Questões de Concurso Comentadas para vunesp

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Q3818311 Administração de Recursos Materiais
Com vistas a planejar a demanda e evitar a falta de itens essenciais para o desenvolvimento de seus serviços, um hospital público realiza a gestão de estoques classificando os materiais de acordo com a importância operacional, considerando-se o grau de criticidade ou imprescindibilidade.
Esse método de classificação de materiais é denominado 
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Q3818310 Gerência de Projetos
No ciclo de vida de um projeto, a fase na qual a organização, seja ela pública ou privada, determina se tem capacidade de entregar o resultado pretendido é denominada como
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Q3818309 Gestão de Pessoas
A diretora de Gestão de Pessoas de um órgão municipal vem levantando estratégias de motivação para os servidores públicos daquele local.
Ao retomar a teoria dos dois fatores de Herzberg, ela verificou que se insere(m) como fator(es) motivacional(is) ou satisfaciente(s) (intrínseco(s))
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Q3818308 Gestão de Pessoas
No mesmo órgão público, o líder Antônio busca equilíbrio entre a preocupação com os liderados e a preocupação com as tarefas. Já a líder Ana demonstra pouca preocupação com os liderados e muita preocupação com as tarefas do seu departamento.
Com base no Grid Gerencial de Liderança de Blake e Mouton, no qual a preocupação com as tarefas é representada no eixo horizontal e a preocupação com as pessoas é representada no eixo vertical, esses líderes encontram-se, respectivamente, nos quadrantes
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Q3818307 Gestão de Pessoas
Na avaliação de desempenho humano realizada em uma organização pública, a área de Gestão de Pessoas adota uma ferramenta que tem como uma de suas principais características o foco no futuro dos liderados, buscando-se contribuir para a otimização de competências e o aproveitamento de oportunidades para o desenvolvimento desses profissionais.
Essa ferramenta é denominada
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Q3818306 Administração Pública
No plano plurianual (PPA) municipal, uma das metas consideradas estratégicas diz respeito à entrega de três escolas públicas ao custo de R$ 5 milhões cada. Durante a avaliação desse PPA, verificou-se que foi entregue uma escola ao custo de R$ 5,5 milhões.
Então, para essa meta, os indicadores de desempenho demonstraram, com relação à entrega e ao custo, respectivamente,
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Q3818305 Administração Geral
Certa prefeitura irá implementar um programa de desenvolvimento de lideranças com o objetivo de que os servidores efetivos venham a ocupar cargos em comissão e funções em confiança de direção e chefia.
Utilizando-se do Balanced Scorecard (BSC), essa iniciativa se insere na perspectiva 
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Q3818304 Administração Pública
Em dado município, as secretarias municipais elaboram e utilizam seus respectivos planos estratégicos, entre outras finalidades, para subsidiar a gestão do prefeito eleito ou reeleito.
Uma das características do planejamento estratégico diz respeito
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Q3818303 Gestão de Pessoas
Seja em organizações públicas ou privadas, as mudanças podem ocorrer por estratégia ou necessidade. Para auxiliar essas organizações, um modelo de gestão de mudanças à disposição é o método ADKAR. Nesse método, os funcionários percorrem um processo de forma sequencial para adotar e sustentar a mudança necessária de forma bem-sucedida.
A etapa na qual os funcionários superam as adversidades que surgem, com a manutenção do fator motivador para a participação no processo de mudança, diz respeito 
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Q3818301 Noções de Informática
Um servidor preparou uma apresentação no MS-PowerPoint 2016, em sua configuração padrão, na qual inseriu anotações contendo lembretes, informações adicionais e tópicos chave sobre o projeto em que trabalha. No Modo de Exibição do Apresentador, essas anotações aparecem
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Q3818298 Noções de Informática
O programa Explorador de Arquivos, que integra o MS-Windows 11 em sua configuração padrão, está sendo utilizado por um usuário para visualizar as duas pastas e os arquivos armazenados no disco rígido de seu computador. Sabendo estas informações e que o usuário tem privilégios para realizar as ações descritas, leia o texto a seguir:
Depois de selecionar um arquivo da pasta Folder01 por meio de um clique do botão principal do mouse, o usuário aciona as teclas CTRL + X. Em seguida, ele abre a pasta Folder02 desse disco rígido com dois cliques do mesmo botão do mouse e aciona as teclas ________. O resultado dessas ações será ________uma cópia do arquivo original na pasta Folder02, enquanto o arquivo original é ________ pasta Folder01.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
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Q3818296 Matemática
Um arquiteto está projetando uma edificação. Parte dela está representada na figura a seguir, que mostra uma das paredes, no formato de um quadrado (ABCD), com 12 m2 de área, sobre a qual será construída uma estrutura no formato de um triângulo retângulo (ADE), com altura de 2 m, para fins de sustentação do telhado: Imagem associada para resolução da questão figura fora de escala
A medida do lado DE dessa estrutura é igual a
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Q3818290 Português
A complicada arte de ver

        Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo me causa espanto”.

        Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as Odes Elementares, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta… Os poetas ensinam a ver”.

        Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”. Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema.

        Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Por isso eu gostaria de sugerir que se criasse um novo tipo de professor, um professor que nada teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana.

(Rubem Alves. https://www.recantodasletras.com.br/artigos/4787266. Adaptado)
Considere as frases:
•  “E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões…” (1 º parágrafo)
•  “Ela se calou, esperando o meu diagnóstico.” (2º parágrafo)
Assinale a alternativa que reescreve respectivamente os trechos destacados, em conformidade com a norma-padrão de emprego e colocação dos pronomes.
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Q3818289 Português
A complicada arte de ver

        Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo me causa espanto”.

        Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as Odes Elementares, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta… Os poetas ensinam a ver”.

        Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”. Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema.

        Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Por isso eu gostaria de sugerir que se criasse um novo tipo de professor, um professor que nada teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana.

(Rubem Alves. https://www.recantodasletras.com.br/artigos/4787266. Adaptado)
Em “Aqueles anéis perfeitamente ajustados…” (1º parágrafo), a palavra destacada expressa circunstância de
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Q3818288 Português
A complicada arte de ver

        Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo me causa espanto”.

        Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as Odes Elementares, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta… Os poetas ensinam a ver”.

        Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”. Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema.

        Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Por isso eu gostaria de sugerir que se criasse um novo tipo de professor, um professor que nada teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana.

(Rubem Alves. https://www.recantodasletras.com.br/artigos/4787266. Adaptado)
Considere o trecho:
•  “Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido.” (4º parágrafo)
É correto afirmar que as frases poderiam ser unidas, respectivamente e em conformidade com as relações de sentido do texto original, pelas conjunções:
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Q3818287 Português
A complicada arte de ver

        Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo me causa espanto”.

        Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as Odes Elementares, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta… Os poetas ensinam a ver”.

        Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”. Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema.

        Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Por isso eu gostaria de sugerir que se criasse um novo tipo de professor, um professor que nada teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana.

(Rubem Alves. https://www.recantodasletras.com.br/artigos/4787266. Adaptado)
Ao afirmar que a personagem havia ganhado “olhos de poeta” (2º parágrafo), o narrador manifesta sua
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Q3818286 Português
A complicada arte de ver

        Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo me causa espanto”.

        Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as Odes Elementares, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta… Os poetas ensinam a ver”.

        Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”. Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema.

        Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Por isso eu gostaria de sugerir que se criasse um novo tipo de professor, um professor que nada teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana.

(Rubem Alves. https://www.recantodasletras.com.br/artigos/4787266. Adaptado)
Em “Percebi que nunca havia visto uma cebola” (1o parágrafo), a personagem se refere
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Q3816298 Enfermagem
Atendendo ao Programa Nacional de Segurança do Paciente, uma instituição hospitalar especializada instituiu o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) constituído por uma equipe multiprofissional capacitada em qualidade e segurança do paciente. Segundo Alves (2018), os profissionais que compõem o NSP devem reconhecer que, entre outras ações, é responsabilidade do Núcleo
Alternativas
Q3816297 Enfermagem
Considere o apresentado na publicação Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (PNPCIRAS) 2021 a 2025 (ANVISA, 2021) para responder à questão.

Em consonância com o estabelecido pelo Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (PNPCIRAS) 2021-2025, a instituição implementou o checklist de Verificação das Práticas de Inserção Segura de Cateter Central (VPIS cateter central).


Com base nesse documento, o preparo da pele do paciente deve ser realizado com

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Q3816295 Enfermagem
Considere o apresentado na publicação Destaques das Diretrizes de RCP e ACE de 2020 da American Heart Association para responder à questão.
Os algoritmos de reanimação cardiorrespiratória indicam a importância de o socorrista realizar os procedimentos de reanimação cardiorrespiratória (RCP) de alta qualidade. Para pacientes com via aérea avançada, evidencia- -se que a qualidade da RCP está comprometida quando se observa na capnografia quantitativa com forma de onda que a
Alternativas
Respostas
3661: B
3662: C
3663: A
3664: E
3665: C
3666: A
3667: D
3668: B
3669: E
3670: E
3671: D
3672: D
3673: B
3674: B
3675: E
3676: A
3677: D
3678: E
3679: C
3680: D