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Para responder à questão, leia o caso a seguir:
Paciente de 18 anos, GI PI, deu entrada no pronto-socorro ginecológico com queixa de dor, de grande intensidade, na fossa ilíaca direita, há, aproximadamente, 3 dias, coincidindo com o término de seu período menstrual, e com agravamento nas últimas seis horas. Queixas de náuseas e vômitos, além de disúria e polaciúria. Em sua história clínica, observou-se que a mesma era usuária de DIU há 1 ano e que vinha apresentando sangramento e corrimento intermenstrual de odor fétido. Referia, também, no mesmo período, dor abdominal leve e dispareunia profunda discreta. Ao exame físico: Tax: 38 ºC, FC 105 bpm, FR 20 irpm, discretamente desidratada. Abdome: dor à palpação profunda e com a descompressão brusca, em fossa ilíaca direita. Ao exame especular: secreção de aspecto purulento pelo canal cervical. Ao toque vaginal bimanual: sinal de Proust positivo e aumento de volume do anexo direito.
As vulvovaginites são as manifestações inflamatórias e ou infecciosas do trato genital feminino mais comuns no atendimento ambulatorial na ginecologia, originalmente denominadas como vaginites, cervicites e corrimentos vaginais. Definem-se várias causas e agentes etiológicos responsáveis pelas vulvovaginites, desde infecciosos, alérgicos e traumáticos.
Em relação a essa patologia, assinale a alternativa correta.
Mulher de 50 anos vem ao consultório ginecológico queixando-se de irritabilidade, calorões noturnos, insônia e falha de memória. Refere ciclos menstruais irregulares nos últimos 3 meses. Apresenta como comorbidade: diabetes tipo II e obesidade (IMC 31 kg/m2). Em uso de metformina 1.000 mg/dia. Exames recentes: mamografia BI-RADS 2, ultrassom transvaginal: Eco endometrial: 3 mm, homogêneo. Útero de contornos regulares e ecotextura normal. Ovários sem alterações. FSH 50 mUI/mL, estradiol 5 ng/dL, testosterona livre 0,1 ng/dL, glicose 95 mg/dL, hemoglobina glicada 5,5%.
De acordo com esse caso, assinale, dentre as alternativas a seguir, aquela que representa o diagnóstico correto e o tratamento mais adequado para essa paciente.
Paciente de 31 anos, com infertilidade primária, ciclos menstruais regulares, apresenta videolaparoscopia com endometriose leve a moderada e tubas permeáveis.
Assinale a alternativa que representa a conduta mais indicada nesse caso.
A endometriose é uma doença crônica que se caracteriza pela presença de tecido endometrial em locais externos à cavidade uterina, como ovários, tubas, peritônio e até órgãos distantes, como pulmão e cérebro. Trata-se de um agravo, que, apesar de comprometer a qualidade de vida em todos os segmentos, como médicos, sociais, educacionais, mentais e profissionais, seu entendimento persiste em evolução.
Em relação à endometriose, assinale a alternativa correta.
Uma das causas de amenorreia secundária é a hiperprolactinemia. Para o manejo das suas repercussões não reprodutivas, é importante o profissional de saúde ter o conhecimento adequado sobre essa patologia.
Em relação a esse tema, assinale a alternativa correta.
Existem formas de classificar o sangramento uterino disfuncional, de acordo com alterações menstruais como: intervalo, duração e quantidade de fluxo de perda sanguínea.
Assinale a alternativa que representa a disfunção menstrual caracterizada por sangramento uterino que ocorre de forma irregular e fora do período menstrual.
O eixo hipotálamo-hipófise-ovário (HHO) é responsável pelo funcionamento hormonal da mulher. Sua integridade depende da sequência de eventos que leva à ovulação e à gestação.
Assinale a alternativa que representa, corretamente, as características hormonais da fase folicular do ciclo menstrual.
Estudos demonstram que a fertilidade feminina é limitada pela quantidade de células germinativas estabelecidas durante o desenvolvimento humano. Durante a formação ovariana normal, há um período de intensa proliferação mitótica das ovogônias, seguido por acentuada atresia celular.
Assinale a alternativa que representa a fase do desenvolvimento humano em que é encontrado o número máximo de células germinativas femininas.
Após denúncia anônima e durante uma operação deflagrada por órgãos competentes, um policial militar foi preso em flagrante exercendo ilegalmente a medicina em um hospital municipal, além de ser demitido da corporação. A punição disciplinar militar atendeu aos pressupostos de legalidade, inclusive, foi aplicada por autoridade competente.
Assim, não caberá, em relação a punições disciplinares militares, como nesse caso hipotético, o seguinte remédio constitucional:
Entre os dispositivos da Constituição do Estado de São Paulo, lê-se o seguinte:
Artigo 115, inciso XXV – os órgãos da administração direta e indireta ficam obrigados a constituir Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA – e, quando assim o exigirem suas atividades, Comissão de Controle Ambiental, visando à proteção da vida, do meio ambiente e das condições de trabalho dos seus servidores, na forma da lei.
A partir da análise desse e de outros dispositivos constitucionais federal e estadual, a Polícia Militar do Estado de São Paulo
Um usuário está elaborando uma apresentação por meio do MS-PowerPoint 2016, em sua configuração padrão, e, no único slide da apresentação, insere 4 Formas, cada uma com uma animação a ser disparada, na sequência, por um Enter:
Forma 1: com uma animação de entrada.
Forma 2: com uma animação de saída.
Forma 3: com uma animação de saída.
Forma 4: com uma animação de ênfase.
Considere dois momentos distintos:
– Momento 1: ao iniciar o Modo de Apresentação;
– Momento 2: após todas as animações terem sido ativadas e antes da tela que mostra que a apresentação acabou.
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a quantidade de Formas visíveis nos momentos Momento 1 e Momento 2.
A planilha a seguir foi elaborada por meio do MS-Excel 2016, em sua configuração padrão, para que um médico fizesse uma comparação de dados médicos de um determinado exame ao longo de 3 datas de exames:

Assinale a alternativa que apresenta uma fórmula que, ao ser inserida na célula A5, resultará no valor 230.
Um médico criou um novo documento vazio no MS-Word 2016, em sua configuração padrão, e executou, na ordem indicada, as seguintes ações:
– Apertou o botão para centralizar o parágrafo.
– Digitou a palavra Tenente.
– Apertou o botão para formatação em negrito.
– Apertou Enter.
– Apertou o botão para alinhar o parágrafo à esquerda.
– Digitou a palavra Médico.
– Apertou Enter.
– Digitou a palavra Polícia.
– Apertou Enter.
– Digitou a palavra Militar.
– Apertou o botão para alinhar o parágrafo à direita.
– Apertou o botão para formatação em itálico.
Após todas as ações descritas, o número de palavras com formatação em negrito e o número de palavras alinhadas à esquerda são, respectivamente,
Leia o texto para responder à questão:
A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma
Desde muito, os livros vêm sendo responsáveis por grandes transformações em direções e com efeitos muito variáveis. Vivenciada como uma operação essencialmente solitária e subjetiva, a leitura de obras literárias foi sempre considerada uma experiência tão poderosa quanto perigosa. E, se nem sempre se tenha explicitado a necessidade da supervisão, a importância, pelo menos, da interlocução é algo que aparece como elemento fundamental no contexto da experiência da leitura. Assim, fica evidente que não basta simplesmente incentivar ou promover a leitura de obras literárias, mas que é preciso também, de alguma forma, acompanhá-la.
Ainda que essencialmente solitária, a leitura pode ser algo excessivamente pesado e difícil para se enfrentar sozinho. Por outro lado, se vencidas as dificuldades iniciais de falta de hábito e compreensão, o grande poder mobilizador da leitura praticamente exige uma dinâmica de expressão e compartilhamento, concretizada numa situação de interlocução, para que esse processo ocorra de forma saudável e produtiva do ponto de vista da humanização.
Um dos exemplos mais interessantes nesse sentido talvez seja a biblioterapia, que propõe a leitura de obras literárias como recurso psicoterapêutico. Abordagem fundamentada na teoria de catarse de Aristóteles e na psicanálise freudiana, a biblioterapia surgiu como proposta ainda na década de 1940, porém só mais recentemente, no contexto da busca de abordagens alternativas para os efeitos patológicos causados pelo acirramento da dinâmica desumanizadora da vida moderna, que ela passou a ser mais difundida e utilizada em diversos contextos e modalidades.
Concomitantemente, porém com um grau de difusão significativamente maior, cabe assinalar o aparecimento dos grupos de leitura ou clubes do livro, onde leitores se reúnem para compartilhar sensações, impressões e opiniões suscitadas pela leitura de determinada obra. Tais dinâmicas, ainda pouco estudadas, porém em franco processo de expansão, parecem operar como elemento incentivador da prática da leitura, ao mesmo tempo em que possibilitam o desdobramento do processo reflexivo, formativo e humanizador que a experiência literária propicia.
(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019; ePUB. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão:
A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma
Desde muito, os livros vêm sendo responsáveis por grandes transformações em direções e com efeitos muito variáveis. Vivenciada como uma operação essencialmente solitária e subjetiva, a leitura de obras literárias foi sempre considerada uma experiência tão poderosa quanto perigosa. E, se nem sempre se tenha explicitado a necessidade da supervisão, a importância, pelo menos, da interlocução é algo que aparece como elemento fundamental no contexto da experiência da leitura. Assim, fica evidente que não basta simplesmente incentivar ou promover a leitura de obras literárias, mas que é preciso também, de alguma forma, acompanhá-la.
Ainda que essencialmente solitária, a leitura pode ser algo excessivamente pesado e difícil para se enfrentar sozinho. Por outro lado, se vencidas as dificuldades iniciais de falta de hábito e compreensão, o grande poder mobilizador da leitura praticamente exige uma dinâmica de expressão e compartilhamento, concretizada numa situação de interlocução, para que esse processo ocorra de forma saudável e produtiva do ponto de vista da humanização.
Um dos exemplos mais interessantes nesse sentido talvez seja a biblioterapia, que propõe a leitura de obras literárias como recurso psicoterapêutico. Abordagem fundamentada na teoria de catarse de Aristóteles e na psicanálise freudiana, a biblioterapia surgiu como proposta ainda na década de 1940, porém só mais recentemente, no contexto da busca de abordagens alternativas para os efeitos patológicos causados pelo acirramento da dinâmica desumanizadora da vida moderna, que ela passou a ser mais difundida e utilizada em diversos contextos e modalidades.
Concomitantemente, porém com um grau de difusão significativamente maior, cabe assinalar o aparecimento dos grupos de leitura ou clubes do livro, onde leitores se reúnem para compartilhar sensações, impressões e opiniões suscitadas pela leitura de determinada obra. Tais dinâmicas, ainda pouco estudadas, porém em franco processo de expansão, parecem operar como elemento incentivador da prática da leitura, ao mesmo tempo em que possibilitam o desdobramento do processo reflexivo, formativo e humanizador que a experiência literária propicia.
(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019; ePUB. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão:
A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma
Desde muito, os livros vêm sendo responsáveis por grandes transformações em direções e com efeitos muito variáveis. Vivenciada como uma operação essencialmente solitária e subjetiva, a leitura de obras literárias foi sempre considerada uma experiência tão poderosa quanto perigosa. E, se nem sempre se tenha explicitado a necessidade da supervisão, a importância, pelo menos, da interlocução é algo que aparece como elemento fundamental no contexto da experiência da leitura. Assim, fica evidente que não basta simplesmente incentivar ou promover a leitura de obras literárias, mas que é preciso também, de alguma forma, acompanhá-la.
Ainda que essencialmente solitária, a leitura pode ser algo excessivamente pesado e difícil para se enfrentar sozinho. Por outro lado, se vencidas as dificuldades iniciais de falta de hábito e compreensão, o grande poder mobilizador da leitura praticamente exige uma dinâmica de expressão e compartilhamento, concretizada numa situação de interlocução, para que esse processo ocorra de forma saudável e produtiva do ponto de vista da humanização.
Um dos exemplos mais interessantes nesse sentido talvez seja a biblioterapia, que propõe a leitura de obras literárias como recurso psicoterapêutico. Abordagem fundamentada na teoria de catarse de Aristóteles e na psicanálise freudiana, a biblioterapia surgiu como proposta ainda na década de 1940, porém só mais recentemente, no contexto da busca de abordagens alternativas para os efeitos patológicos causados pelo acirramento da dinâmica desumanizadora da vida moderna, que ela passou a ser mais difundida e utilizada em diversos contextos e modalidades.
Concomitantemente, porém com um grau de difusão significativamente maior, cabe assinalar o aparecimento dos grupos de leitura ou clubes do livro, onde leitores se reúnem para compartilhar sensações, impressões e opiniões suscitadas pela leitura de determinada obra. Tais dinâmicas, ainda pouco estudadas, porém em franco processo de expansão, parecem operar como elemento incentivador da prática da leitura, ao mesmo tempo em que possibilitam o desdobramento do processo reflexivo, formativo e humanizador que a experiência literária propicia.
(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019; ePUB. Adaptado)