Questões de Concurso
Para acafe
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Quanto à exposição a ruído ocupacional, assinale a alternativa CORRETA em relação ao nível de pressão sonora, associado à respectiva dose e ao tempo máximo permitido, considerando os critérios da NR 15 – ANEXO 1.
Após 30 anos do surgimento da “Pirâmide de Desvios”, agora com o apoio da The Insurance Company of North America (INA) Bird Jr. publicou diversos trabalhos a respeito das questões relacionadas a acidentes do trabalho. No período entre 1950 e 1968, trabalhando na Siderúrgica Luckens Steel Company, com mais de 5.000 empregados, publicou o livro “Damage Control”, onde concluía que a prevenção contra acidentes estava limitada somente à prevenção contra lesões incapacitantes. Ele julgava que não se poderia esperar a morte do trabalhador para se reconhecer o acidente. Naquela época, a “Pirâmide de Heinrich” era aceita no meio industrial como uma das formas de prevenção dos riscos. Bird estendeu suas análises aos acidentes que provocavam lesões sem perda de tempo e/ou sem lesão. De 1959 a 1966, a Luckens Steel estabeleceu programa de análise de 75.000 acidentes ou eventos envolvendo danos patrimoniais, e 15.000 acidentes pessoais com lesões. Após essas investigações, Bird propôs a adoção do Programa de Controle de Perdas e Danos, sem se descuidar dos acidentes com danos pessoais. A “Pirâmide de Bird Jr.” foi divulgada em 1966 e as relações a que chegou foram: para cada 1 acidente com lesão incapacitante haveria 100 acidentes com lesões não incapacitantes e 500 acidentes com danos à propriedade. Bird Jr. estabeleceu a proporção entre os custos indiretos (não segurados) e os custos diretos (segurados). Em 1969, analisando 1.753.498 acidentes, informados por 297 empresas, introduziu o conceito de “quase acidente”. Em 2003, a ConocoPhillips Marine Co. realizou um estudo similar, entretanto, demonstrando uma ligação diferente das relações anteriores. O estudo mostrou questões envolvendo o comportamento e, considerando a pesquisa citada.
Assinale a alternativa CORRETA que aponta a relação, partindo da base para o topo da pirâmide pelo estudo ConocoPhillips Marine Co (2003).
Segundo a NR 10, um Prontuário de Instalações Elétricas (PIE) se define como um sistema organizado, de forma a conter uma memória dinâmica de informações pertinentes às instalações e aos trabalhadores. Portanto, assinale a alternativa CORRETA em relação ao PIE.
De acordo com Duarte, o ANZI Z10 descreve as diretrizes do Sistema de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional, que foca na avaliação, análise e na aplicação de uma hierarquia de medidas de controle de risco, fornecendo uma sistemática capaz de analisar os riscos e definir ações para eliminar ou mitigar os perigos e seus riscos associados. Assinale a alternativa CORRETA que prioriza a hierarquia dos controles, segundo Duarte (2019).
O paradigma cultural predominante no Brasil em relação à SST (Segurança e Saúde no Trabalho) baseia-se na visão de que o sistema técnico é confiável e o ser humano constitui o elo frágil da corrente. As falhas humanas são consideradas decorrentes de fatores individuais e do desrespeito às normas prescritas, fruto de decisões “conscientes” dos trabalhadores. Nesse contexto, as medidas adotadas quase sempre se resumem a punições e a treinamentos. A realidade brasileira, em termos de segurança e saúde no trabalho, é extremamente heterogênea, gera desde eventos adversos de diagnóstico evidente até situações complexas que demandam estudos aprofundados. Em situações de incidência elevada de acidentes do trabalho, geralmente, os problemas são identificados com relativa facilidade. Nesses casos, o desrespeito à legislação é flagrante e as ações de prevenção são óbvias.
Com relação ao texto acima, considerando os conceitos de acidente de trabalho e quase acidente, avalie os eventos adversos a seguir:
I. Um andaime fixado inadequadamente foi atingido durante a manobra de marcha à ré de um caminhão que descarregava areia. Nas proximidades estava um trabalhador que não conseguiu sair a tempo, consequentemente, o andaime veio a cair sobre a sua perna, causando-lhe uma fratura.
II. Uma escada que estava fixada e sinalizada corretamente foi atingida por uma empilhadeira que manobrava para descarregar uma carga. Consequentemente, a escada veio a cair próximo a um trabalhador que conseguiu sair a tempo e não sofreu lesão.
III. Um guindaste estava sendo utilizado para o posicionamento de uma armação de uma viga entre os pilares de um edifício quando, em dado momento, um trabalhador que estava utilizando um capacete sem jugular, foi atingido pela peça, quando perdeu o equilíbrio, sofrendo uma queda de mesmo nível. Neste momento o seu capacete foi projetado para frente, vindo o trabalhador a bater sua cabeça em um dos pilares de concreto, ocasionando um pequeno ferimento no couro cabeludo.
IV. Um grupo de três trabalhadores estava para iniciar o deslocamento de um andaime fixado inadequadamente (instável). Quando empurravam o andaime, objetivando o seu deslocamento, o andaime veio a tombar, atingindo um veículo que passava pelo local. Este fato também ocasionou ferimento a um dos trabalhadores que passava pelo lugar.
V. Um operador de ponte guindaste movimentava uma placa de outdoor do solo em direção à 2ª laje do prédio em que seria instalada, sendo que devido ao fato da estropagem (amarração da peça) não ter sido realizada corretamente pelo responsável de solo, a mesma veio a se projetar em queda livre ao solo. Com a queda, a peça atingiu um veículo que estava estacionado na rua.
Sobre os eventos adversos apresentados, é CORRETO apenas o que se afirma, considerando o conceito de quase acidente, em:
Em relação à imagem abaixo, assinale a alternativa CORRETA que indica o fator imediato.
Hudson (2003) propôs um modelo de maturidade de cultura de segurança baseado nos três estágios de cultura criados por Westrum (1993), assim sendo, assinale a alternativa CORRETA que retrata os cinco estágios de maturidade criados por Hudson, iniciando do menor para o maior nível de maturidade.
Bessant, Caffyn e Gallagher (2001) argumentam que as rotinas de construção e incorporação de qualquer cultura são um processo de aprendizado ampliado, e envolvem a acumulação gradual de conhecimento. Eles sugerem que o progresso seja realizado por meio de comportamentos individuais para rotinas que constituem habilidades específicas dentro da organização. Um mecanismo importante pelo qual esses comportamentos se tornam automáticos é o da prática, ensaiando todos os dias até que se consolidem como cultura vigente na organização. Os autores utilizam um modelo multiestágio para mensurar a curva de maturidade, classificando as habilidades e permitindo às organizações identificarem sua posição em relação as demais, planejarem e desenvolverem planos para ampliar suas habilidades através de melhoria contínua. Neste sentido, podemos considerar que a afirmativa que nomeia CORRETAMENTE e classifica o estágio de Nível 3 é:
Texto 1
Preconceito linguístico nos meio digital: ele existe?
Por acaso, ao ler o título, o que lhe saltou aos olhos foi o “erro” de concordância em “nos meio digital”? E, a partir dessa constatação, você concluiu que esta reportagem não tem credibilidade e cogitou a possibilidade de não fazer a leitura? Desculpe-nos ser insistentes, car@ leitor@, mas se você se identificou, aí é que precisa lê-la.
Não é novidade que a internet e, consequentemente, as redes sociais, estão presentes e influenciam nosso cotidiano. Embora, por um lado, elas tenham ressignificado as formas de nos relacionarmos, por outro, ainda reproduzem algumas condutas comuns nos meios não digitais.
Você já deve ter presenciado alguém ser constrangido pela forma que fala, certo? Da mesma maneira, já deve ter visto algum comentário em postagem de rede social desqualificando a opinião/posição de uma pessoa simplesmente pelo jeito que ela escreve, por não seguir estritamente o que se concebe como “língua padrão”. Em outras palavras, por apresentar variação em relação a ela.
Sejam vídeos que circulam no YouTube sejam as famosas pérolas divulgadas nas redes em época de vestibular, o preconceito linguístico ocorre em diversas situações.
Respondendo à pergunta-título: sim, existe preconceito linguístico nos meios digitais. Muitas pessoas podem “torcer o nariz” para essa questão ou achar que é mais uma invenção de uma geração problematizadora, que não vê humor em situações aparentemente inocentes. Ou, ainda, entender que é uma liberação para todo mundo falar “errado”.
O que essas pessoas não entendem é que o direito linguístico é (ou deveria ser) um direito humano fundamental. Todos deveriam poder se expressar, demonstrar suas emoções, compartilhar suas visões de mundo e transmitir seus conhecimentos sem coerção, da forma que se sentem fluentes e capazes. As pessoas devem se sentir livres para poder falar a sua língua – ou variante dela.
Adaptado de: RODRIGUES, Oscar; ALVES; Rafael. Preconceito linguístico nos meio digital: ele existe? O Consoante. 22 julho 2017. Disponível em: http://oconsoante.com.br/2017/07/22/preconceito-linguistico-nos-meio-digital-ele-existe/. Acesso em: 03 jun. 2024.
Em relação ao Texto 1, analise as afirmativas que seguem.
1. Os autores empregam o solecismo como estratégia discursiva para chamar a atenção dos leitores para o tema do texto.
2. O discurso indireto é adotado no texto para que as ideias fluam de forma mais suave e coesa, em vez de se destacarem como citações diretas.
3. A linguagem coloquial adotada pelos autores é inadequada no contexto de comunicações acadêmico-científicas, ainda que coerente com textos de opinião.
4. A perspectiva dos autores em relação ao papel da linguagem na expressão e perpetuação de preconceitos se revela não apenas pelo conteúdo, mas também na forma.
É CORRETO o que se afirma em:
“[...] unidade de atuação integrante da estrutura da Administração Pública”.
O trecho apresentado corresponde à definição, para os fins desta Lei, de