Foram encontradas 10.033 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A Constituição Federal de 1988 estabelece a educação como um direito de todos e dever do Estado e da família. Seus artigos 205 a 214 definem os princípios, a organização e o financiamento do ensino, buscando garantir o pleno desenvolvimento da pessoa e sua qualificação para o trabalho.
Considerando a Constituição Federal de 1988 e seus respectivos artigos que regem a educação nacional, avalie as afirmações a seguir referentes aos princípios do ensino, deveres do Estado e financiamento e coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas.
( ) O ensino será ministrado com base, entre outros princípios, no pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e na gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais. ( ) O ensino religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental.
( ) O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um.
( ) A União aplicará, anualmente, nunca menos de vinte e cinco por cento, e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, dezoito por cento, no mínimo, da receita resultante de impostos na manutenção e desenvolvimento do ensino.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
“Para obter êxito, a escola e seus professores não podem improvisar. Têm que desfazer mentalidade racista e discriminadora secular, superando o etnocentrismo europeu, reestruturando relações étnico-raciais e sociais, desalienando processos pedagógicos. Isto não pode ficar reduzido a palavras e a raciocínios desvinculados da experiência de ser inferiorizados vivida pelos negros, tampouco das baixas classificações que lhe são atribuídas nas escalas de desigualdades sociais, econômicas, educativas e políticas.”
Fonte: BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno. Parecer CNE/CP n. 3, de 10 de março de 2004. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Relatora: Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva. Brasília, 2004. p. 15–16.
Considerando os fundamentos teóricos e legais em torno de uma Educação para as relações étnico raciais, sobretudo as Leis n.º 10.639/03 e n.º 11.645/08, avalie as afirmações a seguir:
I. A efetivação da lei exige uma mudança de perspectiva curricular que desloque os povos negros e indígenas do lugar de objetos de estudo, frequentemente associados apenas à escravidão e ao folclore, para a posição de sujeitos produtores de ciência, tecnologia, arte e política. II. Por se tratar de uma política de ação afirmativa, o foco pedagógico da legislação recai primordialmente sobre o fortalecimento da autoestima dos estudantes negros e indígenas, dispensando alterações estruturais na formação dos estudantes brancos, cuja identidade cultural já se encontra representada no currículo hegemônico. III. A transversalidade proposta pelas diretrizes implica que a temática racial deve perpassar o cotidiano escolar e os diferentes componentes curriculares, superando a prática de reservar o debate exclusivamente para datas cívicas ou para as disciplinas de Humanidades. IV. A abordagem pedagógica das relações étnico-raciais deve privilegiar a busca pelo consenso e pela harmonia social, evitando, sempre que possível, a discussão de conflitos e tensões históricas em sala de aula, a fim de não estimular a polarização entre os grupos de estudantes.
É CORRETO o que se afirma em
Em uma atividade de Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP) nos anos finais do Ensino Fundamental, um grupo de estudantes enfrenta um bloqueio criativo que rapidamente evolui para hostilidade mútua devido à pressão do prazo. Um dos integrantes, Marcos, percebe o aumento da tensão e, buscando interromper o conflito, respira fundo para controlar sua própria frustração. Em seguida, ele inicia um diálogo facilitador, evitando responder às provocações e conduzindo a conversa para que os próprios colegas estabeleçam um novo acordo de convivência e distribuam as tarefas de forma equitativa, garantindo a retomada da cooperação.
Embora a situação descrita envolva múltiplos processos emocionais, a ação específica de Marcos voltada para a mediação ativa do impasse e a negociação de novos combinados é considerada como
O currículo não se encerra na dimensão planejada ou prescritiva. Não se limita à concretização do planejamento. Ele é diretamente afetado pelas reações e iniciativas dos alunos, o que exige por parte do professor um trabalho de improviso em sala de aula [...]. As atividades, o trabalho escolar dos alunos escapa parcialmente ao seu controle, porque, no seu percurso didático, nem tudo é escolhido de forma perfeitamente consciente e, sobretudo, porque as resistências dos alunos e as eventualidades da prática pedagógica [...] fazem com que as atividades nunca se desenrolem exatamente como previsto."
(PERRENOUD, P. Ofício de aluno e sentido do trabalho escolar. Porto: Porto Editora, 1995. Adaptado).
O texto de Perrenoud descreve a tensão dialética entre o ideal planejado e a prática cotidiana. Na teoria curricular, a dimensão descrita, que se concretiza na interação professor-aluno, representando a transposição didática do planejamento, as adaptações práticas e o fazer pedagógico efetivo em sala de aula, é denominada
En las oraciones:
A: Tengo dudas si debo comprar los diccionarios a mi hija.
B: Cómpraselos, porque están de rebaja.
La palabra en negrita reemplaza:
A continuación presentamos un texto, en él hay palabras/expresiones subrayadas y representan:
Han abierto un local de coworking en mi barrio. Nunca había estado en uno, pero he decidido probarlo. A pesar de que en casa trabajo a gusto, será interesante rodearme de otras personas. Paso tanto tiempo viendo las mismas paredes que a veces me desconcentro. Una amiga ya va allí a trabajar y le encanta. Como sus compañeros de piso son muy ruidosos, allí trabaja mejor. El local está a cinco minutos de mi casa, luego no tengo excusa para no ir.
Tomado y adaptado de: https://espanol.lingolia.com/es/gramatica/estructura-de-la-oracion/conjunciones Accedido en: 03/01/2026
En el siguiente texto, las palabras que aparecen en negrita están CORRECTAS en:
Esta mañana me ha despertado demasiado cansado. Me ha duchado para quitarme el cansancio. Me he cambiado, ha desayunado y luego ha ido al trabajo. A la hora de la comida, nos habéis encontrado, mis amigos y yo en el restaurante cerca de la oficina. Hablamos un rato y has regresado juntos al trabajo.
El siguiente mensaje se completa con los adverbios:
Las personas trabajan ……….. para luego olvidarse que la vida es ……….. más y ……….. bonita, por lo tanto, hay que equilibrar, si es posible, las actividades de a diario. Eso es ……….. importante para la salud mental y física.
La preposición que completa CORRECTAMENTE la oración:
Este perfume huele_______lavanda, es
Texto para la cuestione.
Las maestras que protegen la lengua kichwa en Ecuador
Después de enseñar en Estados Unidos, tres profesoras indígenas promueven la difusión del idioma de vuelta a su país, desafiando la pérdida de identidad.
La parroquia de Rosario, en Salasaca, está en una zona elevada; desde allí se pueden ver varias parroquias del cantón de Pelileo y hasta la ciudad de Ambato. Luz Caizabanda, de 15 años, intenta señalar su casa desde el mirador. Sus clases de kichwa han finalizado; mientras sostiene un cuaderno pequeño con una mano, intenta señalar su casa, a donde tiene que regresar. A pesar de que sus padres son indígenas, no le enseñaron su idioma. “No querían que mezcle español con kichwa; decían que, si hablo español, que sea solo en español. Ahora que he crecido, quiero dominar mejor el kichwa”, confiesa. La escuela Sky Inka Shimi es la primera en dar clases de esa lengua originaria en Salasaca.
No pasó mucho tiempo desde que Micaela Jerez volvió a pisar suelo ecuatoriano desde Estados Unidos para que la iniciativa de enseñar su idioma a través de Sky Inka Shimi en su comunidad se hiciera realidad. Ella no fue la única. Elsa Caín, de 33 años, y Dayanna Velasquez, de 26, también comenzaron a trabajar en la difusión del kichwa, el idioma amerindio más hablado en el Ecuador, que se encuentra en estado vulnerable. Las tres profesoras indígenas volvían de enseñar su cultura e idioma en universidades estadounidenses durante un año como parte de un intercambio cultural del programa Fulbright. Hoy, esas enseñanzas permiten devolver la mirada de la población andina hacia las culturas originarias de su país.
La intención de Sky Inka Shimi es que sus alumnos ya no vean al kichwa como un idioma del pasado, sino que lo vuelvan a reclamar como suyo y como parte esencial de su identidad. Sin embargo, desde que iniciaron en junio de 2024, la constante pregunta de para qué enseñarlo les hizo cambiar la dinámica. “Hemos dejado de intentar convencer a la gente de su importancia. Nuestro rol es acompañar a quienes sí están interesados, apoyar su aprendizaje y compartir todos los recursos que podamos”, comenta Micaela, quien, junto a Diana Cisneros, indígena maya k’iche’ y lingüista, creó la escuela.
Para la doctora Kati Álvarez, catedrática de la Universidad Central del Ecuador, la vigencia actual de las lenguas andino-amazónicas representa una “lucha constante” para evitar su desaparición ante las agresiones de un sistema que ha penalizado e ignorado las lenguas nativas y a sus hablantes. “Con la desaparición de las lenguas, se merma la identidad, la memoria colectiva, pero también existe un peligro que pasa desapercibido para muchos: una pérdida de conocimiento que ha sido y será clave para el futuro del país y de la región”, afirma Álvarez en un artículo de la Unesco.
Tomado y adaptado de: https://elpais.com/america-futura/2026-01-03/las-maestras-que-protegen-la-lengua-kichwa-en-ecuador.html Accedido en: 03/01/2026
Texto para la cuestione.
Las maestras que protegen la lengua kichwa en Ecuador
Después de enseñar en Estados Unidos, tres profesoras indígenas promueven la difusión del idioma de vuelta a su país, desafiando la pérdida de identidad.
La parroquia de Rosario, en Salasaca, está en una zona elevada; desde allí se pueden ver varias parroquias del cantón de Pelileo y hasta la ciudad de Ambato. Luz Caizabanda, de 15 años, intenta señalar su casa desde el mirador. Sus clases de kichwa han finalizado; mientras sostiene un cuaderno pequeño con una mano, intenta señalar su casa, a donde tiene que regresar. A pesar de que sus padres son indígenas, no le enseñaron su idioma. “No querían que mezcle español con kichwa; decían que, si hablo español, que sea solo en español. Ahora que he crecido, quiero dominar mejor el kichwa”, confiesa. La escuela Sky Inka Shimi es la primera en dar clases de esa lengua originaria en Salasaca.
No pasó mucho tiempo desde que Micaela Jerez volvió a pisar suelo ecuatoriano desde Estados Unidos para que la iniciativa de enseñar su idioma a través de Sky Inka Shimi en su comunidad se hiciera realidad. Ella no fue la única. Elsa Caín, de 33 años, y Dayanna Velasquez, de 26, también comenzaron a trabajar en la difusión del kichwa, el idioma amerindio más hablado en el Ecuador, que se encuentra en estado vulnerable. Las tres profesoras indígenas volvían de enseñar su cultura e idioma en universidades estadounidenses durante un año como parte de un intercambio cultural del programa Fulbright. Hoy, esas enseñanzas permiten devolver la mirada de la población andina hacia las culturas originarias de su país.
La intención de Sky Inka Shimi es que sus alumnos ya no vean al kichwa como un idioma del pasado, sino que lo vuelvan a reclamar como suyo y como parte esencial de su identidad. Sin embargo, desde que iniciaron en junio de 2024, la constante pregunta de para qué enseñarlo les hizo cambiar la dinámica. “Hemos dejado de intentar convencer a la gente de su importancia. Nuestro rol es acompañar a quienes sí están interesados, apoyar su aprendizaje y compartir todos los recursos que podamos”, comenta Micaela, quien, junto a Diana Cisneros, indígena maya k’iche’ y lingüista, creó la escuela.
Para la doctora Kati Álvarez, catedrática de la Universidad Central del Ecuador, la vigencia actual de las lenguas andino-amazónicas representa una “lucha constante” para evitar su desaparición ante las agresiones de un sistema que ha penalizado e ignorado las lenguas nativas y a sus hablantes. “Con la desaparición de las lenguas, se merma la identidad, la memoria colectiva, pero también existe un peligro que pasa desapercibido para muchos: una pérdida de conocimiento que ha sido y será clave para el futuro del país y de la región”, afirma Álvarez en un artículo de la Unesco.
Tomado y adaptado de: https://elpais.com/america-futura/2026-01-03/las-maestras-que-protegen-la-lengua-kichwa-en-ecuador.html Accedido en: 03/01/2026
Texto para la cuestione.
Las maestras que protegen la lengua kichwa en Ecuador
Después de enseñar en Estados Unidos, tres profesoras indígenas promueven la difusión del idioma de vuelta a su país, desafiando la pérdida de identidad.
La parroquia de Rosario, en Salasaca, está en una zona elevada; desde allí se pueden ver varias parroquias del cantón de Pelileo y hasta la ciudad de Ambato. Luz Caizabanda, de 15 años, intenta señalar su casa desde el mirador. Sus clases de kichwa han finalizado; mientras sostiene un cuaderno pequeño con una mano, intenta señalar su casa, a donde tiene que regresar. A pesar de que sus padres son indígenas, no le enseñaron su idioma. “No querían que mezcle español con kichwa; decían que, si hablo español, que sea solo en español. Ahora que he crecido, quiero dominar mejor el kichwa”, confiesa. La escuela Sky Inka Shimi es la primera en dar clases de esa lengua originaria en Salasaca.
No pasó mucho tiempo desde que Micaela Jerez volvió a pisar suelo ecuatoriano desde Estados Unidos para que la iniciativa de enseñar su idioma a través de Sky Inka Shimi en su comunidad se hiciera realidad. Ella no fue la única. Elsa Caín, de 33 años, y Dayanna Velasquez, de 26, también comenzaron a trabajar en la difusión del kichwa, el idioma amerindio más hablado en el Ecuador, que se encuentra en estado vulnerable. Las tres profesoras indígenas volvían de enseñar su cultura e idioma en universidades estadounidenses durante un año como parte de un intercambio cultural del programa Fulbright. Hoy, esas enseñanzas permiten devolver la mirada de la población andina hacia las culturas originarias de su país.
La intención de Sky Inka Shimi es que sus alumnos ya no vean al kichwa como un idioma del pasado, sino que lo vuelvan a reclamar como suyo y como parte esencial de su identidad. Sin embargo, desde que iniciaron en junio de 2024, la constante pregunta de para qué enseñarlo les hizo cambiar la dinámica. “Hemos dejado de intentar convencer a la gente de su importancia. Nuestro rol es acompañar a quienes sí están interesados, apoyar su aprendizaje y compartir todos los recursos que podamos”, comenta Micaela, quien, junto a Diana Cisneros, indígena maya k’iche’ y lingüista, creó la escuela.
Para la doctora Kati Álvarez, catedrática de la Universidad Central del Ecuador, la vigencia actual de las lenguas andino-amazónicas representa una “lucha constante” para evitar su desaparición ante las agresiones de un sistema que ha penalizado e ignorado las lenguas nativas y a sus hablantes. “Con la desaparición de las lenguas, se merma la identidad, la memoria colectiva, pero también existe un peligro que pasa desapercibido para muchos: una pérdida de conocimiento que ha sido y será clave para el futuro del país y de la región”, afirma Álvarez en un artículo de la Unesco.
Tomado y adaptado de: https://elpais.com/america-futura/2026-01-03/las-maestras-que-protegen-la-lengua-kichwa-en-ecuador.html Accedido en: 03/01/2026
Texto para la cuestione.
Las maestras que protegen la lengua kichwa en Ecuador
Después de enseñar en Estados Unidos, tres profesoras indígenas promueven la difusión del idioma de vuelta a su país, desafiando la pérdida de identidad.
La parroquia de Rosario, en Salasaca, está en una zona elevada; desde allí se pueden ver varias parroquias del cantón de Pelileo y hasta la ciudad de Ambato. Luz Caizabanda, de 15 años, intenta señalar su casa desde el mirador. Sus clases de kichwa han finalizado; mientras sostiene un cuaderno pequeño con una mano, intenta señalar su casa, a donde tiene que regresar. A pesar de que sus padres son indígenas, no le enseñaron su idioma. “No querían que mezcle español con kichwa; decían que, si hablo español, que sea solo en español. Ahora que he crecido, quiero dominar mejor el kichwa”, confiesa. La escuela Sky Inka Shimi es la primera en dar clases de esa lengua originaria en Salasaca.
No pasó mucho tiempo desde que Micaela Jerez volvió a pisar suelo ecuatoriano desde Estados Unidos para que la iniciativa de enseñar su idioma a través de Sky Inka Shimi en su comunidad se hiciera realidad. Ella no fue la única. Elsa Caín, de 33 años, y Dayanna Velasquez, de 26, también comenzaron a trabajar en la difusión del kichwa, el idioma amerindio más hablado en el Ecuador, que se encuentra en estado vulnerable. Las tres profesoras indígenas volvían de enseñar su cultura e idioma en universidades estadounidenses durante un año como parte de un intercambio cultural del programa Fulbright. Hoy, esas enseñanzas permiten devolver la mirada de la población andina hacia las culturas originarias de su país.
La intención de Sky Inka Shimi es que sus alumnos ya no vean al kichwa como un idioma del pasado, sino que lo vuelvan a reclamar como suyo y como parte esencial de su identidad. Sin embargo, desde que iniciaron en junio de 2024, la constante pregunta de para qué enseñarlo les hizo cambiar la dinámica. “Hemos dejado de intentar convencer a la gente de su importancia. Nuestro rol es acompañar a quienes sí están interesados, apoyar su aprendizaje y compartir todos los recursos que podamos”, comenta Micaela, quien, junto a Diana Cisneros, indígena maya k’iche’ y lingüista, creó la escuela.
Para la doctora Kati Álvarez, catedrática de la Universidad Central del Ecuador, la vigencia actual de las lenguas andino-amazónicas representa una “lucha constante” para evitar su desaparición ante las agresiones de un sistema que ha penalizado e ignorado las lenguas nativas y a sus hablantes. “Con la desaparición de las lenguas, se merma la identidad, la memoria colectiva, pero también existe un peligro que pasa desapercibido para muchos: una pérdida de conocimiento que ha sido y será clave para el futuro del país y de la región”, afirma Álvarez en un artículo de la Unesco.
Tomado y adaptado de: https://elpais.com/america-futura/2026-01-03/las-maestras-que-protegen-la-lengua-kichwa-en-ecuador.html Accedido en: 03/01/2026
Texto para la cuestione.
Las maestras que protegen la lengua kichwa en Ecuador
Después de enseñar en Estados Unidos, tres profesoras indígenas promueven la difusión del idioma de vuelta a su país, desafiando la pérdida de identidad.
La parroquia de Rosario, en Salasaca, está en una zona elevada; desde allí se pueden ver varias parroquias del cantón de Pelileo y hasta la ciudad de Ambato. Luz Caizabanda, de 15 años, intenta señalar su casa desde el mirador. Sus clases de kichwa han finalizado; mientras sostiene un cuaderno pequeño con una mano, intenta señalar su casa, a donde tiene que regresar. A pesar de que sus padres son indígenas, no le enseñaron su idioma. “No querían que mezcle español con kichwa; decían que, si hablo español, que sea solo en español. Ahora que he crecido, quiero dominar mejor el kichwa”, confiesa. La escuela Sky Inka Shimi es la primera en dar clases de esa lengua originaria en Salasaca.
No pasó mucho tiempo desde que Micaela Jerez volvió a pisar suelo ecuatoriano desde Estados Unidos para que la iniciativa de enseñar su idioma a través de Sky Inka Shimi en su comunidad se hiciera realidad. Ella no fue la única. Elsa Caín, de 33 años, y Dayanna Velasquez, de 26, también comenzaron a trabajar en la difusión del kichwa, el idioma amerindio más hablado en el Ecuador, que se encuentra en estado vulnerable. Las tres profesoras indígenas volvían de enseñar su cultura e idioma en universidades estadounidenses durante un año como parte de un intercambio cultural del programa Fulbright. Hoy, esas enseñanzas permiten devolver la mirada de la población andina hacia las culturas originarias de su país.
La intención de Sky Inka Shimi es que sus alumnos ya no vean al kichwa como un idioma del pasado, sino que lo vuelvan a reclamar como suyo y como parte esencial de su identidad. Sin embargo, desde que iniciaron en junio de 2024, la constante pregunta de para qué enseñarlo les hizo cambiar la dinámica. “Hemos dejado de intentar convencer a la gente de su importancia. Nuestro rol es acompañar a quienes sí están interesados, apoyar su aprendizaje y compartir todos los recursos que podamos”, comenta Micaela, quien, junto a Diana Cisneros, indígena maya k’iche’ y lingüista, creó la escuela.
Para la doctora Kati Álvarez, catedrática de la Universidad Central del Ecuador, la vigencia actual de las lenguas andino-amazónicas representa una “lucha constante” para evitar su desaparición ante las agresiones de un sistema que ha penalizado e ignorado las lenguas nativas y a sus hablantes. “Con la desaparición de las lenguas, se merma la identidad, la memoria colectiva, pero también existe un peligro que pasa desapercibido para muchos: una pérdida de conocimiento que ha sido y será clave para el futuro del país y de la región”, afirma Álvarez en un artículo de la Unesco.
Tomado y adaptado de: https://elpais.com/america-futura/2026-01-03/las-maestras-que-protegen-la-lengua-kichwa-en-ecuador.html Accedido en: 03/01/2026
Leia um caso hipotético abaixo:
“Uma estudante com deficiência física está matriculada no 6º ano do Ensino Fundamental de uma escola regular. Contudo, a equipe pedagógica decidiu que ela deve passar a maior parte do tempo letivo em uma sala de recursos separada, realizando atividades individuais, sem participar das propostas coletivas em sala de aula. A escola justifica a medida argumentando que, dessa forma, oferece um "atendimento mais focado e seguro" à estudante.”
(Elaborado pelo autor).
Considerando as disposições da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) sobre o Atendimento Educacional Especializado (AEE), a prática descrita é considerada