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Tendo em vista a NR-4, a composição (os tipos de profissionais) e o dimensionamento (quantos profissionais de cada categoria) do Serviço Especializado em Engenharia e Medicina do Trabalho (SESMT), nas empresas nas quais este serviço é exigido, são funções de determinados parâmetros.
Quais são, respectivamente, os parâmetros a considerar e quais as categorias profissionais exigidas na situação de combinação de parâmetros que leve à necessidade de um SESMT em que todos estes profissionais estejam presentes?
Um agente, utilizando o OneDrive em sua configuração padrão, deseja compartilhar um documento com dois colegas de outro setor que atualmente não possuem acesso a ele.
Assinale a alternativa cuja opção de compartilhamento fornecerá as permissões apenas a esses colegas, sem que o documento perca as permissões atuais.
Considere as seguintes frases do 3º parágrafo:
• “Forçado a usar sua capacidade inventiva, uma vez que não tinha qualquer talento artístico, Niépce concebeu um processo que dispensava o desenhista…”
• “… as sombras das árvores se moveram à medida que o sol avançou pelo céu da tarde.”
É correto afirmar que as expressões destacadas expressam, respectivamente, as ideias de
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Medo e coragem
Estamos habituados a considerar a coragem a ausência de medo. “Fulano é corajoso, não tem medo de nada!”. Bem, uma pessoa assim pode ser admirável, mas não penso que a palavra “coragem” seja a mais adequada para qualificar um temerário. Sim: aquele que não teme nada é chamado “temerário”. Pode cometer loucuras, colocar-se em grandes riscos, não porque saiba enfrentar seus medos, e sim porque os ignora.
Não devemos, por isso, desqualificar a impetuosidade dessas pessoas. Há muita pulsão de vida, muita vontade de não ficar à margem dos acontecimentos – e também uma boa dose de generosidade – nesses que pulam no abismo para tentar salvar alguém que está caindo. Morrerá, certamente, junto com aquele que tentou resgatar. Se o temerário não pode ser confundido com o corajoso, várias vezes age por impulsos cegos de generosidade.
Mas a coragem, a meu ver, exige uma volta a mais no parafuso da impetuosidade. Não se trata de ignorar o perigo, e sim deenfrentálo. Enfrentar perigos com cuidado, com astúcia, lançando mão de todos os recursos possíveis diante de uma situação ameaçadora – a isso quero chamar de coragem.
(Maria Rita Kehl, “Medo e coragem”, Revista E. Disponível em: https://www.sescsp.org.br/editorial/sobreacoragem/. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Medo e coragem
Estamos habituados a considerar a coragem a ausência de medo. “Fulano é corajoso, não tem medo de nada!”. Bem, uma pessoa assim pode ser admirável, mas não penso que a palavra “coragem” seja a mais adequada para qualificar um temerário. Sim: aquele que não teme nada é chamado “temerário”. Pode cometer loucuras, colocar-se em grandes riscos, não porque saiba enfrentar seus medos, e sim porque os ignora.
Não devemos, por isso, desqualificar a impetuosidade dessas pessoas. Há muita pulsão de vida, muita vontade de não ficar à margem dos acontecimentos – e também uma boa dose de generosidade – nesses que pulam no abismo para tentar salvar alguém que está caindo. Morrerá, certamente, junto com aquele que tentou resgatar. Se o temerário não pode ser confundido com o corajoso, várias vezes age por impulsos cegos de generosidade.
Mas a coragem, a meu ver, exige uma volta a mais no parafuso da impetuosidade. Não se trata de ignorar o perigo, e sim deenfrentálo. Enfrentar perigos com cuidado, com astúcia, lançando mão de todos os recursos possíveis diante de uma situação ameaçadora – a isso quero chamar de coragem.
(Maria Rita Kehl, “Medo e coragem”, Revista E. Disponível em: https://www.sescsp.org.br/editorial/sobreacoragem/. Adaptado)
No gerenciamento dos resíduos de uma construção foi necessário proceder à separação dos resíduos sólidos recicláveis da classe B, para a destinação indicada na Resolução Conama no 307/2002 e atualizações.
São exemplos de resíduos sólidos da classe B:
Para a licitação das obras de reforma de um edifício da Administração Pública foi preparado um edital no qual constou o orçamento detalhado do custo da obra no valor de R$ 2.600.000,00. Após 5 meses do início da obra, foi necessário fazer um termo aditivo no valor de R$ 580.000,00, para restabelecer o equilíbrio econômico- -financeiro inicial do contrato, em função da necessidade de se acrescentar vários itens de serviços que não foram previstos no orçamento inicial. Transcorridos mais 4 meses foi necessário fazer outro termo aditivo no valor de R$ 430.000,00. Passados mais 4 meses foi necessário fazer mais um termo aditivo.
Para atender ao disposto na Lei no 14.133, de 1o de abril de 2021, o valor máximo permitido para esse terceiro termo aditivo é de