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Q3424158 Português

Leia o texto abaixo e, em seguida, responda:


O inventário


(Rubem Braga)



   Peço a um amigo que me ajude neste transe melancólico; aluguei uma casa mobiliada, e o velho casal de proprietários fez uma lista de seus trecos para eu conferir. A lista é minuciosa e, por isso, imensa; são mil grandes e pequenas coisas, duas marquesas, um quadro a carvão representando São Francisco de Assis (mas o desenho é ruim e o santo está gordo), uma horrível, incomodíssima cômoda de metal, dois choapinos, um espelho quadrado que agora será visitado pela minha cara e talvez por hábito me faça meio parecido com esse velho chileno que sofre do coração.


   Ah, sim, o piano. O velho quer levar o antigo piano alemão; resisto; quero o piano; não sei tocar, mas me agrada ter em casa um piano; não seria possível deixar o piano? Os velhos se consultam; sim, ficará o piano. Em compensação há essa absurda mesa de pôquer que eles insistem em deixar, enorme, horrível, esses quadros a óleo detestáveis que eles elogiam tanto e que eu meterei todos dentro de um armário, um tinteiro de cobre, uma estatueta japonesa, coisas antigas como um violetero onde jamais colocarei violetas, um licoreiro que nunca verá licor, um paraguero que sonha com os guarda-chuvas d’antanho, e essa feia mesita ratona, e essas coisas inúteis de metal e cristal, o relógio de cuco com o passarinho sempre cantando errado, pobre passarinho extraviado no tempo...


   A lista é terrivelmente misteriosa; eu terei de apresentar, ao sair desta casa, tantos ganchos de pendurar roupa e tantos cinzeirinhos de cobre; e já que insisti pelo piano, tenho de me conformar com a presença de um enorme e sinistro mueble musiquero, onde se guardam velhos tangos e valsas.


   Meu amigo confere as coisas, de lista na mão, e a velha vai repetindo os nomes e apontando os objetos, numa ladainha interminável; bocejo no meio de meu reino desordenado e precário; uma a uma terei de entregar um dia todas essas coisas de volta a esses velhos; e para eles são coisas de certo modo sagradas, com o longo contato de seus olhos e de suas mãos, coisas de suas vidas que incorporaram minutos e anos, lembranças, palavras, emoções. Bocejo, depois fumo; nego-me a examinar, como eles gostariam, o detalhe de cada coisa, e minha indiferença parece que vagamente os ofende. Creio que sentem no fundo da alma um ódio deste estranho que vai morar em sua casa, com suas coisas; sou um intruso, o mais antipático dos intrusos, o intruso que paga o direito de ser intruso. E então eles ficam mais minuciosos. Gastam meia hora para acrescentar na lista algumas coisinhas sem importância que tinham omitido, são avaros do que me alugam...


   Partem. Chego à janela, vejo-os que fecham com todo o cuidado o portão. E sorrio. Esses velhos são uns insensatos. Arrolaram centenas de cacarecos inúteis e se esqueceram do mais importante, do que me atraiu a esta casa, dos bens sem preço que um vândalo poderia destruir e, entretanto, não estão no inventário; daqueles bens que, se sumissem, fariam esses dois velhos desfalecer de espanto e dor; o que eles não compraram com dinheiro, mas com o longo amor, o longo, cotidiano carinho: as árvores altas, belas, ainda úmidas da chuva da noite, brilhando, muito verdes, ao sol. 



Braga, Rubem. 150 crônicas escolhidas / Rubem Braga; seleção e prefácio André Seffrin. – 1. ed. – São Paulo: Global Editora, 2023.

Assinale a opção INCORRETA, de acordo com o texto:
Alternativas
Q3424157 Português

Leia o texto abaixo e, em seguida, responda:


O inventário


(Rubem Braga)



   Peço a um amigo que me ajude neste transe melancólico; aluguei uma casa mobiliada, e o velho casal de proprietários fez uma lista de seus trecos para eu conferir. A lista é minuciosa e, por isso, imensa; são mil grandes e pequenas coisas, duas marquesas, um quadro a carvão representando São Francisco de Assis (mas o desenho é ruim e o santo está gordo), uma horrível, incomodíssima cômoda de metal, dois choapinos, um espelho quadrado que agora será visitado pela minha cara e talvez por hábito me faça meio parecido com esse velho chileno que sofre do coração.


   Ah, sim, o piano. O velho quer levar o antigo piano alemão; resisto; quero o piano; não sei tocar, mas me agrada ter em casa um piano; não seria possível deixar o piano? Os velhos se consultam; sim, ficará o piano. Em compensação há essa absurda mesa de pôquer que eles insistem em deixar, enorme, horrível, esses quadros a óleo detestáveis que eles elogiam tanto e que eu meterei todos dentro de um armário, um tinteiro de cobre, uma estatueta japonesa, coisas antigas como um violetero onde jamais colocarei violetas, um licoreiro que nunca verá licor, um paraguero que sonha com os guarda-chuvas d’antanho, e essa feia mesita ratona, e essas coisas inúteis de metal e cristal, o relógio de cuco com o passarinho sempre cantando errado, pobre passarinho extraviado no tempo...


   A lista é terrivelmente misteriosa; eu terei de apresentar, ao sair desta casa, tantos ganchos de pendurar roupa e tantos cinzeirinhos de cobre; e já que insisti pelo piano, tenho de me conformar com a presença de um enorme e sinistro mueble musiquero, onde se guardam velhos tangos e valsas.


   Meu amigo confere as coisas, de lista na mão, e a velha vai repetindo os nomes e apontando os objetos, numa ladainha interminável; bocejo no meio de meu reino desordenado e precário; uma a uma terei de entregar um dia todas essas coisas de volta a esses velhos; e para eles são coisas de certo modo sagradas, com o longo contato de seus olhos e de suas mãos, coisas de suas vidas que incorporaram minutos e anos, lembranças, palavras, emoções. Bocejo, depois fumo; nego-me a examinar, como eles gostariam, o detalhe de cada coisa, e minha indiferença parece que vagamente os ofende. Creio que sentem no fundo da alma um ódio deste estranho que vai morar em sua casa, com suas coisas; sou um intruso, o mais antipático dos intrusos, o intruso que paga o direito de ser intruso. E então eles ficam mais minuciosos. Gastam meia hora para acrescentar na lista algumas coisinhas sem importância que tinham omitido, são avaros do que me alugam...


   Partem. Chego à janela, vejo-os que fecham com todo o cuidado o portão. E sorrio. Esses velhos são uns insensatos. Arrolaram centenas de cacarecos inúteis e se esqueceram do mais importante, do que me atraiu a esta casa, dos bens sem preço que um vândalo poderia destruir e, entretanto, não estão no inventário; daqueles bens que, se sumissem, fariam esses dois velhos desfalecer de espanto e dor; o que eles não compraram com dinheiro, mas com o longo amor, o longo, cotidiano carinho: as árvores altas, belas, ainda úmidas da chuva da noite, brilhando, muito verdes, ao sol. 



Braga, Rubem. 150 crônicas escolhidas / Rubem Braga; seleção e prefácio André Seffrin. – 1. ed. – São Paulo: Global Editora, 2023.

Assinale a opção CORRETA, de acordo com o texto:
Alternativas
Q3424156 Português

Leia o texto abaixo e, em seguida, responda:


O inventário


(Rubem Braga)



   Peço a um amigo que me ajude neste transe melancólico; aluguei uma casa mobiliada, e o velho casal de proprietários fez uma lista de seus trecos para eu conferir. A lista é minuciosa e, por isso, imensa; são mil grandes e pequenas coisas, duas marquesas, um quadro a carvão representando São Francisco de Assis (mas o desenho é ruim e o santo está gordo), uma horrível, incomodíssima cômoda de metal, dois choapinos, um espelho quadrado que agora será visitado pela minha cara e talvez por hábito me faça meio parecido com esse velho chileno que sofre do coração.


   Ah, sim, o piano. O velho quer levar o antigo piano alemão; resisto; quero o piano; não sei tocar, mas me agrada ter em casa um piano; não seria possível deixar o piano? Os velhos se consultam; sim, ficará o piano. Em compensação há essa absurda mesa de pôquer que eles insistem em deixar, enorme, horrível, esses quadros a óleo detestáveis que eles elogiam tanto e que eu meterei todos dentro de um armário, um tinteiro de cobre, uma estatueta japonesa, coisas antigas como um violetero onde jamais colocarei violetas, um licoreiro que nunca verá licor, um paraguero que sonha com os guarda-chuvas d’antanho, e essa feia mesita ratona, e essas coisas inúteis de metal e cristal, o relógio de cuco com o passarinho sempre cantando errado, pobre passarinho extraviado no tempo...


   A lista é terrivelmente misteriosa; eu terei de apresentar, ao sair desta casa, tantos ganchos de pendurar roupa e tantos cinzeirinhos de cobre; e já que insisti pelo piano, tenho de me conformar com a presença de um enorme e sinistro mueble musiquero, onde se guardam velhos tangos e valsas.


   Meu amigo confere as coisas, de lista na mão, e a velha vai repetindo os nomes e apontando os objetos, numa ladainha interminável; bocejo no meio de meu reino desordenado e precário; uma a uma terei de entregar um dia todas essas coisas de volta a esses velhos; e para eles são coisas de certo modo sagradas, com o longo contato de seus olhos e de suas mãos, coisas de suas vidas que incorporaram minutos e anos, lembranças, palavras, emoções. Bocejo, depois fumo; nego-me a examinar, como eles gostariam, o detalhe de cada coisa, e minha indiferença parece que vagamente os ofende. Creio que sentem no fundo da alma um ódio deste estranho que vai morar em sua casa, com suas coisas; sou um intruso, o mais antipático dos intrusos, o intruso que paga o direito de ser intruso. E então eles ficam mais minuciosos. Gastam meia hora para acrescentar na lista algumas coisinhas sem importância que tinham omitido, são avaros do que me alugam...


   Partem. Chego à janela, vejo-os que fecham com todo o cuidado o portão. E sorrio. Esses velhos são uns insensatos. Arrolaram centenas de cacarecos inúteis e se esqueceram do mais importante, do que me atraiu a esta casa, dos bens sem preço que um vândalo poderia destruir e, entretanto, não estão no inventário; daqueles bens que, se sumissem, fariam esses dois velhos desfalecer de espanto e dor; o que eles não compraram com dinheiro, mas com o longo amor, o longo, cotidiano carinho: as árvores altas, belas, ainda úmidas da chuva da noite, brilhando, muito verdes, ao sol. 



Braga, Rubem. 150 crônicas escolhidas / Rubem Braga; seleção e prefácio André Seffrin. – 1. ed. – São Paulo: Global Editora, 2023.

Coloque V para Verdadeiro e F para Falso, em seguida indique a sequência CORRETA:

( ) A indiferença com que o narrador escuta a descrição dos objetos lhe dá a certeza de que os velhos estavam se sentindo ofendidos por ele.
( ) A conferência minuciosa das coisas e dos objetos foi uma incumbência executada pelo amigo do narrador.
( ) Os velhos concordaram em deixar o piano, desde que o mesmo fosse levado ao conserto.
( ) Quanto maior e mais minuciosa fosse a lista dos objetos da casa, mais caro seria o valor da locação do imóvel.
Alternativas
Q3424155 Português

Leia o texto abaixo e, em seguida, responda:


O inventário


(Rubem Braga)



   Peço a um amigo que me ajude neste transe melancólico; aluguei uma casa mobiliada, e o velho casal de proprietários fez uma lista de seus trecos para eu conferir. A lista é minuciosa e, por isso, imensa; são mil grandes e pequenas coisas, duas marquesas, um quadro a carvão representando São Francisco de Assis (mas o desenho é ruim e o santo está gordo), uma horrível, incomodíssima cômoda de metal, dois choapinos, um espelho quadrado que agora será visitado pela minha cara e talvez por hábito me faça meio parecido com esse velho chileno que sofre do coração.


   Ah, sim, o piano. O velho quer levar o antigo piano alemão; resisto; quero o piano; não sei tocar, mas me agrada ter em casa um piano; não seria possível deixar o piano? Os velhos se consultam; sim, ficará o piano. Em compensação há essa absurda mesa de pôquer que eles insistem em deixar, enorme, horrível, esses quadros a óleo detestáveis que eles elogiam tanto e que eu meterei todos dentro de um armário, um tinteiro de cobre, uma estatueta japonesa, coisas antigas como um violetero onde jamais colocarei violetas, um licoreiro que nunca verá licor, um paraguero que sonha com os guarda-chuvas d’antanho, e essa feia mesita ratona, e essas coisas inúteis de metal e cristal, o relógio de cuco com o passarinho sempre cantando errado, pobre passarinho extraviado no tempo...


   A lista é terrivelmente misteriosa; eu terei de apresentar, ao sair desta casa, tantos ganchos de pendurar roupa e tantos cinzeirinhos de cobre; e já que insisti pelo piano, tenho de me conformar com a presença de um enorme e sinistro mueble musiquero, onde se guardam velhos tangos e valsas.


   Meu amigo confere as coisas, de lista na mão, e a velha vai repetindo os nomes e apontando os objetos, numa ladainha interminável; bocejo no meio de meu reino desordenado e precário; uma a uma terei de entregar um dia todas essas coisas de volta a esses velhos; e para eles são coisas de certo modo sagradas, com o longo contato de seus olhos e de suas mãos, coisas de suas vidas que incorporaram minutos e anos, lembranças, palavras, emoções. Bocejo, depois fumo; nego-me a examinar, como eles gostariam, o detalhe de cada coisa, e minha indiferença parece que vagamente os ofende. Creio que sentem no fundo da alma um ódio deste estranho que vai morar em sua casa, com suas coisas; sou um intruso, o mais antipático dos intrusos, o intruso que paga o direito de ser intruso. E então eles ficam mais minuciosos. Gastam meia hora para acrescentar na lista algumas coisinhas sem importância que tinham omitido, são avaros do que me alugam...


   Partem. Chego à janela, vejo-os que fecham com todo o cuidado o portão. E sorrio. Esses velhos são uns insensatos. Arrolaram centenas de cacarecos inúteis e se esqueceram do mais importante, do que me atraiu a esta casa, dos bens sem preço que um vândalo poderia destruir e, entretanto, não estão no inventário; daqueles bens que, se sumissem, fariam esses dois velhos desfalecer de espanto e dor; o que eles não compraram com dinheiro, mas com o longo amor, o longo, cotidiano carinho: as árvores altas, belas, ainda úmidas da chuva da noite, brilhando, muito verdes, ao sol. 



Braga, Rubem. 150 crônicas escolhidas / Rubem Braga; seleção e prefácio André Seffrin. – 1. ed. – São Paulo: Global Editora, 2023.

Leia as assertivas abaixo e, em seguida, responda:

I. O narrador estava analisando o valor dos bens imobiliários da casa que estava alugando;
II. O narrador não se conformava em ver os donos do imóvel insistir tanto em aumentar o valor do aluguel da casa; e
III. Ao narrador nenhum item especificado pelos proprietários, nem qualquer outro, lhe interessava de alguma forma.

Está(Estão) correta(s) a(s) assertiva(s):
Alternativas
Q3424154 Pedagogia
São competências gerais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC)

I. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital.
II. Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.
III. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas
IV. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.

Estão corretas
Alternativas
Q3424153 Pedagogia
Qual das seguintes estratégias de ensino é mais eficaz para promover a compreensão profunda e a aprendizagem significativa de conteúdos complexos?
Alternativas
Q3424152 Pedagogia
Os recursos de ensino e a avaliação são componentes fundamentais no processo educativo, ambos servindo como ferramentas indispensáveis para a promoção de uma aprendizagem eficaz e significativa. Sobre esta temática, julgue as afirmativas abaixo como verdadeiras (V) ou falsas (F).

(__) Os recursos de ensino são materiais e ferramentas utilizados pelos professores para facilitar a aprendizagem dos alunos. Os recursos didáticos, como livros, materiais audiovisuais e tecnológicos, são essenciais para tornar o ensino mais dinâmico e envolvente.
(__) A utilização de recursos de ensino variados permite atender às diferentes necessidades e estilos de aprendizagem dos alunos, contribuindo para uma educação mais inclusiva e equitativa.
(__) A avaliação de ensino é um processo contínuo e sistemático de coleta de informações sobre o desempenho dos alunos, com o objetivo de melhorar o ensino e a aprendizagem.
(__) A avaliação deve ser informativa, fornecendo dados relevantes aos alunos sobre seu desempenho. É importante que os alunos tomem conhecimento de seus resultados e busquem maneiras de aprimorá-los.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de verdadeiro e falso. 
Alternativas
Q3424151 Pedagogia
Conforme Perrenoud, existem dez famílias de competências necessárias aos professores, que inclui, EXCETO
Alternativas
Q3424150 Pedagogia
Relacione e enumere as colunas das metodologias de ensino e suas respectivas características.

(1) Método Waldorf
(2) Método Montessori
(3) Método Freiriano
(4) Método Freinet

(__) Fundamentados em promover liberdade de ideias, igualdade de deveres, consciência de direitos, respeito e fraternidade. Dessa forma, a criança se desenvolve entendendo quem ela é e qual seu papel na sociedade.
(__) Propõe que a escola seja menos teórica e mais conectada com a vida. Segue-se a ideia de que a educação deve preparar o aluno para a realização de um trabalho real.
(__) Focado em crianças, sendo adotado por escolas de ensino infantil e fundamental. No conceito, parte-se do pressuposto de que as crianças são capazes de aprender sozinhas, e devem ser incentivadas a exercer atividades com autonomia, iniciativa e independência.
(__) Leva em conta aspectos socioculturais do estudante e o contexto no qual ele está inserido, pois associar o conhecimento à realidade dele ajuda-o a compreender o mundo.

Marque a opção que representa a sequência correta.
Alternativas
Q3424149 Pedagogia
Assinale a alternativa INCORRETA a respeito da Educação Inclusiva 
Alternativas
Q3424148 Pedagogia
Considere as afirmativas a seguir sobre recursos de ensino e assinale a alternativa correta.

I. No processo de ensino, o livro didático é necessário, mas por si mesmo ele não tem vida, pois é um recurso auxiliar, cujo uso depende da iniciativa e imaginação do professor.
II. O ensino somente transmissivo não cuida de verificar se os alunos estão preparados para enfrentar matéria nova, e muitas vezes, de detectar dificuldades individuais na compreensão da matéria.
III. No ensino tradicional, tipo de ensino mais comum na maioria das escolas, o professor passa a matéria, o aluno recebe e reproduz mecanicamente o que absorveu.
IV. O trabalho docente deve ter, como referência, apenas a prática social, ou seja, a realidade a qual os alunos estão inseridos.  
Alternativas
Q3424147 Pedagogia
A Pedagogia de Projetos é uma abordagem educativa que visa a integração de diversas áreas do conhecimento através de atividades que envolvem pesquisa e resolução de problemas reais. Esse método promove a aprendizagem significativa, desenvolvendo competências cognitivas e socioemocionais dos alunos. Com base nessas características, identifique a afirmativa correta sobre a Pedagogia de Projetos:
Alternativas
Q3424146 Pedagogia
A disciplina de Didática é fundamental na formação do professor. Sobre essa afirmação, analise as seguintes proposições:

I. A Didática fornece ao futuro professor um conjunto de técnicas e métodos que facilitam o processo de ensino-aprendizagem.
II. A Didática tem relevância na formação do professor, pois se concentra na teoria do processo de ensino.
III. A Didática ajuda o futuro professor a compreender como os processos de ensino e aprendizagem ocorrem, permitindo-lhe planejar e implementar estratégias de ensino eficazes.
IV. A Didática contribui para a formação de um professor reflexivo, que é capaz de avaliar e adaptar suas estratégias de ensino para atender às necessidades de seus alunos.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3424145 Pedagogia
Segundo a BNCC, são direitos de aprendizagem e desenvolvimento na Educação Infantil, exceto
Alternativas
Q3424144 Pedagogia
Sobre alfabetização e letramento relacione as colunas I e II.

Coluna I

(1) Alfabetização.
(2) Letramento.

Coluna II

(__) é o processo que habilita o discente a utilizar a escrita e a leitura nos mais diversos contextos.
(__) é o processo em que o discente decodifica e compreende os dados recebidos, interpretando-os e utilizando os mesmos de uma forma construtiva.
(__) é o processo que deixa o discente apto a desenvolver os mais diversos métodos de aprendizado da língua.
(__) é o processo que envolve a dimensão social, pois focaliza aspectos sociais e históricos da aquisição da escrita.

A sequência correta de números, de cima para baixo é 
Alternativas
Q3424143 Pedagogia
Assinale a alternativa que apresenta aspectos que NÃO é considerado um critério para a formulação de objetivos de ensino.
Alternativas
Q3424142 Pedagogia
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), qual é a abordagem metodológica mais indicada para promover a aprendizagem significativa e o desenvolvimento integral dos estudantes?
Alternativas
Q3424141 Pedagogia
O processo de ensino, como um conjunto de atividades organizadas do professor e dos alunos, visando alcançar determinados resultados, tendo como ponto de partida o nível atual de conhecimentos, experiências e de desenvolvimento mental dos alunos, deve considerar as seguintes características

I. O ensino é um processo, ou seja, caracteriza-se pelo desenvolvimento e transformação progressiva das capacidades intelectuais dos alunos em direção ao domínio dos conhecimentos e habilidades, e sua aplicação.
II. O processo de ensino visa alcançar determinados resultados em termos de domínio de conhecimentos, habilidades, hábitos, atividades, convicções e de desenvolvimento das capacidades cognitivas dos alunos.
III. O ensino tem um caráter bilateral em virtude de que combina a atividade do professor com a atividade do aluno.

Assinale a alternativa que apresenta todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3424140 Pedagogia
Os temas transversais dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) são componentes curriculares que abordam questões sociais, éticas e culturais de grande relevância e que fazem parte do dia a dia dos alunos. Nesse sentido, marque a alternativa que apresenta um dos principais objetivos dos temas transversais nos PCNs.
Alternativas
Q3424139 Pedagogia
Analise as afirmativas abaixo sobre os saberes docentes e a identidade profissional do professor.

I. Os saberes da experiência, do conhecimento e os pedagógicos são os únicos tipos de saberes relevantes para o desenvolvimento da identidade profissional do professor.
II. A reflexão crítica sobre a prática pedagógica, a partir dos saberes docentes, é essencial para a construção da identidade profissional do professor.
III. A identidade profissional do professor se constitui de forma independente das relações que ele estabelece com a profissão e com o trabalho na escola.
IV. O domínio dos saberes docentes é fundamental para que o professor possa resolver problemas e lidar com as diversas situações que surgem em sala de aula.

Estão corretas
Alternativas
Respostas
3161: D
3162: A
3163: E
3164: B
3165: E
3166: B
3167: D
3168: E
3169: C
3170: E
3171: D
3172: C
3173: C
3174: A
3175: C
3176: B
3177: B
3178: E
3179: E
3180: B