Questões de Concurso
Para ganzaroli
Foram encontradas 2.905 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A partir da leitura do texto ABAIXO, analise e responda o que é solicitado.
PELO FIM DAS GAMBIARRAS
João Borges
Fazer gambiarras já virou até meme nas redes sociais. Um fiozinho puxado aqui, uma extensãozinha ali, uma emenda
meio ao Deus dará e pronto! Alguém metido a MacGyver consegue criar um ar-condicionado improvisado usando um
ventilador e uma caixa cheia de gelo. Esse tipo de aparato é um prato cheio para os usuários da web, que costumam
decretar: “agora o brasileiro vai ser estudado pela Nasa!”.
Mas, na prática, a melhor coisa a fazer é rir dessas invencionices e no mesmo instante esquecer que elas existem. Porque
são justamente esses improvisos feitos dentro de casa que podem comprometer parte ou até a totalidade do sistema
elétrico e hidráulico da residência. Em outras palavras, uma gambiarra feita para economizar alguns trocados pode se
transformar num prejuízo de milhares de reais.
O pior é que algumas delas são praticadas com muito mais frequência do que se imagina. Ou vai dizer que você não tem
nenhuma tomada em casa com um ou mais ‘T’s conectados? Quem faz isso costuma desconhecer o risco de sobrecarga
que a união de equipamentos num mesmo terminal elétrico pode provocar.
Outro hábito bastante comum é o de deixar fios e extensões simplesmente soltos, formando aqueles emaranhados
geralmente atrás do móvel da TV e do computador. Um pequeno desgaste em um dos cabos, em contato com outro, pode
ser suficiente para queimar os equipamentos ou até mesmo provocar um incêndio.
Atire a primeira pedra quem também nunca usou um aparelho com o fio esticado, quase no limite do necessário. Os
aventureiros que se arriscam a fazer isso provavelmente não sabem que o mau contato pode “fritar” a ponta da tomada,
levando, assim, igualmente a um risco de incêndio. Como se pode ver, as gambiarras estão presentes em quase todas as
casas. E é aí que mora o maior problema.
Todas essas situações mostram o quanto nos expomos diariamente a situações perigosas, dentro das nossas próprias
casas. São medidas que podem colocar em risco não apenas nossos bens, mas, principalmente, a estrutura do imóvel e
nossas próprias vidas.
O mais adequado é fugir sempre dos improvisos e recorrer a soluções seguras, que obedeçam às normas de segurança.
Além disso, é essencial dispor de um projeto bem elaborado para a rede elétrica, que leve em conta as características do
imóvel e a sua funcionalidade. Quem pode oferecer isso é um engenheiro especializado, que considera diversos fatores
para tornar os pontos bem distribuídos, sem afetar outros sistemas que também passam por trás da parede. Essas
escolhas interferem diretamente na qualidade da residência, assegurando também mais segurança aos moradores.
Precisamos também desmitificar a ideia de que gambiarra é algo genuíno do brasileiro, e que o tal jeitinho, se é que existe,
não funciona na construção civil. Quanto maior o nível de exigência da obra, que deve ser de excelência, menor será o
risco de problemas no futuro. E isso, definitivamente, não tem preço.
Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/Acesso em: 11 de jan. 2024.
A partir da leitura do texto ABAIXO, analise e responda o que é solicitado.
PELO FIM DAS GAMBIARRAS
João Borges
Fazer gambiarras já virou até meme nas redes sociais. Um fiozinho puxado aqui, uma extensãozinha ali, uma emenda
meio ao Deus dará e pronto! Alguém metido a MacGyver consegue criar um ar-condicionado improvisado usando um
ventilador e uma caixa cheia de gelo. Esse tipo de aparato é um prato cheio para os usuários da web, que costumam
decretar: “agora o brasileiro vai ser estudado pela Nasa!”.
Mas, na prática, a melhor coisa a fazer é rir dessas invencionices e no mesmo instante esquecer que elas existem. Porque
são justamente esses improvisos feitos dentro de casa que podem comprometer parte ou até a totalidade do sistema
elétrico e hidráulico da residência. Em outras palavras, uma gambiarra feita para economizar alguns trocados pode se
transformar num prejuízo de milhares de reais.
O pior é que algumas delas são praticadas com muito mais frequência do que se imagina. Ou vai dizer que você não tem
nenhuma tomada em casa com um ou mais ‘T’s conectados? Quem faz isso costuma desconhecer o risco de sobrecarga
que a união de equipamentos num mesmo terminal elétrico pode provocar.
Outro hábito bastante comum é o de deixar fios e extensões simplesmente soltos, formando aqueles emaranhados
geralmente atrás do móvel da TV e do computador. Um pequeno desgaste em um dos cabos, em contato com outro, pode
ser suficiente para queimar os equipamentos ou até mesmo provocar um incêndio.
Atire a primeira pedra quem também nunca usou um aparelho com o fio esticado, quase no limite do necessário. Os
aventureiros que se arriscam a fazer isso provavelmente não sabem que o mau contato pode “fritar” a ponta da tomada,
levando, assim, igualmente a um risco de incêndio. Como se pode ver, as gambiarras estão presentes em quase todas as
casas. E é aí que mora o maior problema.
Todas essas situações mostram o quanto nos expomos diariamente a situações perigosas, dentro das nossas próprias
casas. São medidas que podem colocar em risco não apenas nossos bens, mas, principalmente, a estrutura do imóvel e
nossas próprias vidas.
O mais adequado é fugir sempre dos improvisos e recorrer a soluções seguras, que obedeçam às normas de segurança.
Além disso, é essencial dispor de um projeto bem elaborado para a rede elétrica, que leve em conta as características do
imóvel e a sua funcionalidade. Quem pode oferecer isso é um engenheiro especializado, que considera diversos fatores
para tornar os pontos bem distribuídos, sem afetar outros sistemas que também passam por trás da parede. Essas
escolhas interferem diretamente na qualidade da residência, assegurando também mais segurança aos moradores.
Precisamos também desmitificar a ideia de que gambiarra é algo genuíno do brasileiro, e que o tal jeitinho, se é que existe,
não funciona na construção civil. Quanto maior o nível de exigência da obra, que deve ser de excelência, menor será o
risco de problemas no futuro. E isso, definitivamente, não tem preço.
Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/Acesso em: 11 de jan. 2024.
A partir da leitura do texto ABAIXO, analise e responda o que é solicitado.
PELO FIM DAS GAMBIARRAS
João Borges
Fazer gambiarras já virou até meme nas redes sociais. Um fiozinho puxado aqui, uma extensãozinha ali, uma emenda
meio ao Deus dará e pronto! Alguém metido a MacGyver consegue criar um ar-condicionado improvisado usando um
ventilador e uma caixa cheia de gelo. Esse tipo de aparato é um prato cheio para os usuários da web, que costumam
decretar: “agora o brasileiro vai ser estudado pela Nasa!”.
Mas, na prática, a melhor coisa a fazer é rir dessas invencionices e no mesmo instante esquecer que elas existem. Porque
são justamente esses improvisos feitos dentro de casa que podem comprometer parte ou até a totalidade do sistema
elétrico e hidráulico da residência. Em outras palavras, uma gambiarra feita para economizar alguns trocados pode se
transformar num prejuízo de milhares de reais.
O pior é que algumas delas são praticadas com muito mais frequência do que se imagina. Ou vai dizer que você não tem
nenhuma tomada em casa com um ou mais ‘T’s conectados? Quem faz isso costuma desconhecer o risco de sobrecarga
que a união de equipamentos num mesmo terminal elétrico pode provocar.
Outro hábito bastante comum é o de deixar fios e extensões simplesmente soltos, formando aqueles emaranhados
geralmente atrás do móvel da TV e do computador. Um pequeno desgaste em um dos cabos, em contato com outro, pode
ser suficiente para queimar os equipamentos ou até mesmo provocar um incêndio.
Atire a primeira pedra quem também nunca usou um aparelho com o fio esticado, quase no limite do necessário. Os
aventureiros que se arriscam a fazer isso provavelmente não sabem que o mau contato pode “fritar” a ponta da tomada,
levando, assim, igualmente a um risco de incêndio. Como se pode ver, as gambiarras estão presentes em quase todas as
casas. E é aí que mora o maior problema.
Todas essas situações mostram o quanto nos expomos diariamente a situações perigosas, dentro das nossas próprias
casas. São medidas que podem colocar em risco não apenas nossos bens, mas, principalmente, a estrutura do imóvel e
nossas próprias vidas.
O mais adequado é fugir sempre dos improvisos e recorrer a soluções seguras, que obedeçam às normas de segurança.
Além disso, é essencial dispor de um projeto bem elaborado para a rede elétrica, que leve em conta as características do
imóvel e a sua funcionalidade. Quem pode oferecer isso é um engenheiro especializado, que considera diversos fatores
para tornar os pontos bem distribuídos, sem afetar outros sistemas que também passam por trás da parede. Essas
escolhas interferem diretamente na qualidade da residência, assegurando também mais segurança aos moradores.
Precisamos também desmitificar a ideia de que gambiarra é algo genuíno do brasileiro, e que o tal jeitinho, se é que existe,
não funciona na construção civil. Quanto maior o nível de exigência da obra, que deve ser de excelência, menor será o
risco de problemas no futuro. E isso, definitivamente, não tem preço.
Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/Acesso em: 11 de jan. 2024.
A partir da leitura do texto ABAIXO, analise e responda o que é solicitado.
PELO FIM DAS GAMBIARRAS
João Borges
Fazer gambiarras já virou até meme nas redes sociais. Um fiozinho puxado aqui, uma extensãozinha ali, uma emenda
meio ao Deus dará e pronto! Alguém metido a MacGyver consegue criar um ar-condicionado improvisado usando um
ventilador e uma caixa cheia de gelo. Esse tipo de aparato é um prato cheio para os usuários da web, que costumam
decretar: “agora o brasileiro vai ser estudado pela Nasa!”.
Mas, na prática, a melhor coisa a fazer é rir dessas invencionices e no mesmo instante esquecer que elas existem. Porque
são justamente esses improvisos feitos dentro de casa que podem comprometer parte ou até a totalidade do sistema
elétrico e hidráulico da residência. Em outras palavras, uma gambiarra feita para economizar alguns trocados pode se
transformar num prejuízo de milhares de reais.
O pior é que algumas delas são praticadas com muito mais frequência do que se imagina. Ou vai dizer que você não tem
nenhuma tomada em casa com um ou mais ‘T’s conectados? Quem faz isso costuma desconhecer o risco de sobrecarga
que a união de equipamentos num mesmo terminal elétrico pode provocar.
Outro hábito bastante comum é o de deixar fios e extensões simplesmente soltos, formando aqueles emaranhados
geralmente atrás do móvel da TV e do computador. Um pequeno desgaste em um dos cabos, em contato com outro, pode
ser suficiente para queimar os equipamentos ou até mesmo provocar um incêndio.
Atire a primeira pedra quem também nunca usou um aparelho com o fio esticado, quase no limite do necessário. Os
aventureiros que se arriscam a fazer isso provavelmente não sabem que o mau contato pode “fritar” a ponta da tomada,
levando, assim, igualmente a um risco de incêndio. Como se pode ver, as gambiarras estão presentes em quase todas as
casas. E é aí que mora o maior problema.
Todas essas situações mostram o quanto nos expomos diariamente a situações perigosas, dentro das nossas próprias
casas. São medidas que podem colocar em risco não apenas nossos bens, mas, principalmente, a estrutura do imóvel e
nossas próprias vidas.
O mais adequado é fugir sempre dos improvisos e recorrer a soluções seguras, que obedeçam às normas de segurança.
Além disso, é essencial dispor de um projeto bem elaborado para a rede elétrica, que leve em conta as características do
imóvel e a sua funcionalidade. Quem pode oferecer isso é um engenheiro especializado, que considera diversos fatores
para tornar os pontos bem distribuídos, sem afetar outros sistemas que também passam por trás da parede. Essas
escolhas interferem diretamente na qualidade da residência, assegurando também mais segurança aos moradores.
Precisamos também desmitificar a ideia de que gambiarra é algo genuíno do brasileiro, e que o tal jeitinho, se é que existe,
não funciona na construção civil. Quanto maior o nível de exigência da obra, que deve ser de excelência, menor será o
risco de problemas no futuro. E isso, definitivamente, não tem preço.
Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/Acesso em: 11 de jan. 2024.
I. os tabeliães, escrivães e demais serventuários de ofício;
II. os bancos, casas bancárias, Caixas Econômicas e demais instituições financeiras;
III. as empresas de administração de bens;
IV. os corretores, leiloeiros e despachantes oficiais;
V. os inventariantes;
VI. os síndicos, comissários e liquidatários;
VII. quaisquer outras entidades ou pessoas que a lei designe, em razão de seu cargo, ofício, função, ministério, atividade ou profissão. VIII. fatos sobre os quais o informante esteja legalmente obrigado a observar segredo em razão de cargo, ofício, função, ministério, atividade ou profissão.
Está correto o que se afirma em:
I. São aquelas realizadas a partir da disponibilidade de recursos orçamentários. Podemos dizer que se tratam de despesas que o governo pode ou não executar por decisão própria, isto é, tratam-se de despesas as quais o governo pode escolher o quanto e onde vai aplicar os recursos arrecadados.
II. São aquelas cuja execução o ente público não tem a discricionariedade para suspender. Os montantes correspondentes a essas despesas são fixados levando em consideração as condições determinadas em lei.
III. São os gastos realizados pelo governo para prover bens e serviços públicos à população, tais como saúde, educação, construção de rodovias, além de gastos necessários para a manutenção da estrutura do Estado (manutenção da máquina pública).
IV. São aquelas resultantes do pagamento de uma dívida do governo ou da concessão de um empréstimo tomado pelo governo em favor de outra instituição ou pessoa.
I. São aquelas que derivam do poder de polícia do Estado em tributar a população (receita tributária - impostos, taxas e contribuições de melhoria).
II. São aquelas que decorrem do patrimônio do Estado. O governo também aufere recursos com privatizações, alienações, concessões, etc.
III. Constituem instrumento para financiar os programas e ações correspondentes às políticas públicas.
IV. Aumentam as disponibilidades financeiras do Estado, porém, não provocam efeito sobre o patrimônio líquido, uma vez que geram sempre uma contrapartida.
V. São aquelas, por exemplo, provenientes da arrecadação tributária com impostos, taxas e contribuições de melhoria, que compõe a chamada “carga tributária” do Brasil.
VI. São oriundas de operações de crédito (empréstimos), alienação de ativos, entre outras, que não provoquem alterações patrimoniais, ou seja, o ente público não tem ganhos efetivos em seu patrimônio.
I. instituir ou majorar tributos sem que a lei o estabeleça, ressalvado, quanto à majoração: i) os Impostos sobre a Importação e sobre a Exportação, em que o Poder Executivo pode, nas condições e nos limites estabelecidos em lei, alterar as alíquotas ou as bases de cálculo do imposto, a fim de ajustá-lo aos objetivos da política cambial e do comércio exterior; ii) o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários, em que o Poder Executivo pode, nas condições e nos limites estabelecidos em lei, alterar as alíquotas ou as bases de cálculo do imposto, a fim de ajustá-lo aos objetivos da política monetária.
II. cobrar imposto sobre o patrimônio e a renda com base em lei posterior à data inicial do exercício financeiro a que corresponda;
III. estabelecer limitações ao tráfego, no território nacional, de pessoas ou mercadorias, por meio de tributos interestaduais ou intermunicipais;
IV. cobrar imposto sobre: a) o patrimônio, a renda ou os serviços uns dos outros; b) templos de qualquer culto; c) o patrimônio, a renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, observados os requisitos dispostos na lei; d) papel destinado exclusivamente à impressão de jornais, periódicos e livros.
Está correto o que se afirma em: