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Q3174179 Português
Austrália proíbe acesso de menores de 16 anos às redes
sociais



Depois de ter sido aprovado na véspera pela Câmara Baixa
do Parlamento, o Senado votou nesta quinta-feira a favor da
regulamentação pioneira




A Austrália aprovou, nesta quinta-feira (28), uma lei histórica que proíbe o acesso de menores de 16 anos às redes sociais, uma das medidas mais severas do mundo para manter os adolescentes afastados de plataformas como Facebook, Instagram e X.


Depois de ter sido aprovado na véspera pela Câmara Baixa do Parlamento, o Senado votou nesta quinta-feira a favor da regulamentação pioneira, e as redes sociais serão em breve obrigadas a tomar “medidas razoáveis” para impedir que os adolescentes tenham contas nas suas plataformas.


As empresas de tecnologia, que enfrentam multas de até 50 milhões de dólares australianos (32,5 milhões de dólares americanos ou 189 milhões de reais) por não cumprimento, qualificaram a legislação como “precipitada”, “problemática” e “imprecisa”.


O primeiro-ministro de centro-esquerda, Anthony Albanese, que disputará a reeleição em 2025, fez campanha a favor desta lei e pediu o apoio dos pais.


Albanese descreveu as redes sociais como “plataformas onde se exerce pressão de grupo, provocadoras de ansiedade, canais para golpistas e, o pior de tudo, uma ferramenta para predadores online”.


“Quero ver as crianças longe dos seus dispositivos e em campos de futebol, piscinas e quadras de tênis”, disse Albanese em entrevista em setembro.


No papel, a proibição é uma das mais rigorosas do mundo, mas atualmente não está claro como as empresas de redes sociais irão aplicá-la.


Levará pelo menos 12 meses para que os detalhes sejam finalizados e a proibição entre em vigor.


Algumas empresas, como WhatsApp e YouTube, provavelmente receberão isenções.


A legislação será acompanhada de perto por outros países, incluindo muitos que cogitam proibições semelhantes.



Fonte: https://www.cartacapital.com.br/mundo/australia-proibe-acesso-de-menoresde-16-anos-as-redes-sociais/. Acesso em: 03 dez. 2024. Texto adaptado.
O texto anterior é um exemplar típico do gênero:
Alternativas
Q3174178 Português
Austrália proíbe acesso de menores de 16 anos às redes
sociais



Depois de ter sido aprovado na véspera pela Câmara Baixa
do Parlamento, o Senado votou nesta quinta-feira a favor da
regulamentação pioneira




A Austrália aprovou, nesta quinta-feira (28), uma lei histórica que proíbe o acesso de menores de 16 anos às redes sociais, uma das medidas mais severas do mundo para manter os adolescentes afastados de plataformas como Facebook, Instagram e X.


Depois de ter sido aprovado na véspera pela Câmara Baixa do Parlamento, o Senado votou nesta quinta-feira a favor da regulamentação pioneira, e as redes sociais serão em breve obrigadas a tomar “medidas razoáveis” para impedir que os adolescentes tenham contas nas suas plataformas.


As empresas de tecnologia, que enfrentam multas de até 50 milhões de dólares australianos (32,5 milhões de dólares americanos ou 189 milhões de reais) por não cumprimento, qualificaram a legislação como “precipitada”, “problemática” e “imprecisa”.


O primeiro-ministro de centro-esquerda, Anthony Albanese, que disputará a reeleição em 2025, fez campanha a favor desta lei e pediu o apoio dos pais.


Albanese descreveu as redes sociais como “plataformas onde se exerce pressão de grupo, provocadoras de ansiedade, canais para golpistas e, o pior de tudo, uma ferramenta para predadores online”.


“Quero ver as crianças longe dos seus dispositivos e em campos de futebol, piscinas e quadras de tênis”, disse Albanese em entrevista em setembro.


No papel, a proibição é uma das mais rigorosas do mundo, mas atualmente não está claro como as empresas de redes sociais irão aplicá-la.


Levará pelo menos 12 meses para que os detalhes sejam finalizados e a proibição entre em vigor.


Algumas empresas, como WhatsApp e YouTube, provavelmente receberão isenções.


A legislação será acompanhada de perto por outros países, incluindo muitos que cogitam proibições semelhantes.



Fonte: https://www.cartacapital.com.br/mundo/australia-proibe-acesso-de-menoresde-16-anos-as-redes-sociais/. Acesso em: 03 dez. 2024. Texto adaptado.
O texto anterior tem como foco:
Alternativas
Q3609141 Português

As chuvas que castigaram o Rio Grande do Sul nos últimos dias causaram uma tragédia com 95 mortos, 131 desaparecidos e 159 mil desabrigados em 401 municípios (dados de 07/05) e deram origem a uma corrente nacional de solidariedade aos atingidos. Além das pessoas atingidas o custo para a economia do estado também é altíssimo. Segundo informações do governo Federal já foi destinado mais de R$ 1,5 bilhão para o Rio Grande do Sul, valor destinado para saúde, adiantamento de benefícios sociais, auxílio aos desabrigados, garantia de alimentos e energia e o presidente Lula foi pessoalmente avaliar a situação.

Além do governo a população brasileira também se mobiliza e inúmeras campanhas de arrecadação de mantimentos e roupas para os desabrigados estão em curso nos mais diversos locais do Brasil. Em sintonia com estas medidas a Revista Pirralha e seus artistas elaboraram desenhos que fazem pensar e despertam a solidariedade para com as vítimas.


Redação

Revista Pirralha 

Na concordância nominal, os termos que se referem a um mesmo substantivo devem concordar em gênero e número com este. É uma regra gramatical que é observada entre os substantivos (ou pronomes) e os adjetivos, artigos, numerais e particípios que os acompanham. No trecho do texto 3 "Além das pessoas atingidas, o custo para a economia do estado também é altíssimo" (parágrafo 1, linha 5), observamos o correto emprego da regra uma vez que o adjetivo "altíssimo" concorda com o substantivo "custo", que está no singular e é masculino. A opção que apresenta corretamente o emprego da concordância nominal é:
Alternativas
Q3609139 Português

Parte da tragédia no Rio Grande do Sul foi causada por ação humana

Entre as ações, pesquisador cita construções em áreas de alagamento


Por Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro


Parte da tragédia que atingiu 446 municípios gaúchos foi causada pela ação do homem, que construiu em locais onde não deveria construir, em áreas de alagamento, e não fez as manutenções corretas nos diques de contenção e nas barreiras anti-alagamento.

A avaliação é do professor Roberto Reis, do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Evolução da Biodiversidade da Escola de Ciências da Saúde e da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Ele acrescentou que essas obras, feitas nos anos 1970, nunca receberam manutenção adequada. “A culpa da enchente é do planeta. Mas a culpa da tragédia é dos administradores do estado e das cidades”.

Em entrevista à Agência Brasil, Reis afirmou que Porto Alegre é área de várzea, de confluência de rios na beira do Lago Guaíba, que alaga sempre que tem enchente. “É natural. A gente é que não deveria ter construído na área que alaga periodicamente”.

Segundo o professor, a cada dois ou três anos há alagamentos em Porto Alegre só que, desta vez, foi extremamente severo. “Nunca foi tão alto”. Ele explicou que não há como evitar que haja cheias no Guaíba. “Mas que haja enchente, há como evitar, fazendo bem feito os diques de contenção e tudo o mais”. A manutenção ou reconstrução dos diques e barragens nos rios do estado é a saída apontada pelo professor da PUCRS para evitar que novas tragédias voltem a ocorrer.

Reis lembrou que, em setembro do ano passado, o estado enfrentou grande enchente. “Aí se viu que as comportas e parte dos diques não estavam funcionando. Era hora de ter arrumado. Foi uma mega-enchente. A grande veio agora. Deveríamos ter arrumado tudo de setembro para cá. Espero que desta vez aprendam, porque o custo está sendo muito alto”.

Na avaliação de Roberto Reis, chuva em excesso, causada por mudança climática, é fenômeno natural. “A cada tempo, há chuvas extremas que causam enchentes”, completou. Desta vez, contudo, ocorreu no estado a enchente mais forte de toda a história, que ele atribui, em parte, à mudança climática causada pelo excesso de gás carbônico na atmosfera. “Essa é a parte natural do evento”. O resto, para ele, é ação do homem. 


Após a reforma ortográfica em 2016, o prefixo mega passou a ser separado do segundo termo por hífen somente nos casos em que este inicia pela letra a ou pela letra h. Na frase “Foi uma mega-enchente.” (parágrafo 5, linha 4), a expressão "megaenchente" deve ser escrita sem hífen, pois as duas palavras se fundem para formar um único termo. Assinale a seguir a opção que NÃO está de acordo com o uso do hífen segundo a regra:
Alternativas
Q3609138 Português

Chuvas no Rio Grande do Sul devastam o Estado, provocando mortes e o deslocamento de populações

Pedro Luiz Côrtes, da USP, aponta três motivos para a tragédia: frentes frias, umidade oceânica e uma barreira de alta pressão. Governo federal suspende restrições legais para a reconstrução


Jornal da USP no Ar Texto:

Redação


“É um desastre que se colocaria, sem exagero, no rol de um grande terremoto”, disse ao Jornal da USP o professor Pedro Luiz Côrtes, do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo. “As enchentes afetam o Estado de formas tão abrangentes e intensas que é possível fazer essa comparação”, acrescenta.

“A necessidade de reconstrução é praticamente total, porque todos os principais recursos de que o Estado e a população podem dispor foram comprometidos no seu todo ou em grande parte”, aponta Côrtes. Acomeçar pela infraestrutura do transporte. Na sua visão, além da dificuldade de locomoção, evacuação dos locais e resgate de vítimas, a segurança alimentar e energética são dificuldades consequentes. Sem meios de levar comida e energia, a fome, a distribuição de combustível e a impossibilidade de recuperar a rede elétrica se tornam problemas também.

Para Côrtes, a saúde é mais um ponto preocupante de atenção. “Mesmo as cidades que não tiveram o fornecimento de água comprometido, mas que sofreram com alagamentos, podem ter contaminação das redes de distribuição de água. Infelizmente, isso pode ampliar as doenças de veiculação hídrica, como é o caso da hepatite e da leptospirose, por exemplo”. Não havia enchentes da grandeza da ocorrida na semana passada no Rio Grande do Sul desde 1941, que na época registrou picos de 4,76 metros. A da semana passada atingiu 5,31 metros.



A locução verbal na frase “Não havia enchentes da grandeza da ocorrida na semana passada no Rio Grande do Sul desde 1941, que na época registrou picos de 4,76 metros.”(parágrafo 3, linha 6) é usada para indicar a inexistência ou ausência de algo no passado. De acordo com o texto 1, marque a opção abaixo que NÃO substitui o contexto da situação apresentada:
Alternativas
Q3609137 Português

Chuvas no Rio Grande do Sul devastam o Estado, provocando mortes e o deslocamento de populações

Pedro Luiz Côrtes, da USP, aponta três motivos para a tragédia: frentes frias, umidade oceânica e uma barreira de alta pressão. Governo federal suspende restrições legais para a reconstrução


Jornal da USP no Ar Texto:

Redação


“É um desastre que se colocaria, sem exagero, no rol de um grande terremoto”, disse ao Jornal da USP o professor Pedro Luiz Côrtes, do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo. “As enchentes afetam o Estado de formas tão abrangentes e intensas que é possível fazer essa comparação”, acrescenta.

“A necessidade de reconstrução é praticamente total, porque todos os principais recursos de que o Estado e a população podem dispor foram comprometidos no seu todo ou em grande parte”, aponta Côrtes. Acomeçar pela infraestrutura do transporte. Na sua visão, além da dificuldade de locomoção, evacuação dos locais e resgate de vítimas, a segurança alimentar e energética são dificuldades consequentes. Sem meios de levar comida e energia, a fome, a distribuição de combustível e a impossibilidade de recuperar a rede elétrica se tornam problemas também.

Para Côrtes, a saúde é mais um ponto preocupante de atenção. “Mesmo as cidades que não tiveram o fornecimento de água comprometido, mas que sofreram com alagamentos, podem ter contaminação das redes de distribuição de água. Infelizmente, isso pode ampliar as doenças de veiculação hídrica, como é o caso da hepatite e da leptospirose, por exemplo”. Não havia enchentes da grandeza da ocorrida na semana passada no Rio Grande do Sul desde 1941, que na época registrou picos de 4,76 metros. A da semana passada atingiu 5,31 metros.



 Com base no Texto 1 apresentado, os principais problemas causados pelas enchentes no Rio Grande do Sul mencionados pelo professor Pedro Luiz Côrtes são:
Alternativas
Q3590522 Veterinária
As importações e as entradas de organismos aquáticos e seus derivados no território nacional ficam condicionadas à realização de Análise de Risco de Importação, como por exemplo, na hipótese se:
Alternativas
Q3590521 Veterinária
Conforme a Seção III – Dos Aspectos Gerais da Inspeção Post Mortem descrita no Decreto n°9.013, de 29/03/2017, as carcaças, as partes das carcaças e os órgãos que apresentem lesões ou anormalidades que não tenham implicações para a carcaça e para os demais órgãos devem ser:
Alternativas
Q3590520 Veterinária
Biossegurança é um conjunto de medidas para ações de prevenção, diminuição ou eliminação de riscos. Conhecer os níveis de Biossegurança permite que o trabalho com materiais biológicos ocorra de forma segura para os seres humanos, os animais e o ambiente. Neste sentido, o manuseio e o descarte de material biológico deve ocorrer de forma adequada para o efetivo controle e segurança dos envolvidos. Material biológico contempla:
Alternativas
Q3590519 Veterinária
O uso de aditivos alimentares na nutrição de bovinos de corte apresentam como finalidade conservar, intensificar ou modificar as propriedades nutricionais dos alimentos. O uso de tamponantes como aditivo tem como objetivo:
Alternativas
Q3590518 Veterinária
Após a realização do plano de contingência em foco comprovado positivo para Peste Suína Clássica, deve ser executado o vazio sanitário na propriedade. O vazio sanitário é definido como: 
Alternativas
Q3590517 Veterinária
O Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes é um programa de gerenciamento de riscos, com o objetivo de promover a segurança química dos alimentos de origem animal obtidos em estabelecimentos sob controle do Serviço de Inspeção Federal (SIF). O programa consiste de quatro linhas distintas de amostragem, sendo o Subprograma de Investigação adotado para:
Alternativas
Q3590516 Veterinária
As inundações que acometeram o Rio Grande do Sul afetaram milhões de pessoas e deixaram milhares de desabrigados. Como consequência, evidências demonstram o aumento de doenças infecciosas, como por exemplo, a leptospirose. As autoridades de saúde têm orientado a população quanto ao uso de equipamentos de proteção, como botas e luvas. Esta ação tem com o objetivo de limitar o contato:
Alternativas
Q3590515 Veterinária
Taenia é um gênero de platelmintos, que inclui espécies causadoras de teníase e cisticercose. A Taenia solium apresenta:
Alternativas
Q3590514 Veterinária
De acordo com a Instrução Normativa n°3 de 17/01/2000, o método elétrico de insensibilização de animais de açougue deve ser:
Alternativas
Q3590513 Veterinária
Trata-se de uma doença bacteriana, contagiosa, que afeta o trato respiratório anterior de equinos, com maior prevalência entre um e cinco anos de idade, sendo denominada:
Alternativas
Q3590472 Pedagogia
Mariana, professora dos anos iniciais do ensino fundamental, adotou o diálogo como método para construir uma relação horizontal com os estudantes que constituem sua turma. Ela entende que educador e educandos são sujeitos do ato de conhecimento. Essas características indicam que a professora baseia sua prática na pedagogia:
Alternativas
Q3590471 Pedagogia
Muitas e densas foram/são as contribuições da psicologia para a educação. Dentre elas, destacam-se os estudos acerca dos processos cognitivos envolvidos na aprendizagem. Èduoard Claparède, psicólogo suíço, muito influenciou a criação da pedagogia moderna definindo inteligência como:
Alternativas
Q3590470 Pedagogia
A pesquisadora Menga Lüdke (2001), ao analisar a avaliação no âmbito da educação, reconhece que, na etapa do ensino fundamental, ela deve exercer por excelência a função informativa, isto é:
Alternativas
Q3590469 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, se o médico, professor ou responsável por estabelecimento de atenção à saúde e de ensino fundamental, pré-escola ou creche, deixar de comunicar à autoridade competente os casos de que tenha conhecimento, envolvendo suspeita ou confirmação de maus-tratos contra criança ou adolescente, comete uma infração administrativa, cuja pena é de :
Alternativas
Respostas
6861: A
6862: D
6863: D
6864: A
6865: D
6866: B
6867: B
6868: A
6869: D
6870: C
6871: B
6872: A
6873: C
6874: D
6875: A
6876: B
6877: D
6878: C
6879: B
6880: A