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Q4202425 Química

A verificação do efeito de diferentes solutos na temperatura de ebulição (TE) de soluções foi feita em um experimento de química com as soluções 1, 2 e 3 mostradas na figura. Utilizou-se água destilada na preparação das soluções e todas foram submetidas ao aquecimento nas mesmas condições. Iniciada a ebulição, anotaram-se os respectivos valores da temperatura de ebulição para a solução 1 (TE1), para a solução 2 (TE2) e para a solução 3 (TE3).


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(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)



Ao final do experimento, é possível estabelecer a seguinte relação entre as temperaturas de ebulição das soluções 1, 2 e 3:

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Q4202424 Química

A análise elementar é uma técnica empregada para determinação da fórmula empírica de compostos orgânicos e se baseia na reação de combustão de composto, em excesso de oxigênio. Um composto orgânico, que é formado por carbono, oxigênio e hidrogênio foi analisado por meio dessa técnica. Uma amostra com massa correspondente a 0,050 mol do composto foi empregada nessa análise e foram formados 0,80 mol de dióxido de carbono e 0,30 mol de água. O teor de oxigênio da amostra (O) foi calculado e correspondeu a 6,4 g.


A fórmula mínima do composto analisado é:

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Q4202423 Química

A substância AyXbZw é um sólido cristalino, e a sua célula unitária está representada na figura.


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(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)



A fórmula unitária da substância  AyXbZw  é:

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Q4202422 Química
A figura representa a preparação de 100 mL de uma solução de nitrato de ferro (III) em meio ácido, seguindo as boas práticas de preparação de soluções, usando-se 5 mL da solução de Fe(NO) 2 mol/L e 0,5 mL da solução de HNO2 mol/L.
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A concentração de íons nitrato na solução preparada é igual a
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Q4202421 Química

A Teoria da Ligação de Valência considera que a ligação covalente resulta da sobreposição de orbitais atômicos semipreenchidos, com formação de pares eletrônicos compartilhados.


Com base nessa teoria, o conjunto de orbitais híbridos do átomo central que participam na formação das ligações químicas nas moléculas BCl3 e PCl5 são, respectivamente,

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Q4202420 Química

Um diagrama de célula galvânica elaborado a partir das convenções da IUPAC é representado a seguir:


Sn (s) | Sn²⁺ (aq) || NO (g) | NO₃⁻ (aq), H⁺ (aq) | Pt (s)


As equações das semirreações de redução e os potenciais padrão de redução, E°, referentes a essa célula galvânica, são:




Nas condições padrão, o potencial dessa célula galvânica (ddp) e a espécie que é oxidada sã

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Q4202419 Química

Em um experimento de química, uma solução contendo íons oxalato (C2 O4 2– ) em meio ácido foi misturada a uma solução contendo íons permanganato (MnO4 ) que tem coloração violeta. A interação entre essas duas soluções resultou em desprendimento de gás carbônico (CO2 ) e desaparecimento da cor violeta, com a formação de uma solução incolor contendo íons manganês (II). A reação foi equacionada, empregando-se o método íon-elétron e verificou-se que para cada 2 mol de íons permanganato, _________mol de íons H+ reagiram e foram formados __________ mol de gás carbônico.


Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.

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Q4202418 Química

Para um experimento em uma aula prática de química serão usadas as soluções I e II; seus dados de pH estão na tabela.


Captura_de tela 2026-07-28 125128.jpg (146×72)


A concentração de íons H+ em mol/L na solução de I é _________ do que a concentração de íons H+ da solução de II.


Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.

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Q4202417 Física
Os gases 1 e 2 estão contidos separadamente em dois cilindros fechados e se comportam como gases ideais. A densidade do gás 1 (d1) equivale a duas vezes a densidade do gás 2 (d2). Ambos estão sob as mesmas condições de pressão e temperatura.
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O gás 1 e o gás 2 são, respectivamente,
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Q4202416 Química

Considere as substâncias da tabela a seguir


Captura_de tela 2026-07-28 124802.jpg (237×162)


Dentre essas substâncias, aquelas que apresentam geometria molecular piramidal trigonal são as de números

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Q4202415 Química
O brometo de dietilalumínio (Al(C2H5)2Br) é uma substância empregada como catalisador em sínteses orgânicas. Sua obtenção é feita a partir da reação entre o alumínio (Al), o magnésio (Mg), e o brometo de etila (C2H5Br), conforme representada na equação:  
2Al + Mg + 4C2H5Br ⭢ 2A(C2H5)2Br + MgBr2
Partindo-se de 6,4 mol de cada um dos reagentes, nas condições adequadas de reação, a quantidade máxima, em mol, de brometo de dietilalumínio que pode ser formada e a soma das quantidades em mol dos reagentes em excesso são, respectivamente,
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Q4202254 Linguística

Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Indiscutivelmente, o mais significativo da obra reside no idílio entre a campônia e ingênua Joaninha e o inglesado e conflitivo Carlos. Nele, percebe-se a projeção confessional da própria vida interior de Garrett: Carlos é talvez o mais autêntico de seus alter egos. Em Joaninha e no cenário natural que serve de palco aos acontecimentos, circula o ar de melancólico saudosismo que já vimos na Menina e Moça, de Bernardim Ribeiro. Situa-se precisamente aqui – neste sopro de pureza e inocência, de alada fantasia a envolver a história duma jovem que perece de amor, pois ama um homem tolhido noutras malhas sentimentais –, o mais tocante desse episódio emocional.


(Massaud Moisés. A Literatura Portuguesa, 1997) 

Com base em Rodolfo Ilari (Introdução à Semântica: brincando com a gramática. 2001), o termo do texto que funciona como operador modal, cujo sentido é de afirmação, está corretamente destacado em:
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Q4202253 Literatura

Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Indiscutivelmente, o mais significativo da obra reside no idílio entre a campônia e ingênua Joaninha e o inglesado e conflitivo Carlos. Nele, percebe-se a projeção confessional da própria vida interior de Garrett: Carlos é talvez o mais autêntico de seus alter egos. Em Joaninha e no cenário natural que serve de palco aos acontecimentos, circula o ar de melancólico saudosismo que já vimos na Menina e Moça, de Bernardim Ribeiro. Situa-se precisamente aqui – neste sopro de pureza e inocência, de alada fantasia a envolver a história duma jovem que perece de amor, pois ama um homem tolhido noutras malhas sentimentais –, o mais tocante desse episódio emocional.


(Massaud Moisés. A Literatura Portuguesa, 1997) 

A obra de Garrett referida no texto é:
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Q4202252 Português

Leia os versos de Cecília Meireles para responder à questão.



Quando meu rosto contemplo,

o espelho se despedaça:

por ver como passa o tempo

e o meu desgosto não passa.

Amargo campo da vida,

quem te semeou com dureza,

que os que não se matam de ira

morrem de pura tristeza?



(Cecília Meireles. Canções.

Em: Alfredo Bosi, História concisa da Literatura Brasileira, 1997)

Nos versos “que os que não se matam de ira / morrem de pura tristeza?”, os termos destacados expressam, correta e respectivamente, os sentidos
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Q4202251 Literatura

Leia os versos de Cecília Meireles para responder à questão.



Quando meu rosto contemplo,

o espelho se despedaça:

por ver como passa o tempo

e o meu desgosto não passa.

Amargo campo da vida,

quem te semeou com dureza,

que os que não se matam de ira

morrem de pura tristeza?



(Cecília Meireles. Canções.

Em: Alfredo Bosi, História concisa da Literatura Brasileira, 1997)

Em relação aos versos de Cecília Meireles, Alfredo Bosi explica que eles se alinham ao chamado
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Q4202250 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



A proeza do caçador contra o curupira


    Lá no coração da floresta amazônica, os velhos do povo Tukano contam a história de um caçador que saiu para caçar porque sua família estava com muita fome e não tinha nada para comer.


    O caçador saiu bem cedinho e andou o dia inteiro e só havia matado um único macaco. Mas era tão pequeno que não seria suficiente para alimentar sua família.


    O dia foi passando bem rapidinho e quando o caçador se deu conta já estava anoitecendo. Ele ficou aflito, pois sabia que passar a noite na mata é sempre muito perigoso. Além dos animais noturnos, há os espíritos da floresta que habitam o lugar. Ficou especialmente com medo do espírito protetor dos animais: o curupira.


    Ele já havia ouvido falar demais desse espírito que, segundo os velhos, enlouquecem os caçadores desavisados que teimam pernoitar no mato.


    A noite já havia caído por completo e nada mais ele podia fazer para encontrar o caminho de volta. De repente ouve um farfalhar de folhas secas e uma batida: tum, tum, tum. Era a bati da do curupira. Na aldeia diziam que ele fazia isso para verificar quais as árvores estariam abaladas pelo vento ou pela idade já que seu trabalho é zelar pela segurança de toda a natureza.


    O som da batida estava bem próximo do caçador. Um vulto se aproximou da árvore em que ele estava e sentou-se na raiz. Como estava muito escuro o curupira não conseguia vê-lo nem mesmo usando sua vasta cabeleira cor de fogo.


(Daniel Munduruku. Contos Indígenas Brasileiros, 2021. Adaptado)

Considere as passagens do texto:


•   “O caçador saiu bem cedinho e andou o dia inteiro e só  havia matado um único macaco.” (2o parágrafo)


•  “Além dos animais noturnos, os espíritos da floresta que habitam o lugar.” (3o parágrafo)


•  “… segundo os velhos, enlouquecem os caçadores desavisados que teimam pernoitar no mato.” (4o parágrafo)


•  “Como estava muito escuro o curupira não conseguia vê-lo…” (6o parágrafo)


No contexto em que estão empregados e em conformidade com a norma-padrão, as expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente, por

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Q4202249 Literatura

Leia o texto a seguir para responder à questão.



A proeza do caçador contra o curupira


    Lá no coração da floresta amazônica, os velhos do povo Tukano contam a história de um caçador que saiu para caçar porque sua família estava com muita fome e não tinha nada para comer.


    O caçador saiu bem cedinho e andou o dia inteiro e só havia matado um único macaco. Mas era tão pequeno que não seria suficiente para alimentar sua família.


    O dia foi passando bem rapidinho e quando o caçador se deu conta já estava anoitecendo. Ele ficou aflito, pois sabia que passar a noite na mata é sempre muito perigoso. Além dos animais noturnos, há os espíritos da floresta que habitam o lugar. Ficou especialmente com medo do espírito protetor dos animais: o curupira.


    Ele já havia ouvido falar demais desse espírito que, segundo os velhos, enlouquecem os caçadores desavisados que teimam pernoitar no mato.


    A noite já havia caído por completo e nada mais ele podia fazer para encontrar o caminho de volta. De repente ouve um farfalhar de folhas secas e uma batida: tum, tum, tum. Era a bati da do curupira. Na aldeia diziam que ele fazia isso para verificar quais as árvores estariam abaladas pelo vento ou pela idade já que seu trabalho é zelar pela segurança de toda a natureza.


    O som da batida estava bem próximo do caçador. Um vulto se aproximou da árvore em que ele estava e sentou-se na raiz. Como estava muito escuro o curupira não conseguia vê-lo nem mesmo usando sua vasta cabeleira cor de fogo.


(Daniel Munduruku. Contos Indígenas Brasileiros, 2021. Adaptado)

De acordo com Dolz, Noverraz e Schneuwly (Gêneros orais e escritos na escola, 2004), o gênero textual a que pertence o texto de Daniel Munduruku circula no domínio social de comunicação da cultura literária ficcional, estando a sua capacidade de linguagem dominante relacionada a
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Q4202248 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



A proeza do caçador contra o curupira


    Lá no coração da floresta amazônica, os velhos do povo Tukano contam a história de um caçador que saiu para caçar porque sua família estava com muita fome e não tinha nada para comer.


    O caçador saiu bem cedinho e andou o dia inteiro e só havia matado um único macaco. Mas era tão pequeno que não seria suficiente para alimentar sua família.


    O dia foi passando bem rapidinho e quando o caçador se deu conta já estava anoitecendo. Ele ficou aflito, pois sabia que passar a noite na mata é sempre muito perigoso. Além dos animais noturnos, há os espíritos da floresta que habitam o lugar. Ficou especialmente com medo do espírito protetor dos animais: o curupira.


    Ele já havia ouvido falar demais desse espírito que, segundo os velhos, enlouquecem os caçadores desavisados que teimam pernoitar no mato.


    A noite já havia caído por completo e nada mais ele podia fazer para encontrar o caminho de volta. De repente ouve um farfalhar de folhas secas e uma batida: tum, tum, tum. Era a bati da do curupira. Na aldeia diziam que ele fazia isso para verificar quais as árvores estariam abaladas pelo vento ou pela idade já que seu trabalho é zelar pela segurança de toda a natureza.


    O som da batida estava bem próximo do caçador. Um vulto se aproximou da árvore em que ele estava e sentou-se na raiz. Como estava muito escuro o curupira não conseguia vê-lo nem mesmo usando sua vasta cabeleira cor de fogo.


(Daniel Munduruku. Contos Indígenas Brasileiros, 2021. Adaptado)

Tendo como referência Ângela Kleiman (Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura, 2004), a tipologia textual predominante no texto é a
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Q4202247 Linguística
De acordo com Luiz Antônio Marcuschi (Da Fala para a Escrita: atividades de retextualização, 2001), a primeira operação textual-discursiva na passagem do texto oral para o escrito corresponde à
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Q4202246 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:



Se o Sacro ardor, que ferve no meu peito,

Não me deixa enganar, vereis que um dia

(Vivendo esse impostor) por seu respeito

Se encherá de Emboabas a Bahia.

Pagaram os Tupis o insano feito,

E vereis entre a bélica porfia

Tomar-lhe esses estranhos, já vizinhos,

Escravas as mulheres c’os filhinhos.


Vereis as nossas Gentes desterradas

Entre os tigres viver no sertão fundo.

Cativa a plebe, as tabas arrombadas,

Levando para além do mar profundo

Nossos filhos, e filhas desgraçadas;

Ou, quando as deixem cá no nosso mundo,

Poderemos sofrer, Paiaiás bravos,

Ver filhos, pais e mães feitos escravos?



(Frei José de Santa Rita Durão, Caramuru. Em: Antonio Candido.

Formação da Literatura Brasileira (volume único), 2000)

Com base em Celso Cunha e Lindley Cintra (2001), nos versos “Tomar-lhe esses estranhos, já vizinhos, / Escravas as mulheres c’os filhinhos.”, os sintagmas “Escravas” e “as mulheres c’os filhinhos” são classificados, correta e respectivamente, como:
Alternativas
Respostas
7201: E
7202: B
7203: B
7204: A
7205: E
7206: A
7207: D
7208: C
7209: C
7210: B
7211: C
7212: A
7213: E
7214: B
7215: C
7216: D
7217: B
7218: E
7219: A
7220: D