Questões de Concurso Comentadas para ibade

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Q3200664 Português
Assinale a alternativa em que a figura de linguagem disposta é corretamente exemplificada.
Alternativas
Q3200663 Português
Em qual das alternativas todas as regras das normas de concordância não foram respeitadas?
Alternativas
Q3200662 Português

Escorrendo


Aos 5 anos de idade o mundo é esmagadoramente mais forte do que a gente. (Aos 30 também, mas aprendemos umas manhas que, se não anulam a desproporção, ao menos disfarçam nossa pequenez.)

A ignorância não é uma bênção, é uma condenação: compreender a origem dos nossos incômodos faz uma grande diferença. Mas como, com tão poucas palavras ao nosso dispor? Palavras são ferramentas que usamos para desmontar o mundo e remontá-lo dentro da nossa cabeça. Sem as ferramentas precisas, ficamos a espanar parafusos com pontas de facas, a destruir porcas com alicates.

Com 2 anos, meu nariz escorria sem parar na sala de aula. Eu não sabia assoar, nem sequer sabia que existia isto: assoar. Apenas enxugava o que descia na manga do uniforme, conformado, até ficar com o nariz assado.

Lembro-me bem da sensação da meia sendo comida pela galocha enquanto eu andava. A cada passo, ela ia se engorovinhando mais e mais na frente do pé, faltando no calcanhar, e eu aceitava o infortúnio como se fosse uma praga rogada pelos deuses, uma sina. Não passava pela minha cabeça trocar de meia, desistir da galocha, pedir ajuda aos adultos: a vida era assim, não havia o que fazer.

Numas férias, meu pai apareceu antes do combinado para pegar minha irmã e eu na casa dos meus avós. Durante 400 quilômetros, falou que existiam pessoas boas e pessoas más, que aconteciam coisas que a gente não conseguia entender, que mesmo as pessoas más podiam fazer coisas boas e as pessoas boas, coisas más. Já quase chegando a São Paulo, contou que nosso vizinho, de 6 anos, tinha levado um tiro. Naquela noite, enquanto as crianças da rua brincavam – mais quietas do que o habitual, sob um véu inominável –, um dos garotos disse: “Bem feito! Ele é muito chato”.

Hoje, penso que pode ter sido sua maneira de lidar com uma realidade esmagadoramente mais forte do que ele. Meu vizinho, felizmente, sobreviveu. Nossa ingenuidade é que não: ficou ali, estirada entre amendoeiras e paralelepípedos, sendo iluminada pela lâmpada intermitente de mercúrio, depois que todas as crianças voltaram para suas casas.



Fonte: Crônica de Antônio Prata. Escorrendo. Disponível em: https://novaescola.org.br/arquivo/vem-que-eu-teconto/pdf/escorrendo.pdf



Em relação a aspectos linguísticos do texto “Escorrendo”, julgue os itens que se seguem.

I. No trecho “mas aprendemos umas manhas que, se não anulam a desproporção, ao menos disfarçam nossa pequenez.(primeiro parágrafo), o vocábulo “mas” introduz uma oração coordenada adversativa.
II. No segundo parágrafo, o vocábulo “poucas” classifica-se como advérbio de intensidade.
III. No segundo parágrafo, o sujeito da forma verbal “remontá-lo” é o termo “mundo”.
IV. No trecho “nem sequer sabia que existia isto”, no terceiro parágrafo, o termo “que” introduz uma oração subordinada adjetiva reduzida.
V. No último parágrafo, o último período expressa, na oração em que se insere, circunstância de causa.

Está (ão) corretas:
Alternativas
Q3200661 Português

Escorrendo


Aos 5 anos de idade o mundo é esmagadoramente mais forte do que a gente. (Aos 30 também, mas aprendemos umas manhas que, se não anulam a desproporção, ao menos disfarçam nossa pequenez.)

A ignorância não é uma bênção, é uma condenação: compreender a origem dos nossos incômodos faz uma grande diferença. Mas como, com tão poucas palavras ao nosso dispor? Palavras são ferramentas que usamos para desmontar o mundo e remontá-lo dentro da nossa cabeça. Sem as ferramentas precisas, ficamos a espanar parafusos com pontas de facas, a destruir porcas com alicates.

Com 2 anos, meu nariz escorria sem parar na sala de aula. Eu não sabia assoar, nem sequer sabia que existia isto: assoar. Apenas enxugava o que descia na manga do uniforme, conformado, até ficar com o nariz assado.

Lembro-me bem da sensação da meia sendo comida pela galocha enquanto eu andava. A cada passo, ela ia se engorovinhando mais e mais na frente do pé, faltando no calcanhar, e eu aceitava o infortúnio como se fosse uma praga rogada pelos deuses, uma sina. Não passava pela minha cabeça trocar de meia, desistir da galocha, pedir ajuda aos adultos: a vida era assim, não havia o que fazer.

Numas férias, meu pai apareceu antes do combinado para pegar minha irmã e eu na casa dos meus avós. Durante 400 quilômetros, falou que existiam pessoas boas e pessoas más, que aconteciam coisas que a gente não conseguia entender, que mesmo as pessoas más podiam fazer coisas boas e as pessoas boas, coisas más. Já quase chegando a São Paulo, contou que nosso vizinho, de 6 anos, tinha levado um tiro. Naquela noite, enquanto as crianças da rua brincavam – mais quietas do que o habitual, sob um véu inominável –, um dos garotos disse: “Bem feito! Ele é muito chato”.

Hoje, penso que pode ter sido sua maneira de lidar com uma realidade esmagadoramente mais forte do que ele. Meu vizinho, felizmente, sobreviveu. Nossa ingenuidade é que não: ficou ali, estirada entre amendoeiras e paralelepípedos, sendo iluminada pela lâmpada intermitente de mercúrio, depois que todas as crianças voltaram para suas casas.



Fonte: Crônica de Antônio Prata. Escorrendo. Disponível em: https://novaescola.org.br/arquivo/vem-que-eu-teconto/pdf/escorrendo.pdf



Observando-se o vocábulo “pequenez”, constata-se que é formado por acréscimo do “-ez” à palavra pequeno. A opção em que não se enquadra nesse modelo de formação, sendo escrito com S, e não com Z, é:
Alternativas
Q3200660 Português

Escorrendo


Aos 5 anos de idade o mundo é esmagadoramente mais forte do que a gente. (Aos 30 também, mas aprendemos umas manhas que, se não anulam a desproporção, ao menos disfarçam nossa pequenez.)

A ignorância não é uma bênção, é uma condenação: compreender a origem dos nossos incômodos faz uma grande diferença. Mas como, com tão poucas palavras ao nosso dispor? Palavras são ferramentas que usamos para desmontar o mundo e remontá-lo dentro da nossa cabeça. Sem as ferramentas precisas, ficamos a espanar parafusos com pontas de facas, a destruir porcas com alicates.

Com 2 anos, meu nariz escorria sem parar na sala de aula. Eu não sabia assoar, nem sequer sabia que existia isto: assoar. Apenas enxugava o que descia na manga do uniforme, conformado, até ficar com o nariz assado.

Lembro-me bem da sensação da meia sendo comida pela galocha enquanto eu andava. A cada passo, ela ia se engorovinhando mais e mais na frente do pé, faltando no calcanhar, e eu aceitava o infortúnio como se fosse uma praga rogada pelos deuses, uma sina. Não passava pela minha cabeça trocar de meia, desistir da galocha, pedir ajuda aos adultos: a vida era assim, não havia o que fazer.

Numas férias, meu pai apareceu antes do combinado para pegar minha irmã e eu na casa dos meus avós. Durante 400 quilômetros, falou que existiam pessoas boas e pessoas más, que aconteciam coisas que a gente não conseguia entender, que mesmo as pessoas más podiam fazer coisas boas e as pessoas boas, coisas más. Já quase chegando a São Paulo, contou que nosso vizinho, de 6 anos, tinha levado um tiro. Naquela noite, enquanto as crianças da rua brincavam – mais quietas do que o habitual, sob um véu inominável –, um dos garotos disse: “Bem feito! Ele é muito chato”.

Hoje, penso que pode ter sido sua maneira de lidar com uma realidade esmagadoramente mais forte do que ele. Meu vizinho, felizmente, sobreviveu. Nossa ingenuidade é que não: ficou ali, estirada entre amendoeiras e paralelepípedos, sendo iluminada pela lâmpada intermitente de mercúrio, depois que todas as crianças voltaram para suas casas.



Fonte: Crônica de Antônio Prata. Escorrendo. Disponível em: https://novaescola.org.br/arquivo/vem-que-eu-teconto/pdf/escorrendo.pdf



Assinale a alternativa em que há incorreção quanto ao que se diz sobre a morfologia de palavras do texto.
Alternativas
Q3200659 Português

Escorrendo


Aos 5 anos de idade o mundo é esmagadoramente mais forte do que a gente. (Aos 30 também, mas aprendemos umas manhas que, se não anulam a desproporção, ao menos disfarçam nossa pequenez.)

A ignorância não é uma bênção, é uma condenação: compreender a origem dos nossos incômodos faz uma grande diferença. Mas como, com tão poucas palavras ao nosso dispor? Palavras são ferramentas que usamos para desmontar o mundo e remontá-lo dentro da nossa cabeça. Sem as ferramentas precisas, ficamos a espanar parafusos com pontas de facas, a destruir porcas com alicates.

Com 2 anos, meu nariz escorria sem parar na sala de aula. Eu não sabia assoar, nem sequer sabia que existia isto: assoar. Apenas enxugava o que descia na manga do uniforme, conformado, até ficar com o nariz assado.

Lembro-me bem da sensação da meia sendo comida pela galocha enquanto eu andava. A cada passo, ela ia se engorovinhando mais e mais na frente do pé, faltando no calcanhar, e eu aceitava o infortúnio como se fosse uma praga rogada pelos deuses, uma sina. Não passava pela minha cabeça trocar de meia, desistir da galocha, pedir ajuda aos adultos: a vida era assim, não havia o que fazer.

Numas férias, meu pai apareceu antes do combinado para pegar minha irmã e eu na casa dos meus avós. Durante 400 quilômetros, falou que existiam pessoas boas e pessoas más, que aconteciam coisas que a gente não conseguia entender, que mesmo as pessoas más podiam fazer coisas boas e as pessoas boas, coisas más. Já quase chegando a São Paulo, contou que nosso vizinho, de 6 anos, tinha levado um tiro. Naquela noite, enquanto as crianças da rua brincavam – mais quietas do que o habitual, sob um véu inominável –, um dos garotos disse: “Bem feito! Ele é muito chato”.

Hoje, penso que pode ter sido sua maneira de lidar com uma realidade esmagadoramente mais forte do que ele. Meu vizinho, felizmente, sobreviveu. Nossa ingenuidade é que não: ficou ali, estirada entre amendoeiras e paralelepípedos, sendo iluminada pela lâmpada intermitente de mercúrio, depois que todas as crianças voltaram para suas casas.



Fonte: Crônica de Antônio Prata. Escorrendo. Disponível em: https://novaescola.org.br/arquivo/vem-que-eu-teconto/pdf/escorrendo.pdf



Há, no texto, termos utilizados em um sentido claramente conotativo, figurado, também chamado de sentido metafórico ou simbólico. Qual termo não possui esse sentido?
Alternativas
Q3200658 Português

Escorrendo


Aos 5 anos de idade o mundo é esmagadoramente mais forte do que a gente. (Aos 30 também, mas aprendemos umas manhas que, se não anulam a desproporção, ao menos disfarçam nossa pequenez.)

A ignorância não é uma bênção, é uma condenação: compreender a origem dos nossos incômodos faz uma grande diferença. Mas como, com tão poucas palavras ao nosso dispor? Palavras são ferramentas que usamos para desmontar o mundo e remontá-lo dentro da nossa cabeça. Sem as ferramentas precisas, ficamos a espanar parafusos com pontas de facas, a destruir porcas com alicates.

Com 2 anos, meu nariz escorria sem parar na sala de aula. Eu não sabia assoar, nem sequer sabia que existia isto: assoar. Apenas enxugava o que descia na manga do uniforme, conformado, até ficar com o nariz assado.

Lembro-me bem da sensação da meia sendo comida pela galocha enquanto eu andava. A cada passo, ela ia se engorovinhando mais e mais na frente do pé, faltando no calcanhar, e eu aceitava o infortúnio como se fosse uma praga rogada pelos deuses, uma sina. Não passava pela minha cabeça trocar de meia, desistir da galocha, pedir ajuda aos adultos: a vida era assim, não havia o que fazer.

Numas férias, meu pai apareceu antes do combinado para pegar minha irmã e eu na casa dos meus avós. Durante 400 quilômetros, falou que existiam pessoas boas e pessoas más, que aconteciam coisas que a gente não conseguia entender, que mesmo as pessoas más podiam fazer coisas boas e as pessoas boas, coisas más. Já quase chegando a São Paulo, contou que nosso vizinho, de 6 anos, tinha levado um tiro. Naquela noite, enquanto as crianças da rua brincavam – mais quietas do que o habitual, sob um véu inominável –, um dos garotos disse: “Bem feito! Ele é muito chato”.

Hoje, penso que pode ter sido sua maneira de lidar com uma realidade esmagadoramente mais forte do que ele. Meu vizinho, felizmente, sobreviveu. Nossa ingenuidade é que não: ficou ali, estirada entre amendoeiras e paralelepípedos, sendo iluminada pela lâmpada intermitente de mercúrio, depois que todas as crianças voltaram para suas casas.



Fonte: Crônica de Antônio Prata. Escorrendo. Disponível em: https://novaescola.org.br/arquivo/vem-que-eu-teconto/pdf/escorrendo.pdf



A caracterização do texto “Escorrendo” como crônica ocorre porque: 
Alternativas
Q3131661 Pedagogia
De acordo com a Proposta Curricular da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis (2016), no rastro da chamada Constituição Cidadã, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN) n.º 9.394, de 1996, organiza e estabelece as condições para que a educação escolar seja direito de todos. Em se tratando da EJA, até a promulgação da atual LDBEN, a educação de adultos era considerada como:
Alternativas
Q3131660 Pedagogia
O Ensino Religioso da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis é marcado pelo compromisso como o respeito e a aproximação entre as religiões. Sobre o tema orientado na Proposta Curricular da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis (2016), analise as afirmativas abaixo:

1. entende-se que o objeto de estudo restringem as instituições e as denominações religiosas desde que assegure o respeito à diversidade de credos e acolha o proselitismo, ou seja, a tentativa de impor um dogma ou converter alguém a ele;
2. o Ensino Religioso tem como enfoque o fenômeno religioso e como finalidade a sua releitura sob a perspectiva epistemológica, tendo como substrato as ciências da religião como Cultura e Antropologia da Religião;
3. os conhecimentos relacionados às religiões e a suas histórias e manifestações, são indiferentes para a compreensão da cultura em sua diversidade e da constituição da vida em sociedade.

Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3131659 Pedagogia
Sobre as categorias em que a Educação Escolar Quilombola está fundamentada, segundo a Proposta Curricular da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis (2016), analise as afirmativas e assinale F (falsa) e V (verdadeira):

( ) oralidade;
( ) globalização;
( ) trabalho;
( ) corporeidade.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta.
Alternativas
Q3131658 Pedagogia
De acordo com a Proposta Curricular da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis (2016), a discussão de qual temática tem estado presente em boa parte das ações referentes à Educação para as Relações Étnico-raciais, desenvolvidas pela Gerência de Articulação Pedagógica da Educação Continuada da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis? Essa temática, também, já esteve integrada tanto na formação continuada oferecida a professores/as e demais profissionais da Rede, quanto na realização anual do Seminário de Diversidade Étnico-racial.
Alternativas
Q3131656 Pedagogia
De acordo com a Proposta Curricular da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis (2016), o texto curricular de teatro busca traçar direcionamentos para a organização do trabalho teatral desenvolvido no ambiente escolar, refletindo sobre o teatro como manifestação própria à expressividade humana relacionado com:
Alternativas
Q3131655 Artes Cênicas
O teatro como arte possui diversas técnicas e métodos que visam construir a experiência cênica e proporcionar diferentes formas de expressão para atores e espectadores. Dentre os métodos criados para envolver o público e enriquecer a expressividade dos atores, algumas técnicas, como o Teatro do Oprimido de Augusto Boal e o Método Stanislavski, são amplamente conhecidas. Com base nas características das técnicas teatrais, qual das alternativas a seguir descreve corretamente o conceito de Teatro-Imagem, técnica desenvolvida por Boal?
Alternativas
Q3131654 Artes Cênicas
Sobre a criação do Teatro no Brasil, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3131653 Artes Cênicas
No campo das técnicas teatrais, várias abordagens foram desenvolvidas ao longo dos anos para ajudar atores a aprimorar a interpretação e a expressividade em cena. Entre essas técnicas, algumas incentivam o uso de emoções pessoais, enquanto outras priorizam o distanciamento crítico ou a construção física do personagem. Com base nas características das técnicas teatrais, qual das alternativas a seguir descreve corretamente o Método das Ações Físicas, criado por Constantin Stanislavski?
Alternativas
Q3131652 Artes Cênicas
Em sua obra “Jogos teatrais na sala de aula, Um manual para o professor,” Viola Spolin, também educadora, deixa como arcabouço, diversos jogos teatrais que podem ser utilizados em sala de aula, além de um passo a passo para a criação de novos jogos. Um desses passos é a “instrução.” Segundo Viola, o que seria a instrução nos jogos teatrais?
Alternativas
Q3131651 Artes Cênicas
Viola Spolin, diretora de teatro, educadora e autora norte-americana, é considerada por muitos como a fundadora dos jogos teatrais. Ela foi responsável por sistematizar estes jogos e afirma que existem três essências nos jogos teatrais.
Assinale a opção que contenha essas três essências.
Alternativas
Q3131650 Pedagogia
De acordo com a Proposta Curricular da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis (2016), o trabalho com as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) vem acontecendo desde 1998 na rede municipal, por intermédio do Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE), denominado atualmente de Núcleo de Tecnologia Municipal (NTM). O NTM constituiu-se como espaço de formação continuada voltada para o uso pedagógico das TIC na educação, visando preparar professores/ as e estudantes para atuarem criticamente com essas tecnologias, na abordagem de qual campo? 
Alternativas
Q3131649 Artes Cênicas
As pedagogias teatrais são abordagens educacionais que utilizam o teatro como ferramenta para promover aprendizado, desenvolvimento pessoal e social. O aprendizado do texto e do jogo cênico realizado pelos atores como preparação para o espetáculo é denominado:
Alternativas
Q3131648 Artes Cênicas
As pedagogias teatrais inspiram educadores e artistas, além de desempenhar um papel fundamental na formação e desenvolvimento das identidades de crianças e adolescentes. Uma forma de teatro interativo em que o público, ao assistir a uma cena de conflito social ou opressão, pode interromper a ação para propor soluções alternativas, assumindo temporariamente o papel dos personagens. Essa é a compreensão de qual método teatral? 
Alternativas
Respostas
4001: A
4002: E
4003: A
4004: A
4005: D
4006: D
4007: D
4008: C
4009: E
4010: A
4011: C
4012: B
4013: A
4014: A
4015: C
4016: C
4017: A
4018: A
4019: E
4020: C