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I- Nas emergências os pacientes experimentam sintomas de início imediato (súbito), que não são percebidas por ele ao longo do tempo e que em muitas vezes não sabem descrever o que sentem por se tratar de uma coisa que nunca sentiram antes.
II- Diferente de urgência, a emergência é uma situação na qual os pacientes apresentam os sintomas de maneira rápida, intensa e que o fator tempo deve ser levado a sério para se atender ao paciente com segurança.
III- As situações que envolvem emergências estão diretamente relacionadas aos órgãos do corpo que são importantes à vida, como o coração, os pulmões e o cérebro.
IV- São alguns exemplos de situações de emergência: Infarto (IAM) - quando o paciente sente uma dor em pressão no centro do peito; Dispneia - quando o paciente sente falta de ar e não consegue respirar satisfatoriamente; Acidente Vascular Cerebral (AVC) - quando o paciente não consegue controlar os músculos dos braços, pernas e às vezes da face.
1- Hipertensão Arterial.
2- Diabetes Mellitus.
( ) No que tange ao tratamento foram padronizados os medicamentos Captopril, Hidroclorotiazida e Propranolol, disponíveis em toda a rede básica de saúde.
( ) Quanto ao tratamento definiu-se pela utilização da insulina NPH-100, já disponível na rede, e os hipoglicemiantes orais Glibenclamida e Metformina.
( ) Para a prevenção e controle estão previstas: ações educativas para controle de condições de risco (obesidade, sedentarismo, tabagismo) e prevenção de complicações, recomenda-se manter o peso adequado, reduzir o consumo de sal, moderar o consumo de bebidas alcoólicas, controlar o uso de gorduras e incluir alimentos ricos em potássio na alimentação diária, diagnóstico de casos, cadastramento de portadores, busca ativa de casos, tratamento dos doentes, diagnóstico precoce de complicações e primeiro atendimento de urgência.
( ) Estão previstas medidas preventivas e de promoção da saúde (ações educativas sobre condições de risco (obesidade, sedentarismo); ações educativas e de apoio para prevenção de complicações (cuidados com os pés; orientação nutricional; cessação do tabagismo e alcoolismo; controle de pressão arterial e das dilispidemias); ações educativas para auto aplicação de insulina), diagnóstico de casos, cadastramento de Portadores, busca ativa de casos, tratamento dos doentes, monitorização dos níveis de glicose sanguínea e diagnóstico precoce de complicações, primeiro atendimento de urgência, encaminhamento de casos.
1- Via oral.
2- Via sublingual.
3- Via retal.
4- Via subcutânea.
5- Via transdérmica.
( ) Via utilizada quando o paciente não apresenta condições de deglutir fármacos ou em casos nos quais é necessário que o medicamento não tenha contato com a circulação ou com o suco gástrico.
( ) Consiste em oferecer o medicamento que será deglutido ou não com auxílio de líquidos.
( ) Utilizada para administrar medicamento por meio da pele com o uso de adesivos. Esses medicamentos podem ter ação local ou sistêmica.
( ) Utilizada para administração de insulina, anticoagulantes, algumas vacinas, adrenalina e hormônios.
( ) Consiste em administrar o medicamento diretamente sob a língua e deixar que sua absorção seja realizada pela mucosa oral.
1- Vigilância sanitária
2- Vigilância epidemiológica
( ) Conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde.
( ) Abrange: I - o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde, compreendidas todas as etapas e processos, da produção ao consumo; e II - o controle da prestação de serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a saúde.
( ) Conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos.
( ) A sua operacionalização engloba as seguintes funções: Coleta de dados; Processamento de dados coletados; Análise e interpretação dos dados processados; Recomendação das medidas de prevenção e controle apropriadas; Promoção das ações de prevenção e controle indicadas; Avaliação da eficácia e efetividade das medidas adotadas; e Divulgação de informações pertinentes.
I- Ampliar o acesso ao diagnóstico e ao tratamento nos Municípios de maior endemicidade.
II- Garantir atenção integral aos pacientes em níveis de maior complexidade.
III-Assegurar, nas unidades de saúde, tratamento completo para a forma multibacilar.
IV- Desenvolver ações de promoção à saúde e à vigilância epidemiológica, bem como de diagnóstico e acompanhamento, tratamento e reabilitação das pessoas atingidas pela doença.
V- Responsabilizar os gestores e mobilizar a sociedade civil, na promoção do conhecimento sobre os sinais e sintomas da hanseníase.