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Q3748295 Português
Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

    De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total.
    A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h.
    A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo.
    Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show.
    E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

    Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.
As palavras sublinhadas no 1º parágrafo do texto (“social”, “um”, “que”, “simples” e “reúne”) são classificadas, respectivamente, em:
Alternativas
Q3748294 Português
Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

    De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total.
    A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h.
    A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo.
    Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show.
    E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

    Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.
Considerar o excerto abaixo, retirado do 4º parágrafo do texto.
O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro.
Assinalar a alternativa que poderia substituir “portanto” sem causar prejuízo de sentido no trecho.
Alternativas
Q3748293 Português
Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

    De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total.
    A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h.
    A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo.
    Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show.
    E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

    Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.
No 3º parágrafo do texto, a autora menciona que "a tendência viajou na velocidade do som”. Isso indica que a tendência...
Alternativas
Q3748292 Português
Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

    De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total.
    A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h.
    A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo.
    Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show.
    E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

    Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.
Considerando as informações apresentadas no texto, assinalar a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3748171 Matemática

Uma biblioteca usa um sistema de catalogação com códigos formados por 4 letras distintas. Sabendo-se que há 26 letras, quantos códigos distintos podem ser formados? 

Alternativas
Q3748170 Matemática
O raio médio de um átomo de hidrogênio é de aproximadamente 0,000000052 metros. Qual é a representação desse valor em notação científica?
Alternativas
Q3748169 Matemática
Carlos quer cobrir a roda de sua bicicleta com um adesivo decorativo. Sabendo que a roda tem um diâmetro de 28cm, qual será a área aproximada do adesivo necessário? (Considerar π = 3,14) 
Alternativas
Q3748168 Matemática
Em uma empresa, há apenas dois refeitórios. Um levantamento mostrou que 60% dos funcionários utilizam o refeitório A, 44% utilizam o refeitório B e 4% não utilizam nenhum dos refeitórios. Qual é o percentual de funcionários que utilizam exatamente um dos refeitórios da empresa?
Alternativas
Q3748167 Matemática
Certo sólido geométrico tem 8 faces e 14 arestas. Assinalar a alternativa que corresponde à quantidade de vértices desse sólido.
Alternativas
Q3748166 Matemática
Quantos anagramas têm a palavra “GLACIAL”?
Alternativas
Q3748165 Matemática
Dadas as funções f(x) = 3x² - 12x + 24 e g(x) = -6x + 18, assinalar a alternativa que corresponde à f(g(-2)).
Alternativas
Q3748164 Matemática
Em conformidade com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), sobre a unidade temática números, analisar os itens.

I. Nos anos iniciais, a expectativa em relação a essa temática é que os alunos resolvam problemas com números naturais e números racionais cuja representação decimal é finita, envolvendo diferentes significados das operações, argumentem e justifiquem os procedimentos utilizados para a resolução e avaliem a plausibilidade dos resultados encontrados.
II. Nos anos finais, a expectativa é que os alunos resolvam problemas com números naturais, inteiros e racionais, com foco na memorização e reprodução de fórmulas e procedimentos, sem aprofundamento na compreensão conceitual e na aplicação em contextos reais.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3747844 Pedagogia
Considerando a aprendizagem de conceitos matemáticos, segundo uma abordagem psicogenética, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3747843 Pedagogia
Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, a compreensão da escrita alfabética é fundamental para o desenvolvimento da linguagem escrita. Considerando−se a escrita alfabética, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3747842 Pedagogia
O trabalho com jogos, brincadeiras e atividades lúdicas:
Alternativas
Q3747841 Pedagogia
Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, o desenvolvimento integral dos alunos precisa contemplar comportamentos, habilidades, conhecimentos e vivências. Sobre esse assunto, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3747840 Pedagogia
Sobre os processos avaliativos nos anos iniciais do Ensino Fundamental, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3747839 Pedagogia
De acordo com a BNCC — Educação Física: Anos Iniciais, sobre as habilidades dos 1º e 2º anos, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Planejar e utilizar estratégias para resolver desafios de brincadeiras e jogos populares do contexto comunitário e regional, com base no reconhecimento das características dessas práticas.
( ) Experimentar, fruir e recriar diferentes lutas presentes no contexto comunitário regional e lutas de matriz indígena e africana.
( ) Experimentar e fruir, prezando pelo trabalho coletivo e pelo protagonismo, a prática de esportes de marca e de precisão, identificando os elementos comuns a esses esportes.
Alternativas
Q3747838 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) afirma, de maneira explícita, o seu compromisso com a educação integral. De acordo com a BNCC, sobre o conceito de educação integral, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3747836 Inglês
Which part of the word "misunderstanding" is a prefix?
Alternativas
Respostas
2501: B
2502: D
2503: A
2504: C
2505: C
2506: A
2507: C
2508: D
2509: A
2510: B
2511: C
2512: A
2513: D
2514: B
2515: B
2516: C
2517: C
2518: A
2519: D
2520: D