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Q2434566 Português

Leia o texto a seguir:


Cafezinho


Rubem Braga


Leio a reclamação de um repórter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente, e chegou à conclusão de que o funcionário passou o dia inteiro tomando café.

Tinha razão o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginação e bom humor podemos pensar que uma das delícias do gênio carioca é exatamente esta frase:

– Ele foi tomar café.

A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. O remédio é ir tomar um “cafezinho”. Para quem espera nervosamente, esse “cafezinho” é qualquer coisa infinita e torturante.

Depois de esperar duas ou três horas, dá vontade de dizer:

– Bem, cavalheiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifácio morreu afogado no cafezinho.

Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago:

– Ele saiu para tomar um café e disse que volta já.

Quando a bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar:

– Ele está?

– Alguém dará o nosso recado sem endereço.

Quando vier o amigo e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado será o mesmo:

– Ele disse que ia tomar um cafezinho…

Podemos, ainda, deixar o chapéu. Devemos até comprar um chapéu especialmente para deixá-lo. Assim dirão:

– Ele foi tomar um café. Com certeza volta logo. O chapéu dele está aí…

Ah! fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida é complicada demais. Gastamos muito pensamento, muito sentimento, muita palavra. O melhor é não estar.

Quando vier a grande hora de nosso destino, nós teremos saído há uns cinco minutos para tomar um café. Vamos, vamos tomar um cafezinho.


Fonte: BRAGA, Rubem. O Conde e o passarinho & Morro de isolamento. Rio de Janeiro: Record, 2022, p. 156-157

No trecho “Ah! fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim”, há predomínio da sequência textual:

Alternativas
Q2434565 Português

Leia o texto a seguir:


Cafezinho


Rubem Braga


Leio a reclamação de um repórter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente, e chegou à conclusão de que o funcionário passou o dia inteiro tomando café.

Tinha razão o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginação e bom humor podemos pensar que uma das delícias do gênio carioca é exatamente esta frase:

– Ele foi tomar café.

A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. O remédio é ir tomar um “cafezinho”. Para quem espera nervosamente, esse “cafezinho” é qualquer coisa infinita e torturante.

Depois de esperar duas ou três horas, dá vontade de dizer:

– Bem, cavalheiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifácio morreu afogado no cafezinho.

Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago:

– Ele saiu para tomar um café e disse que volta já.

Quando a bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar:

– Ele está?

– Alguém dará o nosso recado sem endereço.

Quando vier o amigo e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado será o mesmo:

– Ele disse que ia tomar um cafezinho…

Podemos, ainda, deixar o chapéu. Devemos até comprar um chapéu especialmente para deixá-lo. Assim dirão:

– Ele foi tomar um café. Com certeza volta logo. O chapéu dele está aí…

Ah! fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida é complicada demais. Gastamos muito pensamento, muito sentimento, muita palavra. O melhor é não estar.

Quando vier a grande hora de nosso destino, nós teremos saído há uns cinco minutos para tomar um café. Vamos, vamos tomar um cafezinho.


Fonte: BRAGA, Rubem. O Conde e o passarinho & Morro de isolamento. Rio de Janeiro: Record, 2022, p. 156-157

De uma forma geral, o texto adota uma linguagem predominantemente:

Alternativas
Q2434564 Português

Leia o texto a seguir:


Cafezinho


Rubem Braga


Leio a reclamação de um repórter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente, e chegou à conclusão de que o funcionário passou o dia inteiro tomando café.

Tinha razão o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginação e bom humor podemos pensar que uma das delícias do gênio carioca é exatamente esta frase:

– Ele foi tomar café.

A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. O remédio é ir tomar um “cafezinho”. Para quem espera nervosamente, esse “cafezinho” é qualquer coisa infinita e torturante.

Depois de esperar duas ou três horas, dá vontade de dizer:

– Bem, cavalheiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifácio morreu afogado no cafezinho.

Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago:

– Ele saiu para tomar um café e disse que volta já.

Quando a bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar:

– Ele está?

– Alguém dará o nosso recado sem endereço.

Quando vier o amigo e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado será o mesmo:

– Ele disse que ia tomar um cafezinho…

Podemos, ainda, deixar o chapéu. Devemos até comprar um chapéu especialmente para deixá-lo. Assim dirão:

– Ele foi tomar um café. Com certeza volta logo. O chapéu dele está aí…

Ah! fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida é complicada demais. Gastamos muito pensamento, muito sentimento, muita palavra. O melhor é não estar.

Quando vier a grande hora de nosso destino, nós teremos saído há uns cinco minutos para tomar um café. Vamos, vamos tomar um cafezinho.


Fonte: BRAGA, Rubem. O Conde e o passarinho & Morro de isolamento. Rio de Janeiro: Record, 2022, p. 156-157

O narrador do texto expressa uma avaliação bastante clara quanto ao habitual consumo de café por parte do carioca. Diante disso, o narrador:

Alternativas
Q2434563 Português

Leia o texto a seguir:


Cafezinho


Rubem Braga


Leio a reclamação de um repórter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente, e chegou à conclusão de que o funcionário passou o dia inteiro tomando café.

Tinha razão o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginação e bom humor podemos pensar que uma das delícias do gênio carioca é exatamente esta frase:

– Ele foi tomar café.

A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. O remédio é ir tomar um “cafezinho”. Para quem espera nervosamente, esse “cafezinho” é qualquer coisa infinita e torturante.

Depois de esperar duas ou três horas, dá vontade de dizer:

– Bem, cavalheiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifácio morreu afogado no cafezinho.

Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago:

– Ele saiu para tomar um café e disse que volta já.

Quando a bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar:

– Ele está?

– Alguém dará o nosso recado sem endereço.

Quando vier o amigo e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado será o mesmo:

– Ele disse que ia tomar um cafezinho…

Podemos, ainda, deixar o chapéu. Devemos até comprar um chapéu especialmente para deixá-lo. Assim dirão:

– Ele foi tomar um café. Com certeza volta logo. O chapéu dele está aí…

Ah! fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida é complicada demais. Gastamos muito pensamento, muito sentimento, muita palavra. O melhor é não estar.

Quando vier a grande hora de nosso destino, nós teremos saído há uns cinco minutos para tomar um café. Vamos, vamos tomar um cafezinho.


Fonte: BRAGA, Rubem. O Conde e o passarinho & Morro de isolamento. Rio de Janeiro: Record, 2022, p. 156-157

Segundo o texto, a irritação do repórter pode ser explicada devido ao fato de o delegado:

Alternativas
Q2434562 Português

Leia o texto a seguir:


Cafezinho


Rubem Braga


Leio a reclamação de um repórter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente, e chegou à conclusão de que o funcionário passou o dia inteiro tomando café.

Tinha razão o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginação e bom humor podemos pensar que uma das delícias do gênio carioca é exatamente esta frase:

– Ele foi tomar café.

A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. O remédio é ir tomar um “cafezinho”. Para quem espera nervosamente, esse “cafezinho” é qualquer coisa infinita e torturante.

Depois de esperar duas ou três horas, dá vontade de dizer:

– Bem, cavalheiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifácio morreu afogado no cafezinho.

Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago:

– Ele saiu para tomar um café e disse que volta já.

Quando a bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar:

– Ele está?

– Alguém dará o nosso recado sem endereço.

Quando vier o amigo e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado será o mesmo:

– Ele disse que ia tomar um cafezinho…

Podemos, ainda, deixar o chapéu. Devemos até comprar um chapéu especialmente para deixá-lo. Assim dirão:

– Ele foi tomar um café. Com certeza volta logo. O chapéu dele está aí…

Ah! fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida é complicada demais. Gastamos muito pensamento, muito sentimento, muita palavra. O melhor é não estar.

Quando vier a grande hora de nosso destino, nós teremos saído há uns cinco minutos para tomar um café. Vamos, vamos tomar um cafezinho.


Fonte: BRAGA, Rubem. O Conde e o passarinho & Morro de isolamento. Rio de Janeiro: Record, 2022, p. 156-157

Considerando as marcas composicionais do texto, pode-se afirmar que “Cafezinho”, de Rubem Braga, é um exemplo de:

Alternativas
Q2434561 Engenharia Civil

Com relação aos procedimentos para assentamento dos tijolos em uma parede de alvenaria, saliências maiores que 4,0 cm entre tijolos devem ser cobertas com:

Alternativas
Q2434560 Engenharia Civil

A figura a seguir ilustra um equipamento utilizado para terraplenagem em uma obra.


Imagem associada para resolução da questão


Esse equipamento é denominado:

Alternativas
Q2434559 Engenharia Civil

Os solos podem ser classificados de acordo com o tamanho médio do diâmetro dos seus grãos. Dentre as alternativas abaixo, aquela em que os tipos de solo estão em ordem decrescente de tamanho do diâmetro são:

Alternativas
Q2434558 Engenharia Civil

A figura a seguir mostra como varia a resistência de um concreto, em função do fator água cimento associado a sua resistência máxima.


Imagem associada para resolução da questão


ÁGUA UTILIZADA EM % DA QUANTIDADE CORRESPONDENTE À RESISTÊNCIA MÁXIMA


Considere que a resistência máxima do concreto é 32 MPa, associado a um fator água cimento de 1,40. Desta forma, ao se adotar um fator água cimento de 1,50, a resistência do concreto será de aproximadamente:

Alternativas
Q2434557 Engenharia Civil

Uma atividade importante na instalação do canteiro de obras é a realização de um poço para obtenção de água para a obra. Quando o poço é executado de forma que a água se situe abaixo da camada impermeável, mas necessita de bombeamento para que surja na superfície, é denominado:

Alternativas
Q2434556 Engenharia Civil

Os botões a seguir correspondem a comandos de modificação de objetos no programa AutoCad.


Imagem associada para resolução da questão


(1) (2)


Os botões (1) e (2) correspondem, respectivamente, aos comandos:

Alternativas
Q2434555 Engenharia Civil

A sequência de comandos a seguir foi executada no programa AutoCad.


Command: Line

From point: 0,0

To point: 0,6

To point: @6<30

To point: @6<-30

To point: 0,0

To point: Enter (encerra o comando)


Sabendo que as dimensões informadas estão em metros, o perímetro do polígono gerado vale:

Alternativas
Q2434554 Engenharia Civil

Uma estaca, com 20 m de comprimento e com seção transversal quadrada de lado 20 cm, encontra-se cravada em argila com resistência não drenada constante e igual a 100 kPa ao longo da profundidade. Considerando apenas o atrito lateral nessa estaca e admitindo tensão cisalhante máxima resistida ao longo da estaca igual à resistência não drenada do solo, a máxima carga sustentada por essa estaca vale:

Alternativas
Q2434553 Engenharia Civil

Um engenheiro deseja projetar uma sapata que transferirá ao solo o carregamento imposto por um pilar, cuja seção transversal é retangular, com lados iguais a 20 cm e 30 cm. Admitindo que a carga de cálculo é igual a 150 kN, tensão admissível no solo igual a 100 kN/m2 e que a base da sapata tem dimensões diretamente proporcionais à seção do pilar, as menores dimensões possíveis para a base dessa fundação valem:

Alternativas
Q2434552 Engenharia Civil

A figura a seguir apresenta um tipo de muro de arrimo, constituído por gaiolas metálicas, preenchidas com pedras arrumadas manualmente e construídas com fios de aço galvanizado em malha hexagonal de dupla torção.


Imagem associada para resolução da questão


(Fonte: https://www.escolaengenharia.com.br/)


Esse tipo de muro é denominado:

Alternativas
Q2434551 Engenharia Civil

Em uma amostra de solo, pode-se chamar de Vs, Vag e Var os volumes ocupados pelo solo, água e ar, respectivamente.


Utilizando essa nomenclatura, o índice de vazios do solo é definido pela razão:

Alternativas
Q2434550 Engenharia Civil

Uma determinada mistura de concreto é composta por quatro componentes: cimento, areia, brita e água. Desses componentes, o que se denomina aglomerante é:

Alternativas
Q2434549 Engenharia Civil

O tipo de prospecção geotécnica que pode ser realizado em terrenos rochosos é a sondagem:

Alternativas
Q2434548 Engenharia Civil

Uma argamassa de assentamento composta de cimento, cal e areia possui traço de 1:2:8 em volume. A tabela mostra os pesos específicos de cada um desses materiais utilizados na obra:

Material

Peso específico (g/cm3)

Cimento

3,0

Cal

1,0

Areia

1,5

Com base nessas informações, pode-se dizer que uma mistura de argamassa contendo 1 kg de cal terá:

Alternativas
Q2434547 Engenharia Civil

Uma das propriedades mecânicas de um aço é a sua dureza. Esta é definida como sendo:

Alternativas
Respostas
18681: D
18682: C
18683: B
18684: C
18685: B
18686: A
18687: A
18688: D
18689: D
18690: A
18691: C
18692: C
18693: D
18694: C
18695: B
18696: C
18697: A
18698: B
18699: A
18700: C