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(Ailton Krenak. O amanhã não está à venda, 2020.)
No excerto, escrito pelo líder indígena Ailton Krenak, há uma reflexão sobre a
Após sete anos da aprovação da Reforma Trabalhista de 2017, uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas mostra que sete em cada dez trabalhadores brasileiros autônomos gostariam de ter carteira assinada. O sonho do trabalho formal é maior entre os mais pobres. A pesquisa mostra que 75,6% dos autônomos com renda de até um salário mínimo gostaria de ter um trabalho com carteira assinada. Já entre aqueles com renda entre um e três salários mínimos, o nível chega 70,8%. Segundo essa pesquisa, os autônomos têm baixos salários e a renda, por sua vez, tem forte variação. O salário de 19,8% dos trabalhadores informais pode oscilar mais de 20% de um mês para o outro. Já entre os trabalhadores com carteira assinada, a oscilação é de apenas 4,7%.
(https://iclnoticias.com.br, 28.08.2024. Adaptado.)
Essa pesquisa demonstra
A Comissão de Valores Mobiliários foi criada pelo Securities Exchange Act de 1934, nos Estados Unidos. Essa legislação histórica visa proteger os investidores, impondo regulamentações que garantam a divulgação completa e justa de informações financeiras, a supervisão das práticas de mercado e a administração dos requisitos de crédito para negociação de valores mobiliários. Historicamente, houve uma necessidade crescente de intervenção federal na regulamentação de valores mobiliários devido à inadequação dos esforços estaduais, o que frequentemente permitia a persistência de práticas fraudulentas.
(Jon R. Carpenter. “A Comissão de Valores Mobiliários e Câmbio é estabelecida”. www.ebsco.com, 2023. Adaptado.)
A criação da comissão estadunidense mencionada no excerto está ligada
O conflito do Contestado teve lugar no território que hoje compõe o meio-oeste de Santa Catarina, na época disputado com o Paraná. Entre os anos de 1912 e 1916, cerca de 20000 pessoas reuniram-se sob a expectativa de retorno dos monges João Maria e José Maria — aquele, considerado “encantado” em um morro da região; este, assassinado em um conflito com forças legais em 1912. Como as primeiras expedições das forças públicas dos estados paranaense e catarinense não puderam derrotar os rebeldes, solicitou-se a intervenção do Exército.
(Márcia Janete Espig. “O uso da fonte
jornalística no trabalho historiográfico: o caso do Contestado”.
Estudos Ibero-Americanos, no 02, 1998. Adaptado.)
O movimento descrito no excerto é caracterizado
Percebe-se que a mulher no Brasil Colônia é vista como um instrumento apenas para procriação. Ela tinha sua sexualidade reduzida à gestação; por consequência, era colocada em confinamento caseiro e, em outros momentos, em casas de recolhimento para fugir dos “defeitos naturais de seu sexo”, como sugeriu o Bispo Azeredo Coutinho: “elas [as mulheres] nascem com uma propensão violenta de agradar, ao que logo se segue o desejo de serem vistas; os homens procuram pelas armas ou letras conduzir-se ao auge da autoridade e da glória, as mulheres procuram o mesmo pelos agrados do espírito e do corpo”.
(Nicole Fernandes Alves. “Silenciadas ou silenciosas?
Abuso e a submissão: Trajetória das mulheres no Brasil
Colonial (1500-1822)”. www.ufrgs.br, 28.10.2024. Adaptado.)
No contexto do Brasil Colônia, a declaração do Bispo Azeredo Coutinho tinha como objetivo
Read the campaign poster launched by the World Health Organization.

(www.who.int, 09.03.2023.)
The campaign poster is mainly designed to
Leia o texto para responder à questão.
Disinformation1 in public health is a distinct type of information risk which, unlike misinformation2, is created with malicious intent to spread discord, disharmony and mistrust in targets such as government agencies, scientific experts, public health agencies, private sector and law enforcement, among others. The potential impacts of disinformation can be understood through examples during the Covid-19 pandemic. The Covid-19 pandemic had two key elements that created the perfect storm for disinformation to proliferate and spread. First, it rapidly caused global fear, increasing uncertainty and doubt. Second, it occurred at a point in history where people can easily access, create and share information (as well as misinformation and disinformation) widely over the internet, mobile telecommunications, media and social media platforms. As the pandemic took hold, many posts appeared on social media and spread through instant messaging communications, increasing uncertainty about the treatment, the safety and effectiveness of vaccines, the usefulness of social distancing, and more. This caused social protest, delayed vaccine uptake and led to higher death rates in some instances.
(https://who.int, 06.02.2024. Adaptado.)
1disinformation: informação falsa criada ou compartilhada com o objetivo de enganar.
2misinformation: informação falsa ou enganosa, mas que é compartilhada sem intenção de enganar.
Leia o texto para responder à questão.
Disinformation1 in public health is a distinct type of information risk which, unlike misinformation2, is created with malicious intent to spread discord, disharmony and mistrust in targets such as government agencies, scientific experts, public health agencies, private sector and law enforcement, among others. The potential impacts of disinformation can be understood through examples during the Covid-19 pandemic. The Covid-19 pandemic had two key elements that created the perfect storm for disinformation to proliferate and spread. First, it rapidly caused global fear, increasing uncertainty and doubt. Second, it occurred at a point in history where people can easily access, create and share information (as well as misinformation and disinformation) widely over the internet, mobile telecommunications, media and social media platforms. As the pandemic took hold, many posts appeared on social media and spread through instant messaging communications, increasing uncertainty about the treatment, the safety and effectiveness of vaccines, the usefulness of social distancing, and more. This caused social protest, delayed vaccine uptake and led to higher death rates in some instances.
(https://who.int, 06.02.2024. Adaptado.)
1disinformation: informação falsa criada ou compartilhada com o objetivo de enganar.
2misinformation: informação falsa ou enganosa, mas que é compartilhada sem intenção de enganar.
Leia o texto para responder à questão.
Disinformation1 in public health is a distinct type of information risk which, unlike misinformation2, is created with malicious intent to spread discord, disharmony and mistrust in targets such as government agencies, scientific experts, public health agencies, private sector and law enforcement, among others. The potential impacts of disinformation can be understood through examples during the Covid-19 pandemic. The Covid-19 pandemic had two key elements that created the perfect storm for disinformation to proliferate and spread. First, it rapidly caused global fear, increasing uncertainty and doubt. Second, it occurred at a point in history where people can easily access, create and share information (as well as misinformation and disinformation) widely over the internet, mobile telecommunications, media and social media platforms. As the pandemic took hold, many posts appeared on social media and spread through instant messaging communications, increasing uncertainty about the treatment, the safety and effectiveness of vaccines, the usefulness of social distancing, and more. This caused social protest, delayed vaccine uptake and led to higher death rates in some instances.
(https://who.int, 06.02.2024. Adaptado.)
1disinformation: informação falsa criada ou compartilhada com o objetivo de enganar.
2misinformation: informação falsa ou enganosa, mas que é compartilhada sem intenção de enganar.

Um cacto solitário, cuja figura sugere a de um ser humano, ergue-se ante uma noite de lua minguante. A lua, quadro de 1928, considerado um marco da pintura antropofágica de Tarsila do Amaral, foi comprada pelo Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), por aproximadamente 20 milhões de dólares. A obra, que representa o rompimento definitivo da artista com a tradição da pintura, converteu-se na mais cara já vendida de um artista brasileiro. A lua era a favorita de um dos maiores admiradores de Tarsila: o poeta modernista Oswald de Andrade, que foi seu marido. Com ela, Tarsila construiu o casamento definitivo entre a tradição brasileira e a vanguarda artística europeia.
(Joana Oliveira. “A lua, de Tarsila do Amaral, chega
ao MoMA e consagra brasileira no panteão modernista”.
https://brasil.elpais.com, 27.02.2019. Adaptado.)
Considerando sua dimensão onírica, a obra A lua de Tarsila do Amaral revela a influência, sobretudo, da seguinte vanguarda artística europeia:
O nome da rapsódia é Macunaíma, mas não é só Macunaíma. Mário de Andrade quis dizer alguma coisa do seu protagonista e acrescentou ao título um atributo paradoxal: o herói sem nenhum caráter.
(Alfredo Bosi. Céu, inferno: ensaios de crítica literária e ideológica, 2003.)
No contexto da obra, o atributo “o herói sem nenhum caráter” justifica-se em razão da
Para responder à questão, leia o trecho do romance Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto.
E foi obedecendo a essa ordem de ideias que [Policarpo Quaresma] comprou aquele sítio, cujo nome — Sossego — cabia tão bem à nova vida que adotara, após a tempestade que o sacudira durante quase um ano. [...]
Ele foi contente. Como era tão simples viver na nossa terra! Quatro contos de réis por ano, tirados da terra, facilmente, docemente, alegremente! Oh! terra abençoada! Como é que toda a gente queria ser empregado público, apodrecer numa banca, sofrer na sua independência e no seu orgulho? Como é que se preferia viver em casas apertadas, sem ar, sem luz, respirar um ambiente epidêmico, sustentar-se de maus alimentos, quando se podia tão facilmente obter uma vida feliz, farta, livre, alegre e saudável?
E era agora que ele chegava a essa conclusão, depois de ter sofrido a miséria da cidade e o emasculamento1 da repartição pública, durante tanto tempo! Chegara tarde, mas não a ponto de que não pudesse, antes da morte, travar conhecimento com a doce vida campestre e a feracidade2 das terras brasileiras. Então pensou que foram vãos aqueles seus desejos de reformas capitais nas instituições e costumes: o que era principal à grandeza da pátria estremecida era uma forte base agrícola, um culto pelo seu solo ubérrimo3, para alicerçar fortemente todos os outros destinos que ela tinha de preencher.
(Triste fim de Policarpo Quaresma, 2011.)
1emasculamento: perda da virilidade, perda da força ou do vigor.
2feracidade: fertilidade.
3ubérrimo: extremamente úbere (ou seja, fértil).
Para responder à questão, leia o trecho do romance Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto.
E foi obedecendo a essa ordem de ideias que [Policarpo Quaresma] comprou aquele sítio, cujo nome — Sossego — cabia tão bem à nova vida que adotara, após a tempestade que o sacudira durante quase um ano. [...]
Ele foi contente. Como era tão simples viver na nossa terra! Quatro contos de réis por ano, tirados da terra, facilmente, docemente, alegremente! Oh! terra abençoada! Como é que toda a gente queria ser empregado público, apodrecer numa banca, sofrer na sua independência e no seu orgulho? Como é que se preferia viver em casas apertadas, sem ar, sem luz, respirar um ambiente epidêmico, sustentar-se de maus alimentos, quando se podia tão facilmente obter uma vida feliz, farta, livre, alegre e saudável?
E era agora que ele chegava a essa conclusão, depois de ter sofrido a miséria da cidade e o emasculamento1 da repartição pública, durante tanto tempo! Chegara tarde, mas não a ponto de que não pudesse, antes da morte, travar conhecimento com a doce vida campestre e a feracidade2 das terras brasileiras. Então pensou que foram vãos aqueles seus desejos de reformas capitais nas instituições e costumes: o que era principal à grandeza da pátria estremecida era uma forte base agrícola, um culto pelo seu solo ubérrimo3, para alicerçar fortemente todos os outros destinos que ela tinha de preencher.
(Triste fim de Policarpo Quaresma, 2011.)
1emasculamento: perda da virilidade, perda da força ou do vigor.
2feracidade: fertilidade.
3ubérrimo: extremamente úbere (ou seja, fértil).
“o que era principal à grandeza da pátria estremecida era uma forte base agrícola [...] para alicerçar fortemente todos os outros destinos que ela tinha de preencher.” (3º parágrafo)
Em relação ao trecho que o antecede, o trecho sublinhado expressa ideia de
Para responder à questão, leia o trecho do romance Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto.
E foi obedecendo a essa ordem de ideias que [Policarpo Quaresma] comprou aquele sítio, cujo nome — Sossego — cabia tão bem à nova vida que adotara, após a tempestade que o sacudira durante quase um ano. [...]
Ele foi contente. Como era tão simples viver na nossa terra! Quatro contos de réis por ano, tirados da terra, facilmente, docemente, alegremente! Oh! terra abençoada! Como é que toda a gente queria ser empregado público, apodrecer numa banca, sofrer na sua independência e no seu orgulho? Como é que se preferia viver em casas apertadas, sem ar, sem luz, respirar um ambiente epidêmico, sustentar-se de maus alimentos, quando se podia tão facilmente obter uma vida feliz, farta, livre, alegre e saudável?
E era agora que ele chegava a essa conclusão, depois de ter sofrido a miséria da cidade e o emasculamento1 da repartição pública, durante tanto tempo! Chegara tarde, mas não a ponto de que não pudesse, antes da morte, travar conhecimento com a doce vida campestre e a feracidade2 das terras brasileiras. Então pensou que foram vãos aqueles seus desejos de reformas capitais nas instituições e costumes: o que era principal à grandeza da pátria estremecida era uma forte base agrícola, um culto pelo seu solo ubérrimo3, para alicerçar fortemente todos os outros destinos que ela tinha de preencher.
(Triste fim de Policarpo Quaresma, 2011.)
1emasculamento: perda da virilidade, perda da força ou do vigor.
2feracidade: fertilidade.
3ubérrimo: extremamente úbere (ou seja, fértil).
“Como era tão simples viver na nossa terra!” (2º parágrafo)
“Como é que toda a gente queria ser empregado público, apodrecer numa banca, sofrer na sua independência e no seu orgulho?” (2º parágrafo)
“o que era principal à grandeza da pátria estremecida era uma forte base agrícola [...] para alicerçar fortemente todos os outros destinos que ela tinha de preencher.” (3º parágrafo)
Os termos sublinhados estão empregados, respectivamente, em sentido
Para responder à questão, leia o trecho do romance Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto.
E foi obedecendo a essa ordem de ideias que [Policarpo Quaresma] comprou aquele sítio, cujo nome — Sossego — cabia tão bem à nova vida que adotara, após a tempestade que o sacudira durante quase um ano. [...]
Ele foi contente. Como era tão simples viver na nossa terra! Quatro contos de réis por ano, tirados da terra, facilmente, docemente, alegremente! Oh! terra abençoada! Como é que toda a gente queria ser empregado público, apodrecer numa banca, sofrer na sua independência e no seu orgulho? Como é que se preferia viver em casas apertadas, sem ar, sem luz, respirar um ambiente epidêmico, sustentar-se de maus alimentos, quando se podia tão facilmente obter uma vida feliz, farta, livre, alegre e saudável?
E era agora que ele chegava a essa conclusão, depois de ter sofrido a miséria da cidade e o emasculamento1 da repartição pública, durante tanto tempo! Chegara tarde, mas não a ponto de que não pudesse, antes da morte, travar conhecimento com a doce vida campestre e a feracidade2 das terras brasileiras. Então pensou que foram vãos aqueles seus desejos de reformas capitais nas instituições e costumes: o que era principal à grandeza da pátria estremecida era uma forte base agrícola, um culto pelo seu solo ubérrimo3, para alicerçar fortemente todos os outros destinos que ela tinha de preencher.
(Triste fim de Policarpo Quaresma, 2011.)
1emasculamento: perda da virilidade, perda da força ou do vigor.
2feracidade: fertilidade.
3ubérrimo: extremamente úbere (ou seja, fértil).
Para responder à questão, leia o trecho do romance Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto.
E foi obedecendo a essa ordem de ideias que [Policarpo Quaresma] comprou aquele sítio, cujo nome — Sossego — cabia tão bem à nova vida que adotara, após a tempestade que o sacudira durante quase um ano. [...]
Ele foi contente. Como era tão simples viver na nossa terra! Quatro contos de réis por ano, tirados da terra, facilmente, docemente, alegremente! Oh! terra abençoada! Como é que toda a gente queria ser empregado público, apodrecer numa banca, sofrer na sua independência e no seu orgulho? Como é que se preferia viver em casas apertadas, sem ar, sem luz, respirar um ambiente epidêmico, sustentar-se de maus alimentos, quando se podia tão facilmente obter uma vida feliz, farta, livre, alegre e saudável?
E era agora que ele chegava a essa conclusão, depois de ter sofrido a miséria da cidade e o emasculamento1 da repartição pública, durante tanto tempo! Chegara tarde, mas não a ponto de que não pudesse, antes da morte, travar conhecimento com a doce vida campestre e a feracidade2 das terras brasileiras. Então pensou que foram vãos aqueles seus desejos de reformas capitais nas instituições e costumes: o que era principal à grandeza da pátria estremecida era uma forte base agrícola, um culto pelo seu solo ubérrimo3, para alicerçar fortemente todos os outros destinos que ela tinha de preencher.
(Triste fim de Policarpo Quaresma, 2011.)
1emasculamento: perda da virilidade, perda da força ou do vigor.
2feracidade: fertilidade.
3ubérrimo: extremamente úbere (ou seja, fértil).
Para responder à questão, leia o trecho do romance Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto.
E foi obedecendo a essa ordem de ideias que [Policarpo Quaresma] comprou aquele sítio, cujo nome — Sossego — cabia tão bem à nova vida que adotara, após a tempestade que o sacudira durante quase um ano. [...]
Ele foi contente. Como era tão simples viver na nossa terra! Quatro contos de réis por ano, tirados da terra, facilmente, docemente, alegremente! Oh! terra abençoada! Como é que toda a gente queria ser empregado público, apodrecer numa banca, sofrer na sua independência e no seu orgulho? Como é que se preferia viver em casas apertadas, sem ar, sem luz, respirar um ambiente epidêmico, sustentar-se de maus alimentos, quando se podia tão facilmente obter uma vida feliz, farta, livre, alegre e saudável?
E era agora que ele chegava a essa conclusão, depois de ter sofrido a miséria da cidade e o emasculamento1 da repartição pública, durante tanto tempo! Chegara tarde, mas não a ponto de que não pudesse, antes da morte, travar conhecimento com a doce vida campestre e a feracidade2 das terras brasileiras. Então pensou que foram vãos aqueles seus desejos de reformas capitais nas instituições e costumes: o que era principal à grandeza da pátria estremecida era uma forte base agrícola, um culto pelo seu solo ubérrimo3, para alicerçar fortemente todos os outros destinos que ela tinha de preencher.
(Triste fim de Policarpo Quaresma, 2011.)
1emasculamento: perda da virilidade, perda da força ou do vigor.
2feracidade: fertilidade.
3ubérrimo: extremamente úbere (ou seja, fértil).
Um homem de 69 anos, com diabetes mellitus tipo 2, hipertensão e doença arterial coronariana, comparece para avaliação pré-operatória antes de uma colecistectomia laparoscópica.
Ele realizou intervenção coronária percutânea na artéria descendente anterior proximal há 3 anos, devido a um infarto sem supradesnivelamento do segmento ST. Consegue subir dois lances de escada sem sintomas e nada todo final de semana. Nega angina ou sintomas de insuficiência cardíaca, mas apresenta limitação por dor crônica no joelho. A pressão arterial é 118 × 70 mmHg, frequência cardíaca 72 bpm, mede 1,70 m e pesa 82 kg. O exame físico é normal. Usa diariamente insulina glargina 20 U, losartana 50 mg, metoprolol succinato 50 mg, aspirina 81 mg, atorvastatina 40 mg, clortalidona 25 mg e potássio. Os exames laboratoriais mostram HbA1c 8,1, creatinina 1,8 mg/dL e hemograma normal. O eletrocardiograma mostra ritmo sinusal a 70 bpm, sem evidência de isquemia ou infarto.
Assinale a alternativa que apresenta a melhora conduta para esse caso.
Um homem de 57 anos chega a um hospital de uma pequena cidade sem capacidade de angioplastia com um infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST anterior. Por causa de uma tempestade, o transporte aéreo não é possível, e o hospital com hemodinâmica mais próximo fica a 250 quilômetros. Ele recebe um agente trombolítico com reperfusão bem-sucedida, com resolução da dor torácica e normalização dos segmentos ST. Dois dias depois, ele relata dor torácica ao caminhar até o banheiro.
Qual das seguintes estratégias é mais apropriada para esse paciente?