Foram encontradas 135 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
TEXTO I
Utilize o texto I para responder a questão abaixo.
Trabalhar e sofrer
"Assim como o sofrimento pode nos tornar amargos e até emocionalmente estéreis, o trabalho pode aviltar, humilhar, explorar e solapar qualquer dignidade"
“O trabalho enobrece” é uma dessas frases feitas que a gente repete sem refletir no que significam, feito reza automatizada. Outra é "A quem Deus ama, ele faz sofrer", que fala de uma divindade cruel, fria, que não mereceria uma vela acesa sequer. Sinto muito: nem sempre trabalhar nos torna mais nobres, nem sempre a dor nos deixa mais justos, mais generosos. O tempo para contemplação da arte e da natureza, ou curtição dos afetos, por exemplo, deve enobrecer bem mais. Ser feliz, viver com alguma harmonia, há de nos tornar melhores do que a desgraça. A ilusão de que o trabalho e o sofrimento nos aperfeiçoam é uma ideia que deve ser reavaliada e certamente desmascarada.
O trabalho tem de ser o primeiro dos nossos valores,
nos ensinaram, colocando à nossa frente cartazes
pintados que impedem que a gente enxergue além
disso. Eu prefiro a velha dama esquecida num canto
feito uma mala furada, que se chama ética. Palavra
refinada para dizer o que está ao alcance de qualquer
um de nós: decência. Prefiro, ao mito do trabalho
como única salvação, e da dor como cursinho de
aperfeiçoamento pessoal, a realidade possível dos
amores e dos valores que nos tornariam mais
humanos. Para que se trabalhe com mais força e
ímpeto e se viva com mais esperança.
O trabalho que dá valor ao ser humano e algum sentido à vida pode, por outro lado, deformar e destruir. O desprezo pela alegria e pelo lazer espalha-se entre muitos de nossos conceitos, e nos sentimos culpados se não estamos em atividade, na cultura do corre-corre e da competência pela competência, do poder pelo poder, por mais tolo que ele seja.
Assim como o sofrimento pode nos tornar amargos e até emocionalmente estéreis, o trabalho pode aviltar, humilhar, explorar e solapar qualquer dignidade, roubar nosso tempo, saúde e possibilidade de crescimento. Na verdade, o que enobrece é a responsabilidade que os deveres, incluindo os de trabalho, trazem consigo. O que nos pode tornar mais bondosos e tolerantes, eventualmente, nasce do sofrimento suportado com dignidade, quem sabe com estoicismo. Mas um ser humano decente é resultado de muito mais que isso: de genética, da família, da sociedade em que está inserido, da sorte ou do azar, e de escolhas pessoais (essas a gente costuma esquecer: queixar-se é tão mais fácil).
Quanto tempo o meu trabalho – se é que temos escolha, pois a maioria de nós dá graças a Deus se consegue trabalhar por um salário vil – me permite para lazer, ou o que eu de verdade quero, se é que paro para refletir sobre isso? Quanto tempo eu me dou para viver? Quanto sobra para meu crescimento pessoal, para tentar observar o mundo e descobrir meu lugar nele, por menor que seja, ou para entender minha cultura e minha gente, para amar minha família?
E, se o luxo desse tempo existe, eu o emprego para ser, para viver, ou para correr atrás de mais um trabalho a fim de pagar dívidas nem sempre necessárias? Ou apenas não me sinto bem ficando sem atividade, tenho de me agitar sem vontade, rir sem alegria, gritar sem entusiasmo, correr na esteira além do indispensável para me manter sadio, vagar pelos shoppings quando nada tenho a fazer ali e já comprei todo o possível – muito mais do que preciso, no maior número de prestações que me ofereceram? E, quando tenho momentos de alegria, curto isso ou me preocupo: algo deve estar errado?
Servos de uma culpa generalizada, fabricamos caprichosamente cada elo do círculo infernal da nossa infelicidade e alienação. Essas frases feitas, das quais aqui citei só duas, podem parecer banais. Até rimos delas, quando alguém nos leva a refletir a respeito. Mas na verdade são instrumento de dominação de mentes: sofra e não se queixe, não se poupe, não se dê folga, mate-se trabalhando, seja humilde, seja pobre, sofrer é nosso destino, darás à luz com dor – e todo o resto da tola e desumana lavagem cerebral de muitos séculos, que a gente em geral nem questiona mais.
FONTE: LUFT, Lya. In. VEJA, nº 2148, de 20/01/2010.
TEXTO I
Utilize o texto I para responder a questão abaixo.
Trabalhar e sofrer
"Assim como o sofrimento pode nos tornar amargos e até emocionalmente estéreis, o trabalho pode aviltar, humilhar, explorar e solapar qualquer dignidade"
“O trabalho enobrece” é uma dessas frases feitas que a gente repete sem refletir no que significam, feito reza automatizada. Outra é "A quem Deus ama, ele faz sofrer", que fala de uma divindade cruel, fria, que não mereceria uma vela acesa sequer. Sinto muito: nem sempre trabalhar nos torna mais nobres, nem sempre a dor nos deixa mais justos, mais generosos. O tempo para contemplação da arte e da natureza, ou curtição dos afetos, por exemplo, deve enobrecer bem mais. Ser feliz, viver com alguma harmonia, há de nos tornar melhores do que a desgraça. A ilusão de que o trabalho e o sofrimento nos aperfeiçoam é uma ideia que deve ser reavaliada e certamente desmascarada.
O trabalho tem de ser o primeiro dos nossos valores,
nos ensinaram, colocando à nossa frente cartazes
pintados que impedem que a gente enxergue além
disso. Eu prefiro a velha dama esquecida num canto
feito uma mala furada, que se chama ética. Palavra
refinada para dizer o que está ao alcance de qualquer
um de nós: decência. Prefiro, ao mito do trabalho
como única salvação, e da dor como cursinho de
aperfeiçoamento pessoal, a realidade possível dos
amores e dos valores que nos tornariam mais
humanos. Para que se trabalhe com mais força e
ímpeto e se viva com mais esperança.
O trabalho que dá valor ao ser humano e algum sentido à vida pode, por outro lado, deformar e destruir. O desprezo pela alegria e pelo lazer espalha-se entre muitos de nossos conceitos, e nos sentimos culpados se não estamos em atividade, na cultura do corre-corre e da competência pela competência, do poder pelo poder, por mais tolo que ele seja.
Assim como o sofrimento pode nos tornar amargos e até emocionalmente estéreis, o trabalho pode aviltar, humilhar, explorar e solapar qualquer dignidade, roubar nosso tempo, saúde e possibilidade de crescimento. Na verdade, o que enobrece é a responsabilidade que os deveres, incluindo os de trabalho, trazem consigo. O que nos pode tornar mais bondosos e tolerantes, eventualmente, nasce do sofrimento suportado com dignidade, quem sabe com estoicismo. Mas um ser humano decente é resultado de muito mais que isso: de genética, da família, da sociedade em que está inserido, da sorte ou do azar, e de escolhas pessoais (essas a gente costuma esquecer: queixar-se é tão mais fácil).
Quanto tempo o meu trabalho – se é que temos escolha, pois a maioria de nós dá graças a Deus se consegue trabalhar por um salário vil – me permite para lazer, ou o que eu de verdade quero, se é que paro para refletir sobre isso? Quanto tempo eu me dou para viver? Quanto sobra para meu crescimento pessoal, para tentar observar o mundo e descobrir meu lugar nele, por menor que seja, ou para entender minha cultura e minha gente, para amar minha família?
E, se o luxo desse tempo existe, eu o emprego para ser, para viver, ou para correr atrás de mais um trabalho a fim de pagar dívidas nem sempre necessárias? Ou apenas não me sinto bem ficando sem atividade, tenho de me agitar sem vontade, rir sem alegria, gritar sem entusiasmo, correr na esteira além do indispensável para me manter sadio, vagar pelos shoppings quando nada tenho a fazer ali e já comprei todo o possível – muito mais do que preciso, no maior número de prestações que me ofereceram? E, quando tenho momentos de alegria, curto isso ou me preocupo: algo deve estar errado?
Servos de uma culpa generalizada, fabricamos caprichosamente cada elo do círculo infernal da nossa infelicidade e alienação. Essas frases feitas, das quais aqui citei só duas, podem parecer banais. Até rimos delas, quando alguém nos leva a refletir a respeito. Mas na verdade são instrumento de dominação de mentes: sofra e não se queixe, não se poupe, não se dê folga, mate-se trabalhando, seja humilde, seja pobre, sofrer é nosso destino, darás à luz com dor – e todo o resto da tola e desumana lavagem cerebral de muitos séculos, que a gente em geral nem questiona mais.
FONTE: LUFT, Lya. In. VEJA, nº 2148, de 20/01/2010.
O processo de construção do espaço amapaense apresenta em seu histórico períodos de fragmentação, entretanto, foi entre os anos de 1987 e 1994 que essa ação se intensificou com a criação de 11 (onze) municípios.
Assinale a opção em que se apresentam as causas do fenômeno da fragmentação territorial do Amapá neste período.
Em relação à questão indígena na Amazônia é correto afirmar que:
I. A diversidade indígena não decorre somente de suas línguas, culturas, modos de viver e de pensar, mas também, do tipo de contato que mantém com os
não índios. As culturas indígenas são dinâmicas e se encontram em processo contínuo de transformação.
II. Nos últimos anos houve um retrocesso no reconhecimento de direitos territoriais e culturais dos povos indígenas, embora, essa população tenha avançado no que diz respeito a sustentabilidade ambiental, cultural e econômica de seus territórios.
III. A questão indígena na Amazônia não é apenas um “problema de índio”, diz respeito a toda a sociedade, pois o processo generalizado de apropriação, devastação e colonização pela qual a região está submetida envolve também, pescadores, camponeses, posseiros e populações urbanas.
IV. Segundo informações da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), foram encontradas, na última década, centenas de grupos indígenas isolados na Amazônia, estes grupos concentram-se na sua grande maioria nos Estados do Acre, Amazonas e Pará.
Estão CORRETAS:
Responda a questão com base na tabela abaixo e na literatura sobre o crescimento demográfico nos estados da Região Norte.
População residente na Região Norte
Estados |
Censo/2000 |
Contagem/2007 |
Acre |
557.526 |
655.385 |
Amapá |
477.032 |
587.311 |
Amazonas |
2.812.557 |
3.221.939 |
Rondônia |
1.379.787 |
1.453.756 |
Roraima |
324.397 |
395.725 |
Tocantins |
1.157.098 |
1.243.627 |
Total |
12.900.704 |
14.623.316 |
Marque a alternativa CORRETA.
Responda a questão com base no mapa abaixo e na literatura sobre a divisão regional do Brasil.
Analise os itens:
I. As regiões 1 e 3 estão integradas quanto as atividades econômicas, sociais e populacionais, foram as que receberam, na última década, os maiores investimentos para a melhoria de infra-estrutura de transporte e de comunicação. Estas áreas deixaram de ser economicamente isoladas e estagnadas, ganhando dinamismo e prosperidade.
II. A região 1 é caracterizada por ser um espaço natural, que engloba a bacia do rio amazonas e é predominantemente coberta pela floresta equatorial. As atividades econômicas praticadas de forma predatória contribuem para a perda da biodiversidade, redução da ciclagem da água e para o aquecimento global.
III. A região 2 é caracterizada pelo dinamismo e diversificação de sua economia, apresentando maior concentração de indústrias e agropecuária moderna. Possui a mais densa rede de cidades, serviços, comunicação, transporte e apresenta o maior índice populacional.
IV. A região 3 é caracterizada por conglomerar as maiores metrópoles do país, apresentando altos índices de crescimento econômico, social e populacional. Sua economia é baseada nos setores industriais, no turismo, na pecuária extensiva e na agricultura mecanizada, 80% da sua população concentra-se no litoral.
Estão CORRETOS:
Apesar da existência de diversas fontes de energias alternativas na sociedade moderna, o petróleo ainda é considerado o recurso básico e é o mais utilizado.
Sobre a exploração, produção e utilização deste recurso pode-se AFIRMAR que:
Na América do Sul constituiu-se em 1991 o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, entretanto, Bolívia, Chile, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela participam na condição de membros associados.
Em relação ao papel do Brasil neste mercado regional pode-se AFIRMAR que
Sobre o acelerado processo de degradação ambiental é CORRETO afirmar que:
I. O grau de poluição aumentou consideravelmente com a industrialização, tornando os problemas ambientais cada vez mais regionalizados e localizados.
II. A sociedade moderna é predominantemente urbana. A cidade é uma das maiores fontes de poluição, contribuindo para intensos problemas ambientais.
III. Os países do Norte por utilizarem tecnologias “limpas” no processo industrial são os que menos contribuem para a intensificação da degradação ambiental.
IV. O desenvolvimento agrícola tem contribuído consideravelmente para o aumento da degradação ambiental.
Estão CORRETAS:
Um dos conflitos que se agrava com a globalização é o crime internacional organizado. As organizações criminosas controlam o comércio de drogas, de armas e de pessoas. Entre os fatores que facilitam e contribuem para a expansão e internacionalização destas organizações, encontra-se
As relações de produção no espaço agrário mundial são bastante heterogêneas e complexas, caracterizadas pelas diversas formas de relacionamentos. Considerando as heterogeneidades e complexidades do espaço agrário, é CORRETO afirmar que
Música 1 – Garota de Ipanema (dos compositores Tom Jobim e Vinícius de Morais)
“Olha que coisa mais linda
Mais cheia de graça
É ela a menina
Que vem e que passa
Num doce balanço
A caminho do mar (...)
Moça do corpo dourado
Do sol de Ipanema
O seu balançado é mais que um poema(...)
É a coisa mais linda que eu já vi passar
Música 2 – “Carcará” (música que revelou a cantora Maria Bethânia)
Carcará
Pega, mata e come
Carcará não vai morrer de fome
Carcará
Mais coragem de que homem...
Os trechos das músicas acima demarcam a forma de organização e expressão da mentalidade brasileira entre as décadas de 1950 e 1960.
Considerando esse contexto é possível afirmar que:
I. A música 1 pertence ao movimento chamado de Bossa Nova, iniciado entre jovens compositores de classe média.
II. Na música 1 as letras das canções da Bossa Nova falam do cotidiano, com arranjos elaborados e maneira de cantar contida e intimista (o cantor procura exprimir sentimentos íntimos, e por outro lado, o sentimento das coisas simples).
III. A música 2 faz parte do movimento de música de protesto, relacionado à situação política do país.
IV. A música 2 refere-se ao movimento da Jovem Guarda, que influenciou a forma de vestir e de falar de grande parte da juventude.
Estão CORRETAS:
““Mesmo na região do Amapá, no alvorecer do século XIX, foi determinado que as milícias patrulhassem 'todos os rios, lagos, cabeceiras de igarapés ou todas aquelas paragens donde tinham desconfiança que houvesse quilombos‟. Em 1813, procurava-se reunir recursos para o pagamento das despesas efetuadas na destruição [dos quilombos] do rio Guajará.” (Texto adaptado de GOMES, F. S. Fronteiras e mocambos: o protesto negro na guiana brasileira. Belém: Editora Universidade/UFPA, 1999, p. 268)
Considerando o texto acima e as informações disponíveis sobre o assunto, pode-se considerar a respeito dos quilombos no Brasil que
No Brasil, entre as mudanças sociais que ocorreram na passagem do século XIX para o XX, pode-se considerar
“O que se formou em 1822 foi o Estado brasileiro. A nação (no seu sentido contemporâneo), isto é, uma unidade mínima de interesses, uma igualdade mínima entre os cidadãos perante a lei, o desejo de permanecer como membros de uma mesma unidade política, foi algo que os governantes foram criando com o tempo, simultaneamente com a formação do território por meio de conflitos e tratados, chegando ao que é hoje.” (MONTELLATO, A. et al. História temática. São Paulo: Scipione, 2002, p, 162)
MARQUE A ALTERNATIVA que apresenta um dos fatores que justifica a frase “O que se formou em 1822 foi o Estado brasileiro e não a nação brasileira”.
“(...) tanto que se viu a abundância do ouro que se tirava e a largueza com que se pagava tudo o que lá ia, logo se fizeram estalagens e logo começaram os mercadores a mandar às minas o melhor que chega nos navios do Reino e de outras partes, assim de mantimentos, como de regalo [alegria] e de pomposo para se vestirem. (...) E a este respeito, de todas as partes do Brasil se começou a enviar tudo o que dá a terra, com lucro não somente grande mas excessivo. Daqui se seguiu mandarem às minas gerais as boiadas de Paranaguá e às do rio das Velhas as boiadas dos campos da Bahia. (...)”.
(Texto adaptado de ANTONIL, A. J. Cultura e opulência do Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Edusp, 1982, p.169- 170)
De acordo com o texto acima, pode-se entender sobre o período de desenvolvimento da mineração no Brasil colônia que
“Elemento dominante na vida política dos países da América Latina (...) substitui, em sua área de influência, os regimes constitucionalmente estabelecidos e torna sem efeito as medidas decididas pela sociedade em favor da vontade do líder (...) É a forma de exercício do poder político que se caracteriza pelo agrupamento de uma comunidade, ou de importante parte dela, em torno do líder, que exerce o mando de maneira autoritária (...) Surgiu na América Latina por volta de 1820,em decorrência da passagem inesperada e brusca do regime colonial para a independência.”
(Enciclopédia Britânica do Brasil).
O texto acima conceitua na política Latino Americana:
A 08 de janeiro de 1918, antes mesmo do fim da I Guerra Mundial, o presidente dos Estados Unidos, Woondrow Wilson, divulgou um plano de 14 pontos destinados a orientar as discussões de paz.
É CORRETO afirmar que entre as suas proposições mais importantes estavam:
I. A fixação dos limites para a tonelagem das marinhas de guerra dos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Japão, Itália e França.
II. Devolução da Alsácia-Lorena à França e a criação da Liga das Nações para mediar conflitos e evitar futuras guerras.
III. A criação da Organização das Nações Unidas (ONU), cujos principais objetivos são a manutenção da paz mundial, a defesa dos direitos humanos e a melhoria da qualidade de vida no planeta.
IV. Liberdade de comércio e de navegação entre todos os países e o fim das cláusulas secretas nos acordos internacionais.
Estão CORRETAS:
“Convencionou-se chamar de Idade Moderna o período histórico que se estende de 1453 (tomada de Constantinopla pelos turcos) até 1789 (início da revolução Francesa). No plano econômico, essa época foi marcada pelo desenvolvimento do capitalismo comercial (ou mercantil), forma inicial do sistema capitalista.
Sobre essa fase do capitalismo é CORRETO afirmar que:
I. Apesar de predominar o produtor independente, expande-se o trabalho assalariado. Existia a predominância do capital mercantil sobre a produção.
II. A maior parte do lucro concentrava-se nas mãos dos comerciantes, intermediários entre o produtor e o consumidor.
III. Período de emergência da economia mercantil, na qual o comércio e a produção artesanal começam a ganhar força. A produção estava nas mãos dos artesões que eram donos dos meios de produção.
IV. O capital industrial passa a dominar o conjunto da produção, distribuição e circulação de riquezas. Há uma clara separação entre os possuidores dos meios de produção e a massa dos trabalhadores.
Estão CORRETAS:
A imagem que segue, uma gravura do século XVII, retrata o enforcamento de bruxas na Inglaterra.
Enforcamento de bruxas na Inglaterra. Gravura do século XVII.
Fonte: MOTA, Myriam B.; BRAICK, Patrícia R. História: das cavernas ao Terceiro Milênio. São Paulo: Moderna, 2002,p. 156.
Sobre a questão da mulher e sua relação com a bruxaria é CORRETO afirmar que:
I. Estavam excluídas das acusações de bruxaria as mulheres cátaras, pois pregavam a castidade absoluta, mesmo entre marido e mulher.
II. Mulheres suspeitas de heresia também foram perseguidas pela igreja como bruxas.
III. O clima sexual perverso, implícito na ideia de feitiçaria, colaborou para dar as hereges uma imagem de depravação.
IV. O clima de desconfiança em relação às mulheres era mais forte em relação a algumas profissões, tais como as curandeiras, as parteiras e as cozinheiras, que eram constantemente acusadas de bruxaria.
Estão CORRETAS: