Foram encontradas 35.642 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3313096 Português
Qual das palavras a seguir está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa?
Alternativas
Q3313095 Português
Assinalar a alternativa que apresenta tritongo.
Alternativas
Q3313093 Português
Sobre o plural, com base nas regras gramaticais do português, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Aviãos.
( ) Feijões.
( ) Hambúrgueres.
Alternativas
Q3313092 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
A palavra “espixando”, sublinhada no segundo parágrafo do texto, está escrita:
Alternativas
Q3313091 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
Na frase “Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta.”, o adjetivo sublinhado quer dizer que as dores podem ser:
Alternativas
Q3313090 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
De acordo com o exposto no texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Metade dos jovens que participaram do estudo sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes.
( ) As costas, as pernas e o pescoço são as regiões do corpo mais afetadas.
( ) Não é necessário levar as queixas a sério, pois todas as dores somem com o tempo.
Alternativas
Q3313089 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
As aspas presentes no final do primeiro parágrafo foram utilizadas para:
Alternativas
Q3313088 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
Com base nas ideias do texto, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3313087 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3311367 Segurança e Saúde no Trabalho
Com base nas práticas de segurança no trabalho, ao operar um cortador de grama, são ações inadequadas e que representam um risco à segurança do trabalhador:

I. Deixar de utilizar equipamentos de proteção individual como luvas e óculos de proteção.
II. Operar o cortador de grama em terrenos irregulares ajustando a altura das lâminas de corte para o nível mais baixo possível.
III. Afiar as lâminas do cortador antes de iniciar a operação do cortador de grama.

Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3311365 Engenharia Ambiental e Sanitária
Com relação à questão nutricional, é fundamental considerar que os restos de ração não consumida somada aos dejetos dos peixes cultivados em tanques-rede causam uma série de alterações na qualidade da água e no equilíbrio ecológico dos reservatórios. Como uma alteração importante, é CORRETO afirmar que ocorra: 
Alternativas
Q3311364 Veterinária
Em relação às doenças nos sistemas de produção, o Programa Nacional de Sanidade de Animais Aquáticos de Cultivo - Aquicultura com Sanidade tem como objetivo:

I. Medicar. II. Controlar. III. Prevenir IV. Erradicar.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3311360 Meio Ambiente
Em ambientes aquáticos, a eutrofização é ocasionada pelo:

I. Aumento na concentração de nutrientes em um corpo de água, de forma natural ou artificial.
II. Aumento do crescimento e proliferação massiva de plâncton e subsequente aumento na concentração de oxigênio dissolvido na água.
III. Aporte excessivo de nutriente decorrente da utilização de altas taxas de densidade.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3311357 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Considerando-se os fatores físicos e químicos em relação à qualidade da água na piscicultura, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Fatores Físicos. (2) Fatores Químicos.
( ) Turbidez. ( ) Dureza. ( ) Alcalinidade.
Alternativas
Q3311356 Engenharia Agronômica (Agronomia)
As áreas selecionadas para piscicultura devem dispor de fontes de água em quantidade mínima para abastecer a demanda da produção. A quantidade de água necessária irá depender:

I. Das taxas de sedimentação. II. Da área do viveiro. III. Da renovação exigida no manejo da produção. IV. Da precipitação anual que a incorporará aos viveiros.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3311354 Direito Ambiental
Além da forma corporal, as nadadeiras são também fundamentais para a movimentação dos peixes no corpo d’água. Durante o deslocamento, podem empregar movimentos corporais de ondulação (céfalo-caudal), que se integram a movimentos de oscilação da nadadeira caudal, juntamente com as nadadeiras peitorais, dorsal e anal. Com relação à locomoção, o principal apêndice propulsor é:
Alternativas
Q3311353 Direito Ambiental
O dourado (Salminus brasiliensis), em função do seu rápido desenvolvimento inicial e elevado preço de mercado, é considerada a espécie com o maior potencial para piscicultura. Uma de suas principais características é serem ictiófagos, ou seja, são animais:
Alternativas
Q3311352 Direito Ambiental
Segundo a Resolução Conjunta nº 02/2008, são áreas alagadas naturalmente formadas devido à topografia do terreno:
Alternativas
Q3311351 Direito Ambiental
Com base na Resolução Conjunta nº 02/2008, para requerer a regularização de seus viveiros de produção de peixes junto ao órgão ambiental, os piscicultores terão um prazo de:
Alternativas
Q3311349 Direito Ambiental
Conforme a Resolução CONAMA nº 413/2009 – Licenciamento Ambiental da Aquicultura, o licenciamento ambiental de parques aquícolas será efetivado em:
Alternativas
Respostas
10181: D
10182: B
10183: A
10184: C
10185: B
10186: A
10187: B
10188: D
10189: A
10190: A
10191: B
10192: D
10193: C
10194: A
10195: D
10196: B
10197: A
10198: B
10199: D
10200: C