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Q3525005 Biologia
O efeito estufa é fundamental para o desenvolvimento e a manutenção da vida na Terra, pois regula a temperatura do planeta. Esse efeito mantém o planeta em uma temperatura média adequada para a existência de água líquida e, consequentemente, para a sobrevivência de diversas formas de vida. Sem o efeito estufa natural, a Terra seria um ambiente frio e hostil, inviável para a maioria dos seres vivos.
Assinale a alternativa que relaciona corretamente o efeito estufa ao principal impacto ambiental do planeta atualmente.
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Q3524999 Biologia
Segundo a biogênese, a vida surge, apenas, a partir de outra vida preexistente, ideia comprovada por experimentos de Louis Pasteur. Já a abiogênese, também chamada de teoria da geração espontânea, propunha que um ser vivo podia ser gerado espontaneamente a partir da matéria não viva, como, por exemplo, alimentos que se transformariam em animais pela atuação de uma “força vital”, uma crença comum até o século XIX.
Os experimentos científicos idealizados por Pasteur, que consagraram a teoria da biogênese, foram realizados
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Q3524989 Pedagogia
De acordo com o documento Conselhos escolares: democratização da escola e construção da cidadania (2004), assinale a alternativa correta. 
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Q3524988 Direitos Humanos
Assinale a alternativa que apresenta uma asserção coerente com o que pressupõe e determina o Decreto n° 55.588/2010.
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Q3524986 Pedagogia
O artigo 78 da Lei n° 9.394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) estabelece que o Sistema de Ensino da União, com a colaboração das agências federais de fomento à cultura e de assistência aos índios, desenvolverá programas integrados de ensino e pesquisa, para oferta de educação escolar ________aos povos indígenas.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna. 
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Q3524984 Pedagogia
A Política de Educação Especial do Estado de São Paulo (2021) afirma que o Atendimento Educacional Especializado (AEE) é um serviço disponibilizado para estudantes elegíveis aos serviços da Educação Especial. De acordo com o documento, o referido serviço tem como característica ser
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Q3524983 Pedagogia
A Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Decreto no 6.949/2009), em seu artigo 2, apresenta uma lista de definições. Uma delas equivale à concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem usados, na maior medida possível, por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou projeto específico, mas sem excluir as ajudas técnicas para grupos específicos de pessoas com deficiência, quando necessárias. Trata-se
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Q3524982 Pedagogia
Entre as diretrizes traçadas para o Plano Estadual de Educação de São Paulo (Lei n° 16.279/2016), em seu artigo 2° , está a
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Q3524980 Pedagogia
O artigo 1° da Lei n° 9.394/1996, em seu parágrafo 2 °, estabelece que a educação escolar deverá vincular-se
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Q3524978 Pedagogia
Considerando o que estabelece a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, no parágrafo 1° de seu artigo 218, receberá tratamento prioritário do Estado a
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Q3524977 Linguística
... linguistas que se dedicam a estudar a língua não como sistema autônomo, mas por meio de seu funcionamento em situações concretas de uso. Sob essa perspectiva, o texto passa a ser visto como lugar de interação entre sujeitos sociais.
(Ingedore Villaça Koch; Vanda Maria Elias. Ler e compreender: os sentidos do texto. 2011)

As informações do texto referem-se aos
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Q3524976 Português
De acordo com Marcos Bagno (Preconceito linguístico, 2015), “A ortografia é uma decisão política, é imposta por decreto, por isso ela pode mudar, e muda, de uma época para outra.” 

Comprova o ponto de vista do autor o seguinte fato:
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Q3524975 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Mas João Teodoro acompanhava com aperto de coração o deperecimento visível de sua Itoaca.


    – Isso já foi muito melhor, dizia consigo. Já teve três médicos bem bons, agora só um e bem ruinzote. Já teve seis advogados e hoje mal dá para um rábulo ordinário como o Tenório. (Monteiro Lobato, “Um homem de consciência”).


(Angela Kleiman. Oficina de leitura: teoria & prática. 2017)

De acordo com Angela Kleiman (Oficina de leitura: teoria & prática. 2017), na perspectiva da análise crítica da linguagem, “interessa saber a função, isto é, que é através do adjetivo que o falante descreve, ou identifica, dentro do conjunto de objetos nomeados pela palavra, aquele sobre o qual ele está falando”. Com base nessa informação, conclui-se que o termo “ordinário” denota
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Q3524974 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Mas João Teodoro acompanhava com aperto de coração o deperecimento visível de sua Itoaca.


    – Isso já foi muito melhor, dizia consigo. Já teve três médicos bem bons, agora só um e bem ruinzote. Já teve seis advogados e hoje mal dá para um rábulo ordinário como o Tenório. (Monteiro Lobato, “Um homem de consciência”).


(Angela Kleiman. Oficina de leitura: teoria & prática. 2017)

De acordo com Angela Kleiman (Oficina de leitura: teoria & prática. 2017), “Embora nem todas as relações entre uma palavra e seu contexto linguístico sejam passíveis de descrição e classificação, muitas delas são predizíveis, especialmente quando levamos em conta questões sobre gênero textual.” Com base nessa explicação, conclui-se corretamente que o sentido do termo “deperecimento”, destacado no texto, é inferido por meio da 
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Q3524972 Literatura
De acordo com Alfredo Bosi (História concisa da literatura brasileira. 2015), caracteriza a literatura de Casimiro de Abreu
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Q3524971 Português
De acordo com o Currículo Paulista: etapa ensino médio (2020), a nova estrutura do Ensino Médio “deve assegurar em todas as modalidades de ensino os [...] princípios específicos, conforme o artigo 5o da Resolução no 03 de 2018”. Entre esses princípios consta o “respeito aos direitos humanos como direito universal”. O trecho de redação de aluno, retirado e adaptado do site https://g1.globo.com/educacao/enem/2017/noticia (26.10.2017), que infringe esse princípio, é
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Q3524970 Pedagogia

O processo pressupõe a identificação e o aprofundamento de um tema ou problema, que orientará a posterior elaboração, apresentação e difusão de uma ação, produto, protótipo, modelo ou solução criativa, tais como obras e espetáculos artísticos e culturais, campanhas e peças de comunicação, programas, aplicativos, jogos e textos orais, escritos e/ou multissemióticos, envolvendo todos os componentes curriculares da área. Para concretizar tal processo, o estudante deve utilizar e integrar diferentes linguagens, manifestações sensoriais, vivência artísticas, culturais e midiáticas.


(SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista: etapa ensino médio. São Paulo, 2020)



As informações apresentadas dizem respeito ao Itinerário formativo da área de Linguagens e suas Tecnologias, abordando o eixo estruturante de

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Q3524969 Português
Ingedore Grunfeld Villaça Koch (Desvendando os segredos do texto. 2018) justifica a substituição da noção de referência por referenciação considerando que, quando se usa e se manipula uma forma simbólica,
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Q3524968 Português

Leia o texto para responder à questão.


Um Brasil que não lê


    Brasileiros que não costumam ler um livro tornaram-se maioria no Brasil, informa a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que traz dados inquietantes sobre o perfil dos leitores no País. A pesquisa ouviu 5504 pessoas em 208 municípios, entre abril e julho deste ano, e constatou que 53% das pessoas entrevistadas afirmam não ter lido um livro, mesmo incompleto, nos três meses anteriores à pergunta – prazo que, segundo os pesquisadores, permitiria classificá-las de leitoras. É a primeira vez, em seis edições da pesquisa, que o número de não leitores superou o de leitores. Nos últimos cinco anos, o Brasil perdeu 6,7 milhões de leitores, queda registrada em todas as classes sociais, faixas etárias e níveis de escolaridade.


    Não é novidade o baixo índice de leitura no Brasil, em geral aplacado de maneira circunstancial pelo habitual sucesso de eventos como a Bienal do Livro de São Paulo – a deste ano reuniu 722 mil pessoas no Distrito Anhembi, teve quatro dos dez dias com ingressos esgotados e um balanço geral de vendas acima das expectativas. Mas o retrato da pesquisa demonstra que a histórica pouca valorização do livro e da leitura, seja no ambiente escolar ou no familiar, chega a níveis perturbadores, agravados pelos hábitos relacionados à internet, às redes sociais e às restrições econômicas e sociais. Quase metade dos entrevistados declarou que não leu mais por falta de tempo – a atenção ao livro é uma dramática disputa contra a internet, o WhatsApp ou Telegram, as redes sociais e a televisão.


    E um contexto igualmente grave: uma escola pública que, em muitos casos, tem dificuldade de criar ambiente propício à leitura. Basta ver a redução do número de pessoas que apontam a sala de aula como lugar de leitura. Em 2007, 25% citavam o espaço escolar, índice que caiu para 19% neste ano, efeito direto de uma realidade em que mais da metade das escolas de ensino básico no Brasil não tem uma biblioteca. Não existe mágica: a escola é decididamente o principal espaço para desenvolver o gosto pela leitura, como mostram algumas correlações diretas entre qualidade da rede de ensino e o ranking de leitores. Incluem-se aí Estados como Santa Catarina, Paraná, Goiás, Espírito Santo e Ceará, citados por recentes pesquisas pelos avanços no aprendizado.


    O fato é que o Brasil ainda deve mais atenção aos projetos de formação de leitores, de bibliotecas comunitárias e, claro, de reforço da infraestrutura nas escolas públicas. É possível, sim, construir projetos e ferramentas que mostrem ao País que livros podem ser ótimos brinquedos para crianças e imprescindíveis ferramentas para o crescimento profissional e humano de jovens e adultos. Não custa lembrar, como escreveu o poeta Mário Quintana, que os verdadeiros analfabetos são aqueles que aprenderam a ler e não leem.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 25.11.2024. Adaptado)

Considere as passagens: 


Brasileiros que não costumam ler um livro tornaram-se maioria no Brasil... (1o parágrafo) A pesquisa ouviu 5504 pessoas em 208 municípios, entre abril e julho deste ano, e constatou que 53% das pessoas entrevistadas afirmam não ter lido um livro... (1o parágrafo) O fato é que o Brasil ainda deve mais atenção aos projetos de formação de leitores, de bibliotecas comunitárias e, claro, de reforço da infraestrutura nas escolas públicas. (4o parágrafo)


Com base em Luiz Antônio Marcuschi (Produção textual, análise de textos e compreensão. 2008), é correto afirmar que as passagens são organizadas, respectivamente, nas seguintes tipologias textuais:

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Q3524967 Português

Leia o texto para responder à questão.


Um Brasil que não lê


    Brasileiros que não costumam ler um livro tornaram-se maioria no Brasil, informa a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que traz dados inquietantes sobre o perfil dos leitores no País. A pesquisa ouviu 5504 pessoas em 208 municípios, entre abril e julho deste ano, e constatou que 53% das pessoas entrevistadas afirmam não ter lido um livro, mesmo incompleto, nos três meses anteriores à pergunta – prazo que, segundo os pesquisadores, permitiria classificá-las de leitoras. É a primeira vez, em seis edições da pesquisa, que o número de não leitores superou o de leitores. Nos últimos cinco anos, o Brasil perdeu 6,7 milhões de leitores, queda registrada em todas as classes sociais, faixas etárias e níveis de escolaridade.


    Não é novidade o baixo índice de leitura no Brasil, em geral aplacado de maneira circunstancial pelo habitual sucesso de eventos como a Bienal do Livro de São Paulo – a deste ano reuniu 722 mil pessoas no Distrito Anhembi, teve quatro dos dez dias com ingressos esgotados e um balanço geral de vendas acima das expectativas. Mas o retrato da pesquisa demonstra que a histórica pouca valorização do livro e da leitura, seja no ambiente escolar ou no familiar, chega a níveis perturbadores, agravados pelos hábitos relacionados à internet, às redes sociais e às restrições econômicas e sociais. Quase metade dos entrevistados declarou que não leu mais por falta de tempo – a atenção ao livro é uma dramática disputa contra a internet, o WhatsApp ou Telegram, as redes sociais e a televisão.


    E um contexto igualmente grave: uma escola pública que, em muitos casos, tem dificuldade de criar ambiente propício à leitura. Basta ver a redução do número de pessoas que apontam a sala de aula como lugar de leitura. Em 2007, 25% citavam o espaço escolar, índice que caiu para 19% neste ano, efeito direto de uma realidade em que mais da metade das escolas de ensino básico no Brasil não tem uma biblioteca. Não existe mágica: a escola é decididamente o principal espaço para desenvolver o gosto pela leitura, como mostram algumas correlações diretas entre qualidade da rede de ensino e o ranking de leitores. Incluem-se aí Estados como Santa Catarina, Paraná, Goiás, Espírito Santo e Ceará, citados por recentes pesquisas pelos avanços no aprendizado.


    O fato é que o Brasil ainda deve mais atenção aos projetos de formação de leitores, de bibliotecas comunitárias e, claro, de reforço da infraestrutura nas escolas públicas. É possível, sim, construir projetos e ferramentas que mostrem ao País que livros podem ser ótimos brinquedos para crianças e imprescindíveis ferramentas para o crescimento profissional e humano de jovens e adultos. Não custa lembrar, como escreveu o poeta Mário Quintana, que os verdadeiros analfabetos são aqueles que aprenderam a ler e não leem.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 25.11.2024. Adaptado)

Tendo como referência a abordagem de Luiz Antônio Marcuschi (Produção textual, análise de textos e compreensão. 2008) sobre os processos de compreensão, é correto concluir que, caso o texto Um Brasil que não lê seja tratado como objeto de ensino na aula de língua portuguesa, é esperado que os alunos
Alternativas
Respostas
10541: D
10542: C
10543: D
10544: E
10545: A
10546: D
10547: B
10548: E
10549: D
10550: B
10551: C
10552: B
10553: A
10554: D
10555: A
10556: A
10557: B
10558: E
10559: B
10560: D