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I - Análise da história pregressa e atual, bem como da funcionalidade prévia e avaliação, discussão sobre questões de segurança da mobilização.
II - Avaliação das reservas respiratórias e cardiovasculares do paciente para o exercício, bem como das necessidades de suportes como oxigenoterapia, equipamentos de mobilização.
III - Buscar a informação com a equipe médica sobre o prognóstico funcional e as indicações de exercícios para o plano terapêutico, bem como deixar aos cuidados da equipe para avaliação e monitorização, imediatamente após a realização das intervenções.
IV- Organizar os acessos e dispositivos, explicar ao paciente o plano terapêutico e reavaliar as respostas fisiológicas ao exercício.
V - Orientações à equipe, paciente e família a respeito do plano fisioterapêutico, mobilidade e capacidade física, bem como orientações para após o atendimento.
Podemos afirmar sobre essas ações:
(_) Indivíduos com distúrbios do sono clinicamente significativos nem sempre preenchem todos os critérios para um determinado diagnóstico. Nesses casos, diagnósticos provisórios com acompanhamento cuidadoso e novos testes podem ser necessários.
(_) O critério de duração da ICSD-3 para o transtorno de insônia crônica é de 3 meses, e um critério de frequência, pelo menos 3 X por semana.
(_) Os critérios para o diagnóstico da Apneia Obstrutiva do Sono (AOS) requerem sinais e sintomas como por exemplo, sonolência associada, fadiga entre outros, distúrbio médico psiquiátrico associado sem a necessidade de eventos respiratórios, predominantemente, obstrutivos (apneias obstrutivas e mistas, hipopneias, ou despertares relacionados ao esforço respiratório por hora de sono durante a polissonografia).
(_) Na ICSD-3, a classificação da narcolepsia foi alterada para “narcolepsia tipo 1” e “narcolepsia tipo 2”. Sendo a deficiência de hipocretina-1 a caraterização para definição da narcolepsia tipo 2.