Questões de Concurso
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( ) Posições do sujeito na oração: antes, depois, ou no meio do predicado.
( ) Núcleo do sujeito: palavra principal, de maior importância significativa dentro do sujeito.
( ) Sujeito inexistente: não é possível (ou não se deseja) identificar o termo que o representa. O verbo aparece na 3ª pessoa do plural sem referências anteriores, verbo na 3ª pessoa do singular, seguido do pronome se.
( ) Sujeito indeterminado: a declaração do predicado não faz referência a um sujeito. Verbos impessoais que expressam fenômenos da natureza. Verbos haver (indicando existir e tempo decorrido), fazer, estar e ser (indicando fenômenos naturais ou tempo).
( ) Sujeito simples: possui apenas um núcleo.
( ) Sujeito composto: possui dois ou mais núcleos.
( ) Sujeito elíptico (implícito, ou oculto): é identificado pela desinência verbal.
( ) Plural dos substantivos simples: (regra geral), acrescenta-se –s ao singular dos substantivos terminados em vogal e dos substantivos terminados em ditongo oral e ditongo nasal –ãe.
( ) Plural dos substantivos terminados em –r e –z: acréscimo de –es.
( ) Plural dos substantivos terminados em –m: substituição do –m por –ns.
( ) Plural dos substantivos terminados em –n: acréscimo de s ou de –es (conforme o caso).
( ) Plural dos substantivos terminados em –al, -el, -ol e ul: substituição do –l por –is.
( ) Plural dos substantivos terminados em –il (oxítonos,substituição do –l por s), (paroxítonos, substituição do –il por -eis).
( ) São denominados pátrios os adjetivos que indicam locais de origem, como continentes, países, estados, cidades, etc.
( ) Em sua grande maioria, os adjetivos pátrios, são derivados do nome do local com o acréscimo dos prefixos: -ês, -ense e -ano.
( ) O adjetivo pátrio de Florianópolis é florianopolitano.
( ) O adjetivo pátrio de Assunção é assuncionenho.
( ) O adjetivo pátrio de Havana é havanês.
( ) O adjetivo pátrio da Patagônia é patagonense.
Coluna I. A- Catacrese.
B- Perífrase.
C- Antítese.
D- Paradoxo.
E- Prosopopeia.
F- Onomatopeia.
G- Anáfora.
Coluna II.
(1) “O mar passa saborosamente a língua na areia.”
(2) “Tristeza não tem fim / Felicidade sim...”
(3) “Sem o coaxar dos sapos ou o cri-cri dos grilos / como é que poderíamos dormir tranquilos?”
(4) “O Príncipe dos Poetas teve também outras atividades que o tornaram famoso.”
(5) “Pra se viver do amor / há que esquecer o amor.”
(6) “Na solidão solitude, / Na solidão entrei, / Na solidão perdi-me, / Nunca me alegrarei.”
(7) Não me lembro do seu nome, mas ainda me lembro das maçãs avermelhadas de seu rosto.

Referindo-se a período composto, leia o texto e assinale a alternativa correta.
( ) Quando o verbo abrir o período, a posição do pronome átono é depois do verbo (ênclise).
( ) Nunca se pospõe pronome átono às formas do futuro do presente, nem às do futuro do pretérito.
( ) Quando o sujeito ,substantivo ou pronome, (que não seja de significação negativa), vier imediatamente antes do verbo, assim nas orações afirmativas como nas interrogativas, usamos a ênclise.
( ) Usamos a ênclise nas orações coordenadas sindéticas.
( ) É obrigatória a ênclise nas orações negativas, desde que não haja pausa entre o verbo e as palavras de negação. 3
( ) É obrigatória a próclise nas orações exclamativas, começadas por palavras exclamativas, bem como nas orações optativas.
( ) Usa-se a ênclise nas orações subordinadas
Soneto de separação. (Vinícius de Moraes).
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente,
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho, o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo, o distante,
Fez-se da vida, uma aventura errante,
De repente, não mais que de repente.
Soneto de separação. (Vinícius de Moraes).
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente,
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho, o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo, o distante,
Fez-se da vida, uma aventura errante,
De repente, não mais que de repente.
Soneto de separação. (Vinícius de Moraes).
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente,
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho, o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo, o distante,
Fez-se da vida, uma aventura errante,
De repente, não mais que de repente.
07- A Dívida Ativa regularmente inscrita goza da presunção de certeza e liquidez.
13- A execução fiscal poderá ser promovida contra: I- o devedor; II- o fiador; III- o espólio; IV- a massa; V- O responsável, nos termos da lei, por dívidas tributárias, ou não, de pessoas físicas, ou pessoas jurídicas de direito privado; e VI- os sucessores a qualquer título.
21- Na execução fiscal, far-se-á a intimação da penhora ao executado, mediante publicação no órgão oficial, do ato de juntada do termo, ou do auto de penhora.
25- A alienação de quaisquer bens penhorados será feita em leilão público, no lugar designado pela Receita Federal.
33- Sem prejuízo dos privilégios especiais sobre determinados bens, que sejam previstos em lei, responde pelo pagamento da Dívida Ativa da Fazenda Pública a totalidade dos bens e das rendas, de qualquer origem, ou natureza, do sujeito passivo, seu espólio, ou sua massa, inclusive os gravados por ônus real, cláusula de inalienabilidade, ou impenhorabilidade, seja qual for a data da constituição do ônus, ou da cláusula, excetuados unicamente os bens e rendas que a lei declara absolutamente impenhoráveis.
I- A execução poderá ser proposta no foro de domicílio do executado, de eleição constante do título, ou ainda, de situação dos bens a ela sujeitos.
II- Tendo mais de um domicílio, o executado poderá optar o foro de qualquer um deles.
III- Sendo incerto, ou desconhecido o domicílio do executado, a execução poderá ser proposta no lugar onde for encontrado, ou no foro de domicílio do exequente.
IV- Havendo mais de um devedor, com diferentes domicílios, a execução será proposta no foro de qualquer deles, à escolha do exequente.
V- A execução poderá ser proposta no foro do lugar em que se praticou o ato, ou em que ocorreu o fato que deu origem ao título, mesmo que nele não mais resida o executado.
É correto afirmar que: