Questões de Concurso Para nc-ufpr

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Q4074809 Matemática
Luiza trabalha em uma editora e ela precisa encaixotar 360 livros iguais. Se dentro de uma caixa de papelão é possível colocar 40 desses livros, quantas caixas desse tipo Luiza precisa para encaixotar os 360 livros? 
Alternativas
Q4074805 Português
Considere a seguinte frase:
Durante a pandemia, _____ inúmeras mortes de mulheres por feminicídio. Esses números _____ aumentado significativamente no Brasil. Tal realidade tem ____ com o isolamento social, já que a maioria dos agressores é de pessoas próximas.
Assinale a alternativa cujos termos completam respectiva e corretamente as lacunas. 
Alternativas
Q4074804 Português

O texto a seguir é referência para a questão.

Pajem do sinhô-moço, escravo do sinhô-moço, tudo do sinhô-moço, nada do sinhô-moço. Um dia o coronelzinho, que já sabia ler, ficou curioso para ver se negro aprendia os sinais, as letras de branco e começou a ensinar o pai de Ponciá. O menino respondeu logo ao ensinamento do distraído mestre. Em pouco tempo reconhecia todas as letras. Quando sinhô-moço se certificou que o negro aprendia, parou a brincadeira. Negro aprendia sim! Mas o que o negro ia fazer com o saber de branco? O pai de Ponciá Vicêncio, em matéria de livros e letras, nunca foi além daquele saber.

(EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. Rio de Janeiro: Pallas, 2017, p. 15.)

Um dos recursos linguísticos utilizados no texto é a substituição de um nome por uma característica do indivíduo, por exemplo: 
Alternativas
Q4074803 Português

O texto a seguir é referência para a questão.

Pajem do sinhô-moço, escravo do sinhô-moço, tudo do sinhô-moço, nada do sinhô-moço. Um dia o coronelzinho, que já sabia ler, ficou curioso para ver se negro aprendia os sinais, as letras de branco e começou a ensinar o pai de Ponciá. O menino respondeu logo ao ensinamento do distraído mestre. Em pouco tempo reconhecia todas as letras. Quando sinhô-moço se certificou que o negro aprendia, parou a brincadeira. Negro aprendia sim! Mas o que o negro ia fazer com o saber de branco? O pai de Ponciá Vicêncio, em matéria de livros e letras, nunca foi além daquele saber.

(EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. Rio de Janeiro: Pallas, 2017, p. 15.)

De acordo com o texto, por que o coronelzinho parou de ensinar o alfabeto para o pai de Ponciá?  
Alternativas
Q4074802 Português

O texto a seguir é referência para a questão.

O que é lugar de fala?

Numa sociedade como a brasileira, de herança escravocrata, pessoas negras vão experenciar racismo do lugar de quem é objeto dessa opressão, do lugar que restringe oportunidades por conta desse sistema de opressão. Pessoas brancas vão experenciar do lugar de quem se beneficia dessa mesma opressão. Logo, ambos os grupos podem e devem discutir essas questões, mas falarão de lugares distintos. Estamos dizendo, principalmente, que queremos e reivindicamos que a história sobre a escravidão no Brasil seja contada por nossas perspectivas também e não somente pela perspectiva de quem venceu, para parafrasear Walter Benjamin, em Teses sobre o conceito de história. Estamos apontando para a importância de quebra de um sistema vigente que invisibiliza essas narrativas.

(RIBEIRO, Djamila. O que é: lugar de fala? Belo Horizonte: Letramento: Justificando, 2017, p. 48. Adaptado.)

De acordo com o texto, a expressão “lugar de fala” se refere a:  
Alternativas
Q4074801 Português

O texto a seguir é referência para a questão.

O que é lugar de fala?

Numa sociedade como a brasileira, de herança escravocrata, pessoas negras vão experenciar racismo do lugar de quem é objeto dessa opressão, do lugar que restringe oportunidades por conta desse sistema de opressão. Pessoas brancas vão experenciar do lugar de quem se beneficia dessa mesma opressão. Logo, ambos os grupos podem e devem discutir essas questões, mas falarão de lugares distintos. Estamos dizendo, principalmente, que queremos e reivindicamos que a história sobre a escravidão no Brasil seja contada por nossas perspectivas também e não somente pela perspectiva de quem venceu, para parafrasear Walter Benjamin, em Teses sobre o conceito de história. Estamos apontando para a importância de quebra de um sistema vigente que invisibiliza essas narrativas.

(RIBEIRO, Djamila. O que é: lugar de fala? Belo Horizonte: Letramento: Justificando, 2017, p. 48. Adaptado.)

O vocábulo “restringe” pode ser substituído, sem prejuízo do sentido, por:  
Alternativas
Q4074800 Português

O texto a seguir é referência para a questão.

O que é lugar de fala?

Numa sociedade como a brasileira, de herança escravocrata, pessoas negras vão experenciar racismo do lugar de quem é objeto dessa opressão, do lugar que restringe oportunidades por conta desse sistema de opressão. Pessoas brancas vão experenciar do lugar de quem se beneficia dessa mesma opressão. Logo, ambos os grupos podem e devem discutir essas questões, mas falarão de lugares distintos. Estamos dizendo, principalmente, que queremos e reivindicamos que a história sobre a escravidão no Brasil seja contada por nossas perspectivas também e não somente pela perspectiva de quem venceu, para parafrasear Walter Benjamin, em Teses sobre o conceito de história. Estamos apontando para a importância de quebra de um sistema vigente que invisibiliza essas narrativas.

(RIBEIRO, Djamila. O que é: lugar de fala? Belo Horizonte: Letramento: Justificando, 2017, p. 48. Adaptado.)

A conjunção “Logo”, destacada no texto, pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, por:  
Alternativas
Q4074799 Português

O texto a seguir é referência para a questão.

O nome Krenak é constituído por dois termos: um é a primeira partícula, kre, que significa cabeça, a outra, nak, significa terra. Krenak é a herança que recebemos dos nossos antepassados, das nossas memórias de origem, que nos identifica como “cabeça da terra”, como uma humanidade que não consegue se conceber sem essa conexão, sem essa profunda comunhão com a terra. Não a terra como um sítio, mas como esse lugar que todos compartilhamos, e do qual nós, os Krenak, nos sentimos cada vez mais desraigados – desse lugar que para nós sempre foi sagrado, mas que percebemos que nossos vizinhos têm quase vergonha de admitir que pode ser visto assim. Quando nós falamos que o nosso rio é sagrado, as pessoas dizem: “Isso é algum folclore deles”; quando dizemos que a montanha está mostrando que vai chover e que esse dia vai ser um dia próspero, um dia bom, eles dizem: “Não, uma montanha não fala nada”. Quando despersonalizamos o rio, a montanha, quando tiramos deles os seus sentidos, considerando que isso é atributo exclusivo dos humanos, nós liberamos esses lugares para que se tornem resíduos da atividade industrial e extrativista. Do nosso divórcio das integrações e interações com a nossa mãe, a Terra, resulta que ela está nos deixando órfãos, não só aos que em diferente graduação são chamados de índios, indígenas ou povos indígenas, mas a todos.

(KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 24.)

A expressão “do qual” destacada no texto faz referência a:
Alternativas
Q4074798 Português

O texto a seguir é referência para a questão.

O nome Krenak é constituído por dois termos: um é a primeira partícula, kre, que significa cabeça, a outra, nak, significa terra. Krenak é a herança que recebemos dos nossos antepassados, das nossas memórias de origem, que nos identifica como “cabeça da terra”, como uma humanidade que não consegue se conceber sem essa conexão, sem essa profunda comunhão com a terra. Não a terra como um sítio, mas como esse lugar que todos compartilhamos, e do qual nós, os Krenak, nos sentimos cada vez mais desraigados – desse lugar que para nós sempre foi sagrado, mas que percebemos que nossos vizinhos têm quase vergonha de admitir que pode ser visto assim. Quando nós falamos que o nosso rio é sagrado, as pessoas dizem: “Isso é algum folclore deles”; quando dizemos que a montanha está mostrando que vai chover e que esse dia vai ser um dia próspero, um dia bom, eles dizem: “Não, uma montanha não fala nada”. Quando despersonalizamos o rio, a montanha, quando tiramos deles os seus sentidos, considerando que isso é atributo exclusivo dos humanos, nós liberamos esses lugares para que se tornem resíduos da atividade industrial e extrativista. Do nosso divórcio das integrações e interações com a nossa mãe, a Terra, resulta que ela está nos deixando órfãos, não só aos que em diferente graduação são chamados de índios, indígenas ou povos indígenas, mas a todos.

(KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 24.)

No texto, o vocábulo “desraigados” pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por:  
Alternativas
Q4074797 Português

O texto a seguir é referência para a questão.

O nome Krenak é constituído por dois termos: um é a primeira partícula, kre, que significa cabeça, a outra, nak, significa terra. Krenak é a herança que recebemos dos nossos antepassados, das nossas memórias de origem, que nos identifica como “cabeça da terra”, como uma humanidade que não consegue se conceber sem essa conexão, sem essa profunda comunhão com a terra. Não a terra como um sítio, mas como esse lugar que todos compartilhamos, e do qual nós, os Krenak, nos sentimos cada vez mais desraigados – desse lugar que para nós sempre foi sagrado, mas que percebemos que nossos vizinhos têm quase vergonha de admitir que pode ser visto assim. Quando nós falamos que o nosso rio é sagrado, as pessoas dizem: “Isso é algum folclore deles”; quando dizemos que a montanha está mostrando que vai chover e que esse dia vai ser um dia próspero, um dia bom, eles dizem: “Não, uma montanha não fala nada”. Quando despersonalizamos o rio, a montanha, quando tiramos deles os seus sentidos, considerando que isso é atributo exclusivo dos humanos, nós liberamos esses lugares para que se tornem resíduos da atividade industrial e extrativista. Do nosso divórcio das integrações e interações com a nossa mãe, a Terra, resulta que ela está nos deixando órfãos, não só aos que em diferente graduação são chamados de índios, indígenas ou povos indígenas, mas a todos.

(KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 24.)

De acordo com o texto, qual é o significado da expressão destacada “cabeça da terra”?  
Alternativas
Q4074606 Turismo
Considerando os impactos causados pela atividade turística, é correto afirmar: 
Alternativas
Q4074605 Marketing
Com base nos conhecimentos sobre análise das tendências do setor de turismo, é correto afirmar: 
Alternativas
Q4074604 Turismo

“O turismo pode ser considerado uma importante atividade econômica, capaz de impulsionar o crescimento de algumas regiões que apresentem condições para a sua propagação. Entre os benefícios que podem ser gerados por esta atividade destacam-se os de contribuir para a redução das desigualdades regionais e pessoais de renda, para a geração de divisas e para a criação de empregos.” (RABAHY, W. A. Análise e perspectivas do turismo no Brasil.


Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo, São Paulo, v. 14, n. 1, p. 1-13, jan./abr. 2020.)



A respeito do aspecto macroeconômico do turismo, é correto afirmar: 

Alternativas
Q4074603 Turismo
A análise estrutural do turismo leva em conta a complexidade de toda a atividade do turismo. Considerando a estrutura do Sistema de Turismo (Sistur), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4074602 Turismo
Considerando os conceitos gerais de introdução ao turismo, terminologia e relevância, é correto afirmar: 
Alternativas
Q4074601 Turismo
“Turismo sustentável não representa uma forma especial de turismo. Em realidade, todas as formas de turismo deveriam ser sustentáveis e esse deveria, em tese, ser o compromisso central em planejamento. A sustentabilidade do turismo é consequência, portanto, da responsabilidade de todos os segmentos nele envolvidos, embora seja evidente e necessário o papel de liderança dos governos neste processo”.
(UNITED NATIONS ENVIRONMENT PROGRAMME. Making Tourism Sustainable: a guide for policy makers. UNEP, Divison of Technology, Industry and Economics, 2005.)

Considerando as discussões acerca do turismo sustentável, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
1901: E
1902: A
1903: D
1904: C
1905: E
1906: D
1907: C
1908: C
1909: A
1910: D
1911: E
1912: A
1913: X
1914: B
1915: E
1916: C
1917: B
1918: D
1919: A
1920: E