Questões de Concurso Comentadas para selecon

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Q2484353 Medicina
Uma criança apresenta púrpura palpável em membros inferiores, de início súbito, associada a dor abdominal, artralgia e proteinúria. Foi realizado exame de coagulação, sem alterações.
O diagnóstico mais provável do caso acima é o de:
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Q2484352 Medicina
 Um paciente de 16 anos está com sinusite há duas semanas, apresentando febre, petéquias, vômitos em jato e cefaleia. No exame físico, apresentou flexão espontânea dos quadris durante a tentativa de flexão passiva do pescoço. O nome deste último sinal é:
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Q2484351 Medicina
A redução do colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-C) pode reduzir o risco de doença cardiovascular aterosclerótica em pessoas sem doença cardiovascular estabelecida. O tratamento farmacológico pode ser realizado com estatinas, ezetimiba e resinas.

O mecanismo de ação da ezetimiba é:
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Q2484350 Medicina
 O vírus herpes simples tipo 1 e o vírus herpes simples tipo 2 são infecções comuns em todo o mundo, sendo causadores de herpes genital.
Uma complicação extragenital causada por herpes simples genital é:
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Q2484349 Medicina
No atendimento à puericultura de um bebê nascido a termo, em parto vaginal e sem intercorrências, com idade de 4 meses de idade e assintomático, a dose preconizada de suplementação profilática de vitamina d (colecalciferol), em unidades/dia, seria: 
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Q2484347 Medicina
Em casos envolvendo paciente com asma e doença pulmonar obstrutiva crônica, grupo C, o tratamento medicamentoso deve ser realizado com:
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Q2484346 Direito Administrativo
O ato administrativo que já esgotou todas as fases necessárias à sua produção, tendo seu processo de formação concluído, é classificado como:
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Q2484345 Legislação dos Municípios do Estado do Mato Grosso
Segundo a Lei Complementar n.º 224 de 07 de abril de 2022, o servidor titular de cargo efetivo que for nomeado para um cargo em comissão poderá optar por receber o valor integral correspondente a esse cargo em comissão ou receber o vencimento mensal do atual cargo efetivo acrescido de um valor percentual correspondente ao cargo em comissão. Nesse segundo caso, o valor percentual relativo ao cargo em comissão será de:
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Q2484344 Legislação dos Municípios do Estado do Mato Grosso
Segundo a Lei Complementar n.º 224 de 07 de abril de 2022, o processo que tem por finalidade aferir objetivamente o resultado do trabalho dos servidores, fornecendo subsídios para o planejamento de recursos da administração pública do município, denomina-se:
Alternativas
Q2484343 Legislação dos Municípios do Estado do Mato Grosso
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Lucas do Rio Verde/MT, é de competência privativa do Prefeito de Lucas do Rio Verde/MT:
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Q2484342 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal de 1988, o direito de apresentar elementos de prova obtidos licitamente, para comprovar a verdade a um processo administrativo ou judicial, denomina-se:
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Q2484341 Noções de Informática
Um usuário de uma planilha feita no MS Excel 13 BR inseriu, na célula E7, a fórmula: =(A$1)*(F6)

Ele copiou essa fórmula e a colou na célula H12. A fórmula, nesse caso, assumiu o formato:
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Q2484340 Noções de Informática
Uma empresa de TI pretende montar um ambiente de computação em nuvem baseado em Infraestrutura como Serviço (IaaS). Isso significa que ela pretende:
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Q2484339 Noções de Informática
Um usuário de um computador com Linux precisa executar uma tarefa que exige permissão de root. Para isso, usando a linha de comando, ele deve fazer uso do comando:
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Q2484338 Noções de Informática
Um gerente de segurança de redes vai instalar um protocolo de criptografia que usa um algoritmo matemático. No procedimento, ocorre uma transformação do dado em um conjunto alfanumérico com comprimento fixo de caracteres e que não prescinde do uso de chaves. Um tipo de protocolo que se adequa a essas exigências é o:
Alternativas
Q2484337 Noções de Informática
Caso um usuário do MS Word 2016 BR pretenda fechar um documento sem sair da ferramenta, usando teclas de atalho, as teclas a serem digitadas são:
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Q2484336 Português

Leia o texto a seguir:


Visita médica



Num evento em São Paulo, onde fui fazer uma fala, fiz um novo amigo: o dr. Milton de Arruda Martins, professor da USP. Ele é um desses professores raros, que vive para ensinar aos seus alunos, além da competência técnica, a ética e os sentimentos humanos que devem fazer parte do caráter de um médico. Tem tentado reformular a educação médica, inclusive a visita hospitalar, aquela em que o professor e seus alunos passam pelos doentes para estudar os seus casos. Fizeram uma classificação das visitas em três tipos. No primeiro tipo de visita, o professor e os alunos passam pelo enfermo, observam-no e o apalpam, sem nada dizer. Vão discutir o caso num outro lugar. O paciente fica mergulhado no mistério. No segundo tipo, professor e alunos discutem o caso na presença do doente, como se ele não estivesse presente, usando todas as palavras científicas que só os iniciados entendem. Como o doente não sabe o que elas significam, ele fica pensando que vai morrer. No terceiro tipo, o professor e os alunos conversam com o paciente e o chamam pelo nome. “O que é que o senhor acha que tem?” Todo doente tem ideias sobre a sua doença e formas de explicá-la. “O que é que o senhor espera de nós?” As respostas dos doentes são surpreendentes. Lembro-me de um filme em que a visita do segundo tipo estava acontecendo. Os alunos faziam todo tipo de perguntas ao professor. Mas ninguém se dirigia ao doente. Foi então que um dos estudantes, o Robin Williams, levantou a mão e perguntou: “Qual é o nome do paciente?”. Ninguém sabia.



Fonte: Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008, p. 99.


Em “Os alunos faziam todo tipo de perguntas ao professor, mas ninguém se dirigia ao doente”, a conjunção em destaque é classificada como:
Alternativas
Q2484335 Português

Leia o texto a seguir:


Visita médica



Num evento em São Paulo, onde fui fazer uma fala, fiz um novo amigo: o dr. Milton de Arruda Martins, professor da USP. Ele é um desses professores raros, que vive para ensinar aos seus alunos, além da competência técnica, a ética e os sentimentos humanos que devem fazer parte do caráter de um médico. Tem tentado reformular a educação médica, inclusive a visita hospitalar, aquela em que o professor e seus alunos passam pelos doentes para estudar os seus casos. Fizeram uma classificação das visitas em três tipos. No primeiro tipo de visita, o professor e os alunos passam pelo enfermo, observam-no e o apalpam, sem nada dizer. Vão discutir o caso num outro lugar. O paciente fica mergulhado no mistério. No segundo tipo, professor e alunos discutem o caso na presença do doente, como se ele não estivesse presente, usando todas as palavras científicas que só os iniciados entendem. Como o doente não sabe o que elas significam, ele fica pensando que vai morrer. No terceiro tipo, o professor e os alunos conversam com o paciente e o chamam pelo nome. “O que é que o senhor acha que tem?” Todo doente tem ideias sobre a sua doença e formas de explicá-la. “O que é que o senhor espera de nós?” As respostas dos doentes são surpreendentes. Lembro-me de um filme em que a visita do segundo tipo estava acontecendo. Os alunos faziam todo tipo de perguntas ao professor. Mas ninguém se dirigia ao doente. Foi então que um dos estudantes, o Robin Williams, levantou a mão e perguntou: “Qual é o nome do paciente?”. Ninguém sabia.



Fonte: Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008, p. 99.


Em relação à transitividade, o verbo destacado no trecho “ele fica pensando que vai morrer” apresenta-se como:
Alternativas
Q2484334 Português

Leia o texto a seguir:


Visita médica



Num evento em São Paulo, onde fui fazer uma fala, fiz um novo amigo: o dr. Milton de Arruda Martins, professor da USP. Ele é um desses professores raros, que vive para ensinar aos seus alunos, além da competência técnica, a ética e os sentimentos humanos que devem fazer parte do caráter de um médico. Tem tentado reformular a educação médica, inclusive a visita hospitalar, aquela em que o professor e seus alunos passam pelos doentes para estudar os seus casos. Fizeram uma classificação das visitas em três tipos. No primeiro tipo de visita, o professor e os alunos passam pelo enfermo, observam-no e o apalpam, sem nada dizer. Vão discutir o caso num outro lugar. O paciente fica mergulhado no mistério. No segundo tipo, professor e alunos discutem o caso na presença do doente, como se ele não estivesse presente, usando todas as palavras científicas que só os iniciados entendem. Como o doente não sabe o que elas significam, ele fica pensando que vai morrer. No terceiro tipo, o professor e os alunos conversam com o paciente e o chamam pelo nome. “O que é que o senhor acha que tem?” Todo doente tem ideias sobre a sua doença e formas de explicá-la. “O que é que o senhor espera de nós?” As respostas dos doentes são surpreendentes. Lembro-me de um filme em que a visita do segundo tipo estava acontecendo. Os alunos faziam todo tipo de perguntas ao professor. Mas ninguém se dirigia ao doente. Foi então que um dos estudantes, o Robin Williams, levantou a mão e perguntou: “Qual é o nome do paciente?”. Ninguém sabia.



Fonte: Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008, p. 99.


Em relação à colocação pronominal, ocorre ênclise e próclise, respectivamente, em:
Alternativas
Q2484333 Português

Leia o texto a seguir:


Visita médica



Num evento em São Paulo, onde fui fazer uma fala, fiz um novo amigo: o dr. Milton de Arruda Martins, professor da USP. Ele é um desses professores raros, que vive para ensinar aos seus alunos, além da competência técnica, a ética e os sentimentos humanos que devem fazer parte do caráter de um médico. Tem tentado reformular a educação médica, inclusive a visita hospitalar, aquela em que o professor e seus alunos passam pelos doentes para estudar os seus casos. Fizeram uma classificação das visitas em três tipos. No primeiro tipo de visita, o professor e os alunos passam pelo enfermo, observam-no e o apalpam, sem nada dizer. Vão discutir o caso num outro lugar. O paciente fica mergulhado no mistério. No segundo tipo, professor e alunos discutem o caso na presença do doente, como se ele não estivesse presente, usando todas as palavras científicas que só os iniciados entendem. Como o doente não sabe o que elas significam, ele fica pensando que vai morrer. No terceiro tipo, o professor e os alunos conversam com o paciente e o chamam pelo nome. “O que é que o senhor acha que tem?” Todo doente tem ideias sobre a sua doença e formas de explicá-la. “O que é que o senhor espera de nós?” As respostas dos doentes são surpreendentes. Lembro-me de um filme em que a visita do segundo tipo estava acontecendo. Os alunos faziam todo tipo de perguntas ao professor. Mas ninguém se dirigia ao doente. Foi então que um dos estudantes, o Robin Williams, levantou a mão e perguntou: “Qual é o nome do paciente?”. Ninguém sabia.



Fonte: Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008, p. 99.


Em “Tem tentado reformular a educação médica, inclusive a visita hospitalar...”, a palavra destacada adiciona uma ideia de inclusão. Essa palavra é classificada como:
Alternativas
Respostas
11281: D
11282: A
11283: C
11284: B
11285: D
11286: A
11287: A
11288: C
11289: B
11290: D
11291: C
11292: D
11293: B
11294: B
11295: C
11296: D
11297: D
11298: A
11299: B
11300: C