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Flexibilidade e qualidade de vida na velhice
A flexibilidade é a capacidade de as articulações se moverem com total amplitude e sem dor. Na prática, é a habilidade de estender os braços para alcançar uma caixa em uma prateleira alta, realizar alguma atividade corriqueira do cotidiano, como amarrar o próprio tênis, ou então tocar os dedos dos pés com as mãos. Nesse último caso, basta dar um pulinho na academia para verificar que nem todo mundo consegue fazer isso.
Mas, diferente de outras capacidades físicas, como a força ou o equilíbrio, a flexibilidade diminui com a idade. Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo. Fatores hormonais e comportamentais, como o uso limitado de certas articulações, também podem acelerar o declínio. A boa notícia, contudo, é que exercícios simples podem melhorar a flexibilidade, resultando em benefícios para saúde e para o bem-estar, especialmente para os idosos, que tendem a sofrer mais com a falta de elasticidade.
A redução da flexibilidade, segundo o médico Cláudio Gil Soares de Araújo, compromete a autonomia do indivíduo, limitando a realização de tarefas simples que antes eram realizadas com facilidade. Mas os exercícios, de acordo com os especialistas, têm impacto positivo na postura e na eficiência dos movimentos corporais. Idosos com boa flexibilidade, por exemplo, tendem a caminhar com mais segurança, subir e descer escadas sem dificuldades e manter uma postura ereta, o que contribui para evitar dores musculares e tensões desnecessárias.
“Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento”, diz o fisioterapeuta Rafael Macedo.
Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado.
Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento.
Flexibilidade e qualidade de vida na velhice
A flexibilidade é a capacidade de as articulações se moverem com total amplitude e sem dor. Na prática, é a habilidade de estender os braços para alcançar uma caixa em uma prateleira alta, realizar alguma atividade corriqueira do cotidiano, como amarrar o próprio tênis, ou então tocar os dedos dos pés com as mãos. Nesse último caso, basta dar um pulinho na academia para verificar que nem todo mundo consegue fazer isso.
Mas, diferente de outras capacidades físicas, como a força ou o equilíbrio, a flexibilidade diminui com a idade. Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo. Fatores hormonais e comportamentais, como o uso limitado de certas articulações, também podem acelerar o declínio. A boa notícia, contudo, é que exercícios simples podem melhorar a flexibilidade, resultando em benefícios para saúde e para o bem-estar, especialmente para os idosos, que tendem a sofrer mais com a falta de elasticidade.
A redução da flexibilidade, segundo o médico Cláudio Gil Soares de Araújo, compromete a autonomia do indivíduo, limitando a realização de tarefas simples que antes eram realizadas com facilidade. Mas os exercícios, de acordo com os especialistas, têm impacto positivo na postura e na eficiência dos movimentos corporais. Idosos com boa flexibilidade, por exemplo, tendem a caminhar com mais segurança, subir e descer escadas sem dificuldades e manter uma postura ereta, o que contribui para evitar dores musculares e tensões desnecessárias.
“Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento”, diz o fisioterapeuta Rafael Macedo.
Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado.
Flexibilidade e qualidade de vida na velhice
A flexibilidade é a capacidade de as articulações se moverem com total amplitude e sem dor. Na prática, é a habilidade de estender os braços para alcançar uma caixa em uma prateleira alta, realizar alguma atividade corriqueira do cotidiano, como amarrar o próprio tênis, ou então tocar os dedos dos pés com as mãos. Nesse último caso, basta dar um pulinho na academia para verificar que nem todo mundo consegue fazer isso.
Mas, diferente de outras capacidades físicas, como a força ou o equilíbrio, a flexibilidade diminui com a idade. Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo. Fatores hormonais e comportamentais, como o uso limitado de certas articulações, também podem acelerar o declínio. A boa notícia, contudo, é que exercícios simples podem melhorar a flexibilidade, resultando em benefícios para saúde e para o bem-estar, especialmente para os idosos, que tendem a sofrer mais com a falta de elasticidade.
A redução da flexibilidade, segundo o médico Cláudio Gil Soares de Araújo, compromete a autonomia do indivíduo, limitando a realização de tarefas simples que antes eram realizadas com facilidade. Mas os exercícios, de acordo com os especialistas, têm impacto positivo na postura e na eficiência dos movimentos corporais. Idosos com boa flexibilidade, por exemplo, tendem a caminhar com mais segurança, subir e descer escadas sem dificuldades e manter uma postura ereta, o que contribui para evitar dores musculares e tensões desnecessárias.
“Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento”, diz o fisioterapeuta Rafael Macedo.
Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado.
Flexibilidade e qualidade de vida na velhice
A flexibilidade é a capacidade de as articulações se moverem com total amplitude e sem dor. Na prática, é a habilidade de estender os braços para alcançar uma caixa em uma prateleira alta, realizar alguma atividade corriqueira do cotidiano, como amarrar o próprio tênis, ou então tocar os dedos dos pés com as mãos. Nesse último caso, basta dar um pulinho na academia para verificar que nem todo mundo consegue fazer isso.
Mas, diferente de outras capacidades físicas, como a força ou o equilíbrio, a flexibilidade diminui com a idade. Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo. Fatores hormonais e comportamentais, como o uso limitado de certas articulações, também podem acelerar o declínio. A boa notícia, contudo, é que exercícios simples podem melhorar a flexibilidade, resultando em benefícios para saúde e para o bem-estar, especialmente para os idosos, que tendem a sofrer mais com a falta de elasticidade.
A redução da flexibilidade, segundo o médico Cláudio Gil Soares de Araújo, compromete a autonomia do indivíduo, limitando a realização de tarefas simples que antes eram realizadas com facilidade. Mas os exercícios, de acordo com os especialistas, têm impacto positivo na postura e na eficiência dos movimentos corporais. Idosos com boa flexibilidade, por exemplo, tendem a caminhar com mais segurança, subir e descer escadas sem dificuldades e manter uma postura ereta, o que contribui para evitar dores musculares e tensões desnecessárias.
“Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento”, diz o fisioterapeuta Rafael Macedo.
Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado.
Se passarmos a palavra sublinhada abaixo para o plural, quantas outras também deverão ser alteradas?
Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo.
Flexibilidade e qualidade de vida na velhice
A flexibilidade é a capacidade de as articulações se moverem com total amplitude e sem dor. Na prática, é a habilidade de estender os braços para alcançar uma caixa em uma prateleira alta, realizar alguma atividade corriqueira do cotidiano, como amarrar o próprio tênis, ou então tocar os dedos dos pés com as mãos. Nesse último caso, basta dar um pulinho na academia para verificar que nem todo mundo consegue fazer isso.
Mas, diferente de outras capacidades físicas, como a força ou o equilíbrio, a flexibilidade diminui com a idade. Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo. Fatores hormonais e comportamentais, como o uso limitado de certas articulações, também podem acelerar o declínio. A boa notícia, contudo, é que exercícios simples podem melhorar a flexibilidade, resultando em benefícios para saúde e para o bem-estar, especialmente para os idosos, que tendem a sofrer mais com a falta de elasticidade.
A redução da flexibilidade, segundo o médico Cláudio Gil Soares de Araújo, compromete a autonomia do indivíduo, limitando a realização de tarefas simples que antes eram realizadas com facilidade. Mas os exercícios, de acordo com os especialistas, têm impacto positivo na postura e na eficiência dos movimentos corporais. Idosos com boa flexibilidade, por exemplo, tendem a caminhar com mais segurança, subir e descer escadas sem dificuldades e manter uma postura ereta, o que contribui para evitar dores musculares e tensões desnecessárias.
“Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento”, diz o fisioterapeuta Rafael Macedo.
Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado.
Considerando as informações do texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) A força e o equilíbrio também diminuem com a idade, assim como a flexibilidade.
( ) Fatores comportamentais podem acelerar a perda da flexibilidade.
( ) Exercícios de flexibilidade devem ser evitados, pois aumentam o risco de lesão.
( ) Uma boa flexibilidade ajuda os idosos a caminharem com mais segurança.
Her parents were proud of how sensible she was when she chose to spend the afternoon studying at the library instead of going to the party.
I. “I’m looking at the dog” means you are seeing the dog.
II. “I’m looking after the dog” means you don’t know where the dog is.
III. “I’m looking for the dog” means you are taking care of the dog.
I have helped my neighbor too much this week.
I had helped my neighbor clean his attic before I fixed his car.
They set off on their road trip early this morning.
Charlie couldn’t put up with their whining anymore.
• How ______ sugar do you take in your coffee?
• How ______ children do you want to have?
• I feel ______ better now.
• There were ______ people at the party.
The climate of tolerance lapsed, and shortly afterward Hypatia became the victim of a particularly brutal murder at the hands of a gang of Christian zealots. The affair made Hypatia a powerful feminist symbol and a figure of affirmation for intellectual endeavor in the face of ignorant prejudice.