Questões de Concurso Para vunesp

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Q3698396 Português

Monlevade (2012) faz uma gênese histórica retomando aspectos sobre a composição do quadro de funcionários de escolas, desde a época em que os jesuítas chegaram ao Brasil.



Comentando as mudanças que ocorreram desde aqueles tempos até os dias atuais, o autor menciona o aparecimento das associações e dos sindicatos, as novas regras legais e a questão da profissionalização, afirmando que, com isso, os funcionários precisam

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Q3698395 Legislação Federal
Monlevade (2012) afirma que o art. 14 da Lei Federal nº 9.394/1996 estabeleceu que a gestão democrática nas escolas é exercida pela atuação de um conselho escolar, constituído de representantes da comunidade escolar, sendo o diretor escolar seu membro nato, mas as decisões do conselho só valem se
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Q3698394 Pedagogia

As agressões que caracterizam o bullying podem ser classificadas como diretas ou indiretas, conforme aponta Camargo (2009).



As agressões indiretas são aquelas que ocorrem: 

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Q3698393 Pedagogia

Pedro, aluno regularmente matriculado no 6º ano do Ensino Fundamental, encontra diariamente em sua carteira escolar, após o intervalo das aulas, bilhetes com ofensas e ameaças.



Conforme Camargo (2009), esse tipo de bullying tem como característica principal

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Q3698392 Pedagogia

Conforme Monlevade (2012), os conselhos escolares são órgãos colegiados compostos de representantes das comunidades escolar e local, que têm como atribuição deliberar sobre algumas questões no âmbito da escola.



É correto afirmar que, entre essas questões, estão as administrativas, as

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Q3698391 Pedagogia

No documento Funcionários de Escolas: cidadãos, educadores, profissionais e gestores (Monlevade, 2012), João narra a sua trajetória escolar até chegar à direção de escola.



Em dado momento, ele explica que, junto com Josefina, redigiu o Regimento Escolar, o qual é descrito como

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Q3698390 Português

Carolina Camargo, em seu artigo “O que é bullying?” (2009), descreve dez características desse fenômeno, como a intencionalidade e o local.


Além destas, segundo a autora, são também características do bullying

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Q3698389 Pedagogia
Segundo define Camargo (2009), o bullying é uma situação de agressão
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Q3698388 Matemática
No preparo de um copo de café com leite, determinada padaria coloca 50 mL de café misturados em 200 mL de leite. Para preparar 4.500 mL de café com leite, já misturados nessa mesma proporção, a quantidade de café necessária será de
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Q3698387 Matemática
No depósito de uma empresa, há 50 caixas iguais. Com essas caixas, foram formadas 6 pilhas maiores, cada uma delas com o mesmo número de caixas, e mais 2 pilhas menores, com 4 caixas em cada uma. A diferença entre o número de caixas de cada pilha maior e o número de caixas de cada pilha menor é
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Q3698386 Matemática
Com 700 gramas de massa, uma pessoa prepara 35 pãezinhos iguais, de mesmo tamanho, e não sobra massa. Utilizando totalmente 300 gramas dessa mesma massa, o número de pãezinhos iguais a esses que podem ser feitos é
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Q3698385 Matemática
Para uma festa, foram compradas garrafas de água e de refrigerante, de modo que, para cada 5 garrafas de água, eram compradas 3 de refrigerante. Sabendo que foram compradas 24 garrafas de refrigerante, o número total de garrafas compradas (de água e de refrigerante) foi
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Q3698384 Matemática
Uma confeiteira comprou 2 embalagens com 30 ovos cada uma. Desse número total de ovos comprados, 60% foi utilizado para fazer bolos, e, dos ovos que restaram, 25% deles foram utilizados no preparo de um doce. Sabendo que não havia ovos estragados, o número de ovos que sobrou foi
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Q3698383 Matemática Financeira
Uma pessoa escolheu, para comprar, uma calça no valor de R$ 138,40 e duas camisetas, cada uma delas com o valor de R$ 59,80 marcado na etiqueta. No momento do pagamento, foi informada de que cada camiseta tinha um desconto de R$ 12,50 sobre o valor marcado na etiqueta. Sabendo que o valor total dessa compra foi dividido em 2 parcelas iguais, o valor de cada parcela foi de
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Q3698382 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:



    Ainda há pouco eu vinha para casa a pé, feliz da minha vida e faltavam dez minutos para meia-noite. Perto da praça General Osório, olhei para o lado e vi, junto à parede, antes da esquina, algo que me pareceu uma trouxa de roupa, um saco de lixo. Alguns passos mais e pude ver que era um menino.

    Deitado de lado, braços dobrados como dois gravetos, as mãos protegendo a cabeça. Tinha os gambitos também encolhidos e enfiados dentro da camisa de meia esburacada, para se defender contra o frio da noite. Estava dormindo, como podia estar morto.

    Quem nunca viu um menor abandonado? Segundo as estatísticas, como ele existem nada menos que 25 milhões no Brasil, que se pode fazer? Qual seria a reação do menino se eu o acordasse para lhe dar todo o dinheiro que trazia no bolso? Resolveria o seu problema? O problema do menor abandonado? A injustiça social?

    25 milhões de menores – um dado abstrato, que a imaginação não alcança. Um menino sem pai nem mãe, sem o que comer nem onde dormir – isto é um menor abandonado. Para entender, só mesmo imaginando meu filho largado no mundo aos seis, oito, dez anos de idade, sem ter para onde ir nem para quem apelar. Imagino que ele venha a ser um desses que se escondem como ratos em torno aos botequins e lanchonetes e nos importunam cutucando-nos de leve – gesto que nos desperta mal contida irritação – para nos pedir um trocado.

    Pode ser. Mas a verdade é que hoje eu vi meu filho dormindo na rua, exposto ao frio da noite, e além de nada ter feito por ele, ainda o confundi com um monte de lixo.



(Fernando Sabino. Protesto tímido. https://cronicabrasileira.org.br, 1980. Adaptado)

O autor da crônica, ao tentar imaginar quem seria o menino que viu dormindo na rua, o descreve como alguém que possivelmente
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Q3698381 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:



    Ainda há pouco eu vinha para casa a pé, feliz da minha vida e faltavam dez minutos para meia-noite. Perto da praça General Osório, olhei para o lado e vi, junto à parede, antes da esquina, algo que me pareceu uma trouxa de roupa, um saco de lixo. Alguns passos mais e pude ver que era um menino.

    Deitado de lado, braços dobrados como dois gravetos, as mãos protegendo a cabeça. Tinha os gambitos também encolhidos e enfiados dentro da camisa de meia esburacada, para se defender contra o frio da noite. Estava dormindo, como podia estar morto.

    Quem nunca viu um menor abandonado? Segundo as estatísticas, como ele existem nada menos que 25 milhões no Brasil, que se pode fazer? Qual seria a reação do menino se eu o acordasse para lhe dar todo o dinheiro que trazia no bolso? Resolveria o seu problema? O problema do menor abandonado? A injustiça social?

    25 milhões de menores – um dado abstrato, que a imaginação não alcança. Um menino sem pai nem mãe, sem o que comer nem onde dormir – isto é um menor abandonado. Para entender, só mesmo imaginando meu filho largado no mundo aos seis, oito, dez anos de idade, sem ter para onde ir nem para quem apelar. Imagino que ele venha a ser um desses que se escondem como ratos em torno aos botequins e lanchonetes e nos importunam cutucando-nos de leve – gesto que nos desperta mal contida irritação – para nos pedir um trocado.

    Pode ser. Mas a verdade é que hoje eu vi meu filho dormindo na rua, exposto ao frio da noite, e além de nada ter feito por ele, ainda o confundi com um monte de lixo.



(Fernando Sabino. Protesto tímido. https://cronicabrasileira.org.br, 1980. Adaptado)

As estatísticas apresentadas no texto revelam que havia 25 milhões de crianças nas ruas, mas
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Q3698380 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:



    Ainda há pouco eu vinha para casa a pé, feliz da minha vida e faltavam dez minutos para meia-noite. Perto da praça General Osório, olhei para o lado e vi, junto à parede, antes da esquina, algo que me pareceu uma trouxa de roupa, um saco de lixo. Alguns passos mais e pude ver que era um menino.

    Deitado de lado, braços dobrados como dois gravetos, as mãos protegendo a cabeça. Tinha os gambitos também encolhidos e enfiados dentro da camisa de meia esburacada, para se defender contra o frio da noite. Estava dormindo, como podia estar morto.

    Quem nunca viu um menor abandonado? Segundo as estatísticas, como ele existem nada menos que 25 milhões no Brasil, que se pode fazer? Qual seria a reação do menino se eu o acordasse para lhe dar todo o dinheiro que trazia no bolso? Resolveria o seu problema? O problema do menor abandonado? A injustiça social?

    25 milhões de menores – um dado abstrato, que a imaginação não alcança. Um menino sem pai nem mãe, sem o que comer nem onde dormir – isto é um menor abandonado. Para entender, só mesmo imaginando meu filho largado no mundo aos seis, oito, dez anos de idade, sem ter para onde ir nem para quem apelar. Imagino que ele venha a ser um desses que se escondem como ratos em torno aos botequins e lanchonetes e nos importunam cutucando-nos de leve – gesto que nos desperta mal contida irritação – para nos pedir um trocado.

    Pode ser. Mas a verdade é que hoje eu vi meu filho dormindo na rua, exposto ao frio da noite, e além de nada ter feito por ele, ainda o confundi com um monte de lixo.



(Fernando Sabino. Protesto tímido. https://cronicabrasileira.org.br, 1980. Adaptado)

Assinale a alternativa que contém afirmação correta sobre o garoto visto pelo autor da crônica.
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Q3698379 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Acabava de chegar a noite do Dia de Reis na comunidade do Amaro Branco, em Olinda, e Caillany, enfim, começava a se vestir com as roupas vermelhas do seu cordão de pastoras. Primeiro, levantou as meias até abaixo do joelho; em seguida, mergulhou no vestido. Por último, coroou-se com sua tiara de mestra e sacou seu pequeno pandeiro todo revestido de tecido e fitas.

    Ao lado, Luciana atentava para os detalhes da arrumação da filha. Abotoava-lhe o vestido, atarraxava-lhe os brincos e pintava a boca da menina com um batom suave. Com um prato fundo na mão, dava de comer a Caillany, garantindo que a filha estivesse forte para aguentar toda a brincadeira que duraria, pelo menos, três horas, desde a concentração à dispersão. Na beira da porta do quarto, tomado por adereços dispostos em cima de uma cama de casal, o pai José Carlos observava atentamente a movimentação das duas. Escorava-se nas paredes de tijolo aparente de sua casa ainda em construção.

    A espera pelo dia de colocar o pastoril na rua durara quatro meses, em ensaios diários na casa da mestra Ana Lúcia desde setembro e, naturalmente, enchia de ansiedade não só a criança, mas toda a família, mobilizada em dar suporte à pastorinha. Espalhadas pela comunidade, em outras 27 casas o ritual se repetia: meninas de três a 15 anos se aprontando para desfilar no Estrela de Belém, que sairia pelas ruas do Amaro Branco pela sexagésima nona vez, naquela noite de chuva intermitente.

    Caillany se mantinha calada, numa concentração característica daquelas que estão prestes a entrar em cena. Levava a sério, de um jeito que as crianças também sabem fazer. Vendo-a no seu ritual silencioso dentro do quarto, ficava difícil imaginar tamanha desenvoltura na rua. Observando-a com apenas 10 anos, surpreendia saber que a menina se preparava para desfilar pela quinta vez. É que é costume na cultura popular começar cedo. Bem cedo. De berço, como se diz. Ou de barriga.



(Chico Ludermir. Crianças brincantes. https://revistacontinente.com.br, 01.02.2019. Adaptado)

Leia o trecho da matéria:


Espalhadas pela comunidade, em outras 27 casas o ritual se repetia… (3º parágrafo)


Assinale a alternativa em que se faz corretamente afirmação sobre o trecho.

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Q3698378 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Acabava de chegar a noite do Dia de Reis na comunidade do Amaro Branco, em Olinda, e Caillany, enfim, começava a se vestir com as roupas vermelhas do seu cordão de pastoras. Primeiro, levantou as meias até abaixo do joelho; em seguida, mergulhou no vestido. Por último, coroou-se com sua tiara de mestra e sacou seu pequeno pandeiro todo revestido de tecido e fitas.

    Ao lado, Luciana atentava para os detalhes da arrumação da filha. Abotoava-lhe o vestido, atarraxava-lhe os brincos e pintava a boca da menina com um batom suave. Com um prato fundo na mão, dava de comer a Caillany, garantindo que a filha estivesse forte para aguentar toda a brincadeira que duraria, pelo menos, três horas, desde a concentração à dispersão. Na beira da porta do quarto, tomado por adereços dispostos em cima de uma cama de casal, o pai José Carlos observava atentamente a movimentação das duas. Escorava-se nas paredes de tijolo aparente de sua casa ainda em construção.

    A espera pelo dia de colocar o pastoril na rua durara quatro meses, em ensaios diários na casa da mestra Ana Lúcia desde setembro e, naturalmente, enchia de ansiedade não só a criança, mas toda a família, mobilizada em dar suporte à pastorinha. Espalhadas pela comunidade, em outras 27 casas o ritual se repetia: meninas de três a 15 anos se aprontando para desfilar no Estrela de Belém, que sairia pelas ruas do Amaro Branco pela sexagésima nona vez, naquela noite de chuva intermitente.

    Caillany se mantinha calada, numa concentração característica daquelas que estão prestes a entrar em cena. Levava a sério, de um jeito que as crianças também sabem fazer. Vendo-a no seu ritual silencioso dentro do quarto, ficava difícil imaginar tamanha desenvoltura na rua. Observando-a com apenas 10 anos, surpreendia saber que a menina se preparava para desfilar pela quinta vez. É que é costume na cultura popular começar cedo. Bem cedo. De berço, como se diz. Ou de barriga.



(Chico Ludermir. Crianças brincantes. https://revistacontinente.com.br, 01.02.2019. Adaptado)

Quanto ao comportamento dos pais de Caillany, é correta a seguinte afirmação:
Alternativas
Q3698377 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Acabava de chegar a noite do Dia de Reis na comunidade do Amaro Branco, em Olinda, e Caillany, enfim, começava a se vestir com as roupas vermelhas do seu cordão de pastoras. Primeiro, levantou as meias até abaixo do joelho; em seguida, mergulhou no vestido. Por último, coroou-se com sua tiara de mestra e sacou seu pequeno pandeiro todo revestido de tecido e fitas.

    Ao lado, Luciana atentava para os detalhes da arrumação da filha. Abotoava-lhe o vestido, atarraxava-lhe os brincos e pintava a boca da menina com um batom suave. Com um prato fundo na mão, dava de comer a Caillany, garantindo que a filha estivesse forte para aguentar toda a brincadeira que duraria, pelo menos, três horas, desde a concentração à dispersão. Na beira da porta do quarto, tomado por adereços dispostos em cima de uma cama de casal, o pai José Carlos observava atentamente a movimentação das duas. Escorava-se nas paredes de tijolo aparente de sua casa ainda em construção.

    A espera pelo dia de colocar o pastoril na rua durara quatro meses, em ensaios diários na casa da mestra Ana Lúcia desde setembro e, naturalmente, enchia de ansiedade não só a criança, mas toda a família, mobilizada em dar suporte à pastorinha. Espalhadas pela comunidade, em outras 27 casas o ritual se repetia: meninas de três a 15 anos se aprontando para desfilar no Estrela de Belém, que sairia pelas ruas do Amaro Branco pela sexagésima nona vez, naquela noite de chuva intermitente.

    Caillany se mantinha calada, numa concentração característica daquelas que estão prestes a entrar em cena. Levava a sério, de um jeito que as crianças também sabem fazer. Vendo-a no seu ritual silencioso dentro do quarto, ficava difícil imaginar tamanha desenvoltura na rua. Observando-a com apenas 10 anos, surpreendia saber que a menina se preparava para desfilar pela quinta vez. É que é costume na cultura popular começar cedo. Bem cedo. De berço, como se diz. Ou de barriga.



(Chico Ludermir. Crianças brincantes. https://revistacontinente.com.br, 01.02.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa que contém afirmação correta quanto ao comportamento de Caillany
Alternativas
Respostas
13621: B
13622: A
13623: E
13624: B
13625: D
13626: C
13627: A
13628: D
13629: C
13630: D
13631: B
13632: E
13633: C
13634: A
13635: E
13636: D
13637: B
13638: B
13639: E
13640: B