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I. Uma estratégia de Liderança em Custo envolve a busca por ser a produtora de menor custo no setor, alcançando economias de escala e otimizando processos para oferecer preços mais baixos aos clientes.
II. Uma estratégia de Diferenciação foca na oferta de produtos ou serviços únicos e valiosos, permitindo que a empresa cobre um preço premium em função das características exclusivas e da percepção de valor pelos clientes.
III. Uma estratégia de Enfoque se divide em duas variações: Enfoque em Custo e Enfoque em Diferenciação, onde a empresa concentra seus esforços em um segmento específico do mercado, atendendo melhor a esse segmento do que os concorrentes mais amplos.
IV. A empresa pode adotar, simultaneamente, as três estratégias genéricas de Porter para maximizar suas chances de sucesso no mercado.
Assinale a alternativa CORRETA:
I. A análise SWOT identifica forças e fraquezas dentro da organização.
II. As oportunidades e ameaças são fatores externos que podem impactar a organização.
III. O modelo SWOT é utilizado para definir a missão e a visão da organização.
IV. Forças e oportunidades são elementos internos da análise SWOT.
V. A análise SWOT é uma ferramenta essencial para o planejamento estratégico.
Quais afirmações são VERDADEIRAS?
I. A Escola do Design enfatiza a formulação de estratégia como um processo de concepção.
II. A Escola do Posicionamento enfatiza a formulação de estratégias como um processo analítico.
III. A Escola do Aprendizado enfatiza a formulação de estratégia como processo mental.
IV. A Escola do Empreendedorismo enfatiza a formulação de estratégia como um processo visionário.
V. A Escola Cognitiva enfatiza a formulação de estratégia como um processo de transformação.
Quais afirmações são VERDADEIRAS?
FONTE: SANTOS, W. A. C.; MERCADO, L. P. L.; OLIVEIRA, C. A. de. Ecossistema de aprendizagem on-line: Construções teóricometodológicas. Cadernos de Pesquisa, v. 53, p. e10172, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1980531410172. Acesso em: 03 jun. 2024.
FONTE: SANTOS, W. A. C.; MERCADO, L. P. L.; OLIVEIRA, C. A. de. Ecossistema de aprendizagem on-line: Construções teóricometodológicas. Cadernos de Pesquisa, v. 53, p. e10172, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1980531410172. Acesso em: 03 jun. 2024.
1. Pertence à classe dos substantivos, pois funciona como núcleo do sintagma nominal.
2. Pode ser analisada em: SE- (prefixo que significa “à parte”) + GREG- (radical que significa “pertencente a um grupo”) + -ÁRIO (sufixo que expressa noção de função).
3. Consiste em um neologismo, construído por analogia à palavra “gregário” e com sentido oposto ao desta.
É CORRETO apenas o que se afirma em:
FONTE: SANTOS, W. A. C.; MERCADO, L. P. L.; OLIVEIRA, C. A. de. Ecossistema de aprendizagem on-line: Construções teóricometodológicas. Cadernos de Pesquisa, v. 53, p. e10172, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1980531410172. Acesso em: 03 jun. 2024.
FONTE: SANTOS, W. A. C.; MERCADO, L. P. L.; OLIVEIRA, C. A. de. Ecossistema de aprendizagem on-line: Construções teóricometodológicas. Cadernos de Pesquisa, v. 53, p. e10172, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1980531410172. Acesso em: 03 jun. 2024.
Não é novidade que a internet e, consequentemente, as redes sociais, estão presentes e influenciam nosso cotidiano.
Embora, por um lado, elas tenham ressignificado as formas de nos relacionarmos, por outro, ainda reproduzem algumas condutas comuns nos meios não digitais.
Você já deve ter presenciado alguém ser constrangido pela forma que fala, certo? Da mesma maneira, já deve ter visto algum comentário em postagem de rede social desqualificando a opinião/posição de uma pessoa simplesmente pelo jeito que ela escreve, por não seguir estritamente o que se concebe como “língua padrão”. Em outras palavras, por apresentar variação em relação a ela.
Sejam vídeos que circulam no YouTube sejam as famosas pérolas divulgadas nas redes em época de vestibular, o preconceito linguístico ocorre em diversas situações.
Respondendo à pergunta-título: sim, existe preconceito linguístico nos meios digitais. Muitas pessoas podem “torcer o nariz” para essa questão ou achar que é mais uma invenção de uma geração problematizadora, que não vê humor em situações aparentemente inocentes. Ou, ainda, entender que é uma liberação para todo mundo falar “errado”.
O que essas pessoas não entendem é que o direito linguístico é (ou deveria ser) um direito humano fundamental. Todos deveriam poder se expressar, demonstrar suas emoções, compartilhar suas visões de mundo e transmitir seus conhecimentos sem coerção, da forma que se sentem fluentes e capazes. As pessoas devem se sentir livres para poder falar a sua língua – ou variante dela.
Adaptado de: RODRIGUES, Oscar; ALVES; Rafael. Preconceito linguístico nos meio digital: ele existe? O Consoante. 22 julho 2017. Disponível em: http://oconsoante.com.br/2017/07/22/preconceito-linguistico-nos-meio-digital-ele-existe/. Acesso em: 03 jun. 2024.