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Q3590477 Português
Leia o texto para responder à questão:


Crianças condenadas à estagnação


    A probabilidade de um brasileiro nascer pobre e morrer pobre é alta. Menos de 2% das crianças cujos pais estão entre os 50% mais pobres do País alcançarão a renda dos 10% mais ricos. E o mais provável é que 66% delas ainda estejam na mesma faixa dos ascendentes quando chegarem à fase adulta da vida.

    Essas projeções são do recém-lançado Atlas da Mobilidade Social do Brasil, do Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS). O estudo sobre mobilidade intergeracional traça um cenário bastante desolador, haja vista que a imobilidade social no País parece ser a regra.

    De acordo com o estudo, a mobilidade social é ainda difícil para as crianças do sexo feminino, negras e do Norte do País. Aliás, nos Estados dessa região, quase 80% das crianças cujos pais estão na metade mais pobre da população permanecerão nessa mesma situação na vida adulta.

    Tudo isso indica que o Brasil desonrou compromissos firmados com o seu povo por meio da Constituição federal de 1988, que afirma que “erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais” são objetivos fundamentais da República. E é essa mesma Constituição que diz aos brasileiros que a criança é uma prioridade absoluta.

    O ideal seria o país investir na primeira infância – inclusive para impedir que essas crianças, uma vez tornadas adultas, venham a depender, como os pais, de mais programas sociais. É nessa fase da vida que os estímulos adequados impactam a fase adulta, em educação, saúde, trabalho, renda, violência e redução da desigualdade. Apesar disso, o Brasil não alcançou nem mesmo a meta de colocar 50% das crianças de zero a 3 anos na creche. No ano passado, só cerca de 40% delas estavam matriculadas.

    Se o País não cuida bem das crianças menores, tampouco cuida das maiores, dos adolescentes e dos jovens. Os indicadores de educação apontam que a qualidade do ensino brasileiro é baixa, com desempenho pífio em avaliações nacionais e internacionais. E o ensino profissionalizante não é uma prioridade.

    O Brasil terá de fazer escolhas para romper esse ciclo. Se nada mudar, o País e milhões dos seus cidadãos estarão condenados a futuro algum.


(Opinião. Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 20.06.2025. Adaptado)
O termo destacado está empregado em sentido figurado em:
Alternativas
Q3590476 Português
Leia o texto para responder à questão:


Crianças condenadas à estagnação


    A probabilidade de um brasileiro nascer pobre e morrer pobre é alta. Menos de 2% das crianças cujos pais estão entre os 50% mais pobres do País alcançarão a renda dos 10% mais ricos. E o mais provável é que 66% delas ainda estejam na mesma faixa dos ascendentes quando chegarem à fase adulta da vida.

    Essas projeções são do recém-lançado Atlas da Mobilidade Social do Brasil, do Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS). O estudo sobre mobilidade intergeracional traça um cenário bastante desolador, haja vista que a imobilidade social no País parece ser a regra.

    De acordo com o estudo, a mobilidade social é ainda difícil para as crianças do sexo feminino, negras e do Norte do País. Aliás, nos Estados dessa região, quase 80% das crianças cujos pais estão na metade mais pobre da população permanecerão nessa mesma situação na vida adulta.

    Tudo isso indica que o Brasil desonrou compromissos firmados com o seu povo por meio da Constituição federal de 1988, que afirma que “erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais” são objetivos fundamentais da República. E é essa mesma Constituição que diz aos brasileiros que a criança é uma prioridade absoluta.

    O ideal seria o país investir na primeira infância – inclusive para impedir que essas crianças, uma vez tornadas adultas, venham a depender, como os pais, de mais programas sociais. É nessa fase da vida que os estímulos adequados impactam a fase adulta, em educação, saúde, trabalho, renda, violência e redução da desigualdade. Apesar disso, o Brasil não alcançou nem mesmo a meta de colocar 50% das crianças de zero a 3 anos na creche. No ano passado, só cerca de 40% delas estavam matriculadas.

    Se o País não cuida bem das crianças menores, tampouco cuida das maiores, dos adolescentes e dos jovens. Os indicadores de educação apontam que a qualidade do ensino brasileiro é baixa, com desempenho pífio em avaliações nacionais e internacionais. E o ensino profissionalizante não é uma prioridade.

    O Brasil terá de fazer escolhas para romper esse ciclo. Se nada mudar, o País e milhões dos seus cidadãos estarão condenados a futuro algum.


(Opinião. Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 20.06.2025. Adaptado)
A conclusão do texto sugere que
Alternativas
Q3590475 Português
Leia o texto para responder à questão:


Crianças condenadas à estagnação


    A probabilidade de um brasileiro nascer pobre e morrer pobre é alta. Menos de 2% das crianças cujos pais estão entre os 50% mais pobres do País alcançarão a renda dos 10% mais ricos. E o mais provável é que 66% delas ainda estejam na mesma faixa dos ascendentes quando chegarem à fase adulta da vida.

    Essas projeções são do recém-lançado Atlas da Mobilidade Social do Brasil, do Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS). O estudo sobre mobilidade intergeracional traça um cenário bastante desolador, haja vista que a imobilidade social no País parece ser a regra.

    De acordo com o estudo, a mobilidade social é ainda difícil para as crianças do sexo feminino, negras e do Norte do País. Aliás, nos Estados dessa região, quase 80% das crianças cujos pais estão na metade mais pobre da população permanecerão nessa mesma situação na vida adulta.

    Tudo isso indica que o Brasil desonrou compromissos firmados com o seu povo por meio da Constituição federal de 1988, que afirma que “erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais” são objetivos fundamentais da República. E é essa mesma Constituição que diz aos brasileiros que a criança é uma prioridade absoluta.

    O ideal seria o país investir na primeira infância – inclusive para impedir que essas crianças, uma vez tornadas adultas, venham a depender, como os pais, de mais programas sociais. É nessa fase da vida que os estímulos adequados impactam a fase adulta, em educação, saúde, trabalho, renda, violência e redução da desigualdade. Apesar disso, o Brasil não alcançou nem mesmo a meta de colocar 50% das crianças de zero a 3 anos na creche. No ano passado, só cerca de 40% delas estavam matriculadas.

    Se o País não cuida bem das crianças menores, tampouco cuida das maiores, dos adolescentes e dos jovens. Os indicadores de educação apontam que a qualidade do ensino brasileiro é baixa, com desempenho pífio em avaliações nacionais e internacionais. E o ensino profissionalizante não é uma prioridade.

    O Brasil terá de fazer escolhas para romper esse ciclo. Se nada mudar, o País e milhões dos seus cidadãos estarão condenados a futuro algum.


(Opinião. Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 20.06.2025. Adaptado)
As informações do texto permitem concluir que
Alternativas
Q3590474 Português
Leia a tira para responder à questão.

Q1_2.png (721×253)

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 04.04.2025)

Considerando a interlocução com o uso do pronome “Você”, as informações do segundo quadrinho admitem a reescrita:

Alternativas
Q3590473 Português
Leia a tira para responder à questão.

Q1_2.png (721×253)

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 04.04.2025)
Uma afirmação coerente com as informações da tira, e em conformidade com a norma-padrão, é:
Alternativas
Q3588587 Pedagogia
Um professor de Educação Física tinha como objetivo estabelecer um ambiente de aula para o qual todos os estudantes tivessem algo a contribuir. Além disso, pretendia evitar situações de agressividade e propiciar situações que permitissem trabalhar valores como a solidariedade, o apoio e a valorização dos demais. Ele tinha como pressuposto educativo que a capacidade de um grupo é superior à capacidade de cada um de seus membros separadamente.

Assinale a alternativa que contém uma estratégia metodológica que se baseia no pressuposto educativo do professor e que seja adequada para atingir os objetivos desejados. 
Alternativas
Q3588586 Pedagogia
Darido e Souza Júnior (2007) mencionam algumas estratégias ou recursos metodológicos que devem ser considerados pelo professor de Educação Física. Um deles visa tirar o estudante de uma posição de espectador passivo do processo de conhecimento à medida que torna a aprendizagem significativa, pois associa a aprendizagem à experiência de vida cotidiana do estudante ou a conhecimentos que ele adquiriu espontaneamente.
Esse recurso metodológico é chamado pelos autores de
Alternativas
Q3588585 Educação Física
Segundo Darido e Souza Júnior (2007), os objetivos e as propostas educacionais da Educação Física escolar modificaram-se ao longo do tempo.
Assinale a alternativa que expressa o papel que cabe ao professor de Educação Física da atualidade desenvolver com os estudantes durante as aulas.
Alternativas
Q3588584 Pedagogia
Consta no Currículo Paulista (2019), etapa Educação Infantil e Ensino Fundamental, o seguinte parágrafo:

      Do ponto de vista da organização das aprendizagens no componente Educação Física, a construção das habilidades está vinculada a oito dimensões do conhecimento: reflexão sobre a ação, análise, compreensão, experimentação, uso e apropriação, fruição, construção de valores e protagonismo comunitário.
Tendo esse conteúdo em mente, analise a seguinte situação didática:
Um professor de Educação Física trabalhava com uma turma de 8° ano o objeto de conhecimento Ginástica de conscientização corporal. Em um primeiro momento, os estudantes receberam informações e realizaram algumas práticas de alongamento orientados pelo professor. Em seguida, organizaram-se em grupos de seis pessoas e tiveram a tarefa de elaborar e vivenciar uma prática de alongamento de 5 minutos de duração para mostrar aos demais grupos. Ao final da aula, o professor reuniu a turma em uma roda de conversa, na qual os estudantes relataram aos colegas o que acharam das práticas apresentadas e responderam ao professor em quais contextos, fora da escola e nas horas de lazer, poderiam reproduzi-las com outras pessoas.

Nessa aula, o estímulo ao protagonismo comunitário por meio da Ginástica de conscientização corporal ocorreu quando os estudantes
Alternativas
Q3588583 Educação Física
A comparação entre o Currículo Paulista (2019) para Educação Infantil/Ensino Fundamental e o Currículo Paulista (2020) para Ensino Médio possibilita identificar que os temas estudados em Educação Física são os mesmos entre esses currículos.
No Ensino Médio, porém, o estudante deve ser desafiado a 
Alternativas
Q3588582 Pedagogia
No Currículo Paulista (2019), a unidade temática “Danças” é trabalhada ao longo de todo o Ensino Fundamental com diferentes focos.
No 6° , 7° , 8° e 9° ano, são estudadas as danças 
Alternativas
Q3588581 Pedagogia
O Currículo Paulista (2019) define oito competências específicas de Educação Física para o Ensino Fundamental. Uma delas expressa que o estudante deve desenvolver a competência de identificar a multiplicidade de padrões de desempenho, saúde, beleza e estética corporal.
Para desenvolver essa competência, o Currículo Paulista (2019) complementa que o estudante precisa aprender a ser capaz de
Alternativas
Q3588580 Educação Física
O futebol, o futsal e o handebol são modalidades que se assemelham por exigirem a capacidade de uma equipe de levar uma bola a uma meta defendida pelos adversários visando converter pontos.

No Currículo Paulista (2019), que adotou o modelo de classificação utilizado na Base Nacional Comum Curricular – BNCC (2017), essas modalidades são classificadas como esportes
Alternativas
Q3588579 Pedagogia
Consta na Base Nacional Comum Curricular – BNCC (2017) que a Educação Física faz parte das disciplinas da área de Linguagens.
A Educação Física, por se situar nessa área, tem a finalidade de possibilitar aos estudantes a participação e a ampliação de seus conhecimentos sobre práticas de linguagem diversificadas, de modo a
Alternativas
Q3588578 Educação Física
A Base Nacional Comum Curricular – BNCC (2017), ao apresentar a proposta curricular para a Educação Física, afirma que o cuidado com o corpo e a saúde é
Alternativas
Q3588577 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN (1997), ao apresentar os fundamentos do currículo de Educação Física para o Brasil, definem o entendimento de “organismo” e de “corpo” utilizado na redação desse documento.

Em relação a esse entendimento, é correto afirmar que os PCN (1997) adotaram “organismo” 
Alternativas
Q3588576 Pedagogia
Darido (2003) descreve algumas abordagens presentes na Educação Física. A respeito da avaliação do aprendizado dos estudantes, uma dessas abordagens defende que o erro deve ser compreendido como um processo fundamental para a aquisição de habilidades motoras. Para avaliar, o professor de Educação Física deve observar o comportamento motor dos estudantes e confrontá- -lo com as etapas da aquisição das habilidades motoras básicas. Segundo a autora, essa abordagem tem a limitação de não discutir suficientemente a influência do contexto sociocultural que está por trás da aquisição de tais habilidades.

Essa abordagem é chamada de
Alternativas
Q3588575 Pedagogia
Existem algumas razões psicológicas e sociais que mostram que as situações-problema vivenciadas por meio de brincadeiras possibilitam que a criança se torne mais flexível, ensaie combinações de ideias e de comportamentos, para buscar alternativas de ação.

Jerome Bruner (citado por Kishimoto, 2017) afirma que isso acontece porque
Alternativas
Q3588574 Pedagogia
Sobre a educação de estudantes com deficiência, Mrech (em Kishimoto, 2017) afirma que os jogos e materiais pedagógicos, por exemplo, materiais destinados aos estudantes com deficiência auditiva para que aprendam a discriminar sons agudos e graves,
Alternativas
Q3588573 Pedagogia
Froebel (citado por Kishimoto, 2011) foi um pedagogo alemão que viveu no século XIX e que defendia o papel do jogo e da brincadeira na formação das crianças. Segundo esse pedagogo, é papel da educação solidificar o desenvolvimento futuro já na primeira infância e, para isso, há um aspecto que precisa ser privilegiado nas atividades infantis nessa etapa da vida para que elas sejam capazes de estimular o desenvolvimento da inteligência.
Esse aspecto é
Alternativas
Respostas
16001: E
16002: B
16003: D
16004: A
16005: D
16006: B
16007: D
16008: E
16009: A
16010: C
16011: B
16012: D
16013: E
16014: C
16015: A
16016: D
16017: A
16018: B
16019: C
16020: E