Foram encontradas 25.765 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3042359 Português
Leia o texto a seguir:


Conceder também é preservar

Por Helio Secco

De uns tempos para cá, temos visto alguns formadores de opinião criticando o que chamam de “perversa privatização de áreas verdes”. Os motivos para que isso esteja acontecendo podem ser analisados sob diferentes perspectivas. Uma delas é a sedutora romantização a respeito de um Estado provedor e controlador de quase tudo no cotidiano do cidadão. Outra diz respeito à contrariedade causada, em determinados setores da sociedade, quando Poder Público e empresas se articulam, de forma exitosa, para a operação sustentável de atrativos ambientais. A concessão de parques públicos para a iniciativa privada se insere nesse contexto.

O que esses formadores de opinião omitem é que esse tipo de concessão significa agregar valor socioeconômico ao meio ambiente preservado, sem comprometer recursos do Tesouro Público e sem sujeitar a pauta ambiental à interferência danosa de grupos políticos. Aí é que reside a maior motivação para tamanha repulsa à participação privada em projetos relacionados à preservação ambiental: os eternos “donos” desse debate público no país não se conformam com o fato de não monopolizarem mais as narrativas sobre o tema.

E não monopolizam mais porque é crescente a realidade de concessões privadas bem-sucedidas em unidades de conservação brasileiras federais, estaduais e municipais. Nesse sentido, vale citar os exemplos de concessões de ativos ambientais presentes no Parque Nacional do Iguaçu; ou mesmo as parcerias feitas do Parque Estadual da Cantareira, em São Paulo, e do Parque da Rota das Grutas Peter Lund, em Minas Gerais.

Todas essas concessões conseguiram aumentar os níveis de visitação, com a oferta de serviços como hospedagem, alimentação, além de atividades de lazer e entretenimento na natureza. Paralelo a isso, a fiscalização territorial foi aprimorada, o que beneficia a segurança pública dessas áreas. E mais: nenhuma dessas parcerias deixou de ter a participação do órgão público ambiental responsável na gestão da unidade.

A título de ilustração, podemos traçar um paralelo com os EUA, um país com um número de parques nacionais semelhante ao do Brasil e bastante íntimo desse modelo de concessões. Os norte-americanos faturam mais de 17 bilhões de dólares por ano, com mais de 307 milhões de visitantes por ano, enquanto nós nos restringimos a 15 milhões de visitantes anuais, e, consequentemente, a um faturamento de apenas 3 bilhões de reais.

Cabe ainda lembrar, até mesmo àqueles que fingem não distinguir os conceitos, que concessão é completamente diferente de privatização. Um contrato de concessão possui mecanismos de acompanhamento e fiscalização por parte do Poder Público concedente, a fim de salvaguardar interesses públicos diversos, a depender de cada contexto. [...]

Helio Secco. Biólogo, graduado em gestão pública, doutor em ciências ambientais e diretor técnico da Falco Ambiental Consultoria


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2024/07/1050803-concedertambem-e-preservar.html. Excerto. Acesso em 02/08/2024
Ao evocar o exemplo dos parques nacionais norte-americanos, o autor do texto demonstra que: 
Alternativas
Q3042358 Português
Leia o texto a seguir:


Conceder também é preservar

Por Helio Secco

De uns tempos para cá, temos visto alguns formadores de opinião criticando o que chamam de “perversa privatização de áreas verdes”. Os motivos para que isso esteja acontecendo podem ser analisados sob diferentes perspectivas. Uma delas é a sedutora romantização a respeito de um Estado provedor e controlador de quase tudo no cotidiano do cidadão. Outra diz respeito à contrariedade causada, em determinados setores da sociedade, quando Poder Público e empresas se articulam, de forma exitosa, para a operação sustentável de atrativos ambientais. A concessão de parques públicos para a iniciativa privada se insere nesse contexto.

O que esses formadores de opinião omitem é que esse tipo de concessão significa agregar valor socioeconômico ao meio ambiente preservado, sem comprometer recursos do Tesouro Público e sem sujeitar a pauta ambiental à interferência danosa de grupos políticos. Aí é que reside a maior motivação para tamanha repulsa à participação privada em projetos relacionados à preservação ambiental: os eternos “donos” desse debate público no país não se conformam com o fato de não monopolizarem mais as narrativas sobre o tema.

E não monopolizam mais porque é crescente a realidade de concessões privadas bem-sucedidas em unidades de conservação brasileiras federais, estaduais e municipais. Nesse sentido, vale citar os exemplos de concessões de ativos ambientais presentes no Parque Nacional do Iguaçu; ou mesmo as parcerias feitas do Parque Estadual da Cantareira, em São Paulo, e do Parque da Rota das Grutas Peter Lund, em Minas Gerais.

Todas essas concessões conseguiram aumentar os níveis de visitação, com a oferta de serviços como hospedagem, alimentação, além de atividades de lazer e entretenimento na natureza. Paralelo a isso, a fiscalização territorial foi aprimorada, o que beneficia a segurança pública dessas áreas. E mais: nenhuma dessas parcerias deixou de ter a participação do órgão público ambiental responsável na gestão da unidade.

A título de ilustração, podemos traçar um paralelo com os EUA, um país com um número de parques nacionais semelhante ao do Brasil e bastante íntimo desse modelo de concessões. Os norte-americanos faturam mais de 17 bilhões de dólares por ano, com mais de 307 milhões de visitantes por ano, enquanto nós nos restringimos a 15 milhões de visitantes anuais, e, consequentemente, a um faturamento de apenas 3 bilhões de reais.

Cabe ainda lembrar, até mesmo àqueles que fingem não distinguir os conceitos, que concessão é completamente diferente de privatização. Um contrato de concessão possui mecanismos de acompanhamento e fiscalização por parte do Poder Público concedente, a fim de salvaguardar interesses públicos diversos, a depender de cada contexto. [...]

Helio Secco. Biólogo, graduado em gestão pública, doutor em ciências ambientais e diretor técnico da Falco Ambiental Consultoria


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2024/07/1050803-concedertambem-e-preservar.html. Excerto. Acesso em 02/08/2024
O autor do texto apresenta uma visão bem definida acerca das concessões de parques públicos à iniciativa privada. Na perspectiva de Helio Secco, esse tipo de concessão:
Alternativas
Q2584896 Pedagogia

O Documento de Referência Curricular do Estado de Mato Grosso propõe que a escola crie condições para a realização de um programa voltado à Educação para o Pensar. A proposta se baseia nas pesquisas desenvolvidas por Lipman (1995), que aponta para quatro grupos de habilidades de pensamento que devem ser criadas e formadas nos estudantes:

Alternativas
Q2584895 Pedagogia

Para Paulo Freire, um docente que luta contra as discriminações, que recusa o fatalismo cínico e imobilizante, que se sente mal com as injustiças, não pode prescindir da:

Alternativas
Q2584894 Pedagogia

Flávio, professor do ensino fundamental, critica a não-diretividade, pois acredita que resulta no abandono dos alunos a seus próprios desejos. Noutra direção, ele entende que o conhecimento emerge das trocas que se estabelecem entre o meio e o sujeito, sendo o professor o mediador. Assim, o papel do adulto é insubstituível, por ter mais experiência acerca das realidades sociais, porém a participação do aluno é fundamental no processo de aprendizagem, levando em consideração seus saberes prévios. As ideias de Flávia acerca da relação professor-aluno se alinham à tendência:

Alternativas
Q2584893 Pedagogia

Como orientam as Diretrizes Curriculares Nacionais, tendo como horizonte o atendimento escolar em período integral, as escolas e, solidariamente, os sistemas de ensino, conjugarão esforços objetivando o progressivo aumento da carga horária mínima diária e, consequentemente, da carga horária anual, para alcançar:

Alternativas
Q2584892 Pedagogia

Na educação, o conjunto de valores e práticas que proporcionam a produção, a socialização de significados no espaço social e contribuem intensamente para a construção de identidades socioculturais dos educandos recebe o nome de:

Alternativas
Q2584891 Pedagogia

O planejamento participativo é uma das estratégias da gestão democrática, e também um grande desafio, tendo em vista que:

Alternativas
Q2584890 Pedagogia

Durante a educação básica, segundo a Base Nacional Comum Curricular, os estudantes devem desenvolver dez competências gerais, que pretendem assegurar, como resultado do seu processo de aprendizagem e desenvolvimento:

Alternativas
Q2584889 Pedagogia

Nas instituições de educação infantil, é preciso pensar a organização curricular depositando ênfase no/na:

Alternativas
Q2584888 Pedagogia

Um dos componentes essenciais do Projeto Político Pedagógico (PPP) é a contextualização histórica da comunidade e da escola. Esse componente traz informações sobre a população e seus costumes, sua situação econômica e educacional, dentre outros elementos que ajudam a caracterizar o ambiente social, cultural e físico no qual a instituição educacional se insere. Toda essa investigação e consolidação de dados é importante porque:

Alternativas
Q2584887 Pedagogia

Segundo Jussara Hoffmann (2014, p. 80), “a avaliação é movimento, é ação e reflexão”, pois enquanto realizam suas tarefas, os estudantes podem refletir sobre suas hipóteses, dialogar com os pais e colegas, justificando suas alternativas e cálculos. Entretanto, se a escola se baseia na concepção constatativa do teste:

Alternativas
Q2584886 Pedagogia

De acordo com Emilia Ferreiro, atualmente é preciso conceber a alfabetização como:

Alternativas
Q2584885 Pedagogia

A formação e disponibilização de professores para o atendimento educacional especializado, de tradutores e intérpretes da Libras, de guias intérpretes e de profissionais de apoio é:

Alternativas
Q2584884 Pedagogia

Considerando os preceitos legais vigentes que orientam a construção dos currículos escolares, a tecnologia deve:

Alternativas
Q2584883 Pedagogia

Vilma, professora do 2º ano do ensino fundamental, decidiu trabalhar a leitura com sua turma por meio de sequências didáticas, porque esta modalidade organizativa têm como característica a:

Alternativas
Q2584882 Pedagogia

Muitos foram os pesquisadores que investigaram o desenvolvimento cognitivo levantando questões sobre as relações entre a razão e a organização psicológica. Piaget foi um deles e chegou à conclusão de que:

Alternativas
Q2584881 Pedagogia

De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, nº 13.146, toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação. Nesse contexto, considera-se discriminação em razão da deficiência toda forma de:

Alternativas
Q2584880 Pedagogia

Janaína, professora do ensino fundamental, adota uma abordagem teórico-metodológica em que a ênfase incide sobre o trabalho de integração das diferentes áreas do conhecimento, um real trabalho de cooperação e troca, aberto ao diálogo e ao planejamento. Considerando essas características, a abordagem utilizada pela Janaína é a:

Alternativas
Q2584879 Pedagogia

Considerando o longo processo de mudanças ocorridas no âmbito educativo, atualmente as concepções de alfabetização e letramento são consideradas como:

Alternativas
Respostas
10201: E
10202: A
10203: C
10204: A
10205: D
10206: B
10207: C
10208: A
10209: D
10210: B
10211: C
10212: A
10213: D
10214: B
10215: C
10216: B
10217: A
10218: D
10219: C
10220: A