Questões de Concurso
Para faculdade alfa umuarama - pr
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O Complexo Urubupungá surgiu graças ao Salto de Urubupungá, que marca um desnível de 60 metros entre a cabeceira do e onde hoje está localizada a Usina de , pois com este desnível o grande volume de água gerado e com o fundo rochoso do leito foram determinantes para a escolha desse local.
I- As cápsulas têm forma cilíndrica ou ovoide e são formadas por duas partes que se encaixam, que devem ser soldadas e se destinam a conter substancias medicinais s6lidas, pastosas ou liquidas.
II- Geralmente o invólucro é feito de gelatina (cápsula dura) ou de gelatina adicionada de emolientes como glicerina e sorbitol (cápsula mole ou elástica) e pode ainda ser opaco ou transparente e corado ou incolor.
III- Capsulas gelatinosas podem ser administradas por vias diferentes da bucal, preparando-se cápsulas para aplicação retal, nasal e vaginal.
I- - Exponha suas opiniões, desde que estejam dentro do contexto, e mostre suas ideias e sua preocupação com o outro, procurando estreitar os laços com os colegas.
II- Personalidades diferentes podem contribuir de maneira diferente no ambiente de trabalho. Deve-se respeitar o que cada um tem de melhor. Mesmo quando se lida com alguém que não nos agrada, devemos nos esforçar para manter a tolerância.
III- Deve-se adaptar o discurso ao público a que ele se dirige. Assim, consegue-se ser claro e pode-se cobrar exatamente o que se precisa de cada colega. Indica-se usar linguagens não verbais, como olhar nos olhos e concordar com a cabeça, para criar confiança e mostrar interesse pelo que o outro expõe.
“Li o livro de que você me falou”.
Assinale a alternativa em que os três períodos a seguir estão adequadamente reunidos por meio de pronomes relativos, obedecendo às normas da regência verbal.
- As ideias foram expostas na reunião.
- Simpatizamos com essas ideias.
- Participamos da reunião.
Um casal decidiu passar férias numa praia do Caribe, no mesmo hotel onde passaram a lua de mel _______ 20 anos. Por problemas de trabalho, a mulher não ______ viajar com seu marido, mas iria na semana seguinte.
Quando o marido chegou, foi para seu quarto do hotel e viu que havia um computador com _______ internet. Imediatamente, decidiu enviar um e-mail _______, esposa, mas errou uma letra no endereço e não percebeu que a mensagem foi enviada ______ outra pessoa.
O e-mail foi recebido por uma viúva que acabara de chegar do enterro do seu marido. Ao entrar na casa, o filho da pobre viúva _______ desmaiada perto do computador, em cuja na tela se podia ler:
"Querida esposa, cheguei bem. Imagino que você esteja surpresa ao receber noticias minhas por e-mail, mas agora aqui tem computador e eu posso usar o quanto quiser. Acabei de chegar e vi que está tudo preparado para sua chegada na semana que vem. Um beijo do seu marido”.
Leia o texto e responda à questão.
As vítimas
Viralizou nas redes sociais o vídeo que mostra uma motorista em Brasília, abordada pela fiscalização de trânsito da PM, jogando a bolsa no chão e dirigindo-se a uma árvore, na qual, por várias vezes, arremessa o rosto contra o tronco, de casca grossa. Depois, ela se volta pedindo para os acompanhantes gravarem: “Olha aqui, ele me agrediu, filme aqui”. Insistia em que fora agredida pelo PM, sem saber que havia sido filmada batendo o rosto na árvore. A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei. Isso é mais comum do que se imagina. Contou-me um delegado da Polícia Federal que um detido, no compartimento de trás da viatura, havia sucessivamente golpeado o nariz com o joelho para se mostrar como vítima ao juiz da audiência de custódia. Em outra ocasião, já dentro do fórum, um detido se feriu jogando-se na quina da porta por onde passariam. A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.
Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas — em geral, vítimas da sociedade opressora, burguesa e fascista; vítimas do preconceito e das desigualdades sociais. Por isso, a idosa de Caxias do Sul, que atirou e matou um ladrão que invadira sua casa, acabou indiciada por usar um velho revólver com munição ultravencida. Defensores de bandidos aplaudiram: afinal, ele só queria roubar. Logo vão defender o livre exercício da profissão de assaltante ou de vendedor de cocaína. Vão justificar que o latrocida apenas atirou e matou porque o assaltado não seguiu a recomendação da polícia para não resistir. A velhinha de Caxias não cumpriu a Lei do Desarmamento, pois tinha revólver em casa. Ora, já se viu ter o direito de se preparar para defender seu refúgio, seu abrigo, sua caverna, sua cidadela, que é o seu lar? Ou reagir ante o ladrão que quer apenas equilibrar uma injustiça social, tirando de quem tem?
No Rio, essa cultura é soberana. Com isso, as vítimas reais dessa criminosa ideologia estão enjauladas em casa, onde, mesmo assim, são vítimas de balas perdidas. Todos foram desarmados, menos os bandidos, que usam ostensivamente fuzis, metralhadoras e granadas. Tudo gente boa, que sofre da síndrome de não dar valor à vida dos outros. Nem se importam de vender drogas em torno de escolas. Assim como os que sustentam os bandos de criminosos não se sentem constrangidos em fazer passeatas pedindo paz. A cocaína não os deixa pensar que são eles que sustentam a guerra.
Defensores de bandidos, felizmente, são minoria. Fico observando a reação das pessoas quando a Polícia Civil de São Paulo elimina um bando de assaltantes de residência, todos bem armados; ou, como aconteceu esta semana em Brasília, quando um cabo da PM, à paisana, reagiu a um assalto em ônibus e matou dois assaltantes armados. A maioria aplaude, mas, nos meios de informação, teme-se encorajar a morte de nossos queridos bandidos de estimação. No Congresso, os que querem representar a maioria estão reagindo. Embora o jornalista os chame pejorativamente de “bancada da bala”, a maioria torce por mudanças no Estatuto do Desarmamento e nos direitos dos que nos aprisionam pelo medo ou nos fazem chorar a perda de bens e, principalmente, de amigos e parentes.
Usa-se a palavra embora para introduzir uma oração subordinada e indica oposição a uma outra ideia, e pode ser substituída, sem alterar o sentido, por todas as citadas a seguir, EXCETO:
Sendo:

determine A : B (A dividido por B).