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Marque a alternativa que corresponde à quantidade de copos que poderão ser servidos com esses 5 litros.
Marque a alternativa que apresenta quantas pessoas ajudaram essa fundação por meio dessas doações.
I – Não se tem uma explicação sobre isto. – Sublinhamos um substantivo com encontro consonantal e ditongo nasal decrescente; e uma preposição com encontro consonantal. II – Busque a Felicidade! - Sublinhamos um verbo com dígrafo. III – Por medo de chorar, deixamos de sorrir. - Sublinhamos verbos na forma nominal do infinitivo que são antônimos, estando cada um está escrito com dígrafo. IV - E perder sua própria identidade. – Sublinhamos um pronome escrito com hiato e um adjetivo biforme escrito com idênticos encontros consonantais.
Marque a alternativa cujas frases estão com análise correta.
I – Na escrita da frase: “Vive-se num mar de tristezas” – temos exemplo de hipérbole. II – “Medo” é antônimo de “pavor”. III – O pronome de tratamento da frase: “Você merece ser feliz!” - apresenta um exemplo de interlocutor direto. IV – Entre os sinônimos de “Alegria” - temos: “entusiasmo”; “animação”; “bom-humor”.
Marque a expressão com análise correta.
I – Em: “Muita gente tem medo da felicidade” - a contração prepositiva é imposta pela regência nominal. II – “Medo” e “felicidade” são substantivos abstratos paroxítonos. III – Em: “Não se tem uma explicação sobre isto” – temos pronome oblíquo exemplificando uso de próclise. IV – As palavras: “não”; “se”; “isto” pertencem a diferentes classes de palavras, todas são invariáveis.
(SciELO - Brasil - Território e comunidade na terapia ocupacional brasileira: uma revisão conceitual Território e comunidade na terapia ocupacional brasileira)
Considerando os estudos científicos sobre a ““Território e comunidade na terapia ocupacional brasileira”, analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.
I – Os conceitos de território e comunidade adentraram à atuação técnica de profissionais da saúde e do campo social no período de mudança das políticas sociais brasileiras, com o deslocamento da assistência dos equipamentos institucionais centralizados aos espaços da vida cotidiana.
II – Tais conceitos foram mudando o enfoque para os contextos e as intervenções pautadas nas necessidades reais e complexas dos sujeitos, grupos e coletivos. Dessa maneira, o uso das palavras no cotidiano profissional passou a ser frequente, como também determinante do tipo de atuação nomeada nos serviços assistenciais
III – As palavras território e comunidade são incorporadas ao arcabouço teórico da terapia ocupacional advindas por caminhos relacionados às vivências e mudanças políticas, sociais e econômicas do país, como uma maneira de informar teoricamente a crítica sobre a realidade social e as práticas profissionais.
IV – O terapeuta ocupacional volta-se aos espaços da vida cotidiana e aos aspectos coletivos também como forma de resistência à individualização e às problemáticas da sociedade capitalista, em uma crítica à tradição biomédica da profissão.