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Disponível em: https://gq.globo.com/Corpo/Saude/noticia/2018/08/o-que-acontece-com-seu-corpo-quando-voce-para-defumar.html. Acesso em: 24 jan. 2022.
( ) Em “Apague o cigarro e...” o sentido denotativo aponta para o pressuposto de que o cigarro está aceso.
( ) Está implícito que o enunciado do cartaz toma o interlocutor como fumante.
( ) A gradação do tempo sem o uso do cigarro obedece sempre a mesma proporcionalidade.
( ) Quem fica 15 anos sem fumar passa a ter saúde equivalente à de quem nunca fumou.
( ) O nível de oxigênio aumenta em apenas 8 horas sem cigarro, mas para a função pulmonar melhorar em até 30% são necessários até 3 meses.
( ) Depois de 15 anos sem cigarro, os riscos de câncer de pulmão chegam a zero.
( ) Em “Apague o cigarro e...” o uso de reticências indica a necessidade da complementação de ideia.
Quando você reconhece o uso de uma linguagem inclusiva, como “alunos e alunas”, ou faz uma tentativa de neutralizar o gênero, como em “querides alunes”, você se aproxima dos adolescentes que têm utilizado essas marcas linguísticas. (linhas 13-15)
Com base no texto 1, considere as seguintes afirmativas e assinale a alternativa correta.
I. Bizzocchi e Severo consideram acertada a atitude do Colégio Franco-Brasileiro de revogar as “estratégias gramaticais de neutralização de gênero”, como chamar os estudantes de “querides alunes”. (linhas 01-02)
II. Bizzocchi argumenta que a língua portuguesa não é machista, tendo em vista o uso do masculino como gênero neutro, enquanto Severo observa o movimento de desconstrução do masculino genérico em curso não apenas na sociedade brasileira.
III. Ambos os autores reconhecem que existem problemas de injustiça social e preconceito no Brasil.
IV. Severo defende que as instituições assimilem o uso do “bom dia a todas, todos e todes”. (linha
47)
( ) É causada pelo vírus Varicela-Zoster, que se manifesta com maior frequência em crianças e com incidência no fim do inverno e início da primavera.
( ) A vacina BCG, ofertada no Sistema Único de Saúde (SUS), protege a criança das formas mais graves da doença, como a tuberculose miliar e a tuberculose meníngea.
( ) A transmissão se faz por via respiratória, pela inalação de aerossóis produzidos pela tosse, fala ou espirro de um doente com tuberculose ativa pulmonar ou laríngea.
( ) Os sintomas clássicos da tuberculose pulmonar são: tosse persistente seca ou produtiva, febre, sudorese no período da manhã e emagrecimento.
( ) Todo paciente com diagnóstico de tuberculose deve ser testado para HIV.
I. O AVC é classificado em isquêmico (obstrução arterial com consequente alteração do fluxo sanguíneo cerebral), hemorragia intracerebral (coleção focal de sangue dentro do parênquima cerebral ou sistema ventricular que não é causada por trauma) e hemorragia subaracnóidea.
II. A escala pré-hospitalar de AVC deve ser aplicada para reconhecer os sinais mais frequentes. Caso o paciente apresente qualquer um dos seguintes itens, seu resultado é positivo: queda facial – quando o paciente é solicitado a mostrar os dentes ou sorrir, verifica-se assimetria; fraqueza nos braços – quando o paciente é solicitado a estender os braços para frente em um ângulo de 90º com o tronco e mantê-los na posição por 10 segundos, um dos braços não se move ou não fica mantido na posição em relação ao contralateral; fala anormal – quando o paciente é solicitado a pronunciar a frase “na casa do padeiro nem sempre tem trigo”, o paciente pronuncia palavras incompreensíveis, usa palavras incorretas ou é incapaz de pronunciar.
III. O AVC hemorrágico é o mais prevalente, sendo responsável por 75% a 85% de todos os AVCs.
IV. Cerca de 90% dos AVCs podem ser associados a fatores de risco, sendo os mais frequentes: hipotensão, tabagismo, obesidade, diabete melito, consumo de álcool, sofrimento mental, doenças cardíacas e distúrbios lipídicos.
V. O déficit neurológico focal de instalação súbita indica a possibilidade de AVC. Dor de cabeça e crises epilépticas são sintomas mais comuns em AVCs isquêmicos agudos do que em AVCs hemorrágicos.
( ) Atualmente são reconhecidos quatro sinais vitais, sendo estes: Frequência respiratória (FR); Frequência cardíaca (FC); Pressão arterial (PA); Temperatura corporal (TC).
( ) Em adultos, é considerada bradipneia a respiração < 12 movimentos respiratórios por minuto (mrp) e taquipneia a respiração > 25 mrp.
( ) Quando possível, na aferição da PA, o paciente deve estar sentado, com as pernas descruzadas, pés apoiados no chão, dorso recostado na cadeira e relaxado. O braço deve estar na altura do coração, apoiado, com a palma da mão voltada para cima, e as roupas não devem garrotear o membro.
( ) Na aferição da PA: inflar rapidamente até ultrapassar 20 a 30 mmHg o nível estimado da PAS obtido pela palpação; proceder à deflação lentamente (velocidade de 2 mmHg por segundo); determinar a PAS pela ausculta do primeiro som (fase I de Korotkoff) e, após, aumentar ligeiramente a velocidade de deflação; e determinar a PAD no desaparecimento dos sons (fase V de Korotkoff).
( ) Não aferir a PA no membro com fístula endovenosa, com plegias, com punção venosa, com infusão de líquidos e no membro do lado mastectomizado com esvaziamento ganglionar. Casos específicos devem ser discutidos em equipe.


