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Q2446015 Matemática
Uma empresa realizou uma pesquisa de satisfação com seus clientes, obtendo as seguintes notas em uma escala de 1 a 10: 7, 8, 9, 6, 10, 8, 9, 5, 7, 8. Qual é o desvio padrão aproximado dessas notas, indicando a variação na satisfação dos clientes?
Alternativas
Q2446014 Português
O emprego da crase está correto, EXCETO em:
Alternativas
Q2446013 Português
Para compor a canção Certas Coisas Lulu Santos e Nelson Motta, utilizaram uma figura de linguagem que explora a noção de contrários. Indique a figura de linguagem utilizada no trecho abaixo:
Não existiria som se não houvesse o silêncio Não haveria luz se não fosse a escuridão A vida é mesmo assim Dia e noite, não e sim
Disponível em: https://www.letras.mus.br/lulu-santos/35063/Acesso em: 25 de jan. 2024.
Alternativas
Q2446012 Português
Nos versos de Cruz e Souza “Vozes veladas, veludosas vozes, / Volúpias dos violões, vozes veladas / Vagam nos velhos vórtices velozes / Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas.” há a presença da seguinte figura linguagem:
Alternativas
Q2446011 Português
Assinale a opção em que as duas palavras apresentadas recebem acento gráfico corretamente.
Alternativas
Q2446010 Português
Em qual das palavras abaixo segue duas regras que podem justificar a presença do acento gráfico: a das proparoxítonas e a do hiato.
Alternativas
Q2446009 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra proparoxítona.
Alternativas
Q2446008 Português

A partir da leitura do texto ABAIXO, analise e responda o que é solicitado. 


PELO FIM DAS GAMBIARRAS

João Borges 


    Fazer gambiarras já virou até meme nas redes sociais. Um fiozinho puxado aqui, uma extensãozinha ali, uma emenda meio ao Deus dará e pronto! Alguém metido a MacGyver consegue criar um ar-condicionado improvisado usando um ventilador e uma caixa cheia de gelo. Esse tipo de aparato é um prato cheio para os usuários da web, que costumam decretar: “agora o brasileiro vai ser estudado pela Nasa!”.

Mas, na prática, a melhor coisa a fazer é rir dessas invencionices e no mesmo instante esquecer que elas existem. Porque são justamente esses improvisos feitos dentro de casa que podem comprometer parte ou até a totalidade do sistema elétrico e hidráulico da residência. Em outras palavras, uma gambiarra feita para economizar alguns trocados pode se transformar num prejuízo de milhares de reais.

O pior é que algumas delas são praticadas com muito mais frequência do que se imagina. Ou vai dizer que você não tem nenhuma tomada em casa com um ou mais ‘T’s conectados? Quem faz isso costuma desconhecer o risco de sobrecarga que a união de equipamentos num mesmo terminal elétrico pode provocar.

Outro hábito bastante comum é o de deixar fios e extensões simplesmente soltos, formando aqueles emaranhados geralmente atrás do móvel da TV e do computador. Um pequeno desgaste em um dos cabos, em contato com outro, pode ser suficiente para queimar os equipamentos ou até mesmo provocar um incêndio.

Atire a primeira pedra quem também nunca usou um aparelho com o fio esticado, quase no limite do necessário. Os aventureiros que se arriscam a fazer isso provavelmente não sabem que o mau contato pode “fritar” a ponta da tomada, levando, assim, igualmente a um risco de incêndio. Como se pode ver, as gambiarras estão presentes em quase todas as casas. E é aí que mora o maior problema.

Todas essas situações mostram o quanto nos expomos diariamente a situações perigosas, dentro das nossas próprias casas. São medidas que podem colocar em risco não apenas nossos bens, mas, principalmente, a estrutura do imóvel e nossas próprias vidas.

O mais adequado é fugir sempre dos improvisos e recorrer a soluções seguras, que obedeçam às normas de segurança.

Além disso, é essencial dispor de um projeto bem elaborado para a rede elétrica, que leve em conta as características do imóvel e a sua funcionalidade. Quem pode oferecer isso é um engenheiro especializado, que considera diversos fatores para tornar os pontos bem distribuídos, sem afetar outros sistemas que também passam por trás da parede. Essas escolhas interferem diretamente na qualidade da residência, assegurando também mais segurança aos moradores.

Precisamos também desmitificar a ideia de que gambiarra é algo genuíno do brasileiro, e que o tal jeitinho, se é que existe, não funciona na construção civil. Quanto maior o nível de exigência da obra, que deve ser de excelência, menor será o risco de problemas no futuro. E isso, definitivamente, não tem preço.


 Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/Acesso em: 11 de jan. 2024. 

São sinônimos da palavra “gambiarras”, EXCETO:
Alternativas
Q2446007 Português

A partir da leitura do texto ABAIXO, analise e responda o que é solicitado. 


PELO FIM DAS GAMBIARRAS

João Borges 


    Fazer gambiarras já virou até meme nas redes sociais. Um fiozinho puxado aqui, uma extensãozinha ali, uma emenda meio ao Deus dará e pronto! Alguém metido a MacGyver consegue criar um ar-condicionado improvisado usando um ventilador e uma caixa cheia de gelo. Esse tipo de aparato é um prato cheio para os usuários da web, que costumam decretar: “agora o brasileiro vai ser estudado pela Nasa!”.

Mas, na prática, a melhor coisa a fazer é rir dessas invencionices e no mesmo instante esquecer que elas existem. Porque são justamente esses improvisos feitos dentro de casa que podem comprometer parte ou até a totalidade do sistema elétrico e hidráulico da residência. Em outras palavras, uma gambiarra feita para economizar alguns trocados pode se transformar num prejuízo de milhares de reais.

O pior é que algumas delas são praticadas com muito mais frequência do que se imagina. Ou vai dizer que você não tem nenhuma tomada em casa com um ou mais ‘T’s conectados? Quem faz isso costuma desconhecer o risco de sobrecarga que a união de equipamentos num mesmo terminal elétrico pode provocar.

Outro hábito bastante comum é o de deixar fios e extensões simplesmente soltos, formando aqueles emaranhados geralmente atrás do móvel da TV e do computador. Um pequeno desgaste em um dos cabos, em contato com outro, pode ser suficiente para queimar os equipamentos ou até mesmo provocar um incêndio.

Atire a primeira pedra quem também nunca usou um aparelho com o fio esticado, quase no limite do necessário. Os aventureiros que se arriscam a fazer isso provavelmente não sabem que o mau contato pode “fritar” a ponta da tomada, levando, assim, igualmente a um risco de incêndio. Como se pode ver, as gambiarras estão presentes em quase todas as casas. E é aí que mora o maior problema.

Todas essas situações mostram o quanto nos expomos diariamente a situações perigosas, dentro das nossas próprias casas. São medidas que podem colocar em risco não apenas nossos bens, mas, principalmente, a estrutura do imóvel e nossas próprias vidas.

O mais adequado é fugir sempre dos improvisos e recorrer a soluções seguras, que obedeçam às normas de segurança.

Além disso, é essencial dispor de um projeto bem elaborado para a rede elétrica, que leve em conta as características do imóvel e a sua funcionalidade. Quem pode oferecer isso é um engenheiro especializado, que considera diversos fatores para tornar os pontos bem distribuídos, sem afetar outros sistemas que também passam por trás da parede. Essas escolhas interferem diretamente na qualidade da residência, assegurando também mais segurança aos moradores.

Precisamos também desmitificar a ideia de que gambiarra é algo genuíno do brasileiro, e que o tal jeitinho, se é que existe, não funciona na construção civil. Quanto maior o nível de exigência da obra, que deve ser de excelência, menor será o risco de problemas no futuro. E isso, definitivamente, não tem preço.


 Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/Acesso em: 11 de jan. 2024. 

São informações apresentadas pelo texto, EXCETO:
Alternativas
Q2446006 Português

A partir da leitura do texto ABAIXO, analise e responda o que é solicitado. 


PELO FIM DAS GAMBIARRAS

João Borges 


    Fazer gambiarras já virou até meme nas redes sociais. Um fiozinho puxado aqui, uma extensãozinha ali, uma emenda meio ao Deus dará e pronto! Alguém metido a MacGyver consegue criar um ar-condicionado improvisado usando um ventilador e uma caixa cheia de gelo. Esse tipo de aparato é um prato cheio para os usuários da web, que costumam decretar: “agora o brasileiro vai ser estudado pela Nasa!”.

Mas, na prática, a melhor coisa a fazer é rir dessas invencionices e no mesmo instante esquecer que elas existem. Porque são justamente esses improvisos feitos dentro de casa que podem comprometer parte ou até a totalidade do sistema elétrico e hidráulico da residência. Em outras palavras, uma gambiarra feita para economizar alguns trocados pode se transformar num prejuízo de milhares de reais.

O pior é que algumas delas são praticadas com muito mais frequência do que se imagina. Ou vai dizer que você não tem nenhuma tomada em casa com um ou mais ‘T’s conectados? Quem faz isso costuma desconhecer o risco de sobrecarga que a união de equipamentos num mesmo terminal elétrico pode provocar.

Outro hábito bastante comum é o de deixar fios e extensões simplesmente soltos, formando aqueles emaranhados geralmente atrás do móvel da TV e do computador. Um pequeno desgaste em um dos cabos, em contato com outro, pode ser suficiente para queimar os equipamentos ou até mesmo provocar um incêndio.

Atire a primeira pedra quem também nunca usou um aparelho com o fio esticado, quase no limite do necessário. Os aventureiros que se arriscam a fazer isso provavelmente não sabem que o mau contato pode “fritar” a ponta da tomada, levando, assim, igualmente a um risco de incêndio. Como se pode ver, as gambiarras estão presentes em quase todas as casas. E é aí que mora o maior problema.

Todas essas situações mostram o quanto nos expomos diariamente a situações perigosas, dentro das nossas próprias casas. São medidas que podem colocar em risco não apenas nossos bens, mas, principalmente, a estrutura do imóvel e nossas próprias vidas.

O mais adequado é fugir sempre dos improvisos e recorrer a soluções seguras, que obedeçam às normas de segurança.

Além disso, é essencial dispor de um projeto bem elaborado para a rede elétrica, que leve em conta as características do imóvel e a sua funcionalidade. Quem pode oferecer isso é um engenheiro especializado, que considera diversos fatores para tornar os pontos bem distribuídos, sem afetar outros sistemas que também passam por trás da parede. Essas escolhas interferem diretamente na qualidade da residência, assegurando também mais segurança aos moradores.

Precisamos também desmitificar a ideia de que gambiarra é algo genuíno do brasileiro, e que o tal jeitinho, se é que existe, não funciona na construção civil. Quanto maior o nível de exigência da obra, que deve ser de excelência, menor será o risco de problemas no futuro. E isso, definitivamente, não tem preço.


 Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/Acesso em: 11 de jan. 2024. 

A partir do assunto abordado no texto é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2446005 Português

A partir da leitura do texto ABAIXO, analise e responda o que é solicitado. 


PELO FIM DAS GAMBIARRAS

João Borges 


    Fazer gambiarras já virou até meme nas redes sociais. Um fiozinho puxado aqui, uma extensãozinha ali, uma emenda meio ao Deus dará e pronto! Alguém metido a MacGyver consegue criar um ar-condicionado improvisado usando um ventilador e uma caixa cheia de gelo. Esse tipo de aparato é um prato cheio para os usuários da web, que costumam decretar: “agora o brasileiro vai ser estudado pela Nasa!”.

Mas, na prática, a melhor coisa a fazer é rir dessas invencionices e no mesmo instante esquecer que elas existem. Porque são justamente esses improvisos feitos dentro de casa que podem comprometer parte ou até a totalidade do sistema elétrico e hidráulico da residência. Em outras palavras, uma gambiarra feita para economizar alguns trocados pode se transformar num prejuízo de milhares de reais.

O pior é que algumas delas são praticadas com muito mais frequência do que se imagina. Ou vai dizer que você não tem nenhuma tomada em casa com um ou mais ‘T’s conectados? Quem faz isso costuma desconhecer o risco de sobrecarga que a união de equipamentos num mesmo terminal elétrico pode provocar.

Outro hábito bastante comum é o de deixar fios e extensões simplesmente soltos, formando aqueles emaranhados geralmente atrás do móvel da TV e do computador. Um pequeno desgaste em um dos cabos, em contato com outro, pode ser suficiente para queimar os equipamentos ou até mesmo provocar um incêndio.

Atire a primeira pedra quem também nunca usou um aparelho com o fio esticado, quase no limite do necessário. Os aventureiros que se arriscam a fazer isso provavelmente não sabem que o mau contato pode “fritar” a ponta da tomada, levando, assim, igualmente a um risco de incêndio. Como se pode ver, as gambiarras estão presentes em quase todas as casas. E é aí que mora o maior problema.

Todas essas situações mostram o quanto nos expomos diariamente a situações perigosas, dentro das nossas próprias casas. São medidas que podem colocar em risco não apenas nossos bens, mas, principalmente, a estrutura do imóvel e nossas próprias vidas.

O mais adequado é fugir sempre dos improvisos e recorrer a soluções seguras, que obedeçam às normas de segurança.

Além disso, é essencial dispor de um projeto bem elaborado para a rede elétrica, que leve em conta as características do imóvel e a sua funcionalidade. Quem pode oferecer isso é um engenheiro especializado, que considera diversos fatores para tornar os pontos bem distribuídos, sem afetar outros sistemas que também passam por trás da parede. Essas escolhas interferem diretamente na qualidade da residência, assegurando também mais segurança aos moradores.

Precisamos também desmitificar a ideia de que gambiarra é algo genuíno do brasileiro, e que o tal jeitinho, se é que existe, não funciona na construção civil. Quanto maior o nível de exigência da obra, que deve ser de excelência, menor será o risco de problemas no futuro. E isso, definitivamente, não tem preço.


 Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/Acesso em: 11 de jan. 2024. 

A respeito da unidade temática do texto, é correto afirmar que o tema se desenvolve em torno: 
Alternativas
Q3662691 Direito Tributário
A Lei nº. 5.172/1966 dispõe que a expressão "legislação tributária" compreende as leis, os tratados e as convenções internacionais, os decretos e as normas complementares que versem, no todo ou em parte, sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes. Nesse sentido, a obrigação tributária é classificada em principal ou acessória. Assim, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3662690 Análise de Balanços
A Análise das demonstrações contábeis (denominada também como Análise econômico-financeira, Análise de Balanços, Análise contábil e Análise Financeira) pode ser conceituada como uma técnica que nos auxilia a avaliar a situação econômico-financeira das organizações, pois fornece diversos tipos de informações financeiras aos tomadores de decisão. Os relatórios contábeis elaborados periodicamente pelas organizações são as principais fontes de dados para o processo de análise financeira. Nesse sentido, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3662689 Legislação Federal
De acordo com o disposto na Lei nº. 9.636/1998 e suas alterações, a atividade desenvolvida por profissional habilitado para identificar o valor de bem imóvel, os seus custos, frutos e direitos e determinar os indicadores de viabilidade de sua utilização econômica para determinada finalidade, por meio do seu valor de mercado, do valor da terra nua, do valor venal ou do valor de referência, consideradas suas características físicas e econômicas, a partir de exames, vistorias e pesquisas. Tal atividade trata-se corretamente do (a):
Alternativas
Q3662688 Direito Tributário
Trata-se de uma obrigação tributária acessória, a qual consiste em deveres instrumentais exigidos pelo sujeito ativo com a intenção de assegurar o interesse da arrecadação do tributo, bem como fazer com que a atividade fiscalizatória seja facilitada. O texto se refere corretamente à: 
Alternativas
Q3662687 Direito Tributário
O Código Tributário Nacional (CTN) trata da Administração Tributária no Título IV (artigos 194 a 208), tendo como pilares a fiscalização, a dívida ativa e as certidões. A fiscalização é um mecanismo de controle, em que o Poder Público irá observar o contribuinte com a finalidade de verificar se seu comportamento está conforme os ditames da legislação tributária. Mediante intimação escrita, são obrigados a prestar à autoridade administrativa todas as informações de que disponham com relação aos bens, negócios ou atividades de terceiros:

I. os tabeliães, escrivães e demais serventuários de ofício;
II. os bancos, casas bancárias, Caixas Econômicas e demais instituições financeiras;
III. as empresas de administração de bens;
IV. os corretores, leiloeiros e despachantes oficiais;
V. os inventariantes;
VI. os síndicos, comissários e liquidatários;
VII. quaisquer outras entidades ou pessoas que a lei designe, em razão de seu cargo, ofício, função, ministério, atividade ou profissão. VIII. fatos sobre os quais o informante esteja legalmente obrigado a observar segredo em razão de cargo, ofício, função, ministério, atividade ou profissão.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3662686 Direito Tributário
Representam uma obrigação para as empresas, sendo exigidos pelos fiscos municipais, estaduais e federal. A obrigatoriedade da emissão destes relaciona-se diretamente com o regime tributário adotado pela empresa. Assim como os tributos incidentes sobre suas atividades. Dentre os vários tipos, pode-se citar: registro de entradas; registro de saídas; apuração de ICMS. O texto se refere corretamente aos:
Alternativas
Q3662685 Direito Tributário
Documento que protege a mercadoria para que ela possa transitar sem nenhum tipo de impedimento. Digamos que essa é uma forma de controle utilizada pelo Fisco para que aconteça a circulação de bens, mercadorias ou serviços, bem como a tributação do imposto. Assim, esse documento é a melhor maneira de comprovar a posse da mercadoria ou a realização de algum serviço. O texto se refere corretamente à:
Alternativas
Q3662684 Direito Administrativo
A Lei nº. 8.666/1993, e suas alterações, estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Sobre o disposto na referida lei, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3662683 Legislação Estadual
O Cadastro de Contribuintes do Estado de Goiás (CCE) é o conjunto de informações relativas ao contribuinte e ao seu estabelecimento e às demais pessoas sujeitas à inscrição, sistematicamente organizado nos arquivos da Secretaria da Economia. Sobre o CCE, assinale a alternativa correta
Alternativas
Respostas
2001: B
2002: D
2003: B
2004: C
2005: C
2006: A
2007: B
2008: D
2009: B
2010: C
2011: B
2012: D
2013: C
2014: B
2015: A
2016: C
2017: C
2018: D
2019: A
2020: B