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Q3818336 Raciocínio Lógico
Considere a seguinte afirmação:

•  Se a análise não foi minuciosa, então o erro foi por descuido e não foi intencional.


Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma afirmação que corresponde à negação lógica dessa afirmação.
Alternativas
Q3818335 Matemática
Há exatamente um ano, uma pequena empresa possuía uma frota de 10 veículos, sendo que a média dos tempos de uso desses veículos era igual a 1,4 ano. Hoje, além dos 10 veículos mencionados, que foram usados ao longo de todo o último ano, a empresa possui mais X veículos, todos com 1 ano de tempo de uso, de maneira que a média dos tempos de uso de todos os veículos da empresa é igual a 2 anos.
Qual é o valor X?
Alternativas
Q3818334 Matemática
Em uma fábrica que produz parafusos, M máquinas, todas com a mesma capacidade de produção, trabalhando H horas por dia, durante D dias, produzem P parafusos.
Se 80% dessas máquinas trabalharem 25% a mais do que H, durante 40% a mais do que D, produzirão 
Alternativas
Q3818333 Matemática
Uma família fez um orçamento financeiro que separava as despesas em quatro categorias. A primeira categoria recebia 2/5 do total de entradas, a segunda recebia 3/4 do que havia restado após a primeira destinação, e a terceira recebia 1/3 do que havia restado após a segunda destinação. O que sobrasse era destinado à quarta categoria.
No mês em que a quarta categoria recebeu R$ 1.250,00, de quantos reais (R$) foi a diferença entre a segunda e a quarta destinações?
Alternativas
Q3818332 Português
Considere a frase a seguir:
Muitos críticos atribuem_________ Semana de Arte Moderna ____________ renovação da arte brasileira e, ainda que outras exposições tenham ocorrido após 1922, elas não são comparáveis _______________ daquele ano histórico.

Assinale a alternativa que completa as lacunas, correta e respectivamente, em conformidade com a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q3818331 Português
Semana de Arte Moderna

        A Semana de Arte Moderna apresenta-se como a primeira manifestação coletiva pública na história cultural brasileira a favor de um espírito novo e moderno em oposição à cultura e à arte de teor conservador, predominantes no país desde o século 19. Inserida nas festividades em comemoração ao Centenário da Independência do Brasil em 1922, a Semana acontece no Teatro Municipal de São Paulo e inclui exposição com cerca de cem obras e três sessões literomusicais noturnas.

         Entre os pintores, participam Anita Malfatti e Di Cavalcanti. No campo da escultura, estão presentes Victor Brecheret e Hildegardo Velloso. Entre os literatos e poetas, participam Graça Aranha, Guilherme de Almeida, Mário de Andrade, Menotti Del Picchia, Oswald de Andrade, além de Manuel Bandeira, com a leitura do poema “Os sapos”. A programação musical traz composições de Villa-Lobos e do francês Debussy.

        Sem programa estético definido, a Semana desempenha, na história da arte brasileira, muito mais uma etapa destrutiva de rejeição ao conservadorismo vigente na produção literária, musical e visual do que um acontecimento construtivo de propostas e criação de novas linguagens. Se existe um elo entre seus tão diversos artífices, este se constitui, segundo seus dois ideólogos principais, Mário e Oswald de Andrade, na negação de todo e qualquer “passadismo”: a recusa à literatura e à arte importadas com os traços de uma civilização cada vez mais superada, no espaço e no tempo. Em geral, todos clamam em seus discursos por liberdade de expressão e pelo fim de regras na arte. Faz-se presente também um certo ideário futurista, que exige a deposição dos temas tradicionalistas em nome da sociedade da eletricidade, da máquina e da velocidade.

        Com respeito à elaboração e à apresentação de uma linguagem verdadeiramente moderna, a Semana de Arte Moderna de 1922 não representa um rompimento profundo na história da arte brasileira. No entanto, há de se reconhecer que, a despeito de todos os seus antagonismos, esse evento configura- -se como um fato cultural fundamental para a compreensão do desenvolvimento da arte moderna no Brasil, sobretudo pelos debates públicos mobilizados e pela riqueza de seus desdobramentos na obra de alguns de seus realizadores.

(Enciclopédia Itaú Cultural, Semana da Arte Moderna. Disponível em: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/eventos/ 125134-semana-de-arte-moderna. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão “além de” foi empregada com o mesmo sentido que em “Entre os literatos e poetas, participam Graça Aranha, Guilherme de Almeida, (…) além de Manuel Bandeira…” (2º parágrafo) 
Alternativas
Q3818330 Português
Semana de Arte Moderna

        A Semana de Arte Moderna apresenta-se como a primeira manifestação coletiva pública na história cultural brasileira a favor de um espírito novo e moderno em oposição à cultura e à arte de teor conservador, predominantes no país desde o século 19. Inserida nas festividades em comemoração ao Centenário da Independência do Brasil em 1922, a Semana acontece no Teatro Municipal de São Paulo e inclui exposição com cerca de cem obras e três sessões literomusicais noturnas.

         Entre os pintores, participam Anita Malfatti e Di Cavalcanti. No campo da escultura, estão presentes Victor Brecheret e Hildegardo Velloso. Entre os literatos e poetas, participam Graça Aranha, Guilherme de Almeida, Mário de Andrade, Menotti Del Picchia, Oswald de Andrade, além de Manuel Bandeira, com a leitura do poema “Os sapos”. A programação musical traz composições de Villa-Lobos e do francês Debussy.

        Sem programa estético definido, a Semana desempenha, na história da arte brasileira, muito mais uma etapa destrutiva de rejeição ao conservadorismo vigente na produção literária, musical e visual do que um acontecimento construtivo de propostas e criação de novas linguagens. Se existe um elo entre seus tão diversos artífices, este se constitui, segundo seus dois ideólogos principais, Mário e Oswald de Andrade, na negação de todo e qualquer “passadismo”: a recusa à literatura e à arte importadas com os traços de uma civilização cada vez mais superada, no espaço e no tempo. Em geral, todos clamam em seus discursos por liberdade de expressão e pelo fim de regras na arte. Faz-se presente também um certo ideário futurista, que exige a deposição dos temas tradicionalistas em nome da sociedade da eletricidade, da máquina e da velocidade.

        Com respeito à elaboração e à apresentação de uma linguagem verdadeiramente moderna, a Semana de Arte Moderna de 1922 não representa um rompimento profundo na história da arte brasileira. No entanto, há de se reconhecer que, a despeito de todos os seus antagonismos, esse evento configura- -se como um fato cultural fundamental para a compreensão do desenvolvimento da arte moderna no Brasil, sobretudo pelos debates públicos mobilizados e pela riqueza de seus desdobramentos na obra de alguns de seus realizadores.

(Enciclopédia Itaú Cultural, Semana da Arte Moderna. Disponível em: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/eventos/ 125134-semana-de-arte-moderna. Adaptado)
Em “Faz-se presente também um certo ideário futurista, que exige a deposição dos temas tradicionalistas…” (3º parágrafo), a expressão destacada pode ser substituída, em conformidade com a norma-padrão de regência e emprego dos pronomes, por:
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Q3818329 Português
Semana de Arte Moderna

        A Semana de Arte Moderna apresenta-se como a primeira manifestação coletiva pública na história cultural brasileira a favor de um espírito novo e moderno em oposição à cultura e à arte de teor conservador, predominantes no país desde o século 19. Inserida nas festividades em comemoração ao Centenário da Independência do Brasil em 1922, a Semana acontece no Teatro Municipal de São Paulo e inclui exposição com cerca de cem obras e três sessões literomusicais noturnas.

         Entre os pintores, participam Anita Malfatti e Di Cavalcanti. No campo da escultura, estão presentes Victor Brecheret e Hildegardo Velloso. Entre os literatos e poetas, participam Graça Aranha, Guilherme de Almeida, Mário de Andrade, Menotti Del Picchia, Oswald de Andrade, além de Manuel Bandeira, com a leitura do poema “Os sapos”. A programação musical traz composições de Villa-Lobos e do francês Debussy.

        Sem programa estético definido, a Semana desempenha, na história da arte brasileira, muito mais uma etapa destrutiva de rejeição ao conservadorismo vigente na produção literária, musical e visual do que um acontecimento construtivo de propostas e criação de novas linguagens. Se existe um elo entre seus tão diversos artífices, este se constitui, segundo seus dois ideólogos principais, Mário e Oswald de Andrade, na negação de todo e qualquer “passadismo”: a recusa à literatura e à arte importadas com os traços de uma civilização cada vez mais superada, no espaço e no tempo. Em geral, todos clamam em seus discursos por liberdade de expressão e pelo fim de regras na arte. Faz-se presente também um certo ideário futurista, que exige a deposição dos temas tradicionalistas em nome da sociedade da eletricidade, da máquina e da velocidade.

        Com respeito à elaboração e à apresentação de uma linguagem verdadeiramente moderna, a Semana de Arte Moderna de 1922 não representa um rompimento profundo na história da arte brasileira. No entanto, há de se reconhecer que, a despeito de todos os seus antagonismos, esse evento configura- -se como um fato cultural fundamental para a compreensão do desenvolvimento da arte moderna no Brasil, sobretudo pelos debates públicos mobilizados e pela riqueza de seus desdobramentos na obra de alguns de seus realizadores.

(Enciclopédia Itaú Cultural, Semana da Arte Moderna. Disponível em: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/eventos/ 125134-semana-de-arte-moderna. Adaptado)
Assinale a alternativa em que um trecho do texto foi reescrito mantendo a norma-padrão de concordância.
Alternativas
Q3818328 Português
Semana de Arte Moderna

        A Semana de Arte Moderna apresenta-se como a primeira manifestação coletiva pública na história cultural brasileira a favor de um espírito novo e moderno em oposição à cultura e à arte de teor conservador, predominantes no país desde o século 19. Inserida nas festividades em comemoração ao Centenário da Independência do Brasil em 1922, a Semana acontece no Teatro Municipal de São Paulo e inclui exposição com cerca de cem obras e três sessões literomusicais noturnas.

         Entre os pintores, participam Anita Malfatti e Di Cavalcanti. No campo da escultura, estão presentes Victor Brecheret e Hildegardo Velloso. Entre os literatos e poetas, participam Graça Aranha, Guilherme de Almeida, Mário de Andrade, Menotti Del Picchia, Oswald de Andrade, além de Manuel Bandeira, com a leitura do poema “Os sapos”. A programação musical traz composições de Villa-Lobos e do francês Debussy.

        Sem programa estético definido, a Semana desempenha, na história da arte brasileira, muito mais uma etapa destrutiva de rejeição ao conservadorismo vigente na produção literária, musical e visual do que um acontecimento construtivo de propostas e criação de novas linguagens. Se existe um elo entre seus tão diversos artífices, este se constitui, segundo seus dois ideólogos principais, Mário e Oswald de Andrade, na negação de todo e qualquer “passadismo”: a recusa à literatura e à arte importadas com os traços de uma civilização cada vez mais superada, no espaço e no tempo. Em geral, todos clamam em seus discursos por liberdade de expressão e pelo fim de regras na arte. Faz-se presente também um certo ideário futurista, que exige a deposição dos temas tradicionalistas em nome da sociedade da eletricidade, da máquina e da velocidade.

        Com respeito à elaboração e à apresentação de uma linguagem verdadeiramente moderna, a Semana de Arte Moderna de 1922 não representa um rompimento profundo na história da arte brasileira. No entanto, há de se reconhecer que, a despeito de todos os seus antagonismos, esse evento configura- -se como um fato cultural fundamental para a compreensão do desenvolvimento da arte moderna no Brasil, sobretudo pelos debates públicos mobilizados e pela riqueza de seus desdobramentos na obra de alguns de seus realizadores.

(Enciclopédia Itaú Cultural, Semana da Arte Moderna. Disponível em: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/eventos/ 125134-semana-de-arte-moderna. Adaptado)
Considere as seguintes frases do 4º parágrafo:
•  “Com respeito à elaboração e à apresentação de uma linguagem verdadeiramente moderna...” •  “No entanto, há de se reconhecer que, a despeito de todos os seus antagonismos...”
Mantendo o sentido original, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
Alternativas
Q3818327 Português
Semana de Arte Moderna

        A Semana de Arte Moderna apresenta-se como a primeira manifestação coletiva pública na história cultural brasileira a favor de um espírito novo e moderno em oposição à cultura e à arte de teor conservador, predominantes no país desde o século 19. Inserida nas festividades em comemoração ao Centenário da Independência do Brasil em 1922, a Semana acontece no Teatro Municipal de São Paulo e inclui exposição com cerca de cem obras e três sessões literomusicais noturnas.

         Entre os pintores, participam Anita Malfatti e Di Cavalcanti. No campo da escultura, estão presentes Victor Brecheret e Hildegardo Velloso. Entre os literatos e poetas, participam Graça Aranha, Guilherme de Almeida, Mário de Andrade, Menotti Del Picchia, Oswald de Andrade, além de Manuel Bandeira, com a leitura do poema “Os sapos”. A programação musical traz composições de Villa-Lobos e do francês Debussy.

        Sem programa estético definido, a Semana desempenha, na história da arte brasileira, muito mais uma etapa destrutiva de rejeição ao conservadorismo vigente na produção literária, musical e visual do que um acontecimento construtivo de propostas e criação de novas linguagens. Se existe um elo entre seus tão diversos artífices, este se constitui, segundo seus dois ideólogos principais, Mário e Oswald de Andrade, na negação de todo e qualquer “passadismo”: a recusa à literatura e à arte importadas com os traços de uma civilização cada vez mais superada, no espaço e no tempo. Em geral, todos clamam em seus discursos por liberdade de expressão e pelo fim de regras na arte. Faz-se presente também um certo ideário futurista, que exige a deposição dos temas tradicionalistas em nome da sociedade da eletricidade, da máquina e da velocidade.

        Com respeito à elaboração e à apresentação de uma linguagem verdadeiramente moderna, a Semana de Arte Moderna de 1922 não representa um rompimento profundo na história da arte brasileira. No entanto, há de se reconhecer que, a despeito de todos os seus antagonismos, esse evento configura- -se como um fato cultural fundamental para a compreensão do desenvolvimento da arte moderna no Brasil, sobretudo pelos debates públicos mobilizados e pela riqueza de seus desdobramentos na obra de alguns de seus realizadores.

(Enciclopédia Itaú Cultural, Semana da Arte Moderna. Disponível em: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/eventos/ 125134-semana-de-arte-moderna. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada foi empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3818326 Português
Semana de Arte Moderna

        A Semana de Arte Moderna apresenta-se como a primeira manifestação coletiva pública na história cultural brasileira a favor de um espírito novo e moderno em oposição à cultura e à arte de teor conservador, predominantes no país desde o século 19. Inserida nas festividades em comemoração ao Centenário da Independência do Brasil em 1922, a Semana acontece no Teatro Municipal de São Paulo e inclui exposição com cerca de cem obras e três sessões literomusicais noturnas.

         Entre os pintores, participam Anita Malfatti e Di Cavalcanti. No campo da escultura, estão presentes Victor Brecheret e Hildegardo Velloso. Entre os literatos e poetas, participam Graça Aranha, Guilherme de Almeida, Mário de Andrade, Menotti Del Picchia, Oswald de Andrade, além de Manuel Bandeira, com a leitura do poema “Os sapos”. A programação musical traz composições de Villa-Lobos e do francês Debussy.

        Sem programa estético definido, a Semana desempenha, na história da arte brasileira, muito mais uma etapa destrutiva de rejeição ao conservadorismo vigente na produção literária, musical e visual do que um acontecimento construtivo de propostas e criação de novas linguagens. Se existe um elo entre seus tão diversos artífices, este se constitui, segundo seus dois ideólogos principais, Mário e Oswald de Andrade, na negação de todo e qualquer “passadismo”: a recusa à literatura e à arte importadas com os traços de uma civilização cada vez mais superada, no espaço e no tempo. Em geral, todos clamam em seus discursos por liberdade de expressão e pelo fim de regras na arte. Faz-se presente também um certo ideário futurista, que exige a deposição dos temas tradicionalistas em nome da sociedade da eletricidade, da máquina e da velocidade.

        Com respeito à elaboração e à apresentação de uma linguagem verdadeiramente moderna, a Semana de Arte Moderna de 1922 não representa um rompimento profundo na história da arte brasileira. No entanto, há de se reconhecer que, a despeito de todos os seus antagonismos, esse evento configura- -se como um fato cultural fundamental para a compreensão do desenvolvimento da arte moderna no Brasil, sobretudo pelos debates públicos mobilizados e pela riqueza de seus desdobramentos na obra de alguns de seus realizadores.

(Enciclopédia Itaú Cultural, Semana da Arte Moderna. Disponível em: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/eventos/ 125134-semana-de-arte-moderna. Adaptado)
Em “Se existe um elo entre seus tão diversos artífices, este se constitui (...) na negação de todo e qualquer ‘passadismo’” (3o parágrafo), o autor sugere que 
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Q3818325 Português
Semana de Arte Moderna

        A Semana de Arte Moderna apresenta-se como a primeira manifestação coletiva pública na história cultural brasileira a favor de um espírito novo e moderno em oposição à cultura e à arte de teor conservador, predominantes no país desde o século 19. Inserida nas festividades em comemoração ao Centenário da Independência do Brasil em 1922, a Semana acontece no Teatro Municipal de São Paulo e inclui exposição com cerca de cem obras e três sessões literomusicais noturnas.

         Entre os pintores, participam Anita Malfatti e Di Cavalcanti. No campo da escultura, estão presentes Victor Brecheret e Hildegardo Velloso. Entre os literatos e poetas, participam Graça Aranha, Guilherme de Almeida, Mário de Andrade, Menotti Del Picchia, Oswald de Andrade, além de Manuel Bandeira, com a leitura do poema “Os sapos”. A programação musical traz composições de Villa-Lobos e do francês Debussy.

        Sem programa estético definido, a Semana desempenha, na história da arte brasileira, muito mais uma etapa destrutiva de rejeição ao conservadorismo vigente na produção literária, musical e visual do que um acontecimento construtivo de propostas e criação de novas linguagens. Se existe um elo entre seus tão diversos artífices, este se constitui, segundo seus dois ideólogos principais, Mário e Oswald de Andrade, na negação de todo e qualquer “passadismo”: a recusa à literatura e à arte importadas com os traços de uma civilização cada vez mais superada, no espaço e no tempo. Em geral, todos clamam em seus discursos por liberdade de expressão e pelo fim de regras na arte. Faz-se presente também um certo ideário futurista, que exige a deposição dos temas tradicionalistas em nome da sociedade da eletricidade, da máquina e da velocidade.

        Com respeito à elaboração e à apresentação de uma linguagem verdadeiramente moderna, a Semana de Arte Moderna de 1922 não representa um rompimento profundo na história da arte brasileira. No entanto, há de se reconhecer que, a despeito de todos os seus antagonismos, esse evento configura- -se como um fato cultural fundamental para a compreensão do desenvolvimento da arte moderna no Brasil, sobretudo pelos debates públicos mobilizados e pela riqueza de seus desdobramentos na obra de alguns de seus realizadores.

(Enciclopédia Itaú Cultural, Semana da Arte Moderna. Disponível em: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/eventos/ 125134-semana-de-arte-moderna. Adaptado)
Com base nas informações do texto, é correto afirmar que os participantes da Semana de Arte Moderna
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Q3818324 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão:

(André Dahmer. Disponível em: https://saibamais.jor.br/ 2017/11/1945/. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o uso da(s) vírgula(s) está de acordo com a norma-padrão.
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Q3818323 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão:

(André Dahmer. Disponível em: https://saibamais.jor.br/ 2017/11/1945/. Adaptado)

É correto afirmar que o efeito de humor da tira decorre 
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Q3818322 Direito Administrativo
Herculano, funcionário público do Município de Paulínia, no exercício de suas funções, veio a praticar uma conduta que causou prejuízo à Fazenda Municipal e a um terceiro. Nessa situação hipotética, considerando o disposto na Lei Complementar Municipal nº 17/2001, a respeito das responsabilidades do funcionário público do Município de Paulínia, é correto afirmar que Herculano
Alternativas
Q3818321 Administração Pública
Na Administração Pública, a necessidade de substituir a forma de ocupação de cargos públicos por meio de sinecuras e prebendas para critérios meritocráticos surge a partir do paradigma
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Q3818320 Direito Administrativo
O Poder Executivo de um município do interior de São Paulo é composto pela administração pública direta e indireta. A título de exemplo, o hospital municipal é uma autarquia vinculada à secretaria municipal de saúde.
Essa vinculação da entidade ao órgão, com vistas a garantir o cumprimento da finalidade para a qual foi criada, está de acordo com o princípio da administração pública da
Alternativas
Q3818319 Administração Financeira e Orçamentária
A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) determina alguns limites para contribuir na promoção da gestão fiscal responsável. Um desses limites diz respeito à despesa total com pessoal como percentual da receita corrente líquida (RCL).
Considerando que um município brasileiro possui receita corrente líquida de R$ 3 milhões, o limite da despesa total com pessoal no período de apuração, para o Poder Executivo, não poderá exceder
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Q3818318 Direito Administrativo
Para atender as demandas da população, a Secretaria Municipal da Saúde publicou edital para convocar interessados que preencham os requisitos necessários para prestar serviços médicos especializados, e que, se habilitados, executarão esses serviços quando convocados pela Administração Pública.
Esse processo de contratação possui as características do 
Alternativas
Q3818317 Direito Administrativo
Sobre os diferentes tipos de controle existentes na Administração Pública, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
10781: A
10782: B
10783: E
10784: C
10785: A
10786: C
10787: B
10788: D
10789: D
10790: A
10791: C
10792: E
10793: B
10794: C
10795: C
10796: B
10797: C
10798: D
10799: E
10800: B