Questões de Concurso
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Um artesão vende pulseiras feitas com 3 miçangas cada, obedecendo às seguintes regras:
- Há 6 cores diferentes de miçangas disponíveis.
- Em cada pulseira as 3 miçangas são colocadas em sequência (ordem importa).
- Não é permitido repetir a mesma cor consecutivamente (ou seja, duas miçangas adjacentes não podem ter a mesma cor).
- As pulseiras podem ter cores repetidas desde que não fiquem lado a lado (por exemplo, vermelho–azul–vermelho é permitido).
Quantas pulseiras diferentes podem ser feitas?
Examine as proposições simples:
P: "João estuda."
Q: Maria trabalha."
Analise as proposições compostas:

Com base na tabela-verdade, é correto afirmar que:
Considere agora a proposição: “Não é verdade que Ana estuda ou Bruno trabalha.”
De acordo com a 1ª Lei de De Morgan, essa proposição é logicamente equivalente a:
Três funcionários — X, Y e Z — foram escalados para trabalharem em turnos distintos: manhã, tarde e noite. Questionados sobre suas escalas, eles disseram:
· O funcionário que vai trabalhar no turno da manhã disse que Y trabalhará no turno da tarde.
· O funcionário que vai trabalhar no turno da tarde disse que X trabalhará no turno da noite.
· O funcionário que vai trabalhar no turno da noite disse que Z trabalhará no turno da tarde.
Sabe-se que apenas o funcionário Y disse a verdade.
Com base nessas informações, os funcionários escalados para os turnos da manhã, tarde e noite, respectivamente, são:
Uma professora propôs o seguinte desafio para seus alunos. Ela apresentou uma operação de subtração na qual alguns dígitos foram substituídos por letras.
Observe:

Cada letra (A, B e C) representa um dígito distinto de 0 a 9. Com base nessa operação corretamente resolvida, determine o valor da expressão: A + B – C e assinale a alternativa correta.
Leia as afirmações sobre o Conto Missa do Galo, de Machado de Assis, indique se são (F) falsas ou (V) verdadeiras e marque a alternativa propícia.
( ) Se de um lado Conceição nos é apresentada como mulher desprovida de maiores atrativos, por outro, aparece capaz de seduzir Nogueira, cheia de encanto e malícia.
( ) Se o aparecimento na sala parece casual, há indicações para que o leitor suspeite ter sido um ato deliberado de Conceição, uma tentativa de manter um contato mais íntimo com Nogueira. Para isso concorrem certas contradições em que ela cai, durante o diálogo, quando o rapaz pergunta se a havia acordado.
( ) É contraditório o fato de que, embora a aparência de Conceição venha qualificada de “honesto desalinho”, há pequenos movimentos, pretensamente casuais, responsáveis por colocar à mostra partes do corpo da mulher que atraem particularmente a atenção do rapaz: o desbruçar-se sobre a mesa, com as mangas desabotoadas, descobrindo metade dos braços; o movimento com a saia descobrindo por instantes o bico das chinelas de alcova. Não podemos deixar opaco e indiferente, em um olhar lânguido e a certa altura qualificado de esperto.
( ) Missa do Galo: O enredo do conto gira em torno de um homem que vai à missa de Natal na igreja para ouvir a tradicional Missa do Galo. No entanto, ele não presta atenção à cerimônia e em vez disso, começa a pensar em sua vida e em suas preocupações. O homem começa a imaginar a si mesmo como um galo que está sendo sacrificado e a igreja como um matadouro. Essa metáfora é usada para refletir sobre a ideia da morte e da vida eterna.
No final, o homem é trazido de volta à realidade da missa e com um sentimento renovado de esperança, sai da igreja com a intenção de mudar sua vida. a
Referindo-se a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I.
A- Ironia.
B- Personificação (ou Prosopopeia).
C- Antítese.
D- Paradoxo.
Coluna II.
1- O jardim olhava as crianças sem dizer nada.
2- Toda guerra finaliza por onde devia ter começado: a paz.
3- Estou cego de amor e vejo o quanto isso é bom.
4- É tão inteligente que não acerta nada.
Em relação à língua, linguagem, variações linguísticas, leia as alternativas, coloque (V) verdadeira ou (F) falsa e assinale a alternativa devida.
( ) A formação, o desenvolvimento e a expansão da Língua Portuguesa estão obviamente vinculados à história dos povos que a criaram e ainda hoje a empregam e transformam.
( ) O Português é uma língua neolatina, novilatina ou românica, pois foi formada com base nas transformações verificadas no latim levado pelos dominadores romanos à Região da Península Ibérica.
( ) O Português no seu desenvolvimento histórico, tem os seguintes períodos: 1- Protoportuguês – do século IX ao século XII. A documentação desse período é muito rara, são textos redigidos em latim bárbaro, nos quais se encontram algumas palavras portuguesas; 2- Português histórico – do século XII aos dias atuais. Esse período subdivide-se em duas fases: a fase arcaica ´do século XII até o século XV e a fase moderna – do século XVI aos dias atuais.
( ) Na fase arcaica do Português, houve inicialmente uma língua comum ao noroeste da Península Ibérica, (regiões da Galiza e norte de Portugal), o galegoportuguês ou galaico-português, fartamente documentado em textos que incluem uma literatura de elevado grau de elaboração, (a lírica galego-portuguesa). Com a separação política de Portugal e sua posterior expansão para o sul, o português e o galego se foram individualizando, transformando-se o primeiro numa língua nacional e o segundo numa das línguas que, na Espanha, coexistem como castelhano.
( ) Na fase moderna do Português, devemos distinguir o português clássico, (séculos XVI e XVII) do português pós-clássico, (do século XVIII aos nossos dias). Na época do português clássico, tiveram início os estudos gramaticais e desenvolveu-se uma extensa literatura, em grande parte influenciada por modelos latinos. No período pós-clássico, a língua começou a assumir as características que hoje apresenta.
Leia o texto para responder às próxima questão.
O verbo amar. (J.G. de Araújo Jorge).
Te amei: era de longe que te olhava
e de longe me olhavas vagamente...
Ah, quanta coisa nesse tempo a gente sente,
que a alma da gente faz escrava.
Te amava: como inquieto adolescente,
tremendo ao te enlaçar, e te enlaçava
adivinhando esse mistério ardente
do mundo, em cada beijo que te dava.
Te amo: e ao te amar assim, vou conjugando
os tempos todos desse amor, enquanto
segue a vida, vivendo, e eu, vou te amando...
Te amar: é mais que um verbo, é a minha lei,
e é por ti que o repito no meu canto:
te amei, te amava, te amo e te amarei!
Leia o texto para responder às próxima questão.
O verbo amar. (J.G. de Araújo Jorge).
Te amei: era de longe que te olhava
e de longe me olhavas vagamente...
Ah, quanta coisa nesse tempo a gente sente,
que a alma da gente faz escrava.
Te amava: como inquieto adolescente,
tremendo ao te enlaçar, e te enlaçava
adivinhando esse mistério ardente
do mundo, em cada beijo que te dava.
Te amo: e ao te amar assim, vou conjugando
os tempos todos desse amor, enquanto
segue a vida, vivendo, e eu, vou te amando...
Te amar: é mais que um verbo, é a minha lei,
e é por ti que o repito no meu canto:
te amei, te amava, te amo e te amarei!
Leia o texto para responder às próxima questão.
O verbo amar. (J.G. de Araújo Jorge).
Te amei: era de longe que te olhava
e de longe me olhavas vagamente...
Ah, quanta coisa nesse tempo a gente sente,
que a alma da gente faz escrava.
Te amava: como inquieto adolescente,
tremendo ao te enlaçar, e te enlaçava
adivinhando esse mistério ardente
do mundo, em cada beijo que te dava.
Te amo: e ao te amar assim, vou conjugando
os tempos todos desse amor, enquanto
segue a vida, vivendo, e eu, vou te amando...
Te amar: é mais que um verbo, é a minha lei,
e é por ti que o repito no meu canto:
te amei, te amava, te amo e te amarei!