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Q3067412 Libras

Os sinais podem ser realizados de forma monomanual (com uma mão), bimanual simétrico (com duas mãos iguais) ou bimanual assimétrico (duas mãos diferentes).


O sinal que corresponde a um sinal bimanual assimétrico é:

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Q3067411 Libras

Em 2010, a profissão do Tradutor intérprete de Libras foi reconhecida nacionalmente por meio da sanção de uma lei assinada pelo Presidente Lula.


A Lei que reconhece o profissional Tradutor intérprete e que define a formação exigida para atuação deste profissional é a:

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Q3067410 Libras

Atualmente no Brasil, vigora a terceira abordagem de educação de surdos, que é orientada também pela Lei Brasileira de Inclusão (LBI) 13.146/2015. Nessa abordagem, o trabalho do Intérprete de Libras é muito importante.


A atual abordagem de educação de surdos é o/a:

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Q3067409 Linguística

Até a década de 1960, as Línguas de sinais não eram chamadas de linguagem de sinais e não possuíam status de língua.


No entanto, a partir dos estudos de um linguista americano, que realizou um extenso estudo com a Língua de Sinais Americana.


O pesquisador americano que é considerado o pai da linguística das Línguas de sinais é o:

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Q3067408 Libras

Segundo Strobel (2008), a cultura surda é composta por 8 artefatos culturais da comunidade surda.


Um dos principais artefatos culturais da cultura surda é o/a:

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Q3067392 Libras
Quando se trata de configurações de mãos, os sinais podem ser realizados de forma monomanual (com uma mão), bimanual simétrico (com duas mãos iguais) ou bimanual assimétrico (com duas mãos diferentes).
Este é um sinal monomanual:
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Q3067391 Libras
O oralismo foi a primeira abordagem de educação de surdos e vigorou por quase 100 anos. Skliar (2016) denomina este período como "holocausto linguístico". Logo após o fracasso do oralismo, outras abordagens foram implementadas.

A segunda abordagem de educação de surdos é :
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Q3067390 Libras
A autora Audrei Gesser (2009), em sua obra ‘Libras? Que língua é essa?” defende que as línguas de sinais não são línguas ágrafas, ou seja, elas possuem escrita.
A proposta de escrita usada no Brasil é o:
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Q3067389 Libras
Nos estudos morfológicos da Libras, são estudados os processos de criação dos sinais. Assim como nas línguas orais, a Libras possui sinais elaborados por composição.

O sinal em Libras criado por composição é: 
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Q3067388 Libras
Um dos principais artefatos da cultura surda é a literatura surda, que é dividida em 3 modos: a interpretação, a adaptação e a criação.
O texto a Cinderela surda, publicado por Silveira, Karnopp e Rosa (2011) é um exemplo do modo de
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Q3067387 Libras
Na fonética e fonologia da Libras, estudamos os pares mínimos, que são sinais que se diferenciam apenas por um parâmetro.

Os sinais que correspondem aos pares mínimos de ponto de articulação são: 
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Q3067386 Libras
Em 2002, a Libras foi reconhecida como meio de expressão e comunicação dos surdos.
A lei de Libras é a:
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Q3067385 Libras
A Língua Brasileira de Sinais foi criada a partir da vinda do surdo Ernest Huet ao Brasil, a convite de Dom Pedro II.
A língua de sinais trazida ao Brasil por Huet e que foi a base para a criação da Libras foi a:
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Q3067380 Raciocínio Lógico
A quantidade total de pessoas em três salas é igual a 140. Nenhuma das salas está vazia e uma das salas possui tantas pessoas quanto as outras duas salas juntas. Se a quantidade de pessoas em uma dessas salas é um número divisível por 8, a diferença entre o número de pessoas presentes nas duas salas mais vazias é, no mínimo, igual a:
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Q3067378 Português
Leia o texto a seguir:



Por que a geração Z e os millennials não atendem mais o telefone




"Olá, esta é a caixa postal de Yasmin Rufo. Por favor, não deixe mensagem, pois não vou ouvir, nem ligar de volta."


Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal. Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995).


Uma pesquisa recente concluiu que 25% das pessoas com 18 a 34 anos de idade nunca atendem o telefone. Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido.


A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas.


Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal. Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas.


Já a minha adolescência foi passada em mensagens de texto. Fiquei obcecada por elas desde o momento em que ganhei meu Nokia cor-de-rosa de presente de aniversário, com 13 anos de idade.


Eu passava todas as noites depois da escola redigindo textos de 160 caracteres para os meus amigos.


Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar. Afinal, eu nunca iria pagar a mais para escrever 161 caracteres.


E, em 2009, as ligações telefônicas do meu celular custavam uma fortuna. "Nós não demos este telefone para você fofocar com suas amigas a noite inteira", relembravam meus pais sempre que recebiam minha conta telefônica, todos os meses.


Foi assim que surgiu uma geração de pessoas que só se comunicam por texto. As ligações por telefone celular eram para emergências e o telefone fixo era usado raramente para falar com os avós.



Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyw96x064eo. Acesso em: 31 ago. 2024.
“A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas” (4º parágrafo). O pronome destacado faz referência ao termo:
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Q3067377 Português
Leia o texto a seguir:



Por que a geração Z e os millennials não atendem mais o telefone




"Olá, esta é a caixa postal de Yasmin Rufo. Por favor, não deixe mensagem, pois não vou ouvir, nem ligar de volta."


Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal. Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995).


Uma pesquisa recente concluiu que 25% das pessoas com 18 a 34 anos de idade nunca atendem o telefone. Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido.


A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas.


Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal. Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas.


Já a minha adolescência foi passada em mensagens de texto. Fiquei obcecada por elas desde o momento em que ganhei meu Nokia cor-de-rosa de presente de aniversário, com 13 anos de idade.


Eu passava todas as noites depois da escola redigindo textos de 160 caracteres para os meus amigos.


Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar. Afinal, eu nunca iria pagar a mais para escrever 161 caracteres.


E, em 2009, as ligações telefônicas do meu celular custavam uma fortuna. "Nós não demos este telefone para você fofocar com suas amigas a noite inteira", relembravam meus pais sempre que recebiam minha conta telefônica, todos os meses.


Foi assim que surgiu uma geração de pessoas que só se comunicam por texto. As ligações por telefone celular eram para emergências e o telefone fixo era usado raramente para falar com os avós.



Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyw96x064eo. Acesso em: 31 ago. 2024.
“Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido” (3º parágrafo). A oração destacada é:
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Q3067376 Português
Leia o texto a seguir:



Por que a geração Z e os millennials não atendem mais o telefone




"Olá, esta é a caixa postal de Yasmin Rufo. Por favor, não deixe mensagem, pois não vou ouvir, nem ligar de volta."


Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal. Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995).


Uma pesquisa recente concluiu que 25% das pessoas com 18 a 34 anos de idade nunca atendem o telefone. Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido.


A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas.


Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal. Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas.


Já a minha adolescência foi passada em mensagens de texto. Fiquei obcecada por elas desde o momento em que ganhei meu Nokia cor-de-rosa de presente de aniversário, com 13 anos de idade.


Eu passava todas as noites depois da escola redigindo textos de 160 caracteres para os meus amigos.


Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar. Afinal, eu nunca iria pagar a mais para escrever 161 caracteres.


E, em 2009, as ligações telefônicas do meu celular custavam uma fortuna. "Nós não demos este telefone para você fofocar com suas amigas a noite inteira", relembravam meus pais sempre que recebiam minha conta telefônica, todos os meses.


Foi assim que surgiu uma geração de pessoas que só se comunicam por texto. As ligações por telefone celular eram para emergências e o telefone fixo era usado raramente para falar com os avós.



Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyw96x064eo. Acesso em: 31 ago. 2024.
“Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995)” (2º parágrafo). No contexto de uso, o conector destacado veicula sentido:
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Q3067374 Português
Leia o texto a seguir:



Por que a geração Z e os millennials não atendem mais o telefone




"Olá, esta é a caixa postal de Yasmin Rufo. Por favor, não deixe mensagem, pois não vou ouvir, nem ligar de volta."


Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal. Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995).


Uma pesquisa recente concluiu que 25% das pessoas com 18 a 34 anos de idade nunca atendem o telefone. Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido.


A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas.


Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal. Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas.


Já a minha adolescência foi passada em mensagens de texto. Fiquei obcecada por elas desde o momento em que ganhei meu Nokia cor-de-rosa de presente de aniversário, com 13 anos de idade.


Eu passava todas as noites depois da escola redigindo textos de 160 caracteres para os meus amigos.


Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar. Afinal, eu nunca iria pagar a mais para escrever 161 caracteres.


E, em 2009, as ligações telefônicas do meu celular custavam uma fortuna. "Nós não demos este telefone para você fofocar com suas amigas a noite inteira", relembravam meus pais sempre que recebiam minha conta telefônica, todos os meses.


Foi assim que surgiu uma geração de pessoas que só se comunicam por texto. As ligações por telefone celular eram para emergências e o telefone fixo era usado raramente para falar com os avós.



Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyw96x064eo. Acesso em: 31 ago. 2024.
A narradora atribui a preferência dos mais jovens pela comunicação via mensagens de texto, pois em um passado recente:
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Q3067252 Psicologia
De acordo com o § 1º do Art.º 8 do Código de Ética Profissional do Psicólogo, "para realizar atendimento não eventual de criança, adolescente ou interdito", o psicólogo, caso não se apresente um responsável legal, deverá:
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Q3067251 Psicologia
O Vocabulário de Psicanálise (2001) elucida o conceito freudiano de "Lembrança Encobridora" como memórias da infância muito claras, cujo conteúdo parece ser, à primeira vista, irrelevante. A investigação analítica indica vivências infantis significativas e fantasias inconscientes. Aponte o mecanismo de defesa psíquica predominante nessas lembranças:
Alternativas
Respostas
12821: D
12822: C
12823: B
12824: A
12825: A
12826: D
12827: C
12828: C
12829: A
12830: D
12831: B
12832: A
12833: B
12834: B
12835: C
12836: D
12837: A
12838: B
12839: D
12840: B