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Q489581 Noções de Informática
De modo geral, são considerados como malware softwares destinados a se infiltrar em um sistema de computador alheio de forma ilícita, com intuito de causar algum dano ou roubo de informação. Vírus de computador, worms, trojans e spywares são variações de malwares, cada qual com comportamentos e objetivos distintos. Um malware é classificado como worm quando possui a característica de
Alternativas
Q489573 Português
Leia a crônica para responder a questão.
Reflexões sobre o travessão

Adoro sinais de pontuação. Eles são o detalhe
mais sofisticado da linguagem visível, isto é, a escrita.
“Linguagem visível” – não é uma estranha imagem? E
vejam como o travessão da frase anterior deixou o
leitor respirar graficamente, aquele microssegundo de
pausa que destaca, como uma discreta moldura, a
informação seguinte! Já esse ponto de exclamação
indicou imediatamente ao leitor, sem nenhuma
explicação acessória, a admiração do cronista. Parece
óbvio, não? – mas vejam, na simples vírgula depois
do “óbvio”, e imediatamente depois do “não”
(observem o detalhe das aspas, e, agora, dos
parênteses), o ponto de interrogação já avisa o leitor,
simulando a entonação, de que se trata de uma
pergunta.
Parece óbvio – mas não é. Houve uma longa
caminhada histórica, de séculos, para a escrita ser
realmente pensada como um sistema de leitura
silenciosa, que só a partir do século 16 começou a se
tornar comum. Antigamente, a linguagem escrita era
toda articulada pensando na voz alta e na leitura
pública (também porque havia pouquíssimas cópias
de texto disponíveis, que precisavam ser socializadas,
antes que Gutemberg libertasse o trabalho braçal da
reprodução). Daí, por exemplo, que nasceu a cedilha,
esta curiosa excrescência que todo usuário de teclado
não adaptado ao português sofre para encontrar ou
formatar. Num momento da história do latim, a letra
“C”, em alguns casos, passou a ser pronunciada como
“ts” ou “s” (e não mais com o som de “k”, como em
“casa”) – e, para que o leitor não errasse a leitura, o
escriba escrupuloso anotava, embaixo do “C”, um
pequeno “s”. E assim nasceu o híbrido “Ç”. Aquele
rabinho que tanto reprova nos exames de redação e
nos faz passar vergonha ortográfica (a pior de todas!
– embora, tecnicamente falando, seja a mais
desimportante, porque puramente convencional), o tal
rabinho não passa de um ésse disfarçado. E há outras
curiosidades – o próprio ponto, esse sinal mortal que
fecha a frase, também foi uma invenção relativamente
recente da história da escrita, para informar o leitor
que uma frase acabava e começava outra.
Linguagem visível: (vejam como esses dois pontos
são plenos de sentido!) colocar no papel, como dese-
nho, um código capaz de representar a infinita riqueza
e variedade da nossa fala de todo dia (Para os curio-
sos, Uma história da leitura, de Alberto Manguel, é um
livro maravilhoso sobre esta passagem). Mas eu que-
ria falar era do travessão – sou adepto deste recurso
sofisticado, que abre clareiras de sentido apenas por
abrir espaço no meio da frase. Além de indicar, no
início dos parágrafos, que alguém vai falar, um recur-
so romanesco clássico, hoje cada vez mais substituí-
do pelas aspas (o padrão inglês de marca de diálogo),
que são boas, reconheço, mas um tantinho “sujas” na
“mancha” da página, que fica cheia de “pendurica-
lhos”.
Já o travessão – mas acabou o espaço.
TEZZA, Cristovão. Reflexão sobre o travessão. Gazeta do Povo,
Curitiba, p. 3, 21 de ago. 2012.
Em relação ao texto, Reflexões sobre o travessão, assinale a alternativa FALSA.
Alternativas
Q489572 Português
Leia a crônica para responder a questão.
Reflexões sobre o travessão

Adoro sinais de pontuação. Eles são o detalhe
mais sofisticado da linguagem visível, isto é, a escrita.
“Linguagem visível” – não é uma estranha imagem? E
vejam como o travessão da frase anterior deixou o
leitor respirar graficamente, aquele microssegundo de
pausa que destaca, como uma discreta moldura, a
informação seguinte! Já esse ponto de exclamação
indicou imediatamente ao leitor, sem nenhuma
explicação acessória, a admiração do cronista. Parece
óbvio, não? – mas vejam, na simples vírgula depois
do “óbvio”, e imediatamente depois do “não”
(observem o detalhe das aspas, e, agora, dos
parênteses), o ponto de interrogação já avisa o leitor,
simulando a entonação, de que se trata de uma
pergunta.
Parece óbvio – mas não é. Houve uma longa
caminhada histórica, de séculos, para a escrita ser
realmente pensada como um sistema de leitura
silenciosa, que só a partir do século 16 começou a se
tornar comum. Antigamente, a linguagem escrita era
toda articulada pensando na voz alta e na leitura
pública (também porque havia pouquíssimas cópias
de texto disponíveis, que precisavam ser socializadas,
antes que Gutemberg libertasse o trabalho braçal da
reprodução). Daí, por exemplo, que nasceu a cedilha,
esta curiosa excrescência que todo usuário de teclado
não adaptado ao português sofre para encontrar ou
formatar. Num momento da história do latim, a letra
“C”, em alguns casos, passou a ser pronunciada como
“ts” ou “s” (e não mais com o som de “k”, como em
“casa”) – e, para que o leitor não errasse a leitura, o
escriba escrupuloso anotava, embaixo do “C”, um
pequeno “s”. E assim nasceu o híbrido “Ç”. Aquele
rabinho que tanto reprova nos exames de redação e
nos faz passar vergonha ortográfica (a pior de todas!
– embora, tecnicamente falando, seja a mais
desimportante, porque puramente convencional), o tal
rabinho não passa de um ésse disfarçado. E há outras
curiosidades – o próprio ponto, esse sinal mortal que
fecha a frase, também foi uma invenção relativamente
recente da história da escrita, para informar o leitor
que uma frase acabava e começava outra.
Linguagem visível: (vejam como esses dois pontos
são plenos de sentido!) colocar no papel, como dese-
nho, um código capaz de representar a infinita riqueza
e variedade da nossa fala de todo dia (Para os curio-
sos, Uma história da leitura, de Alberto Manguel, é um
livro maravilhoso sobre esta passagem). Mas eu que-
ria falar era do travessão – sou adepto deste recurso
sofisticado, que abre clareiras de sentido apenas por
abrir espaço no meio da frase. Além de indicar, no
início dos parágrafos, que alguém vai falar, um recur-
so romanesco clássico, hoje cada vez mais substituí-
do pelas aspas (o padrão inglês de marca de diálogo),
que são boas, reconheço, mas um tantinho “sujas” na
“mancha” da página, que fica cheia de “pendurica-
lhos”.
Já o travessão – mas acabou o espaço.
TEZZA, Cristovão. Reflexão sobre o travessão. Gazeta do Povo,
Curitiba, p. 3, 21 de ago. 2012.
Na crônica, o autor
Alternativas
Q489571 Português
Nas palavras da língua portuguesa contemporânea existem prefixos gregos e latinos equivalentes semanticamente. Segundo o gramático Rocha Lima (2000), os prefixos gregos a-, an-, como em acéfalo e anônimo, e os prefixos latinos des-, in-, como em desleal e incapaz, são equivalentes em significado, indicando privação, afastamento, separação, negação, oposição.
Analise o significado das palavras a seguir e selecione a alternativa em que todas elas apresentam um dos prefixos acima exemplificados, com seu respectivo significado.
Alternativas
Q489569 Português
O trecho a seguir apresenta o emprego inadequado de pronomes relativos, o que prejudica a clareza e a coesão textual. Assinale a alternativa que apresenta a substituição adequada, segundo a norma culta da língua portuguesa.
Os protestos dos cidadãos que ocorreram na tarde de ontem, onde os manifestantes se exaltaram, repercutiram muito negativamente para a imagem da cidade, onde foi depredada. O poder público interveio, à qual a melhor solução fosse encontrada. Após muito diálogo, os manifestantes, que a reivindicação era digna, foram atendidos.
Alternativas
Q489568 Português
Um dos preconceitos presentes na cultura brasileira é o preconceito linguístico, que fica muito claro numa série de afirmações falaciosas do próprio brasileiro. Analise os itens a seguir e assinale aquele revelador de preconceito.
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Q489567 Português
O texto abaixo, fragmento de editorial da revista Veja (18/08/04), serve de base para a questão a seguir. Em sua Ética a Nicômaco, o filósofo grego Aristóteles (384-322 a.C.) produziu a definição clássica do papel da imprensa. “Alguns poucos cidadãos adquirem o poder de fazer políticas públicas. Todos, porém, têm o direito de criticá-las”, escreveu o famoso discípulo de Platão. A sabedoria de Aristóteles está principalmente em ter estabelecido que os governos e seus críticos, embora façam parte da mesma sociedade, ocupam nela esferas inteiramente diferentes. Os primeiros têm o poder. Os segundos, o direito. Por essa razão, a qualidade da imprensa deve ser sempre medida por seu grau de independência nas relações com os governos. Estes são tanto melhores quanto mais preservam a liberdade de seus críticos. [...]
Assinale a alternativa VERDADEIRA.
Alternativas
Q489566 Português
Leia a introdução do editorial “Tempo de amadurecer”, publicado na Gazeta do Povo (28/06/13), e indique a alternativa que contém uma asserção coerente com o conteúdo do fragmento.
Em pouquíssimo tempo, os protestos de rua que começaram semanas atrás já passaram por diversas fases. Depois do início tumultuado, da violência policial, das grandes manifestações com dezenas de milhares de pessoas e do ressurgimento do vandalis- mo, já é possível pensar em um momento de amadu- recimento. Um gigante acordado, por si só, pouco pode fazer quando ele não sabe ao certo como vai passar o resto do seu dia. [...]
Alternativas
Q489564 Português
Assinale a alternativa em que o sentido do enunciado é coerente e sua forma obedece à norma padrão da língua.
Alternativas
Q832312 Psicologia

Mitos e crenças errôneos a respeito da aprendizagem na idade madura são veiculados livremente e aceitos sem exame crítico. Moscovici (2008, p. 58-59) propõe a prática da andragogia em oposição à perspectiva pedagógica no treinamento e desenvolvimento de adultos.

Em relação aos pressupostos da andragogia, afirma-se:


I. O autoconceito se apresenta com autodireção crescente.

II. A experiência é de pouco valor.

III. A perspectiva temporal é de aplicação imediata.

IV. A prontidão parte de tarefas de desenvolvimento de papéis sociais.

V. A orientação da aprendizagem é centrada na matéria.


Está(ão) CORRETA(S):

Alternativas
Q832311 Psicologia

No novo RH as pessoas deixaram de ser vistas como recursos empresariais. Segundo Chiavenato (apud Campos 2011, pp.188-189), o RH tem que seguir um novo papel para que possa gerenciar as pessoas com sucesso. Constituem-se como papéis do RH?


I. Propor, definir e garantir um conjunto de normas e procedimentos alinhados com os princípios empresariais e de acordo com a Legislação Trabalhista.

II. Ver as pessoas e a organização como seres espirituais e ajudá-las a dar o próximo passo em seu processo de desenvolvimento.

III. Dignificar o trabalho e o ser humano.

IV. Ter no treinamento a principal ferramenta para retenção do capital humano e desenvolver novas competências para a atual era empresarial.

V. Administrar somente a área de recursos humanos, preocupar-se com a eficiência e a eficácia da empresa.


Está(ão) CORRETA(S):

Alternativas
Q832310 Psicologia

O desenvolvimento interpessoal pode ser orientado para três níveis de consequências: o individual, o grupal e o organizacional.

Sobre esse assunto, assinale (V) para a afirmativa verdadeira e (F) para a falsa:


( ) Desenvolvimento gerencial é, acima de tudo, autodesenvolvimento. Isso significa que o gerente assume a responsabilidade pelo seu próprio desenvolvimento.

( ) A competência interpessoal é um objetivo final, a nível individual e instrumental, a nível grupal e organizacional.

( ) A liderança democrática participativa é logo apreendida intelectualmente, mas de aplicação difícil sem treinamento específico de desenvolvimento interpessoal.

( ) O grande desafio é não se precipitar quando muitos têm pressa, não desanimar quando muitos não acreditam e não parar de pensar e agir quando muitos se conformam e se tornam passivos.

( ) Um dos objetivos de desenvolvimento gerencial é desenvolver habilidades de percepção e diagnose de problemas, de comunicação efetiva e de liderança e participação em grupo.


Assinale a alternativa que corresponde à sequência CORRETA:

Alternativas
Q832309 Psicologia
Um modelo de ciência comportamental aplicada, elaborado pelo psicólogo social Kurt Lewin, tem sido extremamente útil em programas de mudança planejada nas organizações. É uma abordagem e um processo de resolução de problemas, modelo teórico e conjunto de atividade, respectivamente. Compõe-se de quatro etapas: coleta de dados; diagnóstico; ação e avaliação. Como se denomina esse modelo de ciência comportamental?
Alternativas
Q832308 Psicologia
Sendo a saúde um campo transdisciplinar, a maioria das ações é realizada em equipe ou grupo. Uma das atividades do psicólogo é participar do desenvolvimento de equipes no contexto hospitalar. Muitos teóricos estudaram o desenvolvimento dos grupos. Porém, tornou-se clássica a concepção de que todos os grupos apresentam três zonas de necessidades interpessoais: inclusão, controle e afeição. O autor dessa teoria é:
Alternativas
Q832307 Psicologia
A saúde, o bem-estar e o trabalho constituem fenômenos intimamente relacionados e despertam cada vez mais o interesse dos estudiosos de diferentes disciplinas. Há também crescente conscientização dos prejuízos que os problemas de saúde acarretam para as pessoas e para as organizações. Quando o profissional tem um nível crônico de estresse, apresenta propensão ao abandono ou falta de realização profissional, despersonalização e exaustão emocional, está-se diante de uma patologia laboral, reconhecida pelo decreto 3048/99, denominada de:
Alternativas
Q832306 Psicologia

Centenas de estudos têm sido publicados sobre estresse no trabalho nas últimas décadas. Eles apontam que o estresse adquiriu proporções de epidemia, com consequências nefastas para o trabalhador e para o seu desempenho.

Constituem-se como principais fontes de estresses organizacionais:


I. Barulho, iluminação, temperatura, número de horas trabalhadas e novas tecnologias.

II. Papéis organizacionais que podem apresentar disfunções (ambiguidade, conflitos).

III. O desenvolvimento da carreira (promoções e reconhecimento de mérito).

IV. Fatores organizacionais como: clima organizacional, liderança e tomada de decisões.

V. A interação trabalho-família, acentuada pela diminuição progressiva da fronteira entre o trabalho e a família.


Está(ão) CORRETA(S):

Alternativas
Q832305 Psicologia

O levantamento de necessidades de treinamento é uma forma de diagnóstico. Avaliação de desempenho, observação, questionários, entrevistas, reuniões interdepartamentais, entrevistas de saída e análise de cargos podem ser fontes de informação para identificar as necessidades de treinamento.

Entre os indicadores a posteriori, estão os problemas de pessoal.

Quais das alternativas a seguir indicam problemas de pessoal que podem ser indicadores de necessidade de treinamento:


I. Faltas e substituições em demasia.

II. Baixa produtividade.

III. Relações deficientes entre o pessoal.

IV. Pouco ou nenhum interesse pelo trabalho.

V. Tendência a atribuir falhas aos outros.


Está(ão) CORRETA(S):  

Alternativas
Q832304 Psicologia

A análise de cargo, feita após a descrição, pretende estudar e determinar todos os requisitos qualificativos, as responsabilidades envolvidas e as condições exigidas pelo cargo para o desempenho adequado de quem o ocupa.

Em relação aos diferentes métodos de descrição e análise dos cargos, avalie as afirmativas a seguir:


I. A observação direta apresenta o custo elevado como uma desvantagem custo elevado, porque, para ser completa, requer tempo prolongado do analista de cargos.

II. Questionário é o método ideal para analisar cargos de alto nível, sem afetar o tempo e as atividades dos executivos.

III. O método da entrevista não tem contraindicação de modo que pode ser aplicado a qualquer tipo ou nível de cargo.

IV. A observação direta é o método ideal para cargos simples e repetitivos.

V. Questionário é o método de melhor qualidade e que proporciona maior rendimento na análise, pela reunião normalizada e racional dos dados.


Está(ão) CORRETA(S):

Alternativas
Q832303 Psicologia

Provavelmente, o desenho de cargo seja tão antigo quanto o próprio trabalho humano. Entre os modelos teóricos, está o modelo contingencial, que considera as diferenças individuais das pessoas e as tarefas envolvidas. Ao se levar em conta certos fatores psicológicos, avalie as assertivas quanto ao que se poderia obter com o modelo contingencial:


I. Elevada motivação intrínseca ao trabalho.

II. Desempenho de alta qualidade no trabalho.

III. Elevada satisfação com o trabalho.

IV. Participação nas decisões.

V. Redução de faltas (absenteísmo) e dos desligamentos espontâneos (rotatividade).


Está(ão) CORRETA(S):

Alternativas
Q832302 Psicologia

No processo de seleção de pessoal, alguns instrumentos podem ser utilizados: entrevistas, testes psicológicos, provas situacionais e dinâmicas de grupo. Em relação à entrevista assinale (V) para a afirmativa verdadeira e (F) para a falsa:


( ) Trata-se de uma técnica em que o investigador se apresenta frente ao investigado e lhe fórmula perguntas, com o objetivo de obtenção de dados que interessam à investigação.

( ) Para uma entrevista, não há a necessidade de que a pessoa saiba ler ou escrever, o que permite ao entrevistador esclarecer dúvidas quanto às respostas oferecidas pelo entrevistado.

( ) Para minimizar possíveis equívocos, é aconselhável que o entrevistador estruture suas entrevistas levando em consideração que, para determinados cargos, exigem-se estruturas específicas.

( ) As questões a serem elaboradas devem privilegiar a coleta de informações profissionais, exclusivamente profissionais. Deve-se evitar perguntas de curiosidade pessoal.

( ) Ao agendar a entrevista, deve-se avisar ao candidato a duração prevista desse processo. A consideração da situação em que se encontra o candidato é uma demonstração de respeito.


Assinale a alternativa que corresponde à sequência CORRETA:

Alternativas
Respostas
1281: B
1282: E
1283: C
1284: C
1285: A
1286: C
1287: D
1288: A
1289: E
1290: C
1291: D
1292: E
1293: E
1294: B
1295: D
1296: E
1297: C
1298: B
1299: A
1300: E