mãe!
Quantas vezes, meu Deus, desci aos infernos
para tirar de lá apenas um poema e nada
mais...
Nos pensamentos enormes
somente o voo do pássaro é que importa
mas eu bendigo a dor de ter sofrido
para colher a rosa da esperança, a tênue rosa
O poetas do romantismo
vós vos matáveis por amor
porém nós, poetas do modernismo,
temos amor e não nos matamos.
Se me perguntassem (quem ousaria?)
qual o maior poeta do mundo
o que sofreu na carne a dor da poesia
responderia apenas: infelizmente, eu!
Que dissolução nos sentidos
à hora morta do sono sem remédio.
O verso é como o acalanto
mas a criança não dorme há muitos anos...
E dormir é viver, é sonhar
e desperta quem há de achar
a palavra – a simples palavra
(Mulher) e o que engrandece?
( Antônio Girão Barroso Rev. Acad. Cear. Let. N° 35
– 1971)
TEXTO I
Quartetos
Como nos tempos d’antanho já dis: merci beaucoup
obrigado a ti, Poesia, mil vezes obrigado
porque posso carregar fantasmas a tiracolo
E dizer: eu tenho o mundo.
Na verdade, o tempo e a miséria eu tenho
e a mágoa de ter nascido ó minha mãe!
Quantas vezes, meu Deus, desci aos infernos
para tirar de lá apenas um poema e nada
mais...
Nos pensamentos enormes
somente o voo do pássaro é que importa
mas eu bendigo a dor de ter sofrido
para colher a rosa da esperança, a tênue rosa
O poetas do romantismo
vós vos matáveis por amor
porém nós, poetas do modernismo,
temos amor e não nos matamos.
Se me perguntassem (quem ousaria?)
qual o maior poeta do mundo
o que sofreu na carne a dor da poesia
responderia apenas: infelizmente, eu!
Que dissolução nos sentidos
à hora morta do sono sem remédio.
O verso é como o acalanto
mas a criança não dorme há muitos anos...
E dormir é viver, é sonhar
e desperta quem há de achar
a palavra – a simples palavra
(Mulher) e o que engrandece?
( Antônio Girão Barroso Rev. Acad. Cear. Let. N° 35
– 1971)
TEXTO I
Quartetos
Como nos tempos d’antanho já dis: merci beaucoup
obrigado a ti, Poesia, mil vezes obrigado
porque posso carregar fantasmas a tiracolo
E dizer: eu tenho o mundo.
Na verdade, o tempo e a miséria eu tenho
e a mágoa de ter nascido ó minha mãe!
Quantas vezes, meu Deus, desci aos infernos
para tirar de lá apenas um poema e nada
mais...
Nos pensamentos enormes
somente o voo do pássaro é que importa
mas eu bendigo a dor de ter sofrido
para colher a rosa da esperança, a tênue rosa
O poetas do romantismo
vós vos matáveis por amor
porém nós, poetas do modernismo,
temos amor e não nos matamos.
Se me perguntassem (quem ousaria?)
qual o maior poeta do mundo
o que sofreu na carne a dor da poesia
responderia apenas: infelizmente, eu!
Que dissolução nos sentidos
à hora morta do sono sem remédio.
O verso é como o acalanto
mas a criança não dorme há muitos anos...
E dormir é viver, é sonhar
e desperta quem há de achar
a palavra – a simples palavra
(Mulher) e o que engrandece?
( Antônio Girão Barroso Rev. Acad. Cear. Let. N° 35
– 1971)