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Q3855128 Medicina
Lactente, sexo feminino, 18 meses de idade, previamente hígida, é levada ao pronto-socorro com quadro de fezes com sangue e muco, tenesmo, dor abdominal importante e febre até 39,5 ºC há 48 horas. Recusa alimentos sólidos, aceita líquidos em pequenos volumes. Sem vômitos. Sem sintomas respiratórios e sem queixas urinárias. Ao exame clínico, criança em regular estado geral, irritada, hidratada, com pulsos periféricos cheios e tempo de enchimento capilar de 2 segundos. Parâmetros vitais com FC: 140 bpm; PA: 84/50 mmHg; FR: 28 irpm; T: 38,7 ºC, abdome doloroso difusamente, sem sinais de irritação peritoneal. Sem sinais meníngeos.
Seguindo os protocolos mais recentes do Ministério da Saúde, além das orientações de hidratação oral e uso de zinco, está indicada a prescrição de
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Q3855127 Medicina
Escolar, sexo masculino, 9 anos e 10 meses de idade, está em consulta ambulatorial de rotina. A preocupação dos pais é achar que ele é uma criança muito baixa. Trata-se de criança nascida a termo, com 3.400 g e 50 cm, sem intercorrências de saúde relevantes até o momento. Refere alimentação variada e balanceada. Evacuação diária sem esforço, fezes Bristol 4. Diurese sem alterações. Faz esportes 3 vezes por semana. A mãe mede 165 cm, e o pai mede 175 cm. Na consulta realizada há 6 meses, a criança tinha estatura de 120,5 cm. Ao exame clínico: estatura atual 123 cm (abaixo do percentil 3 do gráfico da OMS), peso 26 kg (p10 do gráfico da OMS). Proporções corporais normais, sem dismorfias. Estádio puberal G1P1.
Com base no conjunto de achados, assinale a alternativa que apresenta a possibilidade diagnóstica mais provável.
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Q3855126 Medicina
Escolar, sexo feminino, 6 anos de idade, sem comorbidades, vem à UBS para consulta de rotina. A mãe informa que a criança apresenta bom crescimento pondero-estatural e desenvolvimento, porém não recebeu algumas vacinas por “esquecimento”. Constam na caderneta:
•  BCG e hepatite B ao nascer;
•  Pneumocócica 10 – valente: 3 doses – aos 2 meses, 4 meses e 12 meses;
•  Pentavalente e VIP: 3 doses – aos 2, 4 e 6 meses;
•  Rotavírus: 2 doses – aos 2 e 4 meses;
•  Meningocócica C: 3 doses – aos 3 meses, 5 meses e 12 meses;
•  Febre amarela: 1 dose aos 9 meses;
•  Hepatite A: 1 dose aos 12 meses;
•  Tríplice viral: 1 dose aos 12 meses;
•  Tetraviral: 1 dose aos 15 meses;
•  DTP + VIP: 1 dose aos 15 meses.
A criança está afebril, sem queixas, e os responsáveis autorizam atualização vacinal.
Com base no Programa Nacional de Imunizações (PNI) e excetuando eventuais campanhas de influenza e covid, o esquema a ser seguido hoje é aplicar
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Q3855125 Medicina
Lactente, sexo feminino, 9 meses de idade, nascida a termo, aleitamento materno exclusivo até 6 meses e alimentação complementar adequada. Pais relatam que a criança ainda não engatinha, mas senta sem apoio e transfere objetos entre as mãos. Balbucia bastante. Tem estranhamento quando em contato com pessoas que não são do seu dia a dia. Exame clínico normal, crescimento adequado.
Qual é a hipótese diagnóstica mais provável sobre o desenvolvimento dessa criança e a respectiva conduta mais adequada?
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Q3855124 Medicina
Lactente, sexo feminino, 8 meses de idade, comparece à consulta de puericultura. A mãe relata que a criança vem recusando frutas e papas salgadas há cerca de duas semanas, aceitando apenas leite materno, e que apresenta evacuações diárias amolecidas, sem sangue ou muco. Nega febre, vômitos ou perda de peso. Refere que, após o início da recusa alimentar, passou a oferecer o peito sempre que a criança chorava, inclusive durante as refeições. Refere que a introdução alimentar foi tranquila e que nunca tinha apresentado problemas assim previamente. Ao exame clínico: bom estado geral, hidratada, ativa, comprimento: 68 cm (P50–P75 OMS), peso: 7,7 kg (P25–P50), perímetro cefálico: 44 cm (P50). Sem alterações à inspeção orofaríngea. Sem perda ponderal desde a última consulta.
Com base no quadro descrito, a conduta deve ser
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Q3855123 Direito Sanitário
Uma prefeitura elabora um plano de saúde municipal que inclui ações de segurança alimentar e promoção de práticas de atividade física. Durante a apresentação, um vereador questiona se essas iniciativas realmente pertencem ao campo de atuação do setor saúde, já que muitas delas envolvem outras secretarias municipais.
Com base na Lei Federal nº 8.080/1990, é correto afirmar que tais ações
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Q3855122 Saúde Pública
Em um hospital público, a direção decide restringir a presença de acompanhantes durante a internação de pacientes adultos, alegando que a medida “melhora o fluxo de trabalho da equipe e reduz o risco de infecções hospitalares”. A decisão gera desconforto entre pacientes e familiares.
Com base nos princípios do Programa Nacional de Humanização (PNH), a medida adotada pela direção hospitalar
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Q3855121 Saúde Pública
Em determinado município, os usuários têm buscado o pronto atendimento como porta de entrada preferencial do sistema de saúde. As unidades básicas apresentam baixa resolutividade, alta rotatividade de profissionais e pouca integração com os serviços de média e alta complexidade. Diante desse cenário, a Secretaria Municipal de Saúde decide ampliar as equipes da Estratégia Saúde da Família e investir na qualificação dos processos de cuidado.
Com base nos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), a principal finalidade dessa medida é
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Q3855120 Saúde Pública
Uma enfermeira da Atenção Primária atende uma criança com febre baixa e exantema, com história de contato recente com pessoas de outra cidade, onde há surto de sarampo. Sabendo que o município em que reside a criança não registra casos há mais de dez anos, a profissional decide aguardar a confirmação laboratorial antes de informar ao médico.
Com base nas normas do Sistema Nacional de Vigilância em Saúde, a conduta da enfermeira foi
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Q3855119 Medicina
Um programa municipal de saúde da mulher desenvolve as seguintes ações:
1. vacinação contra o HPV em adolescentes;
2. rastreamento do câncer de colo do útero por meio do exame citopatológico (Papanicolau);
3. definição de rastreamento na faixa etária e periodicidade conforme as recomendações do Ministério da Saúde;
4. acesso e seguimento clínico garantido para pacientes diagnosticadas com câncer invasor.
Com base nos níveis de prevenção em saúde, essas ações correspondem, respectivamente, a:
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Q3855118 Medicina
Em 2024, o município Alfa registrou uma taxa de mortalidade infantil de 15 por mil nascidos vivos, enquanto o município Beta apresentou taxa de 10 por mil.
Com base nesses dados, é correto afirmar que
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Q3855117 Saúde Pública
Durante a década de 1970, o sistema de saúde brasileiro era fortemente vinculado ao modelo previdenciário, no qual apenas os trabalhadores com carteira assinada tinham acesso à assistência médica financiada pelo Estado, por meio do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS).
Considerando esse contexto histórico, qual foi uma das principais motivações para o surgimento do Movimento da Reforma Sanitária Brasileira?
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Q3855116 Direito Sanitário
De acordo com a Lei Federal nº 8.142/1990, qual é a principal diferença entre os conselhos de saúde e as conferências de saúde no Sistema Único de Saúde (SUS)?
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Q3855115 Direito Sanitário
Um município de médio porte deixou de realizar as reuniões periódicas do seu Conselho Municipal de Saúde e não apresentou o Relatório Anual de Gestão nos últimos dois anos. Mesmo assim, a gestão local solicitou o repasse fundo a fundo de recursos federais para custeio das ações de Atenção Primária, alegando que o recurso é necessário para a execução das políticas públicas.
Considerando as disposições da Lei Federal nº 8.142/1990, a situação descrita
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Q3855114 Saúde Pública
Um estado brasileiro enfrenta dificuldades financeiras para manter hospitais regionais de média e alta complexidade. Como alternativa, o governo estadual propôs concentrar esses serviços em um único hospital de referência, localizado na capital, argumentando que a medida permitiria reduzir custos e otimizar a qualidade do atendimento, por meio da concentração de recursos tecnológicos e humanos especializados.
Considerando as diretrizes organizativas do Sistema Único de Saúde (SUS), a proposta apresentada
Alternativas
Q3855109 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Cuidar de quem cuida

 

Responder a uma pergunta várias vezes, lidar com uma crise de agressividade e insistir para que o ente querido se alimente ou tome banho. Esses são alguns dos desafios enfrentados por brasileiros que assumem a tarefa de cuidar de um familiar idoso com demência. Na sua maioria, são mulheres, mas há também homens, filhos e filhas ou netos e netas, que se dedicam àqueles que precisam de ajuda, compreensão e afeto.

Não raro, o peso dessa rotina implica angústia, estresse e depressão, com o adoecimento de toda a família. Para atenuar esse sofrimento, o Ministério da Saúde traz a boa notícia de que está desenvolvendo um protocolo de terapia em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo. Batizado de Estratégias para Cuidadores em Demência (Escada), o projeto-piloto é uma adaptação do protocolo britânico Start. Ou seja, foi testado e aprovado.

O Hospital Oswaldo Cruz treina agentes comunitários que replicam o protocolo junto dos cuidadores, que passam por oito sessões, com suporte psicológico, nas quais aprendem técnicas de manejo do estresse. O projeto está em andamento em Vitória (ES), Manaus (AM), Chapecó (SC), Teresina (PI), Cuiabá (MT), Guarapuava (PR) e Benevides (PA).

Os cuidadores são estimulados a refletir sobre o que é a demência e como a sobrecarga do cuidado pode impactar a sua saúde; a reconhecer os padrões de comportamento do idoso e o seu próprio comportamento para evitar gatilhos e reações negativas ou impulsivas; a fortalecer a comunicação com a pessoa com demência e com outros membros da família; a evitar a solidão; a resgatar pequenos prazeres; e a planejar o futuro. Não menos importante, há técnicas de relaxamento, com exercícios de respiração, meditação e alongamento.

O autocuidado, enfim, entrou na agenda do Sistema Único de Saúde (SUS). Já não era sem tempo, haja vista que, segundo o Relatório Nacional sobre a Demência: Epidemiologia, (Re)Conhecimento e Projeções Futuras, divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro do ano passado, 8,5% da população com 60 anos ou mais convive com a demência. São nada menos do que 1,8 milhão de brasileiros idosos nessa condição. Para piorar, projetam-se 5,7 milhões de pessoas com demência na terceira idade até 2050.

Tais números mostram que o projeto Escada é mais do que bem-vindo. Com o avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária. Oxalá seu teste seja um sucesso e, em breve, essa iniciativa seja replicada por todo o SUS, em todo o país. Só assim serão garantidas saúde mental e qualidade de vida àqueles que cuidam dos seus e precisam cuidar de si mesmos.

 

(Editorial, Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 02.11.2025. Adaptado)

O motivo por que se empregam as vírgulas na passagem do 3⁠º parágrafo “O projeto está em andamento em Vitória (ES), Manaus (AM), Chapecó (SC), Teresina (PI), Cuiabá (MT), Guarapuava (PR) e Benevides (PA).” também se aplica às passagens:
Alternativas
Q3855104 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Cuidar de quem cuida

 

Responder a uma pergunta várias vezes, lidar com uma crise de agressividade e insistir para que o ente querido se alimente ou tome banho. Esses são alguns dos desafios enfrentados por brasileiros que assumem a tarefa de cuidar de um familiar idoso com demência. Na sua maioria, são mulheres, mas há também homens, filhos e filhas ou netos e netas, que se dedicam àqueles que precisam de ajuda, compreensão e afeto.

Não raro, o peso dessa rotina implica angústia, estresse e depressão, com o adoecimento de toda a família. Para atenuar esse sofrimento, o Ministério da Saúde traz a boa notícia de que está desenvolvendo um protocolo de terapia em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo. Batizado de Estratégias para Cuidadores em Demência (Escada), o projeto-piloto é uma adaptação do protocolo britânico Start. Ou seja, foi testado e aprovado.

O Hospital Oswaldo Cruz treina agentes comunitários que replicam o protocolo junto dos cuidadores, que passam por oito sessões, com suporte psicológico, nas quais aprendem técnicas de manejo do estresse. O projeto está em andamento em Vitória (ES), Manaus (AM), Chapecó (SC), Teresina (PI), Cuiabá (MT), Guarapuava (PR) e Benevides (PA).

Os cuidadores são estimulados a refletir sobre o que é a demência e como a sobrecarga do cuidado pode impactar a sua saúde; a reconhecer os padrões de comportamento do idoso e o seu próprio comportamento para evitar gatilhos e reações negativas ou impulsivas; a fortalecer a comunicação com a pessoa com demência e com outros membros da família; a evitar a solidão; a resgatar pequenos prazeres; e a planejar o futuro. Não menos importante, há técnicas de relaxamento, com exercícios de respiração, meditação e alongamento.

O autocuidado, enfim, entrou na agenda do Sistema Único de Saúde (SUS). Já não era sem tempo, haja vista que, segundo o Relatório Nacional sobre a Demência: Epidemiologia, (Re)Conhecimento e Projeções Futuras, divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro do ano passado, 8,5% da população com 60 anos ou mais convive com a demência. São nada menos do que 1,8 milhão de brasileiros idosos nessa condição. Para piorar, projetam-se 5,7 milhões de pessoas com demência na terceira idade até 2050.

Tais números mostram que o projeto Escada é mais do que bem-vindo. Com o avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária. Oxalá seu teste seja um sucesso e, em breve, essa iniciativa seja replicada por todo o SUS, em todo o país. Só assim serão garantidas saúde mental e qualidade de vida àqueles que cuidam dos seus e precisam cuidar de si mesmos.

 

(Editorial, Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 02.11.2025. Adaptado)

De acordo com o editorial, o projeto-piloto Escada tem como finalidade
Alternativas
Q3852476 Engenharia Elétrica
Em um mapa de iluminação de um espetáculo, a descrição de um refletor inclui a seguinte anotação:

“PC 1.000 W │ Canal 08 │ R132 │ Porta-filtro + Bandeira”.

O que a inclusão de “Porta-filtro + Bandeira” representa nesse contexto?
Alternativas
Q3852475 Engenharia Elétrica
O iluminador de um espetáculo deseja ajustar a tonalidade de um refletor halógeno para que sua luz pareça mais próxima da temperatura de cor mais alta, comum em muitos refletores de LED. Nesse intuito ele deve utilizar um filtro
Alternativas
Q3852474 Engenharia Civil
Durante a montagem de um espetáculo, técnicos precisam instalar refletores e estruturas em alturas elevadas. Considerando as normas de segurança aplicáveis, qual prática é mais adequada para minimizar os riscos de acidentes durante essa atividade?
Alternativas
Respostas
5181: C
5182: E
5183: B
5184: D
5185: A
5186: A
5187: B
5188: C
5189: E
5190: D
5191: A
5192: B
5193: E
5194: C
5195: A
5196: D
5197: B
5198: C
5199: D
5200: B