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( ) Conforme o estadiamento clínico da dengue, proposto por diretrizes do Ministério da Saúde, o grupo A, não apresenta sinais de alarme, não possui comorbidades, não pertence aos grupos de risco e não possui condições clínicas especiais, sendo, normalmente, as principais condutas o uso de medicações sintomáticas adequadas, repouso, dieta e hidratação oral.
( ) No estadiamento clínico da dengue, o grupo B se refere ao paciente que apresenta sinais de alarme, sendo indicada hospitalização para observação ininterrupta e hidratação endovenosa.
( ) No grupo D, estão classificados os pacientes com sinais de choque, sangramento grave ou disfunção grave de órgãos.
( ) Os sinais de alarme da dengue englobam manifestações como letargia e/ou irritabilidade, dor abdominal intensa, vômitos persistentes, hipotensão, acúmulo de líquidos, (ascite, derrame pleural, derrame pericárdico).
( ) Para determinar a extensão de uma sonda nasogástrica, deve ser feita medida do lóbulo da orelha até a ponta do nariz e desta até o processo xifoide do esterno, acrescentando mais 30 cm.
( ) Não forçar a sonda nem empurrar a mesma se houver resistência à sua passagem. Se o paciente começar a tossir, apresentar queda na saturação de oxigênio ou mostrar outros sinais de desconforto respiratório, remover a sonda da nasofaringe posterior até que a respiração volte ao normal.
( ) Ao verificar que a sonda está obstruída, deve-se interromper infusão e tentar irrigar com água morna, sucos ou refrigerantes.
( ) Deve-se analisar o resíduo gástrico antes de cada alimentação, (para bolus e alimentações intermitentes), ou cada 4 a 6 horas, (para alimentações contínuas). Se ao detectar um volume de 200 a 500 mℓ de conteúdo gástrico, esse volume já deve ser considerado preocupante e levar à implementação de medidas para diminuir o risco de broncoaspiração.
( ) O desvio de tráfego se caracteriza pela mudança de direção do fluxo veicular ou de pedestre em decorrência de interferências temporárias na via.
( ) No caso de interrupção de via/faixa de transporte coletivo ou faixa de circulação exclusiva, deve-se manter a prioridade de circulação desses veículos em relação aos demais.
( ) A sinalização vertical é classificada segundo sua função, que pode ser de: Regulamentar, Advertir, Indicar.
1- Os órgãos ou entidades executivas de trânsito dos Estados e do Distrito Federal enviarão por meio eletrônico, com 30 (trinta) dias de antecedência, aviso de vencimento da validade da Carteira Nacional de Habilitação a todos os condutores cadastrados no Renach com endereço na respectiva unidade da Federação.
2- Quando não for imediata a identificação do infrator, o principal condutor ou o proprietário do veículo terá o prazo de 30 (trinta) dias, contado da notificação da autuação, para apresentálo, na forma em que dispuser o Contran, e, transcorrido o prazo, se não o fizer, será considerado responsável pela infração o principal condutor ou, em sua ausência, o proprietário do veículo.
3- Quando não for possível sanar a falha no local da infração, o veículo, desde que ofereça condições de segurança para circulação, deverá ser liberado e entregue a condutor regularmente habilitado, mediante recolhimento do Certificado de Licenciamento Anual, contra apresentação de recibo, assinalando-se ao condutor prazo razoável, não superior a 30 (trinta) dias, para regularizar a situação, e será considerado notificado para essa finalidade na mesma ocasião.
É considerada infração média parar o veículo nas esquinas e a _____________do bordo do alinhamento da via transversal.
Qual alternativa completa a lacuna?
I- A sinalização terá a seguinte ordem de prevalência: as ordens do agente de trânsito sobre as normas de circulação e outros sinais; as indicações do semáforo sobre os demais sinais; as indicações dos sinais sobre as demais normas de trânsito.
II- É proibida a utilização das ondulações transversais e de sonorizadores como redutores de velocidade, salvo em casos especiais definidos pelo órgão ou entidade competente, nos padrões e critérios estabelecidos pelo CONTRAN.
III- Nenhum proprietário ou responsável poderá, sem prévia autorização da autoridade competente, fazer ou ordenar que sejam feitas no veículo modificações de suas características de fábrica.
( ) O condutor de veículo só poderá fazer uso de buzina, desde que em toque breve, nas seguintes situações: I- para fazer as advertências necessárias a fim de evitar sinistros; II- fora das áreas urbanas, quando for conveniente advertir a um condutor que se tem o propósito de ultrapassá-lo.
( ) Os veículos de transporte coletivo de passageiros, quando circularem em faixas ou pistas a eles destinadas, as motocicletas, motonetas e ciclomotores deverão utilizar-se de farol de luz baixa durante o dia e à noite.
( ) Sempre que for necessária a imobilização temporária de um veículo no leito viário, em situação de emergência, deverá ser providenciada a imediata sinalização de advertência, na forma estabelecida pelo CONTRAN.