Questões de Concurso Comentadas para upenet/iaupe

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Q1328816 Enfermagem
A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é conhecida como pressão alta, tendo sido motivo de grande procura nos atendimentos de urgência e emergência das unidades de pronto atendimento. Sobre emergência hipertensiva, leia as afirmações abaixo e coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas.
( ) Na maioria das vezes, quando o paciente chega à emergência, a crise hipertensiva vem associada a queixas de cefaleia, vertigem, dispneia progressiva, alteração visual ou algia pulmonar. ( ) Todos os pacientes com crise hipertensiva apresentam apenas sintomatológica simples enquanto que outros podem registrar sinais e sintomas, como rebaixamento de nível de consciência, convulsão, insuficiência respiratória aguda, sangramento cerebral e ocular e disfunção renal. ( ) Ao aferir a pressão arterial do paciente na emergência, o Técnico de Enfermagem identifica 180 x 1120 mmHg e classifica esse nível tensional de hipertensão estágio 1. ( ) São orientações de enfermagem para prevenção de uma crise hipertensiva: reduzir o peso corporal, reduzir o sal, reduzir o consumo de álcool, abandonar o tabagismo, controlar o estresse, alimentação hipocalórica e hipossódica.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.
Alternativas
Q1328815 Enfermagem
A pneumonia é uma doença de alta mortalidade em crianças. Trata-se de um distúrbio respiratório caracterizado pela inflamação das estruturas do parênquima pulmonar. Sobre Pneumonia, leia as afirmações abaixo:
I. A pneumonia pode ser causada por bactérias, vírus e fungos, bem como por agentes não infecciosos, como as secreções gástricas aspiradas para os pulmões. II. A pneumonia adquirida no hospital é classificada em relação ao tempo decorrido desde a admissão até o seu aparecimento. Classificam-se de pneumonia adquirida no hospital as infecções que se iniciam após 12 horas de internação. III. Os sinais e sintomas mais frequentes da pneumonia são: febre, calafrio, dor pleurítica agravada pela inspiração profunda e tosse, taquipneia, ortopneia e sudorese. IV. O tratamento da pneumonia inclui administração de antibióticos, nebulização e estimulação da tosse. A aspiração melhora a permeabilidade das vias aéreas. Para realizar a aspiração da boca, não é necessário o uso de luvas.
Estão CORRETAS apenas
Alternativas
Q1328814 Enfermagem
Sobre a cirurgia de histerectomia, leia as afirmações abaixo:
I. No pós-operatório, está prescrito Soro Glicosado a 5% 1000 mL e Soro Fisiológico 0,9% 1000 mL para correr em 16 horas. O gotejamento é de 42 gotas/min. II. No 10 DPO, o paciente deve permanecer em repouso absoluto para evitar sangramento vaginal. III. O curativo da ferida operatória só deve ser trocado a partir do 20 DPO, para não haver contaminação e ter a garantia de que não haverá infecção do sítio cirúrgico. IV. No pré-operatório, não há necessidade de jejum, pois se trata de uma cirurgia de pequeno porte.
Está CORRETO, apenas, o que se afirma em
Alternativas
Q1328813 Enfermagem
Pressão venosa central (PVC) é um dos métodos utilizados para monitorização hemodinâmica. Sobre esse método, leia as afirmações abaixo e coloque V para as Verdadeiras e F para as Falsas.
( ) A mensuração da PVC deve ser realizada quando houver dúvida sobre o estado volêmico, de tal forma que a correção interfira na terapêutica do paciente. ( ) A mensuração da PVC está indicada apenas nos pacientes submetidos a cirurgias de grande porte e sepse grave. ( ) Os riscos para o paciente, na verificação da PVC, estão relacionados ao cateter utilizado. As possíveis complicações podem ser infecciosas ou não infecciosas, podendo ocorrer durante a inserção ou na manutenção do dispositivo utilizado. ( ) A medida da PVC por meio da coluna de água é menos precisa que a eletrônica contínua com a utilização de transdutores de pressão.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Alternativas
Q1328812 Enfermagem
Sobre Administração, preparo e diluição de medicamentos, leia as afirmações abaixo:
I. A administração de medicamentos por via endovenosa pode variar desde uma única dose até uma infusão contínua. Sendo o medicamento ou a solução absorvidos imediatamente, a resposta do cliente também é imediata. A via endovenosa é a primeira opção para ministrar medicamentos durante uma emergência por sua biodisponibilidade instantânea. II. Os medicamentos administrados por via subcutânea são absorvidos rapidamente. Está indicada apenas para tratamento de longa duração, e o volume indicado para essa via é de 0,1 mL até 4,0 mL. III. Para administrar Garamicina 15 mg intramuscular 12/12h, deverão ser aspirados 0,9 mL a cada horário. O serviço tem disponível Garamicina 40mg/mL. IV. Na administração de 600 mg de Keflin endovenoso em 8 mL de diluente, foram aspirados 4,8 mL. O serviço tem disponível keflin de 1g.

Estão CORRETAS apenas
Alternativas
Q1328811 Noções de Informática
Endereços da Internet geralmente iniciam com "http", por exemplo, "http://pombos.pe.gov.br/". O termo http refere-se ao
Alternativas
Q1328810 Noções de Informática
Qual alternativa abaixo contém apenas extensões padrão de arquivos do Pacote Microsoft Office do Windows?
Alternativas
Q1328809 Noções de Informática
Muitos programas de gerenciamento de emails contêm os chamados filtros anti-spam. Assinale a alternativa que descreve o significado, em computação, do termo spam.
Alternativas
Q1328808 Noções de Informática
Após algum tempo de uso, em particular após operações frequentes, envolvendo arquivos, o disco rígido pode apresentar fragmentação. Nesse contexto, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q1328807 Noções de Informática
Ao iniciar o computador, normalmente é exibida alguma opção de acesso a BIOS. Qual das seguintes opções descreve o que é a BIOS?
Alternativas
Q1328806 Noções de Informática
Frequentemente, é útil ter uma forma fácil de acesso a uma pasta sem ter de copiar seu conteúdo em diferentes localizações no sistema de arquivos. No sistema operacional Windows 10 (configuração padrão em português), para criar um atalho (também chamado de link) para a pasta C:\Usuarios\FULANO\Documentos\Concurso\ que será localizado na Área de Trabalho, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q1328804 Noções de Informática
Documentos compartilhados no WORD (versão 2010 em português) podem ser editados por diversas pessoas. Nesse contexto, o recurso de “Controlar Alterações” pode ser bastante útil. Sobre esse recurso, qual das opções seguintes é a INCORRETA?
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Q1328803 Noções de Informática
No campo A15 de uma planilha EXCEL (na versão EXCEL 10 em português), deseja-se o resultado da média aritmética contida nos campos de A1 a A14 (ambos inclusos) onde, para fins desse cálculo, devem-se contar apenas os campos diferentes de zero. Supondo que todos os campos de A1 a A14 estão no formato número e contêm números inteiros como valores, qual das opções abaixo calcula a média, ignorando os valores nulos como se solicita?
Alternativas
Q1328802 Noções de Informática
Salvar versões intermediárias de um texto longo, sendo digitado no Word, pode ser algo fundamental, por exemplo, para evitar perder modificações feitas nesse texto, em caso de falta de energia. Nesse contexto, qual das opções de combinação de teclas abaixo é normalmente utilizada para salvar um arquivo aberto no WORD (versão 2010 em português)
Alternativas
Q1328793 Raciocínio Lógico

Considere as seguintes proposições:

Imagem associada para resolução da questão


Do ponto de vista lógico, é Contradição o que se apresenta em 

Alternativas
Q1328791 Redação Oficial
QUANDO O TRABALHO FAZ ADOECER

O estresse pode causar desequilíbrio do sistema imunológico e distúrbios psicológicos

(1) Dados da International Stress Management Association – Isma-Brasil revelam que mais de metade dos brasileiros economicamente ativos sofre com a sobrecarga profissional e com os excessos que a cercam. No dia a dia é necessário cumprir prazos restritos e demandas cada vez mais complexas, acompanhar mudanças tecnológicas, enfrentar avaliações de rendimento e ainda manter um relacionamento razoável com clientes, chefes e colegas. Isso sem falar da preocupação em se manter empregado. Adoecemos porque o estresse constante é interpretado pelo organismo como uma situação de perigo que pode desencadear desequilíbrios do sistema imunológico e distúrbios psicológicos.
(2) Essa reação orgânica é compreensível se pensarmos que o sistema cerebral de resposta ao estresse é ativado em ocasiões que representem ameaças – e as adversidades muitas vezes são interpretadas como riscos. Se o equilíbrio interno, chamado de homeostase, é ameaçado, várias respostas imunológicas e comportamentais são acionadas para neutralizar forças perturbadoras e restabelecer o bem-estar. As reações adaptativas, porém, podem se transformar em fatores estressantes, causando alterações fisiológicas e psíquicas em situações de ameaça ou que exijam melhor desempenho.
(3) O cérebro e o sistema imunológico enviam sinais um ao outro continuamente, em geral, pelos mesmos “caminhos”, o que pode explicar como o estado mental influencia a saúde. Se, ao longo da evolução humana, o homem primitivo precisava se haver com as feras para sobreviver, hoje grande parte dos embates ocorre mesmo é nos meios profissionais – as “feras” que enfrentamos ou das quais nos escondemos estão em nosso cotidiano. E, nesse sentido, o estresse pode ser benéfico: nos ajuda a ficar em estado de alerta para entrar na “briga”. Ocasionalmente, funciona como energia motivadora, que nos permite lidar com as adversidades. Sem ele, aliás, não haveria possibilidade de reação aos estímulos, ficaríamos apáticos.
(4) Mas se a situação de tensão é constante, o organismo sofre com o excesso – e surgem as doenças. Há casos extremos em que o estresse prolongado é capaz até mesmo de levar à morte. E hoje se sabe que o estresse não influencia apenas os indivíduos – também tem consequências culturais, sociais e econômicas. De forma geral, acredita-se que o prejuízo anual, decorrente de faltas ao trabalho, baixa produtividade, acidentes e doenças causados pelo problema, ultrapasse US$ 300 bilhões nos Estados Unidos e US$ 265 bilhões na Europa. “No Brasil estimamos que poderia haver uma economia de até 34% se fossem diminuídos os índices de estresse ocupacional”, acredita a psicóloga Ana Maria Rossi, especialista no estudo do estresse e presidente da IsmaBrasil. E ela aconselha: “Tirar férias apenas a cada 11 meses, por exemplo, costuma ser prejudicial; nesse intervalo, o nível de estresse acumulado atinge patamares muito altos”. Segundo a especialista, períodos menores de descanso, divididos ao longo do ano, podem ser mais benéficos à saúde. Publicado em março de 2015, por Gláucia Leal.

Disponível em: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/quando_o_trabalho_faz_adoecer.html Acesso em: 25 jun. 2017. Adaptado.
Considere a seguinte situação comunicativa: uma correspondência oficial, impressa e assinada por um superior hierárquico, é enviada a Gustavo Barros, diretor do Departamento de Economia de uma universidade. Quanto aos aspectos relacionados ao emprego das formas de tratamento na situação comunicativa descrita, assinale a afirmativa CORRETA.
Alternativas
Q1328790 Português
QUANDO O TRABALHO FAZ ADOECER

O estresse pode causar desequilíbrio do sistema imunológico e distúrbios psicológicos

(1) Dados da International Stress Management Association – Isma-Brasil revelam que mais de metade dos brasileiros economicamente ativos sofre com a sobrecarga profissional e com os excessos que a cercam. No dia a dia é necessário cumprir prazos restritos e demandas cada vez mais complexas, acompanhar mudanças tecnológicas, enfrentar avaliações de rendimento e ainda manter um relacionamento razoável com clientes, chefes e colegas. Isso sem falar da preocupação em se manter empregado. Adoecemos porque o estresse constante é interpretado pelo organismo como uma situação de perigo que pode desencadear desequilíbrios do sistema imunológico e distúrbios psicológicos.
(2) Essa reação orgânica é compreensível se pensarmos que o sistema cerebral de resposta ao estresse é ativado em ocasiões que representem ameaças – e as adversidades muitas vezes são interpretadas como riscos. Se o equilíbrio interno, chamado de homeostase, é ameaçado, várias respostas imunológicas e comportamentais são acionadas para neutralizar forças perturbadoras e restabelecer o bem-estar. As reações adaptativas, porém, podem se transformar em fatores estressantes, causando alterações fisiológicas e psíquicas em situações de ameaça ou que exijam melhor desempenho.
(3) O cérebro e o sistema imunológico enviam sinais um ao outro continuamente, em geral, pelos mesmos “caminhos”, o que pode explicar como o estado mental influencia a saúde. Se, ao longo da evolução humana, o homem primitivo precisava se haver com as feras para sobreviver, hoje grande parte dos embates ocorre mesmo é nos meios profissionais – as “feras” que enfrentamos ou das quais nos escondemos estão em nosso cotidiano. E, nesse sentido, o estresse pode ser benéfico: nos ajuda a ficar em estado de alerta para entrar na “briga”. Ocasionalmente, funciona como energia motivadora, que nos permite lidar com as adversidades. Sem ele, aliás, não haveria possibilidade de reação aos estímulos, ficaríamos apáticos.
(4) Mas se a situação de tensão é constante, o organismo sofre com o excesso – e surgem as doenças. Há casos extremos em que o estresse prolongado é capaz até mesmo de levar à morte. E hoje se sabe que o estresse não influencia apenas os indivíduos – também tem consequências culturais, sociais e econômicas. De forma geral, acredita-se que o prejuízo anual, decorrente de faltas ao trabalho, baixa produtividade, acidentes e doenças causados pelo problema, ultrapasse US$ 300 bilhões nos Estados Unidos e US$ 265 bilhões na Europa. “No Brasil estimamos que poderia haver uma economia de até 34% se fossem diminuídos os índices de estresse ocupacional”, acredita a psicóloga Ana Maria Rossi, especialista no estudo do estresse e presidente da IsmaBrasil. E ela aconselha: “Tirar férias apenas a cada 11 meses, por exemplo, costuma ser prejudicial; nesse intervalo, o nível de estresse acumulado atinge patamares muito altos”. Segundo a especialista, períodos menores de descanso, divididos ao longo do ano, podem ser mais benéficos à saúde. Publicado em março de 2015, por Gláucia Leal.

Disponível em: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/quando_o_trabalho_faz_adoecer.html Acesso em: 25 jun. 2017. Adaptado.
Considerando as atuais normas de ortografia e acentuação gráfica, assinale o enunciado em que tais normas estão inteiramente cumpridas.
Alternativas
Q1328789 Português
QUANDO O TRABALHO FAZ ADOECER

O estresse pode causar desequilíbrio do sistema imunológico e distúrbios psicológicos

(1) Dados da International Stress Management Association – Isma-Brasil revelam que mais de metade dos brasileiros economicamente ativos sofre com a sobrecarga profissional e com os excessos que a cercam. No dia a dia é necessário cumprir prazos restritos e demandas cada vez mais complexas, acompanhar mudanças tecnológicas, enfrentar avaliações de rendimento e ainda manter um relacionamento razoável com clientes, chefes e colegas. Isso sem falar da preocupação em se manter empregado. Adoecemos porque o estresse constante é interpretado pelo organismo como uma situação de perigo que pode desencadear desequilíbrios do sistema imunológico e distúrbios psicológicos.
(2) Essa reação orgânica é compreensível se pensarmos que o sistema cerebral de resposta ao estresse é ativado em ocasiões que representem ameaças – e as adversidades muitas vezes são interpretadas como riscos. Se o equilíbrio interno, chamado de homeostase, é ameaçado, várias respostas imunológicas e comportamentais são acionadas para neutralizar forças perturbadoras e restabelecer o bem-estar. As reações adaptativas, porém, podem se transformar em fatores estressantes, causando alterações fisiológicas e psíquicas em situações de ameaça ou que exijam melhor desempenho.
(3) O cérebro e o sistema imunológico enviam sinais um ao outro continuamente, em geral, pelos mesmos “caminhos”, o que pode explicar como o estado mental influencia a saúde. Se, ao longo da evolução humana, o homem primitivo precisava se haver com as feras para sobreviver, hoje grande parte dos embates ocorre mesmo é nos meios profissionais – as “feras” que enfrentamos ou das quais nos escondemos estão em nosso cotidiano. E, nesse sentido, o estresse pode ser benéfico: nos ajuda a ficar em estado de alerta para entrar na “briga”. Ocasionalmente, funciona como energia motivadora, que nos permite lidar com as adversidades. Sem ele, aliás, não haveria possibilidade de reação aos estímulos, ficaríamos apáticos.
(4) Mas se a situação de tensão é constante, o organismo sofre com o excesso – e surgem as doenças. Há casos extremos em que o estresse prolongado é capaz até mesmo de levar à morte. E hoje se sabe que o estresse não influencia apenas os indivíduos – também tem consequências culturais, sociais e econômicas. De forma geral, acredita-se que o prejuízo anual, decorrente de faltas ao trabalho, baixa produtividade, acidentes e doenças causados pelo problema, ultrapasse US$ 300 bilhões nos Estados Unidos e US$ 265 bilhões na Europa. “No Brasil estimamos que poderia haver uma economia de até 34% se fossem diminuídos os índices de estresse ocupacional”, acredita a psicóloga Ana Maria Rossi, especialista no estudo do estresse e presidente da IsmaBrasil. E ela aconselha: “Tirar férias apenas a cada 11 meses, por exemplo, costuma ser prejudicial; nesse intervalo, o nível de estresse acumulado atinge patamares muito altos”. Segundo a especialista, períodos menores de descanso, divididos ao longo do ano, podem ser mais benéficos à saúde. Publicado em março de 2015, por Gláucia Leal.

Disponível em: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/quando_o_trabalho_faz_adoecer.html Acesso em: 25 jun. 2017. Adaptado.
Acerca do emprego dos sinais de pontuação no Texto 1, analise as afirmativas a seguir.

I. No trecho: „No dia a dia é necessário cumprir prazos restritos e demandas cada vez mais complexas, acompanhar mudanças tecnológicas, enfrentar avaliações de rendimento e ainda manter um relacionamento razoável com clientes‟ (1º parágrafo), as vírgulas são empregadas para destacar segmentos intercalados. II. No trecho: „Essa reação orgânica é compreensível se pensarmos que o sistema cerebral de resposta ao estresse é ativado em ocasiões que representem ameaças – e as adversidades muitas vezes são interpretadas como riscos.‟ (2º parágrafo), o segmento introduzido por um travessão poderia ser colocado entre parênteses e seria obtido o mesmo efeito de sentido pretendido pela autora. III. Em: „Se, ao longo da evolução humana, o homem primitivo precisava se haver com as feras para sobreviver, hoje grande parte dos embates ocorre mesmo é nos meios profissionais – as “feras” que enfrentamos ou das quais nos escondemos estão em nosso cotidiano.‟ (3º parágrafo), as aspas (duplas) colocadas na palavra feras pretendem destacar que essa palavra está empregada em sentido figurado. IV. No trecho: E ela aconselha: “Tirar férias apenas a cada 11 meses, por exemplo, costuma ser prejudicial; nesse intervalo o nível de estresse acumulado atinge patamares muito altos.” (4º parágrafo), as aspas duplas têm a função de separar o texto da autora da fala da pessoa entrevistada, auxiliando, dessa forma, o leitor na compreensão do texto.

Estão CORRETAS:
Alternativas
Q1328788 Português
QUANDO O TRABALHO FAZ ADOECER

O estresse pode causar desequilíbrio do sistema imunológico e distúrbios psicológicos

(1) Dados da International Stress Management Association – Isma-Brasil revelam que mais de metade dos brasileiros economicamente ativos sofre com a sobrecarga profissional e com os excessos que a cercam. No dia a dia é necessário cumprir prazos restritos e demandas cada vez mais complexas, acompanhar mudanças tecnológicas, enfrentar avaliações de rendimento e ainda manter um relacionamento razoável com clientes, chefes e colegas. Isso sem falar da preocupação em se manter empregado. Adoecemos porque o estresse constante é interpretado pelo organismo como uma situação de perigo que pode desencadear desequilíbrios do sistema imunológico e distúrbios psicológicos.
(2) Essa reação orgânica é compreensível se pensarmos que o sistema cerebral de resposta ao estresse é ativado em ocasiões que representem ameaças – e as adversidades muitas vezes são interpretadas como riscos. Se o equilíbrio interno, chamado de homeostase, é ameaçado, várias respostas imunológicas e comportamentais são acionadas para neutralizar forças perturbadoras e restabelecer o bem-estar. As reações adaptativas, porém, podem se transformar em fatores estressantes, causando alterações fisiológicas e psíquicas em situações de ameaça ou que exijam melhor desempenho.
(3) O cérebro e o sistema imunológico enviam sinais um ao outro continuamente, em geral, pelos mesmos “caminhos”, o que pode explicar como o estado mental influencia a saúde. Se, ao longo da evolução humana, o homem primitivo precisava se haver com as feras para sobreviver, hoje grande parte dos embates ocorre mesmo é nos meios profissionais – as “feras” que enfrentamos ou das quais nos escondemos estão em nosso cotidiano. E, nesse sentido, o estresse pode ser benéfico: nos ajuda a ficar em estado de alerta para entrar na “briga”. Ocasionalmente, funciona como energia motivadora, que nos permite lidar com as adversidades. Sem ele, aliás, não haveria possibilidade de reação aos estímulos, ficaríamos apáticos.
(4) Mas se a situação de tensão é constante, o organismo sofre com o excesso – e surgem as doenças. Há casos extremos em que o estresse prolongado é capaz até mesmo de levar à morte. E hoje se sabe que o estresse não influencia apenas os indivíduos – também tem consequências culturais, sociais e econômicas. De forma geral, acredita-se que o prejuízo anual, decorrente de faltas ao trabalho, baixa produtividade, acidentes e doenças causados pelo problema, ultrapasse US$ 300 bilhões nos Estados Unidos e US$ 265 bilhões na Europa. “No Brasil estimamos que poderia haver uma economia de até 34% se fossem diminuídos os índices de estresse ocupacional”, acredita a psicóloga Ana Maria Rossi, especialista no estudo do estresse e presidente da IsmaBrasil. E ela aconselha: “Tirar férias apenas a cada 11 meses, por exemplo, costuma ser prejudicial; nesse intervalo, o nível de estresse acumulado atinge patamares muito altos”. Segundo a especialista, períodos menores de descanso, divididos ao longo do ano, podem ser mais benéficos à saúde. Publicado em março de 2015, por Gláucia Leal.

Disponível em: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/quando_o_trabalho_faz_adoecer.html Acesso em: 25 jun. 2017. Adaptado.
Quanto aos processos sintáticos de concordância e regência, assinale o enunciado em que esses princípios estão empregados em conformidade com a norma em vigor.
Alternativas
Q1328787 Português
QUANDO O TRABALHO FAZ ADOECER

O estresse pode causar desequilíbrio do sistema imunológico e distúrbios psicológicos

(1) Dados da International Stress Management Association – Isma-Brasil revelam que mais de metade dos brasileiros economicamente ativos sofre com a sobrecarga profissional e com os excessos que a cercam. No dia a dia é necessário cumprir prazos restritos e demandas cada vez mais complexas, acompanhar mudanças tecnológicas, enfrentar avaliações de rendimento e ainda manter um relacionamento razoável com clientes, chefes e colegas. Isso sem falar da preocupação em se manter empregado. Adoecemos porque o estresse constante é interpretado pelo organismo como uma situação de perigo que pode desencadear desequilíbrios do sistema imunológico e distúrbios psicológicos.
(2) Essa reação orgânica é compreensível se pensarmos que o sistema cerebral de resposta ao estresse é ativado em ocasiões que representem ameaças – e as adversidades muitas vezes são interpretadas como riscos. Se o equilíbrio interno, chamado de homeostase, é ameaçado, várias respostas imunológicas e comportamentais são acionadas para neutralizar forças perturbadoras e restabelecer o bem-estar. As reações adaptativas, porém, podem se transformar em fatores estressantes, causando alterações fisiológicas e psíquicas em situações de ameaça ou que exijam melhor desempenho.
(3) O cérebro e o sistema imunológico enviam sinais um ao outro continuamente, em geral, pelos mesmos “caminhos”, o que pode explicar como o estado mental influencia a saúde. Se, ao longo da evolução humana, o homem primitivo precisava se haver com as feras para sobreviver, hoje grande parte dos embates ocorre mesmo é nos meios profissionais – as “feras” que enfrentamos ou das quais nos escondemos estão em nosso cotidiano. E, nesse sentido, o estresse pode ser benéfico: nos ajuda a ficar em estado de alerta para entrar na “briga”. Ocasionalmente, funciona como energia motivadora, que nos permite lidar com as adversidades. Sem ele, aliás, não haveria possibilidade de reação aos estímulos, ficaríamos apáticos.
(4) Mas se a situação de tensão é constante, o organismo sofre com o excesso – e surgem as doenças. Há casos extremos em que o estresse prolongado é capaz até mesmo de levar à morte. E hoje se sabe que o estresse não influencia apenas os indivíduos – também tem consequências culturais, sociais e econômicas. De forma geral, acredita-se que o prejuízo anual, decorrente de faltas ao trabalho, baixa produtividade, acidentes e doenças causados pelo problema, ultrapasse US$ 300 bilhões nos Estados Unidos e US$ 265 bilhões na Europa. “No Brasil estimamos que poderia haver uma economia de até 34% se fossem diminuídos os índices de estresse ocupacional”, acredita a psicóloga Ana Maria Rossi, especialista no estudo do estresse e presidente da IsmaBrasil. E ela aconselha: “Tirar férias apenas a cada 11 meses, por exemplo, costuma ser prejudicial; nesse intervalo, o nível de estresse acumulado atinge patamares muito altos”. Segundo a especialista, períodos menores de descanso, divididos ao longo do ano, podem ser mais benéficos à saúde. Publicado em março de 2015, por Gláucia Leal.

Disponível em: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/quando_o_trabalho_faz_adoecer.html Acesso em: 25 jun. 2017. Adaptado.
Considere as relações sintático-semânticas em: “(...) se a situação de tensão é constante, o organismo sofre com o excesso e surgem as doenças.” (4º parágrafo). Assinale, entre as alternativas abaixo, aquela em que tais relações estão mantidas.
Alternativas
Respostas
7801: A
7802: D
7803: E
7804: E
7805: B
7806: D
7807: C
7808: E
7809: B
7810: A
7811: B
7812: E
7813: A
7814: C
7815: C
7816: E
7817: C
7818: C
7819: A
7820: B