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Q4137821 Português

Leia o texto para responder às próximas seis questões.


A mulher e a patroa. (Martha Medeiros).


Há homens que têm patroa. Ela sempre está em casa quando ele chega do trabalho. O jantar é rapidamente servido à mesa. Ela recebe um apertão na bochecha. A patroa pode ser jovem e bonita, mas tem uma atitude subserviente, o que lhe confere um certo ar robusto, como se fosse uma senhora de muitos anos atrás.


Há homens que têm mulher. Uma mulher que está em casa na hora que pode, às vezes chega antes dele, às vezes depois. Sua casa não é sua jaula nem seu fogão é industrial. A mulher beija seu marido na boca quando o encontra no fim do dia e recebe dele o melhor dos abraços. A mulher pode ser robusta e até meio feia, mas sua independência lhe confere um ar de garota, regente de si mesma.


Há homens que têm patroa, e mesmo que ela tenha tido apenas um filho, ou um casal, parece que gerou uma ninhada, tanto as crianças a solicitam e ela lhes é devota. A patroa é uma santa, muito boa esposa e muito boa mãe, tão boa que é assim que o marido a chama quando não a chama de patroa: mãezinha.


Há homens que têm mulher. Minha mulher, Suzana. Minha mulher, Cristina. Minha mulher, Tereza. Mulheres que têm nome, que só são chamadas de mãe pelos filhos, que não arrastam os pés pela casa nem confiscam o salário do marido, porque elas têm o dela. Não mandam nos caras, não obedecem os caras: convivem com eles.


Há homens que têm patroa. Vou ligar pra patroa. Vou perguntar pra patroa. Vou buscar a patroa. É carinho, dizem. Às vezes, é deboche. Quase sempre é muito cafona.


Há homens que têm mulher. Vou ligar para minha mulher. Vou perguntar para minha mulher. Vou buscar minha mulher. Não há subordinação consentida ou disfarçada. Não há patrões nem empregados. Há algo sexy no ar.


Há homens que têm patroa.


Há homens que têm mulher.


E há mulheres que escolhem o que querem ser.

De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “subserviente” significa: 
Alternativas
Q4137819 Português

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A mulher e a patroa. (Martha Medeiros).


Há homens que têm patroa. Ela sempre está em casa quando ele chega do trabalho. O jantar é rapidamente servido à mesa. Ela recebe um apertão na bochecha. A patroa pode ser jovem e bonita, mas tem uma atitude subserviente, o que lhe confere um certo ar robusto, como se fosse uma senhora de muitos anos atrás.


Há homens que têm mulher. Uma mulher que está em casa na hora que pode, às vezes chega antes dele, às vezes depois. Sua casa não é sua jaula nem seu fogão é industrial. A mulher beija seu marido na boca quando o encontra no fim do dia e recebe dele o melhor dos abraços. A mulher pode ser robusta e até meio feia, mas sua independência lhe confere um ar de garota, regente de si mesma.


Há homens que têm patroa, e mesmo que ela tenha tido apenas um filho, ou um casal, parece que gerou uma ninhada, tanto as crianças a solicitam e ela lhes é devota. A patroa é uma santa, muito boa esposa e muito boa mãe, tão boa que é assim que o marido a chama quando não a chama de patroa: mãezinha.


Há homens que têm mulher. Minha mulher, Suzana. Minha mulher, Cristina. Minha mulher, Tereza. Mulheres que têm nome, que só são chamadas de mãe pelos filhos, que não arrastam os pés pela casa nem confiscam o salário do marido, porque elas têm o dela. Não mandam nos caras, não obedecem os caras: convivem com eles.


Há homens que têm patroa. Vou ligar pra patroa. Vou perguntar pra patroa. Vou buscar a patroa. É carinho, dizem. Às vezes, é deboche. Quase sempre é muito cafona.


Há homens que têm mulher. Vou ligar para minha mulher. Vou perguntar para minha mulher. Vou buscar minha mulher. Não há subordinação consentida ou disfarçada. Não há patrões nem empregados. Há algo sexy no ar.


Há homens que têm patroa.


Há homens que têm mulher.


E há mulheres que escolhem o que querem ser.

Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (patroa, depois, jaula).
Alternativas
Q4137818 Português

Leia o texto para responder às próximas seis questões.


A mulher e a patroa. (Martha Medeiros).


Há homens que têm patroa. Ela sempre está em casa quando ele chega do trabalho. O jantar é rapidamente servido à mesa. Ela recebe um apertão na bochecha. A patroa pode ser jovem e bonita, mas tem uma atitude subserviente, o que lhe confere um certo ar robusto, como se fosse uma senhora de muitos anos atrás.


Há homens que têm mulher. Uma mulher que está em casa na hora que pode, às vezes chega antes dele, às vezes depois. Sua casa não é sua jaula nem seu fogão é industrial. A mulher beija seu marido na boca quando o encontra no fim do dia e recebe dele o melhor dos abraços. A mulher pode ser robusta e até meio feia, mas sua independência lhe confere um ar de garota, regente de si mesma.


Há homens que têm patroa, e mesmo que ela tenha tido apenas um filho, ou um casal, parece que gerou uma ninhada, tanto as crianças a solicitam e ela lhes é devota. A patroa é uma santa, muito boa esposa e muito boa mãe, tão boa que é assim que o marido a chama quando não a chama de patroa: mãezinha.


Há homens que têm mulher. Minha mulher, Suzana. Minha mulher, Cristina. Minha mulher, Tereza. Mulheres que têm nome, que só são chamadas de mãe pelos filhos, que não arrastam os pés pela casa nem confiscam o salário do marido, porque elas têm o dela. Não mandam nos caras, não obedecem os caras: convivem com eles.


Há homens que têm patroa. Vou ligar pra patroa. Vou perguntar pra patroa. Vou buscar a patroa. É carinho, dizem. Às vezes, é deboche. Quase sempre é muito cafona.


Há homens que têm mulher. Vou ligar para minha mulher. Vou perguntar para minha mulher. Vou buscar minha mulher. Não há subordinação consentida ou disfarçada. Não há patrões nem empregados. Há algo sexy no ar.


Há homens que têm patroa.


Há homens que têm mulher.


E há mulheres que escolhem o que querem ser.

Ainda no texto, o período “e recebe dele o melhor dos abraços”, a oração é:
Alternativas
Q4137817 Português

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A mulher e a patroa. (Martha Medeiros).


Há homens que têm patroa. Ela sempre está em casa quando ele chega do trabalho. O jantar é rapidamente servido à mesa. Ela recebe um apertão na bochecha. A patroa pode ser jovem e bonita, mas tem uma atitude subserviente, o que lhe confere um certo ar robusto, como se fosse uma senhora de muitos anos atrás.


Há homens que têm mulher. Uma mulher que está em casa na hora que pode, às vezes chega antes dele, às vezes depois. Sua casa não é sua jaula nem seu fogão é industrial. A mulher beija seu marido na boca quando o encontra no fim do dia e recebe dele o melhor dos abraços. A mulher pode ser robusta e até meio feia, mas sua independência lhe confere um ar de garota, regente de si mesma.


Há homens que têm patroa, e mesmo que ela tenha tido apenas um filho, ou um casal, parece que gerou uma ninhada, tanto as crianças a solicitam e ela lhes é devota. A patroa é uma santa, muito boa esposa e muito boa mãe, tão boa que é assim que o marido a chama quando não a chama de patroa: mãezinha.


Há homens que têm mulher. Minha mulher, Suzana. Minha mulher, Cristina. Minha mulher, Tereza. Mulheres que têm nome, que só são chamadas de mãe pelos filhos, que não arrastam os pés pela casa nem confiscam o salário do marido, porque elas têm o dela. Não mandam nos caras, não obedecem os caras: convivem com eles.


Há homens que têm patroa. Vou ligar pra patroa. Vou perguntar pra patroa. Vou buscar a patroa. É carinho, dizem. Às vezes, é deboche. Quase sempre é muito cafona.


Há homens que têm mulher. Vou ligar para minha mulher. Vou perguntar para minha mulher. Vou buscar minha mulher. Não há subordinação consentida ou disfarçada. Não há patrões nem empregados. Há algo sexy no ar.


Há homens que têm patroa.


Há homens que têm mulher.


E há mulheres que escolhem o que querem ser.

Referindo-se a encontros vocálicos, as palavras do texto, (crianças, boa, salário), são respectivamente:
Alternativas
Q4137816 Português

Leia o texto para responder às próximas seis questões.


A mulher e a patroa. (Martha Medeiros).


Há homens que têm patroa. Ela sempre está em casa quando ele chega do trabalho. O jantar é rapidamente servido à mesa. Ela recebe um apertão na bochecha. A patroa pode ser jovem e bonita, mas tem uma atitude subserviente, o que lhe confere um certo ar robusto, como se fosse uma senhora de muitos anos atrás.


Há homens que têm mulher. Uma mulher que está em casa na hora que pode, às vezes chega antes dele, às vezes depois. Sua casa não é sua jaula nem seu fogão é industrial. A mulher beija seu marido na boca quando o encontra no fim do dia e recebe dele o melhor dos abraços. A mulher pode ser robusta e até meio feia, mas sua independência lhe confere um ar de garota, regente de si mesma.


Há homens que têm patroa, e mesmo que ela tenha tido apenas um filho, ou um casal, parece que gerou uma ninhada, tanto as crianças a solicitam e ela lhes é devota. A patroa é uma santa, muito boa esposa e muito boa mãe, tão boa que é assim que o marido a chama quando não a chama de patroa: mãezinha.


Há homens que têm mulher. Minha mulher, Suzana. Minha mulher, Cristina. Minha mulher, Tereza. Mulheres que têm nome, que só são chamadas de mãe pelos filhos, que não arrastam os pés pela casa nem confiscam o salário do marido, porque elas têm o dela. Não mandam nos caras, não obedecem os caras: convivem com eles.


Há homens que têm patroa. Vou ligar pra patroa. Vou perguntar pra patroa. Vou buscar a patroa. É carinho, dizem. Às vezes, é deboche. Quase sempre é muito cafona.


Há homens que têm mulher. Vou ligar para minha mulher. Vou perguntar para minha mulher. Vou buscar minha mulher. Não há subordinação consentida ou disfarçada. Não há patrões nem empregados. Há algo sexy no ar.


Há homens que têm patroa.


Há homens que têm mulher.


E há mulheres que escolhem o que querem ser.

Analise o texto e marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4135735 Psiquiatria
Sobre o manejo medicamentoso da depressão e outros transtornos do humor, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4135734 Medicina
Um homem de 42 anos procura a Unidade de Saúde da Família acompanhado da esposa. Apresenta escoriações e equimose em região zigomática esquerda, após uma noite de consumo de bebidas alcoólicas, ocorrida no dia anterior. Relata que não se lembra de como sofreu a lesão nem dos acontecimentos das últimas horas da noite. Nega perda de consciência conhecida, mas refere episódios frequentes de amnésia após beber.
Durante a consulta, demonstra humor deprimido, sentimentos recorrentes de culpa relacionados ao consumo de álcool, preocupação excessiva com problemas financeiros e familiares, irritabilidade, ansiedade, insônia e dificuldade de concentração. Relata que esses sintomas têm se intensificado nos últimos meses. Ao explorar os hábitos de vida, o paciente relata consumir bebidas alcoólicas duas a três vezes por semana, geralmente ingerindo cinco ou mais doses por ocasião. Refere que já tentou reduzir o consumo em diversas oportunidades, porém, sem sucesso duradouro. Nos dias seguintes às bebedeiras apresenta intensa indisposição, ocasionalmente necessitando ingerir nova dose de álcool para sentir-se melhor. Relata episódios recorrentes de esquecimento dos acontecimentos da noite anterior, além de sentimentos de culpa relacionados ao consumo. A esposa informa preocupação frequente com a quantidade ingerida e refere que, em algumas ocasiões, o paciente deixou de cumprir compromissos familiares em razão da ressaca. Há antecedente de traumatismo occipital, com hematoma significativo após episódio de intoxicação alcoólica, ocorrido no ano anterior.
Considerando-se o questionário AUDIT para triagem do consumo de bebidas alcoólicas e o manejo terapêutico mais apropriado para o caso apresentado, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4135733 Medicina
Uma mulher de 34 anos, etilista crônica, procura a Unidade de Saúde da Família relatando corrimento vaginal abundante, há cerca de dois meses, associado a odor desagradável e prurido vulvar. Refere também tosse produtiva há mais de oito semanas, febre vespertina, sudorese noturna e perda de aproximadamente 8 kg nos últimos três meses.
Ao exame ginecológico, observa-se corrimento amarelo-esverdeado, espumoso, com colo uterino apresentando aspecto puntiforme hemorrágico, ("colo em morango"). A baciloscopia de escarro revela bacilos álcool-ácido resistentes. Durante a investigação, os exames sorológicos demonstram HBsAg reagente e anti-HBc total reagente. O teste rápido para HIV apresenta resultado reagente, aguardando-se exame confirmatório.
Considerando-se o caso clínico e as recomendações atuais para o manejo dessas condições na Atenção Primária à Saúde, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4135732 Medicina
Em relação à Fisiopatologia e às manifestações clínicas da doença de Chagas causada por Trypanosoma cruzi, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4135731 Medicina
Sobre a terapia medicamentosa, no tratamento da neurotoxoplasmose em pacientes com HIV, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4135730 Medicina
A testosterona exerce funções importantes no metabolismo muscular, ósseo, cardiovascular e na produção de células sanguíneas. Nos últimos anos, houve aumento expressivo do uso de terapia de reposição hormonal, muitas vezes sem acompanhamento adequado ou em doses suprafisiológicas. O uso excessivo pode causar complicações graves, incluindo eventos cardiovasculares e aumento da mortalidade. Sobre a terapia com testosterona e seus riscos, assinale a alternativa verdadeira.
Alternativas
Q4135729 Medicina
A vitamina D possui importante papel na homeostase do cálcio e no metabolismo ósseo, participando da mineralização da matriz óssea, da regulação da atividade de osteoblastos e osteoclastos. Em quadros de hipovitaminose D prolongada, alterações laboratoriais podem surgir antes mesmo de manifestações clínicas mais graves, incluindo elevação da fosfatase alcalina. Sobre a deficiência de vitamina D e suas repercussões no tecido ósseo, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4135728 Medicina
A vitamina D exerce papel fundamental no metabolismo ósseo, na absorção intestinal de cálcio e na função muscular. Sua deficiência tem sido cada vez mais observada na prática clínica, principalmente em idosos, indivíduos com pouca exposição solar, obesidade, doenças intestinais disabsortivas e pacientes institucionalizados. Sobre a vitamina D, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4135727 Medicina
Homem de 72 anos dá entrada na UTI, com quadro de dor intensa no lado esquerdo inferior do abdome, febre alta e queda da pressão arterial. Os exames laboratoriais mostram leucocitose importante, a tomografia abdominal identifica diverticulite aguda complicada, associada a pequeno foco de perfuração e formação de abscesso ao redor do cólon. O paciente possui antecedentes de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, (30%), e doença renal crônica estágio 3. Diante desse cenário clínico, qual é a melhor escolha para antibioticoterapia empírica inicial?
Alternativas
Q4135726 Medicina
Um paciente de 68 anos, portador de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, (FE 25%), é admitido na UTI com dispneia intensa, estertores difusos, extremidades frias, pressão arterial de 78x50 mmHg e lactato elevado. O ecocardiograma mostra baixo débito cardíaco sem sinais de hipovolemia. Foi iniciado oxigênio, diurético venoso e monitorização invasiva. Qual das opções representa a melhor escolha farmacológica inicial, para melhorar o débito cardíaco desse paciente, considerando-se o quadro de choque cardiogênico associado à insuficiência cardíaca aguda descompensada?
Alternativas
Q4135725 Saúde Pública
Em um município de médio porte, a Secretaria de Saúde observou que, ao longo de cinco anos, houve redução da taxa de mortalidade infantil de 18 para 10 óbitos por 1000 nascidos vivos. No mesmo período, a expectativa de vida ao nascer aumentou, porém, a prevalência de diabetes mellitus na população adulta também cresceu. Um gestor questiona, qual indicador apresenta maior sensibilidade para avaliar, de forma global, as condições de saúde e desenvolvimento socioeconômico da população, ao longo do tempo?
Alternativas
Q4135724 Medicina
Um homem de 69 anos procura atendimento para avaliação de rotina. É portador de diabetes mellitus tipo 2, há 14 anos e doença renal crônica estágio 3a, (TFG 48 mL/min/1,73m²), com microalbuminúria persistente. Em três consultas distintas, apresenta medidas pressóricas de 174/108 mmHg, 170/104 mmHg e 168/106 mmHg. Encontra-se assintomático. Exames laboratoriais sem alterações agudas, potássio sérico normal e ECG sem sinais de hipertrofia ventricular esquerda. Qual é a alternativa correta, segundo o quadro clínico e o manejo mais adequado segundo diretrizes?
Alternativas
Q4135723 Psiquiatria
Um homem de 29 anos é levado ao pronto atendimento por familiares devido a comportamento expansivo, fala acelerada, redução da necessidade de sono há 5 dias e aumento de atividades sociais e gastos financeiros excessivos. Os familiares relatam que o paciente está “muito energético”, mas sem uso de substâncias psicoativas. Não há história prévia de transtornos psiquiátricos. Ao exame mental, observa-se humor eufórico, pensamento acelerado e aumento de autoestima, sem sintomas psicóticos estruturados. De acordo com o quadro clínico e os principais diagnósticos diferenciais dos transtornos do humor, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4135722 Medicina
Uma mulher de 24 anos procura atendimento por corrimento vaginal aumentado, há 7 dias, de odor fétido, coloração acinzentada e pouca ou nenhuma prurido. Nega dispareunia intensa ou dor pélvica. Ao exame especular, observa-se secreção homogênea aderida às paredes vaginais, sem inflamação cervical importante. O teste das aminas, (“whiff test”), é positivo. Com base no quadro clínico e nos principais diagnósticos diferenciais de infecções do trato genital inferior, determine a alternativa correta.
Alternativas
Q4135721 Medicina
Uma mulher de 59 anos, com sobrepeso e história de dor crônica em mãos e joelhos, procura atendimento por piora progressiva da dor nas articulações interfalângicas distais. Refere rigidez matinal, de aproximadamente 15 minutos e piora da dor ao uso repetitivo das mãos. Ao exame, há aumento nodular duro em interfalângicas distais e proximais, sem calor local importante. Não há acometimento de punhos, metacarpofalângicas ou sinais sistêmicos. Tendo em vista o diagnóstico mais provável e seus principais diferenciais, marque a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
281: A
282: D
283: D
284: C
285: C
286: C
287: C
288: C
289: C
290: B
291: B
292: B
293: B
294: B
295: B
296: C
297: A
298: A
299: B
300: A